Musicalidade e Movimento Corporal 3
| 27/01/2008 - 11:33 Por: Wanda Patrocinio |
Categoria(s): Arte, Gerontologia, Qualidade de Vida |
Uma Sensibilização no Universo das Flores
Nesta vivência iniciamos com uma dinâmica de apresentação. Em dupla as pessoas se apresentaram falando o nome, breve relato da história de vida e da experiência artística com dança e música. A dinâmica tem uma duração de quinze minutos. Nesse prazo, uma pessoa fala de si e a outra pessoa apenas escuta e/ou faz perguntas e vice-versa. Ao final, em uma grande roda todos se apresentam e cada pessoa fala sobre o parceiro que conheceu. Esta dinâmica tem como objetivo trabalhar a memória, pois ao apresentar a outra pessoa na roda, o participante terá que resgatar da memória o que escutou. Além disto, trabalhamos com concentração e atenção. Segundo Goldfarb (1998) “a memória tem o valor da história viva” (pág. 89). Assim, ao trabalhar com esta dinâmica resgatamos a história viva da história de vida de cada participante e contribuímos para sua autovalorização e valorização aos olhos do grupo.
No segundo momento da vivência, propomos um estímulo criativo: compondo um jardim imaginário, cada pessoa escolhe uma flor que a represente, que tenha um grande significado em sua história de vida. Do trabalho individual parte-se para os trabalhos coletivos, considerando as histórias das flores contadas e o significado do jardim formado. Compõe-se então uma coreografia ou mímica em grupo.
No segundo dia da vivência, os grupos tiveram a oportunidade de organizar e ensaiar a coreografia que iniciaram no encontro anterior, atentando para os detalhes, figurinos e cenário. Cada grupo fez sua apresentação para o grupo maior e encerramos o encontro com uma vivência de automassagem e partilha, momento em que cada participante compartilha na roda o processo vivenciado. A automassagem permite aos envolvidos tocar em si mesmos e cuidar de seu próprio corpo, corpo este muitas vezes esquecido e abandonado em nosso cotidiano. Segundo Todaro (2001), o processo de abandono corporal (pelo indivíduo e pela sociedade) pode significar também a perda do eu corporal e a manutenção do movimento repetitivo como se este fosse único. Participar desta vivência possibilitou aos participantes a retomada do contato consigo mesmo e com suas histórias de vida.
(Para saber mais, leia a apresentação deste trabalho no artigo postado neste blog em 24/01/2008; encontro introdutório postado no dia 26/01/2008).
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graziela dá seu palpite,
setembro 30, 2008 @ 14:53
NOSSA É MUITO LEGAL ISSO EU AMEI MUITO MESMO
Wanda Patrocinio dá seu palpite,
outubro 1, 2008 @ 9:14
Bom dia Graziela!
Ficamos muito felizes que você tenha gostado desta experiência.
Um abraço,
Wanda.