Envelhecer com amor – 2
| 4/02/2008 - 4:05 Por: Wanda Patrocinio |
Categoria(s): Dicas, Gerontologia, Qualidade de Vida |
 Sobre o filme “Amor, eterno amor” e o bem envelhecer.
A história trata de um casal que se apaixonou na adolescência, ele era um jovem estudante de música e ela filha de um diplomata na Bélgica pós II Guerra; eles se amaram muito, mas por razões diversas não puderam continuar juntos. Os anos passaram e eles voltaram a se encontrar, cinqüenta anos depois, na velhice e aà o amor entre Andreas e Claire volta de maneira majestosa; contudo não se limita a um gênero “piegas†em relação ao amor, pois traz mensagens jamais imaginadas por nossa tradicional visão sobre o envelhecimento humano.
Da narrativa, podemos apreender mensagens para um envelhecimento bem sucedido. Mas será que existe alguma receita para se envelhecer bem? PARK (s.d.) ilustra essa questão ao ressaltar uma “receita†interessante do geriatra e gerontólogo Renato Maia Guimarães:
“Basicamente é assim: Correr e brincar como uma criança (pela importância da atividade fÃsica e da brincadeira propriamente dita); comer como um Ãndio (comer menos e alimentar-se de produtos o mais natural possÃvel); descansar como um gato (deitar, esticar e ao levantar-se fazer um alongamento como fazem os gatos); ter a persistência de um camelo (manter seus compromissos consigo mesmo da atividade fÃsica e da dieta); ter a alegria de um golfinho (não posso afirmar que a alegria aumente a esperança de vida, mas que o mau – humor diminui é certo); ter a independência de um pássaro (depender o menos possÃvel dos outros); ter a solidariedade de um cão (ser solidário sempre). E, por último, fugir da sombra, fugir da escuridão. Não ficar apático, escondido, achando que a vida quem vive são os outros. É preciso voltar para o palco e viver a vida de maneira brilhanteâ€.(s.d.)
Autoras francesas, de acordo com PEIXOTO (1998), há séculos atrás, escreveram sobre elementos para se ter uma velhice tranqüila, a marquesa de Lambert diz que é preciso paz e piedade, já a baronesa de Maussion acrescenta a questão da sociabilidade entre velhos e jovens, complementando tais idéias, BALLONE (2003) diz: “Envelhece-se como se viveâ€. Contudo, quando nos referirmos ao envelhecimento social e aos relacionamentos humanos observamos que estas receitas, muitas vezes, são impossibilitadas pelas condições circundantes de nossa realidade, como as polÃticas públicas, barreiras fÃsicas, arquitetônicas e emocionais frente aos idosos e, talvez, dos próprios idosos entre si.
Escrito por Wanda Patrocinio
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Cristiane dá seu palpite,
abril 24, 2008 @ 14:39
Olá
Wanda Patrocinio dá seu palpite,
abril 24, 2008 @ 19:09
Olá Cristiane!
Tudo bem?
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Abraço,
Wanda.