Ergonomia e envelhecimento Final
| 6/03/2008 - 16:14 Por: Wanda Patrocinio |
Categoria(s): Gerontologia, Qualidade de Vida |
A ergonomia na adequação e prevenção de riscos gerados pelo processo de envelhecimento do ser humano no trabalho
Autora: Sylvia Volpi (professora de ergonomia e consultora do Instituto Brasileiro de Ergonomia – IBRAERGO).
Publicado na Revista Cipa nº 388
Parte 10 (Final)
Prazer e crescimento de se envelhecer…
Nesta fase da vida se concentra experiência, desprendimento e maturidade.
Em geral, o idoso aposentado sente a necessidade de ser qualificado dentro da sociedade, portanto, deseja voltar a situação de trabalho, uma vez que, hoje o ser qualificado é o trabalhador. Um aspecto a ser considerado é que o desejo de trabalhar pode se sustentar na necessidade da própria sobrevivência ou da manutenção do status da qualidade de vida, profundamente afetada pelas aposentadorias geralmente insuficientes para atender estas demandas.
Porém, esta não corresponde a realidade da grande maioria das pessoas que hoje está envelhecendo. O que se percebe é que a grande maioria das pessoas não tem um envelhecimento sadio, pois a vida inteira se alimentaram inadequadamente, não fizeram atividade física, geralmente abusaram do fumo e álcool e não tiveram condições socioeconômicas satisfatórias.
A capacidade do idoso em manter suas atividades da vida diária e ter uma vida autônoma está diretamente relacionada às suas condições físicas e mentais.
Cabe à empresa (onde por tantos anos este que hoje é idoso prestou seus serviços) retribuir com sua dedicação, para que o envelhecimento deste seu tão precioso colaborador seja saudável e feliz.
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