Arquivo de abril, 2008

Educação e Vida

30/04/2008 - 8:00 Por: Wanda Patrocinio

Categoria(s): Educação, Sugestão de leituras

educacaoevida.jpg

Sugestão de leitura 14

“Educação e Vida”, de Antônio Carlos Gomes da Costa, Alfredo Carlos Gomes da Costa e Antônio de Pádua Gomes Pimentel, Belo Horizonte: Modus Faciendi, 2001.
Este livro pretende ajudar a todos, e a cada adolescente, a educarem-se para a vida. Educarem-se e não, como normalmente se pensa, serem educados. A educação de um jovem é, em primeiro lugar, responsabilidade dele próprio e, em segundo lugar, dos seus educadores. Se você não quiser assumir a responsabilidade pelo seu presente e pelo seu futuro, nem o melhor educador do mundo poderá fazer alguma coisa que melhore efetivamente a sua capacidade de enfrentar e vencer os desafios que a vida coloca diante daqueles que estão começando.

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Responsabilidade, Educação e Participação do idoso no trânsito 1

29/04/2008 - 11:54 Por: Wanda Patrocinio

Categoria(s): Educação, Gerontologia

transito4.jpgPor Elisandra Villela Gasparetto Sé

É importante que a pessoa exercite sua autonomia e independência de forma saudável até o fim da vida e para isso é preciso ter consciência dos cuidados necessários que se deva ter com a saúde física e mental durante toda a vida, estar ciente de suas capacidades e dificuldades para dirigir, bem como das responsabilidades e comportamento seguro no trânsito. Quando uma pessoa idosa não consegue renovar sua carteira de habilitação, deve-se levar em consideração o que fez a pessoa não conseguir renovar sua CNH, se foi por motivo de infrações cometidas, número de multas, deficiência sensorial, saúde física, problemas na prova de renovação ou problemas cognitivos.

As doenças mais comuns típicas do avanço da idade que podem causar riscos e insegurança no trânsito são as deficiências sensoriais, entre elas, a presbiacusia (perda auditiva relacionada ao processo de envelhecimento e a presbiopia, perda visual. A deficiência auditiva pode causar riscos de acidentes, uma vez que a audição é uma função importante na direção defensiva, o motorista deve estar atento aos sons do seu próprio veículo e dos demais, sons do ambiente urbano, buzina, motocicletas, etc…. para ficar atento e poder reagir em situações adversas e às ações incorretas de outras pessoas. Dentre as habilidades primordiais na avaliação para a renovação de carteira de habilitação, além da função visual, deve-se incluir a avaliação da audição e a verificação da necessidade do uso de prótese auditiva. O mesmo ocorre com a visão, uma pessoa com a baixa acuidade visual pode oferecer riscos e perigos para ele próprio e demais pessoas. A visibilidade no trânsito é importante na identificação das placas, na orientação espacial, no cuidado com bicicletas, faixas, na definição e contraste claro-escuro, dirigir à noite, quando há neblina, referências no trajeto e coordenação visuo-espacial, principalmente nas avenidas muito movimentadas e estradas.

Atualmente nos cursos de medicina do trânsito que todos os médicos e psicólogos devem fazer ao se credenciarem para a realização de peritos, consta um capítulo próprio sobre idoso e outro sobre epidemiologia do acidente de tráfego, o que deve ter maior atenção com o aumento do envelhecimento populacional. A avaliação comportamental, da personalidade e avaliação neuropsicológica para a identificação de déficits cognitivos em idosos, através de instrumentos específicos para o rastreamento de demência e testes de direção (em ambiente natural ou em simulação) deveriam ser inclusos, uma vez que é importante para analisar a capacitação do idoso para dirigir.

Texto data: 10/03/2008

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Conversando sobre Odontogeriatria no Brasil 2

28/04/2008 - 11:15 Por: Wanda Patrocinio

Categoria(s): Gerontologia

odonto2.jpgValter Salton Vieira, chefe da Editora Limay, entrevista o pesquisador mentor Fernando Luiz Brunetti Montenegro.

A interação medicamentosa é um dos problemas mais sérios no atendimento destes pacientes? O Cirurgião-Dentista (CD) está preparado para enfrentar esta situação? Quais as dicas que o senhor daria?

R: Cerca de 70% dos medicamentos normalmente ingeridos pelos idosos – e que têm, em média, cerca de 4 a 5 patologias diferentes na sua saúde geral – causam repercussões por toda a boca destes, que vão desde maior números de cáries (e não só as de raiz), como maior incidência de problemas periodontais, incômodo (e abandono) do uso de próteses, associação com controle da diabetes, hipertensão, pneumonias aspirativas para pacientes acamados ou debilitados e participação ativa em quadros de desnutrição só para citar alguns dos problemas da interação dos medicamentos na 3ª Idade e seus graves efeitos colaterais. O CD, não afeito à área, não está muito preparado para ir ao fundo da questão (pois não teve informes específicos sobre isto nos bancos universitários), só tratando das conseqüências clínicas de maior incidência que são as cáries e doença nas gengivas, mas sem se ater às verdadeiras causas do que está tratando clinicamente. Relacionar os medicamentos ingeridos pelo paciente, discuti-los com seus médicos, estabelecimento de medidas preventivas odontológicas eficientes (e que o paciente ou cuidador possa realizá-las com sucesso) podem ajudar a minimizar os destacados quadros clínicos odontológicos observados na 3ª idade. Mas são medidas que o CD clínico geral conhece desde a Faculdade, só que devem ser mais incisivos na aplicação prática pelos pacientes nesta faixa etária.

O odontogeriatra deve conversar com o geriatra / os médicos dos pacientes?

R: Com certeza absoluta SIM! Este intercâmbio é fundamental para solucionar os casos de ambos os profissionais e deve envolver também todo o corpo de Enfermagem e cuidadores no ambiente hospitalar, asilar e domiciliar. Dr. Wilson Jacob Filho, Prof. Titular da Faculdade de Medicina da USP, deixa isto muito claro: ”Na Terceira Idade, nenhum profissional tem destaque sobre os demais: todos devem estar irmanados no auxílio aos pacientes” e não deixa de incluir os dentistas entre estes profissionais….. O CD precisa se acostumar a este contato interdisciplinar, que é muito mais profundo que a famosa cartinha “favor usar anestésico sem vasoconstrictor” que vemos adentrar costumeiramente junto com os pacientes em nossos consultórios. O diálogo interprofissional é primordial na 3ª Idade!

*Valter Salton Vieira – Editor-Chefe da Editora Limay. editora@limay.com.br

**Fernando Luiz Brunetti Montenegro – Mestre e Doutor pela FOUSP. Coordenador de Cursos de Especialização em Odontogeriatria. Membro da Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia-SBGG. fbrunetti@terra.com.br

Para saber mais: www.portaldoenvelhecimento.net Coluna de Odontogeriatria.

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Conversando sobre Odontogeriatria no Brasil 1

28/04/2008 - 11:10 Por: Wanda Patrocinio

Categoria(s): Gerontologia

odonto1.jpgValter Salton Vieira, chefe da Editora Limay, entrevista o pesquisador mentor Fernando Luiz Brunetti Montenegro.

Dr. Fernando Montenegro, como está o mercado da Odontogeriatria e quantos profissionais atuam no Brasil?

R: O mercado ainda está iniciante no Brasil, apesar da área existir há mais de 50 anos nos EUA e Europa, porque só foi oficializada como especialidade odontológica pelo CFO em 2001 e não é, infelizmente, presente como Disciplina Obrigatória nos Currículos mínimos das Faculdades de Odontologia brasileiras. Segundo o Site do Conselho Federal de Odontologia (em Maio/2006) existem cerca de 150 Especialistas registrados, mais cerca de 90 futuros Especialistas cursando por todo o Brasil, mas a população de idosos cresce por volta de 650.000 pessoas por ano e hoje já são cerca de 18 milhões de pessoas, ou seja, 9% de toda a população brasileira. O mercado, numericamente, parece ser promissor, mas não devemos nos esquecer do achatamento econômico da classe média e que quase 70% dos idosos brasileiros recebem benefícios da Previdência de até 01(hum) salário mínimo….

Para ser um odontogeriatra, como o profissional deve fazer? Existem Cursos de pós-graduação?

R: Sim, todos são de Pós-Graduação, mas cada tipo de características específicas. Ele pode fazer um Curso de Especialização, na média, por 18 meses, em Entidades com cursos reconhecidos pelo CFO/MEC, que lhe darão direito a um diploma e especialidade amparados por lei. Normalmente tem Clínica na maior parte da carga horária e muitos são em finais de semana, para não impedir o trabalho de consultório de forma marcante. Existem muito poucos (2 ou 3 no máximo) Cursos de Mestrado na área, mas como todos os Mestrados, estes são voltados para professores e a vida acadêmica. Devem ser aprovados pelo MEC/CAPES para terem valor posterior. A duração é de 24 meses em média. Mas também existem Cursos de Iniciação/Atualização, com prazo menor, por volta de 4 meses, em diversas entidades odontológicas, a maioria no Estado de São Paulo, mas vê-se informes destes cursos básicos por todo o Brasil. Ou seja, o Profissional que desejar se informar sobre a área, rápida ou profundamente tem muitas opções.

Quais as principais ocorrências na saúde bucal dos pacientes geriátricos?

R: Na realidade brasileira, são as lesões decorrentes de próteses desadaptadas e/ou por má higienização de toda a cavidade bucal, bem como lesões brancas variadas, pensando no global da população. Dentre aqueles que tiveram acesso à uma odontologia mais consistente por toda a vida no Brasil, ou para idosos dos países mais ricos ou com melhor atuação preventiva odontológica, o quadro envolveria doença periodontal/gengival, cáries e as diversas conseqüências bucais da xerostomia (diminuição do fluxo salivar), muito comum em quem toma muitos medicamentos como os idosos ou sofre/sofreu terapia anticancerígena.

*Valter Salton Vieira – Editor-Chefe da Editora Limay. editora@limay.com.br

**Fernando Luiz Brunetti Montenegro – Mestre e Doutor pela FOUSP. Coordenador de Cursos de Especialização em Odontogeriatria. Membro da Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia-SBGG. fbrunetti@terra.com.br

Para saber mais: www.portaldoenvelhecimento.net Coluna de Odontogeriatria.

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Argila Terapêutica e cura de ciatalgia

26/04/2008 - 12:07 Por: Wanda Patrocinio

Categoria(s): Terapias Alternativas

bailarina.jpgRealizei o tratamento com argila em uma paciente que sofria de ciatalgia há alguns anos. Como sua profissão é bailarina, se tornava cada vez mais difícil obter sucesso com tratamentos convencionais.

Fizemos 21 sessões ininterruptas de argila associada com ervas. A paciente também fazia uso do chá de unha-de-gato.

Sua disciplina com o tratamento foi de suma importância.

Durante 20 dia fazíamos as sessões sem obter nenhuma melhora significativa, o que, sem dúvida, à desanimava um pouco. Porém, nossa perseverança fez a diferença. No 21º dia, ao término da sessão, ela se levantou da maca e relatou ter sumido completamente sua dor.

Relato da terapeuta Silvia Krishna

Caro leitor, nosso blog se preocupa com a saúde e o bem estar de todas as pessoas. Desenvolvemos um trabalho na área de terapias complementares, porém gostaríamos de salientar que qualquer tratamento aqui sugerido não dispensa uma orientação médica ou qualquer orientação na área que você esteja precisando. Isto significa que os tratamentos com argila terapêutica e outros devem complementar o tratamento já realizado, mantendo sempre o acompanhamento médico.
Atenciosamente,
Equipe GeroVida.

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Alimentação em caso de doenças e deficiências

25/04/2008 - 15:44 Por: Wanda Patrocinio

Categoria(s): Gerontologia, Qualidade de Vida

alimentacaoedoencas.jpgDificuldade de mastigar: Privilegie pratos cremosos, como sopas e purês, além de carne moída, frango desfiado e peixes, panquecas, macarrão à bolonhesa, rocambole de carne moída e bolo com frutas.

Anemia (deficiência de ferro e vitamina A): Coma folhas verde-escuras (espinafre, brócolis, rúcula, couve, agrião e chicória) e carne vermelha sem gordura.

Osteoporose: Consuma produtos lácteos (derivados do leite), como queijos, requeijão, com exceção de margarina e manteiga, e alimentos à base de soja. Tome banho de sol, diariamente, por 15 minutos.

Hipertensão: Não consuma sal, embutidos (salsicha, lingüiça, presunto etc.), enlatados e leite. Para temperar a comida, use ervas (salsinha, alecrim, coentro e orégano, por exemplo) e gengibre.

Diabetes: Não consuma açúcar branco e gorduras. Coma alimentos ricos em fibras (frutas, verduras e legumes). O uso do adoçante é liberado. Os melhores são à base de aspartame e estévia, pois são mais naturais.

Prisão de ventre: Consuma alimentos ricos em fibras. Tome água. Evite refrigerantes em razão da formação de gases.

As orientações aqui postadas foram retiradas do Guia do Idoso, publicado pela Serasa, não eximindo o usuário de procurar orientação médica e nutricional para seu problema específico.

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Saudade

24/04/2008 - 8:05 Por: Wanda Patrocinio

Categoria(s): Poesia

saudade.jpg

Saudade é estar com você perto estando longe.

É estar triste sabendo que se é feliz.

É pensar em alguém que se ama pensando que ela pode pensar em você.

Saudade é dor gostosa quando sabemos que tem volta.

É dor dolorosa quando alguém vai pra ficar.

A saudade de dia é amena.

À noite ela parece ser eterna.

A saudade que não passa é solidão.

A que acaba é amor correspondido ou compaixão.

A saudade do tempo é reminiscência.

É sentir vontade de viver outra vez.

Saudade é querer calma.

Saudade é a sede da alma.

Saudade é forçada quando não dá para esconder

É espontânea quando não se tem vergonha de dizer

Saudade por distância tem solução

Saudade do que acabou é sentimento sem transformação.

Saudade do que a gente não pode ver mais é evolução.

Elisandra Villela Gasparetto Sé – 29/08/2007.

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Mães morrem quando querem…

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Corpo, dança e educação contemporânea

23/04/2008 - 8:00 Por: Wanda Patrocinio

Categoria(s): Arte, Educação, Sugestão de leituras

dancaeducacao.jpg


Sugestão de Leitura 13

“Corpo, dança e educação contemporânea”, por Isabel A. Marques. Revista Pro-Posições, vol 9, nº 2 (26), junho de 1998.

Este artigo discute algumas relações existentes entre conceitos de corpo e de dança. Alicerçado pela história da dança, a autora pontua desdobramentos educacionais na área de ensino de dança decorrentes destes conceitos. Para tanto, parte de história de vida pessoal, comentando e discutindo o ensino de dança recebido desde o balé clássico às propostas de danças ditas “contemporâneas”. A autora termina o artigo levantando questões sobre o corpo e a dança no mundo tecnológico.

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Dicas de Comportamento no trânsito.

22/04/2008 - 12:11 Por: Wanda Patrocinio

Categoria(s): Dicas, Gerontologia

transito31.jpgEntrevista WebMotors

Por Elisandra Villela Gasparetto Sé (Fonoaudióloga, Mestre em Gerontologia pela Unicamp, Doutoranda em Neurolingüística pela Unicamp)

6- Uma vez que o veículo é visto como um instrumento de inclusão social e de autonomia, quais são os caminhos para o idoso lidar com uma não renovação de sua CNH?

Tem que se levar em consideração o que levou a pessoa à não renovação da CNH. É importante que a pessoa exercite sua autonomia e independência de forma saudável até o fim da vida e para isso é preciso ter consciência dos cuidados necessários que se deve ter com a saúde física e mental durante toda a vida, estar ciente de suas capacidades e dificuldades para dirigir, bem como das responsabilidades e comportamento seguro no trânsito.

A alternativa em caso da não renovação da CNH por deficiência física ou sensorial, ou até mesmo por um impedimento mais grave é a escolha por outro meio de transporte ou o auxílio de familiares para o transporte. Às vezes a proibição pode significar benefícios na medida que está impedindo um acidente, para a preservação da sua vida e manutenção de seu papel social.

7- Que dicas de comportamento seguro você indicaria ao idoso e seus familiares com a intenção de evitar acidentes de trânsito?

O comportamento seguro no trânsito em qualquer fase da vida é seguir as normas, leis de trânsito, respeitas os demais e dirigir com cuidado e responsabilidade. Providenciar os cuidados com a saúde física e os cuidados mecânicos do veículo. Além disso, existem estratégias que podem ser usadas nos casos de viagens, planejando o trajeto, saber qual é o melhor caminho, utilizar mapas, saber onde fazer a parada, pois é aconselhável que pessoas idosas interrompa a viagem a cada 150 km, saber a quilometragem do trajeto, verificar combustível, dormir bem antes de viajar, quais as situações de trânsito que podem esperar, saber as melhores horas para fazer tal trajeto. Cada um pode utilizar estratégias que facilitam sua mobilidade no trânsito. Ter paciência e dirigir com atenção é fundamental, deixar passar as pessoas que parecem estar mais apressadas, dar preferência para o pedestre que já entrou na pista, manter-se na velocidade permitida, manter a boa visibilidade no trânsito. Muitas das estratégias que podem ser tomadas são baseadas na experiência prática de muitos anos. As campanhas educativas também podem ajudar com informações, esclarecimento, conscientização e mudanças de atitudes no trânsito e orientação à trabalhadores de empresas de transportes públicos para que respeite os direitos dos usuários idosos e dê a atenção devida que eles precisam.

Fim.

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Benefícios das frutas – continuação.

21/04/2008 - 16:44 Por: Wanda Patrocinio

Categoria(s): Dicas, Qualidade de Vida

frutas2.jpgAgora, uma coisa final que gostaria que mantivesse em sua mente sobre frutas.

Como se deve começar o dia?

O que se deve comer no café da manhã?

Você acha que é uma boa idéia pular da cama e encher seu sistema com um grande monte de alimentos (principalmente café e o pão branco com manteiga), que levará o dia inteiro para digerir? Claro que não.

O que você quer é alguma coisa que seja fácil de digerir, frutas que o corpo pode usar de imediato, e que ajuda a limpar o corpo.

Quando levantar-se, e durante o dia, o quanto for confortavelmente possível , coma só frutas frescas e sucos feitos na hora.

Mantenha esse esquema até pelo menos o meio-dia, diariamente.

Quanto mais tempo ficar só com frutas em seu corpo, maior oportunidade de ele limpar-se.

Se você começar a se afastar dos outros ”lixos” com que costuma encher seu corpo no começo do dia, sentirá uma nova torrente de vitalidade e energia, tão intensa que você mal acreditará.
Tente durante os próximos dez dias e veja por si mesmo.

Os chineses e os japoneses bebem chá quente (de preferencia chá verde) durante as
refeições. Nunca água gelada ou bebidas geladas. Deveríamos adotar este hábito!

Líquidos gelados durante e após as refeições solidificam os componentes oleosos dos alimentos, retardando a digestão.

Reagem com os ácidos digestivos e serão absorvidos pelo intestino mais depressa do que os alimentos sólidos, demarcando o intestino e endurecendo as gorduras, que permanecerão por mais tempo no intestino.

Daí o valor de um chá morno ou até água morna depois de uma refeição. Facilita a digestão e amolece as gorduras para serem expelidas mais rapidamente, o que também ajuda no emagrecimento.

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