Arquivo de setembro, 2008

Cura com argila

29/09/2008 - 17:14 Por: Wanda Patrocinio

Categoria(s): Terapias Alternativas

A argila serve para muita coisa. Limpa abcessos, cicatriza feridas, consolida vértebras, absorve quistos, coloca um feto na posição correta. Ao mesmo tempo que reconstitui tecidos destruídos, também absorve tecidos esponjosos, como uma adenóide.

Picadas, mordidas, pancadas saram em tempo recorde e muitas vezes não deixam o menor sinal. Queimaduras não apresentam feridas, um dedo esmagado não perde a unha. Além de tudo, é um grande analgésico.

São muitas as experiências que deram certo: joelho com hidroma, joelho descalcificado, com artrose, problemas femininos, sinusite, catapora e até problemas nervosos. Inflamações, as mais diversas. Há quinze anos tratei de um reumatismo numa criança e até hoje não houve reincidência.

Li relatos sobre o uso da argila contra cólera, o tifo, o sarampo, excesso de radioatividade e tantas outras doenças, que fica impossível enumerar. Parece que em todo lugar e em todas as épocas há pessoas tendo sucesso em tratamentos de saúde com barro.

Foram muitos os casos que testemunhei, ao longo dos anos, de experiências que deram certo. O suficiente para querer que esse modo de curar se torne mais conhecido e mais usado. Vale a pena, apesar do trabalho que dá.

Do livro “Argila, Um santo remédio e outros tratamentos compatíveis”, de Iracela Cassimiro Peretto, Paulinas, SP, 1999. pág. 59.

Caro leitor, nosso blog se preocupa com a saúde e o bem estar de todas as pessoas. Desenvolvemos um trabalho na área de terapias complementares, porém gostaríamos de salientar que qualquer tratamento aqui sugerido não dispensa uma orientação médica ou qualquer orientação na área que você esteja precisando. Isto significa que os tratamentos com argila terapêutica e outros devem complementar o tratamento já realizado, mantendo sempre o acompanhamento médico. Além disto, sugerimos que aquelas pessoas que já estão em tratamento e que resolvam usar algum tratamento complementar, que comuniquem o profissional que acompanha seu caso.  
Atenciosamente,
Equipe GeroVida.

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Judô x epilepsia

27/09/2008 - 19:31 Por: Wanda Patrocinio

Categoria(s): Dicas, Qualidade de Vida

Contribuição enviada por Daliane Batista Cardoso

(Continuação do artigo do dia 27/09) Arida e Scorza explicam que, até o momento, nenhum estudo na literatura abordou com exatidão a relação entre epilepsia e a prática de esportes de contato, entre eles o judô. “Assim como outros esportes, o judô possui técnicas que possibilitam a integridade física dos atletas, principalmente nas quedas, com diminuição ou anulação dos seus efeitos sobre o solo, graças à projeção das mãos e dos braços para atenuar o choque do corpo contra o tatame”, dizem. “A prática do judô, além de melhorar a condição física do indivíduo, inclusive no equilíbrio e coordenação, também desenvolve habilidades como autocontrole e autoconfiança e atitude moral autêntica, como respeito, humildade social, perseverança, tolerância, cooperação e generosidade”. Segundo os neurocientistas, o judô era um esporte contra-indicado porque os especialistas acreditavam que o trauma de cabeça poderia desencadear ou aumentar as crises epilépticas. Entretanto, ainda de acordo com eles, sabe-se que o trauma de cabeça que ocorre na maioria dos esportes não provoca crises e, ao contrário de esportes como os de velocidade, de altitude e aquáticos, o risco de lesão é pequeno, pois o esportista luta em pé ou deitado no tatame.

Para Douglas Vieira, professor de judô e medalha de prata nas Olimpíadas de Los Angeles, em 1984, ainda é grande a falta de informações entre os professores de Educação Física a respeito dos portadores de epilepsia e das restrições em relação às atividades físicas. “A maior deficiência nesse meio é saber como prestar os primeiros socorros diante de uma crise e a proteção excessiva que é dada a esses alunos”, explica. “Numa pesquisa de mestrado que estou realizando na Unifesp com estudantes de Educação Física, ficou claro que muitos já tiveram contato com a epilepsia, mas não conhecem a doença e não sabem como agir diante de uma pessoa com convulsões ou quais exercícios indicar”.

Benefícios dentro e fora dos laboratórios

Estudos experimentais com modelos animais de epilepsia realizados na Unifesp demonstraram que um programa de treinamento físico foi capaz de diminuir o número de crises epiléticas. Outros, internacionais e com seres humanos, não notaram diferenças significativas na freqüência de crises antes, durante e após um período de quatro semanas de exercícios físicos. Segundo os autores desse estudo, as crises ocorreram durante os períodos de repouso, após ou entre as sessões de exercícios. Em 1978, um estudo não registrou nenhum caso de crise epilética durante a prática de atividade física em 15 mil jovens com a doença, avaliados por um período de 36 anos.

Saúde em Movimento – 16/08/2008

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Esportes podem ajudar pessoas com epilepsia

27/09/2008 - 19:17 Por: Wanda Patrocinio

Categoria(s): Dicas, Qualidade de Vida

 Contribuição enviada por Daliane Batista Cardoso

Em artigo publicado no Journal of Epilepsy and Clinical Neurophysiology, especialistas da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) procuram derrubar o preconceito criado em torno da prática de alguns esportes de contato, como o judô, entre os indivíduos com epilepsia, uma doença que afeta 1% da população mundial. De acordo com os profissionais, vários estudos apontam os benefícios da atividade física a esses pacientes. Apesar da recomendação pela prática esportiva, o estigma persiste e as pessoas com epilepsia ainda continuam menos ativas que a população geral.

Apesar dos inegáveis benefícios dos exercícios físicos para a saúde, uma atitude superprotetora em relação às pessoas com epilepsia normalmente evita a participação em atividades esportivas, por medo de que o exercício desencadeie crises ou provoque lesões durante a prática. Entretanto, vários estudos têm sugerido que o exercício confere um efeito protetor a esses pacientes, reduzindo a atividade epiléptica. Os neurocientistas Ricardo Mario Arida, professor adjunto do Departamento de Fisiologia, e Fulvio Alexandre Scorza, professor adjunto da Disciplina de Neurologia Experimental e judoca sênior, explicam que esses indivíduos estão propensos a apresentar menos crises quando estão ativamente ocupados e que poucas crises ocorrem durante a atividade mental e física, quando comparadas com períodos de repouso.

“A associação entre exercício e sensação de bem-estar tem sido freqüentemente atribuída ao aumento do neurotransmissor beta-endorfina no sistema nervoso central, atuando, assim, como anticonvulsivante”, afirma Scorza. “Além disso, os indivíduos com epilepsia podem ter os mesmos benefícios de um programa de treinamento físico que qualquer pessoa, como o aumento da capacidade aeróbia e cardiopulmonar, redução de peso e de gordura corporal e aumento da auto-estima”. De acordo com os pesquisadores, não existe uma freqüência de crises padrão para suspender ou contra-indicar a prática de exercícios. “Se o paciente apresentar crises semanais, por exemplo, o médico pode suspender a prática”, diz Arida. “Por outro lado, se o paciente tiver várias crises naquele mês e depois passar outros seis meses sem crises, os exercícios são indicados”. O mais importante, segundo os pesquisadores, é que o médico esteja ciente das atividades esportivas adequadas para cada tipo de paciente.

Saúde em Movimento – 16/08/2008

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Memória

26/09/2008 - 11:15 Por: Wanda Patrocinio

Categoria(s): Poesia

Memória é canção que não termina

É desenho que não se apaga

Faces que não se foram

São coisas que moram no coração

São gestos de recordação

 

Memória é cor que não desbota

É como flor que brota

Voz que não sai do ouvido

Histórias que não perderam sentido

 

Memória é tudo o que vivo

É lembrança de criança

Que me dá esperança

Quando hoje a palavra não alcança

 

Memória é distração e esquecimento

Repetição sem compreensão

Estoque de informação

É a linha dos pensamentos

É armário de sentimentos.

 

Memória é o que faz o conhecimento existir

É a razão do reconhecer

Olhar pra você, lembrar e sorrir

É mente acordada, nítida e incorporada

É buscar a imagem e não deixá-la fugir.

 

Elisandra Villela Gasparetto Sé – 04/09/2008

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Velhice bem-sucedida: aspectos afetivos e cognitivos

26/09/2008 - 11:05 Por: Wanda Patrocinio

Categoria(s): Gerontologia, Sugestão de leituras

Sugestão de leitura 36

“Velhice bem-sucedida: aspectos afetivos e cognitivos”, organizado por Anita Liberalesso Neri e Mônica Sanches Yassuda, Campinas, Editora Papirus, 2004.

Esse livro trata das alterações em processos básicos e em comportamentos intelectuais e afetivos que estão associados ao envelhecimento e propõe táticas de avaliação, de treinamento e de reabilitação cujo escopo é a melhoria da qualidade de vida dos idosos.

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Velhice
Ciência, saúde e envelhecimento
Transtornos mentais em idosos
Palestras – Arte, Educação, Gerontologia, Velhice

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Vida Simples (Parte 2)

25/09/2008 - 10:12 Por: Wanda Patrocinio

Categoria(s): Dicas, Qualidade de Vida

 Por Liane Alves

Sob o quentinho do sol

Existem várias maneiras de contatar sua criança interna, e uma das melhores é a mais direta. Isto é, sempre que tiver chance, torne-se uma criança, desperte em você mesmo o menino ou menina que já foi um dia. Um grande mestre nos ensina como fazer isso: Se estiver na praia, comece a catar conchinhas ou a fazer desenhos na areia; se estiver no jardim, brinque com o cachorro, observe com atenção formigas, passarinhos e borboletas. Sempre que puder estar com crianças de verdade, misture-se a elas e deixe de ser adulto. Deite-se no gramado, como uma criança pequena aproveitando o quentinho do sol. Corra pelado, como a meninada faria. No banheiro, em frente ao espelho, faça careta, ou, quando estiver na banheira, jogue água para cima, brinque com patos de plásticos ou barquinhos. As possibilidades são infinitas. O mais importante é esquecer-se da sua idade. Essas palavras são do mestre indiano Osho. Ele nos ensinou a nos tornarmos crianças como um tipo especial e muito importante de meditação. E explica por que ela nos faz bem: Tudo isso é necessário para conectá-lo outra vez com sua infância. Você tem que regredir, chegar ao fundo das memórias, porque as coisas só podem ser mudadas se atingirmos suas raízes.

É isso: quando entramos em contato com a criança que já fomos, acessamos a energia e a criatividade do mundo infantil e somos rejuvenescidos pelo influxo dessa nova seiva. A gente se sente renovado, disposto. É por esse motivo que, quando estamos relaxados e felizes, inconscientemente já fazemos isso. As férias, por exemplo, favorecem o aparecimento de várias crianças interiores. Flagrei algumas com seus 40 e poucos anos empinando pipa na praia, jogando peladas na areia, disputando campeonatos de pebolim no bar ou tomando sorvete com cobertura de pastilhas de chocolate coloridas, jujuba, damasco e cereja, tudo ao mesmo tempo.

Ok, essa é uma das maneiras de arejar essa criança presa dentro do armário do peito e convidá-la para passear. Mas será a única?

Garotos são de lascar

Você era uma criança levada? Mandona? O dono da bola ou o que escolhia o pessoal na hora de jogar queimada? Ou era aquela criaturinha tímida e sensível com o cobertorzinho na mão e o último a ser escolhido na hora do jogo de vôlei? Morro de vergonha de dizer que era do segundo time, o das crianças quietinhas. Daquelas que costumam ser passadas para trás pelas mais espertas, sabe? Então, uma das questões cruciais que tinha para a psicoterapeuta junguiana Sônia Belotti era exatamente essa: a criança interior com que tenho de entrar em contato é aquela menina que sempre preferiu seu mundo interno e as paisagens da natureza? São as crianças que já fomos na vida?

O primeiro passo é aceitar a criança que já fomos um dia, do jeitinho que ela era.

A resposta esconde uma sutileza. A criança interior é aquela que imaginamos ter sido um dia. Talvez nem seja realmente a criança que realmente fomos, segundo nossos pais ou amigos, por exemplo, mas sim aquela que ficou registrada em nossa psique, com suas vivências e emoções. Ela é inteiramente subjetiva, diz Sônia Belotti.

http://vidasimples.abril.uol.com.br/edicoes/069/grandes_temas/conteudo_290075.shtml

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Vida Simples (Parte 1)

25/09/2008 - 9:58 Por: Wanda Patrocinio

Categoria(s): Dicas, Qualidade de Vida

 Por Liane Alves

A vida está boa? Você está com vontade de sair pulando feito um potrinho no campo? Então sua criança interior está no auge da felicidade. Mas, se não estiver, tem jeito de despertá-la, mesmo sem precisar empinar pipa, tomar sorvete ou puxar o cavanhaque do chefe.

Banho de mangueira no quintal pode terminar em guerra de esguicho e festa – é só começar

Se um marciano recém-chegado à Terra perguntasse a você o que é felicidade, que cena você escolheria para mostrar esse sentimento em seu mais puro estado? Um casal se unindo numa igreja? Um jovem recebendo seu diploma? Uma mãe amparando seu bebê pela primeira vez? Todas essas imagens expressam diferentes formas de realização, mas eu preferiria levá-lo para a beira de um rio para ver crianças brincando de pular na água, naquele tchibum sem igual na vida, correndo pela pedra para tomar impulso e mergulhar de pé com as pernas balançando para tudo que é lado. Tem alegria maior, mais pura que essa? Só a de cenas comparáveis: a menina escorregando na grama a mil por hora na chapa improvisada de madeira, o garoto pegando jacaré… Todas versões da mesma coisa: inocência e frescor, brincadeira e leveza, corpo e emoção, curiosidade e criatividade, senso de aventura e liberdade.

Se a gente reparar bem, ao nomear essas qualidades estaremos falando exatamente dos componentes básicos que garantem a felicidade. Não tem dinheiro no meio, tem? Também não tem segurança e estabilidade, tem? Esses momentos, ora veja, também não dependem nem de nada nem de ninguém. Muito menos de condições especiais, de pré-requisitos, ou de como a coisa deve ou não deve ser, essa mania de gente adulta. Porém, vamos ter de admitir: todo mundo sabe que não é mais criança. Temos outras necessidades, compromissos e responsabilidades. Criamos vínculos, travas, mordaças. Mas, hummm, será que não dá mesmo para conciliar as duas coisas? Será que não dá para buscar mais leveza e frescor, espontaneidade e alegria ou aventura e irreverência em nossas vidas? O mais legal dessa história é que dá, sim.

Você, como eu, também torcia o nariz quando ouvia falar da criança interior? E de como era importante expressá-la no dia-a-dia? Irônica, cheguei até a imaginar a cena: as crianças interiores dos adultos saindo para fora das pessoas com estilingue no bolso ou com o coelho da Mônica pela mão, prontas para atingir o primeiro desavisado que aparecesse. Por isso, quando alguém vinha com essa conversa, assobiava, olhava para os lados e saltava fora. Até que um dia resolvi me aprofundar no assunto.

O criador da psicologia analítica, o suiço Carl Gustav Jung, por exemplo, passou um bom tempo de sua vida a estudar o tema. Um de seus mais brilhantes discípulos, James Hillman, também. Isso queria dizer que essa história de criança interna não era só coisa de livro de auto-ajuda. Reconheci: estava mais que na hora de saber como o contato com meu lado criança poderia ajudar a me dar mais vigor e alegria na vida.

http://vidasimples.abril.uol.com.br/edicoes/069/grandes_temas/conteudo_290075.shtml

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Dormir demais ameaça saúde de mulheres

22/09/2008 - 11:11 Por: Wanda Patrocinio

Categoria(s): Educação, Qualidade de Vida

 As mulheres que já tiverem passado pela menopausa podem correr maior risco de sofrer um ataque apoplético se dormirem demais, revelou hoje um estudo publicado pela revista Stroke, da Associação de Cardiologia dos Estados Unidos. Essa conclusão foi retirada de uma pesquisa realizada entre 1994 e 2005 com 93 mil mulheres entre 50 e 79 anos. Só cerca de 5% das mulheres desse grupo disseram que dormiam uma média de nove horas ou mais por noite.

Os pesquisadores da Escola de Medicina Albert Einstein, de Nova York, determinaram que neste grupo o perigo de sofrer esse tipo de infarto era entre 60% e 70% maior do que as mulheres que dormiam uma média de sete horas ou menos. Os cientistas apontaram que foram levados em consideração outros fatores de risco e dizem que essa média de sete horas é o período normal de sono em mulheres dessa idade.

Sylvia Wassertheil-Smoller, epidemiologista da escola de medicina, indicou que o estudo não estabelece se um menor período de sono reduziria o risco de ataque em mulheres de idade avançada. Também não esclarece se as conclusões do estudo são aplicáveis a mulheres e homens mais jovens. Mas, por outro lado, o estudo também determinou um aumento do perigo de apoplexia em mulheres que dormem menos de seis horas.

Em termos gerais, o estudo estabeleceu que entre as mulheres nessa faixa etária 8% disse que dorme menos de cinco horas por noite, 27% revelaram que dormiam em média de seis, 38% sete horas, e 23% oito horas.

EFE

17 de julho de 2008

http://noticias.terra.com.br/ciencia/interna/0,,OI3015625-EI298,00-Dormir+demais+

ameaca+saude+de+mulheres.html

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Afta

20/09/2008 - 10:52 Por: Wanda Patrocinio

Categoria(s): Terapias Alternativas

 São inflamações internas na boca provocando pequenas úlceras superficiais e passageiras.

Causas:

- herpes simples é a causa principal; ou bactérias que estão no estômago como a campylobacter;

- má digestão e má eliminação intestinal, ou seja, prisão de ventre;

- fungos que atacam a boca, sobretudo, a cândida albicans.

Tratamento:

- tomar uma colherada de óleo de oliva junto com a comida;

- aplicar com algodão o suco puro de limão. Arde bastante, mas elimina rápido as aftas;

- combater a má digestão;

- combater a prisão de ventre;

- fazer bochechos com cipó-mil-homens, tansagem e cavalinha.

Do livro “Existem doenças incuráveis?”, de Jaime Brüning, 2003, p. 153.

Caro leitor, nosso blog se preocupa com a saúde e o bem estar de todas as pessoas. Desenvolvemos um trabalho na área de terapias complementares, porém gostaríamos de salientar que qualquer tratamento aqui sugerido não dispensa uma orientação médica ou qualquer orientação na área que você esteja precisando. Isto significa que os tratamentos com argila terapêutica e outros devem complementar o tratamento já realizado, mantendo sempre o acompanhamento médico. Além disto, sugerimos que aquelas pessoas que já estão em tratamento e que resolvam usar algum tratamento complementar, que comuniquem o profissional que acompanha seu caso.  
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Sexo exige bom condicionamento?

20/09/2008 - 10:27 Por: Wanda Patrocinio

Categoria(s): Dicas, Qualidade de Vida

Contribuição enviada por Daliane Batista Cardoso

Um dos maiores especialistas americanos em fisiologia esportiva defende uma tese no mínimo polêmica. Segundo o fisiologista Richard Cotton, o bom sexo muitas vezes depende de um bom condicionamento físico. Cotton explica que há três componentes preliminares da aptidão física: resistência, força e flexibilidade. Um indivíduo em boa forma física tem a resistência mais aeróbia, mais força muscular e flexibilidade total – condições que podem ajudar bastante uma pessoa durante o sexo. Cotton sublinha ainda que quando estamos em forma reduzimos bastante o risco de nos machucarmos durante o ato sexual, tal como “puxar um músculo”.

Estudos recentes provam que os indivíduos bem condicionados fisicamente são menos susceptíveis ao stress do que os sedentários. E um trabalho feito numa faculdade americana, entre estudantes que se exercitam regularmente, provou que os mesmos podem cuidar melhor de suas tarefas extra-acadêmicas do que os não exercitados. Melhores condicionados fisicamente estão mais aptos a vivenciar suas atividades extraprofissionais, incluindo, entre elas, uma maior disposição para o ato sexual. Por outro lado, as pessoas fora de forma freqüentemente estão menos motivadas sexualmente, tendem a se cansar mais facilmente em suas atividades diárias, e com isso acabam tendo menos motivação e menos estímulos do que os indivíduos condicionados.

O controle da respiração é também uma parte importante do sexo. E este controle é alcançado através dos exercícios regulares. Fora isso, a disciplina alimentar e a rotina de exercícios ajudam as pessoas a se sentirem no controle de suas vidas. E isso tem efeitos profundos em sua mente, melhorando seu sentimento de bem-estar. Quando você está se sentindo feliz, você está se sentindo mais sexy e este olhar otimista será traduzido em satisfação na cama, nas paixões e no dia-a-dia.

Sentir Bem (30/06/2008)

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