Arquivo de novembro, 2008

Por que é importante exercitar a mente?

29/11/2008 - 10:32 Por:

Categoria(s): Dicas, Qualidade de Vida

 Contribuição enviada por Daliane Batista Cardoso

No mundo moderno, fazer exercícios físicos já é prática comum que atrai cada vez mais adeptos, preocupados em manter o corpo em forma. O que muitas pessoas não sabem é que o cérebro também precisa ser exercitado. Afinal, de que adianta um corpo enxuto se a memória falha e o cérebro não é exercitado ou já não dá conta das tantas informações inerentes ao trabalho diário? Vivemos em um cenário de mudanças rápidas, em que a busca do conhecimento, as tarefas do dia-a-dia e outras tantas atividades impõem uma rotina agitada a muitas pessoas, o que exige muito da mente. Mesmo que o nosso cérebro tenha múltiplas capacidades, devemos aprender a desenvolvê-las.

As Palavras Cruzadas, o Sudoku e problemas de Lógica, entre outros, constituem instrumentos indicados por neuropsiquiatras e terapeutas para exercícios que eles chamam de “ginástica cerebral”. De um lado, ajudam a fugir da sobrecarga das informações rotineiras, de outro, a ativar a aprendizagem, a memória, a auto-estima e a criatividade. O cérebro precisa trabalhar! Quanto mais informações os neurônios recebem, mais e mais criam novas ligações entre eles, as chamadas sinapses. “A ciência já constatou que existem diversos exercícios que deixam a mente sempre afiada, ágil, esperta. Desde inocentes palavras-cruzadas até games sofisticados. A explicação é simples. Quanto mais sinapses você cria, mais possibilidade de raciocínio rápido você tem. E todos esses joguinhos estimulam isso”, explica Henrique Ramos, diretor editorial das revistas Coquetel, da Ediouro.

Tanto a rotina, na qual a pessoa é absorvida pelo trabalho, como a falta de atividades, são um veneno para a mente. O cérebro pode ser comparado a um músculo que, se não for usado, atrofia. Por isso, a ginástica cerebral é importante para pessoas de qualquer idade, mesmo para aquelas que não apresentam qualquer distúrbio. Nas pessoas mais velhas, a ginástica cerebral ajuda até mesmo no tratamento do Mal de Alzheimer, impedindo o avanço rápido da doença. O professor Ian Robertson, do Trinity College de Dublin (Irlanda), vai além. Segundo ele, palavras cruzadas, sudoku e outros exercícios que estimulam a atividade mental podem ajudar a manter o cérebro 14 anos mais jovem nas pessoas idosas.

Infelizmente, pesquisas demonstram que muitos desperdiçam um tempo precioso assistindo à televisão – em média quatro horas por dia. Esse hábito é uma das melhores maneiras de deixar o cérebro flácido, porque a pessoa fica passiva diante do aparelho de TV. “É com satisfação que vemos nossas revistas Coquetel atraindo cada vez mais a atenção do público jovem, como também sendo o passatempo preferido de tantas pessoas mais velhas. Estamos levando aos brasileiros, de todas as idades, uma diversão que faz bem à saúde e isso é muito bom!”, conclui Vânia Tavares, diretora executiva das Revistas Coquetel.

Sentir Bem – 26/09/2008

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Ciclo de vida

28/11/2008 - 9:03 Por:

Categoria(s): Poesia

Caminhos a percorrer e a desvendar

Amor para viver e respirar

Encontrar a luz e deixar ela brilhar

Assim é o ciclo da vida

 

Controlar a emoção

Enfrentar o que vier

Pular as pedras

E ver o ciclo completar

Vendo a vida pulsar

 

Não ter posses nem querer mandar

Ouvir as cantigas de ninar

Nos ouvidos do cérebro

Que ainda conseguem cantarolar

E nunca deixar o ciclo se fechar

 

Elisandra Villela Gasparetto Sé – 29/08/2008

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Velhos institucionalizados e família: entre abafos e desabafos

27/11/2008 - 13:16 Por:

Categoria(s): Gerontologia, Sugestão de leituras

Sugestão de leitura 44

“Velhos institucionalizados e família: entre abafos e desabafos”, de Adriana de Oliveira Alcântara. Campinas, Editora Alínea, 2004.

A responsabilidade pelo cuidado a idosos que não podem sobreviver por si próprios é uma questão extremamente delicada. A família é certamente o espaço a ser privilegiado, mas o Estado e outras instituições sociais não estão isentos de responsabilidade pelo amparo aos velhos biológica, psicológica ou socialmente desvalidos. Assim, as instituições de longa permanência são uma opção viável e uma necessidade social.

Dessa forma, o livro permite ao leitor perceber como os idosos se adaptam a elas de forma a não considerá-las como um mal necessário.

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Geriatra indica caminhada como atividade mais completa

27/11/2008 - 12:20 Por:

Categoria(s): Educação, Gerontologia

 Além de ser um exercício que contribui para a saúde física e metal de quem o pratica, a caminhada é considerada por especialistas a atividade física mais completa para o corpo. A busca pela boa forma é, geralmente, a principal motivação de quem opta pela caminhada. A atividade é uma das mais recomendadas pelos médicos.

“É uma atividade que você trabalha, em conjunto, o corpo, a esfera psicológica, o social, já que você se relaciona com outras pessoas enquanto pratica, e com a natureza“, diz a geriatra Zalí San Lucas. A caminhada ideal, segundo a especialista, deve ocorrer entre 6h e 8h30 ou depois das 17h.

Para quem está se iniciando na atividade, a recomendação é começar devagar: caminhar três vezes por semana, em média 20 minutos por dia. Na escolha do tênis, é importante considerar o local onde a caminhada será praticada. Outras dicas fundamentais são a proteção contra o sol e o uso de roupas que facilitem a transpiração durante a prática da caminhada.

29/10/08

http://g1.globo.com/Noticias/Ciencia/0,,MUL835800-5603,00-GERIATRA+INDICA+CAMINHADA+COMO+ATIVIDADE+MAIS+COMPLETA.html

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Câncer de pele avança entre idosos

24/11/2008 - 15:32 Por:

Categoria(s): Educação, Gerontologia

 Fabiane Leite

O câncer de pele, tipo mais comum no Brasil, tornou-se um problema geriátrico, segundo a Sociedade Brasileira de Dermatologia. De acordo com a entidade, há cada vez mais uma concentração de casos de câncer não melanoma entre pessoas próximas dos 70 anos de idade, causada pelo avanço da expectativa de vida da população e, conseqüentemente, da exposição ao sol sem proteção ao longo dos anos. O câncer não melanoma é uma versão menos agressiva da doença, potencialmente curável, mas é o mais comum no País e pode deixar cicatrizes em razão da necessidade de remover as lesões na pele para tratamento.

Os cânceres desse tipo ocorrem geralmente após os 50 anos de idade, mas, segundo a entidade, em sua última campanha de prevenção foram detectados 2.865 casos de câncer não melanoma, concentrados principalmente na faixa etária próxima dos 70 anos. Dados do Registro de Câncer de Base Populacional – sistema de informação do Instituto Nacional de Câncer (Inca) que coleta dados de centros de tratamento de 20 cidades brasileiras – também apontam concentração de casos entre pessoas acima dos 70 anos. Em 2004, último ano com informações disponíveis, dos 206 novos casos informados por duas cidades, mais de 50% eram entre pessoas com mais de 70 anos.

Já em 2003, 39% dos casos ocorreram entre pessoas a partir de 70 anos. No entanto, mais cidades tinham abastecido o sistema – quatro municípios -, o que impede comparações com 2004. O Inca prevê que neste ano ocorram 120.930 novos casos de câncer de pele no País, 115.010 deles de cânceres não melanoma.

“Esse acúmulo na faixa etária é um fato que se observa e tem relação com a longevidade, mas também com as opções de lazer. Muitos idosos que podem saem das cidades, preferem morar na praia, o que também aumenta a exposição ao sol”, explica a dermatologista Selma Cernea, uma das coordenadoras da campanha anual de prevenção contra a doença que a Sociedade de Dermatologia realiza. O fato de idosos terem muitas vezes dificuldade para perceber os primeiros sinais da doença faz com que muitos casos recebam assistência só quando as lesões já estão muito grandes e exigem a retirada de quantidades maiores do tecido, explica a dermatologista. De acordo com Selma, problemas de visão, a falta de costume em examinar a própria pele e mesmo as manchas senis costumam ser obstáculo para a detecção precoce.

“Outra questão é que o filtro solar é caro, ainda é vendido na categoria de cosmético, o que também dificulta a prevenção. Mas é importante dizer que não é só filtro a proteção, é também roupa, chapéu e sombrinha ou guarda-chuva”, continua. “Muitas vezes nós nos habituamos as coisas ruins, a uma mancha, uma ferida que não cicatriza”, afirma Carlos Eduardo Alves dos Santos, chefe do serviço de dermatologia do Inca. Ele destaca, no entanto, que ainda grande parte dos casos ocorre em pessoas entre 40 e 50 anos e que a prevenção é para todos.

TOLERÂNCIA AO SOL

Segundo Selma, algumas pessoas têm o câncer várias vezes não porque haja metástases, mas por terem ultrapassado o grau de tolerância da pele à exposição solar. É como se tivessem acionado um gatilho para a doença, explica. Atualmente é possível remover lesões não só por cirurgia mas, em alguns casos, também por meio de cremes e terapia com luz, além de crioterapia, destaca ainda a médica. A Sociedade de Dermatologia realiza no próximo dia 8 de novembro uma campanha nacional de prevenção ao câncer de pele em todo o País. Cerca de 1.500 dermatologistas farão atendimentos gratuitos em 174 postos e casos de diagnóstico positivo para câncer serão imediatamente encaminhados para tratamento, sem custo.

Sábado, 18 de Outubro de 2008

http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20081018/not_imp262062,0.php

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Estudo liga deficiência de vitamina D a mal de Parkinson

23/11/2008 - 16:42 Por:

Categoria(s): Educação, Gerontologia

 Um estudo conduzido por pesquisadores americanos sugere que pessoas que sofrem do mal de Parkinson têm deficiência de vitamina D. A equipe, da Universidade Emory, examinou os níveis de vitamina D em 100 pessoas com Parkinson, 100 com mal de Alzheimer e 100 idosos saudáveis.

Eles perceberam que 55% dos pacientes de Parkinson tinham níveis insuficientes de vitamina D, em comparação com 41% dos pacientes com Alzheimer e 36% dos idosos saudáveis. Os especialistas, cujo estudo foi publicado na revista especializada “Archives of Neurology”, não souberam explicar se a deficiência da vitamina é a causa da doença ou resultado dela.

A vitamina D pode ser encontrada em alguns alimentos, como salmão e atum, mas sua principal fonte de absorção é a luz do sol. Entretanto, a habilidade de processar a vitamina diminui com a idade, fazendo com que os idosos fiquem mais vulneráveis à deficiência.

Teorias

Uma das teorias científicas defende que pessoas com Parkinson ficam particularmente vulneráveis à falta de vitamina D porque sua condição não lhes permite passar muito tempo do lado de fora. No entanto, outros cientistas acreditam que baixas taxas de vitamina D estejam relacionadas à causa da doença.

Os cientistas dizem ter se surpreendido com os resultados da pesquisa, já que os voluntários eram residentes da região sudoeste dos Estados Unidos, onde a luz do Sol está presente em grande parte do ano. A coordenadora da pesquisa, Marian Evatt, disse ser “intrigante descobrir que a insuficiência de vitamina D pode ter uma ligação única com o mal de Parkinson”.

A doença de Parkinson afeta as células nervosas em várias partes do cérebro, principalmente as que usam o mensageiro químico dopamina para controlar os movimentos. Os principais sintomas da doença são tremores, rigidez e lentidão dos movimentos, que normalmente podem ser tratados com ingestão de dopamina.

14/10/08

http://g1.globo.com/Noticias/Ciencia/0,,MUL797868-5603,00-ESTUDO+LIGA+DEFICIENCIA+DE+VITAMINA+D+A+MAL+DE+PARKINSON.html

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Argila terapêutica para problemas no pescoço

23/11/2008 - 16:12 Por:

Categoria(s): Terapias Complementares

 Em tireóides, o cataplasma de barro tanto para casos de hiper ou hipoatividades. No caso de hipertitireoidite, é bom começar o tratamento com compressas de chá de louro (bem forte) e aplicações de folhas de couve. Em seguida, iniciam-se as aplicações de folhas de couve. Em seguida, iniciam-se as aplicações com argila. É possível que o doente fique nervoso.

No caso de bócio, o cataplasma deve ser grosso, cobrindo toda a frente do pescoço. Pode-se acrescentar caulim ao cataplasma. Aplique duas a três vezes por dia, de duas a quatro horas. Se possível, durma com o curativo.

A argila aplicada na nuca exerce ação benéfica na hipófise, fortalecendo centros vitais importantes. Pode ser mantida por uma, duas ou mais horas. Quente ou fria, a temperatura ficará a critério do paciente. Se o cataplasma for colocado frio e não se aquecer logo, ou se a pessoa sentir frio, deve ser trocado por outro, aquecido. Os cabelos são protegidos com gaze. O pano de suporte é ligado à testa, como um turbante, e não ao pescoço, como um cachecol.

Se ocorrerem vertigens, como efeito colateral, coloque compressas de argila também sobre o baixo ventre. Cataplasmas na nuca são usados em qualquer problema na cabeça: sinusite, otite, enxaqueca, etc. Se o caso é caxumba, o cataplasma fica ainda melhor com a adição de caulim.

Do livro “Argila, Um santo remédio e outros tratamentos compatíveis”, de Iracela Cassimiro Peretto, Paulinas, SP, 1999. pág. 64-65.

Caro leitor, nosso blog se preocupa com a saúde e o bem estar de todas as pessoas. Desenvolvemos um trabalho na área de terapias complementares, porém gostaríamos de salientar que qualquer tratamento aqui sugerido não dispensa uma orientação médica ou qualquer orientação na área que você esteja precisando. Isto significa que os tratamentos com argila terapêutica e outros devem complementar o tratamento já realizado, mantendo sempre o acompanhamento médico. Além disto, sugerimos que aquelas pessoas que já estão em tratamento e que resolvam usar algum tratamento complementar, que comuniquem o profissional que acompanha seu caso.  
Atenciosamente,
Equipe GeroVida.

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Musculação deixa idoso mais longe da diabetes

23/11/2008 - 15:06 Por:

Categoria(s): Dicas, Qualidade de Vida

 Contribuição enviada por Daliane Batista Cardoso

Exercícios com pesos aplicados em homens idosos mostraram-se um importante fator para a redução dos riscos de desenvolvimento da resistência à insulina (RI), estágio prévio ao aparecimento do diabetes mellitus do tipo 2. “Com o envelhecimento da população, evidencia-se a necessidade do estabelecimento de condutas que minimizem as perdas fisiológicas e as complicações relacionadas às limitações que surgem deste processo”, destaca o educador físico Thiago Gaudensi Costa. No estudo apresentado na Faculdade de Educação Física (FEF), orientado pela professora Mara Patrícia Traina Chacon Mikahil, Costa submeteu 10 homens acima de 60 anos, sedentários e saudáveis, ao treinamento com pesos durante 16 semanas e comparou o resultado com um grupo controle composto por oito idosos. No período, foram avaliados os efeitos dos exercícios sobre a resistência à insulina, a composição corporal e a força muscular. O educador físico destaca que o objetivo do trabalho foi analisar o exercício de musculação como método de prevenção ao aumento de indicadores de riscos à saúde.

A maioria dos estudos nesta área destina-se a oferecer o treinamento para indivíduos já doentes ou dentro do ambiente hospitalar com a finalidade de observar os efeitos sobre a doença já instalada. Um dos diferenciais deste estudo reside, justamente, em aplicar os exercícios em pessoas saudáveis para observar a interferência nos índices, ou seja, como fator de prevenção”, explica.

Para a seleção, os voluntários deveriam ter hábitos de vida não-ativos e serem clinicamente saudáveis. O grupo treinado apresentou índice de Homeostasis Model Assesment (Homa) – que mede o fator de RI – abaixo de 2,71. Nos idosos, não é recomendável que o valor de Homa esteja acima de 2,71, pois caracteriza o indivíduo como resistente, com potencial de desenvolver o diabetes mellitus tipo 2. Pelos resultados da pesquisa, os índices de Homa na população estudada se mantiveram os mesmos depois do treinamento com pesos. “Não aumentou nem diminuiu. A hipótese era que estes índices poderiam diminuir após os exercícios”, destaca Costa. Já nos valores de força muscular, outro fator analisado, foi observado um aumento, o que significa menor risco no desenvolvimento da doença. Os dados de composição corporal também tiveram alterações benéficas, com reduções significativas na gordura corporal relativa, visto que o tecido adiposo em grandes quantidades é um dos grandes responsáveis pelo desenvolvimento da RI. Segundo o educador físico, outros estudos deveriam considerar diferentes intensidades e duração do treinamento com pesos para se detectar possíveis interferências sobre a RI.

Texto: Raquel do Carmo Santos

Fonte: Jornal da Unicamp

Site: Saúde em Movimento (07/11/2008)

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Seu olhar

19/11/2008 - 9:53 Por:

Categoria(s): Poesia

Seu olhar é como um sol que queima minha pele

Incendeia emoções que aquece o peito

Faz derreter meu coração e partir minha alma

 

Seu olhar é afiado como um punhal

Corta meu íntimo quando lançado

Seu olhar é como vendaval

Causando temporal de emoções

É olhar que me prende em laços

E só me causa embaraços

 

Seu olhar é forte e me faz escravizar

Ele me chama, me faz te querer

É olhar que fala, que narra a vida

Que cala a dor mas me faz voar

Seu olhar tem luz colorida

Deixa estrelas no ar

 

Elisandra Villela Gasparetto Sé – 21/08/2008

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Filosofia como terapia: uma introdução ao estudo da filosofia clínica

16/11/2008 - 13:06 Por:

Categoria(s): Sugestão de leituras

Sugestão de leitura 43

“Filosofia como terapia: uma introdução ao estudo da filosofia clínica”, de Mário Luiz Pardal, Campinas, Centro de Filosofia Clínica, 2001.

A vida pode representar para algumas pessoas uma confusão existencial em que as capacidades, potencialidades e auto-estima lhes parecem subtraídas. Para a Filosofia Clínica esses altos e baixos da existência decorrem da movimentação tópica na Estrutura de Pensamento (EP). Portanto, qualquer modificação da existência implica em agir no modo como experienciamos os tópicos da nossa EP: “O nosso modo de ser no mundo é o que delimita e dimensiona o nosso existir”.

O livro mostra as reflexões do autor sobre o método e a teoria da Filosofia Clínica, elucidando e construindo novas indagações.

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