Arquivo de dezembro, 2008

Ser feliz é escolha sua

31/12/2008 - 8:15 Por: Wanda Patrocinio

Categoria(s): Sugestão de leituras

Sugestão de leitura 50

“Ser feliz é escolha sua: 9 escolhas de pessoas extremamente felizes – seus segredos, suas histórias”, de Rick Foster e Greg Hicks. São Paulo: Cultrix, 1999.

Através de relatos inspiradores e de uma sabedoria prática eficientemente apresentada, Ser Feliz É Escoolha Sua explora as nove escolhas que as pessoas extremamente felizes fazem e mostra como qualquer um pode aprender a criar uma vida feliz.

Uma ótima leitura para começar um novo ano!!!

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Dor

30/12/2008 - 8:10 Por: Wanda Patrocinio

Categoria(s): Educação, Gerontologia

 A Dor é uma sensação desagradável que serve para alertar que algo ruim está acontecendo com o indivíduo.

Existem 2 tipos de dor:

- Aguda: curta duração e normalmente pode ser eliminada com a retirada de sua causa.
- Crônica: tem duração de 3 a 6 meses e mesmo com a retirada de sua causa esta dor pode persistir.

Mecanismos que Geram Dor

Quando ocorre alguma lesão no tecido (por exemplo queimadura, infecção, câncer, etc) são liberadas substâncias no nosso organismo. Estas substâncias liberadas enviam impulsos elétricos para o cérebro. O cérebro interpreta esses impulsos como Dor.

Fonte: http://www.idosos.com.br/doencasdor.htm

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Autonomia, independência e dependência

29/12/2008 - 8:05 Por: Wanda Patrocinio

Categoria(s): Gerontologia

 O cerne do conceito de autonomia é a noção e o exercício do autogoverno. O conceito inclui também os seguintes elementos: liberdade individual, privacidade, livre-escolha, autogoverno, autoregulação e independência moral (Collopy, 1988, apud Kane 1991), liberdade para experienciar o self e harmonia com os próprios sentimentos e necessidades (Gruen 1986, apud Hooyman & Kyak, 1996)

O aspecto central do conceito de independência é a capacidade funcional que, em sua expressão máxima, significa poder sobreviver sem ajuda para as atividades instrumentais de vida diária e de autocuidado. A restrição da capacidade funcional é também conhecida como desamparo prático. A independência não é condição necessária para a autonomia, embora seja uma condição frequentemente presente em pessoas capazes de decidirem por si.

Na literatura gerontológica, a dependência é definida como a incapacidade de a pessoa funcionar satisfatoriamente sem ajuda, quer devido a limitações físico-funcionais, quer devido a limitações cognitivas (Catanach & Tebes, 1991), quer à combinação entre essas duas condições.

Retirado de Neri, Anita L. Palavras-chave em gerontologia. Campinas, SP: Editora Alínea, 2005. pág. 23

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Delirium

28/12/2008 - 8:00 Por: Wanda Patrocinio

Categoria(s): Gerontologia

É uma emergência geriátrica e ao mesmo tempo, o distúrbio psiquiátrico mais comum em pacientes idosos hospitalizados.

- Diagnóstico precoce, terapêutica adequada, maior tempo de internação hospitalar, maior mortalidade

DEFINIÇÂO

É uma síndrome que se manifesta por um transtorno mental agudo – de etiologia orgânica – multifatorial (sem etiologia específica) – com alta taxa de ocorrência em pacientes idosos, particularmente em hospitalizados, caracterizada:

- Por um comprometimento global das funções cognitivas;

- Distúrbios da atenção;

- Do ciclo vigília-sono;

- Atividade psicomotora anormalmente elevada ou reduzida.

DIAGNÓSTICO

Para se obter o diagnóstico, são necessárias as presenças de quatro características fundamentas:
- Distúrbio da Consciência: envolve alteração do nível de percepção do ambiente e redução da capacidade para concentrar, manter ou mudar a atenção;

-Distúrbios Cognitivos: perda da memória, desorientação e alucinações, distúrbios leves de linguagem e percepção;

- Instalação aguda e curso flutuante;

- Presença de uma ou mas doenças clínicas ou de toxidade medicamentosa.

EPIDEMIOLOGIA

- 10 a 15% dos pacientes de todas as idades na admissão hospitalar;

- 5 a 30% vão desenvolver durante a internação;

- 30 a 50% dos pacientes geriátricos agudos;

- 60% dos cirúrgicos;

- Mortalidade hospitalar: 10 a 65%.

CAUSAS COMUNS DE DELIRIUM

1. Fazer o uso de DROGAS como: Álcool e hipnóicos-sedativos (intoxicação ou abstinência);
Anticonvulsivantes; Antidepressivos; Drogas antiparkinsonianas (incluindo amantadina); etc.

2. INFECÇÕES: Meningite; Pneumonia; Septicemia; Pielonefrite.

3. DOENÇAS CARDÍACAS: Arritmias; Insuficiência cardíaca congestiva; Infarto do miocárdio.

4. DISTÚRBIOS METABÓLICOS: Distúrbios hidroeletrolíticos; Hipercalcemia; Hipoglicemia e hiperglicemia; Hipóxia; Insuficiência hepática; Insuficiência renal.

5. DESORDENS DO SISTEMA NERVOSO CENTRAL: Epilepsia; Doença vascular.

6. NEOPLASIAS: Metástases cerebrais; Tumores primários do cérebro.

7. TRAUMATISMOS: Anestesia; Queimaduras; Fraturas (especialmente de fêmur).

8. MUDANÇA DE AMBIENTE: Hospitalização (especialmente em unidade de terapia intensiva).

Fonte: http://www.idosos.com.br/doencasdelirium.htm

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Argila terapêutica – alguns casos 3

27/12/2008 - 16:40 Por: Wanda Patrocinio

Categoria(s): Terapias Alternativas

 Nas cólicas menstruais ou intestinais e contra vermes, acrescenta-se losna, alfavaca, orégano, mastruz, funcho, tomilho ou erva-de-santa-maria ao cataplasma.

Na gravidez, se a posição do feto não está correta, aplicam-se cataplasmas de argila até o último momento, para que volte à posição certa. Se houver dores lombares, coloca-se argila morna na região.

Tomar água argilosa durante a gravidez ajuda na mineralização da mãe e do filho. Após o parto, o uso da água argilosa favorece a lactação. Cataplasmas colocados depois do parto, sobre o baixo ventre, previnem as complicações (infecções, expulsão insuficiente, etc.).

Para tratar de vaginite, coloca-se azeite no cataplasma.

Do livro “Argila, Um santo remédio e outros tratamentos compatíveis”, de Iracela Cassimiro Peretto, Paulinas, SP, 1999. pág. 69-70.

Caro leitor, nosso blog se preocupa com a saúde e o bem estar de todas as pessoas. Desenvolvemos um trabalho na área de terapias complementares, porém gostaríamos de salientar que qualquer tratamento aqui sugerido não dispensa uma orientação médica ou qualquer orientação na área que você esteja precisando. Isto significa que os tratamentos com argila terapêutica e outros devem complementar o tratamento já realizado, mantendo sempre o acompanhamento médico. Além disto, sugerimos que aquelas pessoas que já estão em tratamento e que resolvam usar algum tratamento complementar, que comuniquem o profissional que acompanha seu caso.  
Atenciosamente,
Equipe GeroVida.

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Os combustíveis do exercício físico

27/12/2008 - 16:27 Por: Wanda Patrocinio

Categoria(s): Dicas, Qualidade de Vida

 Contribuição enviada por Daliane Batista Cardoso

Tanto atletas de elite, nas competições, quanto pessoas comuns, em suas tarefas domésticas, estão realizando atividade física. Por trás de cada simples movimento de nosso corpo, existe uma complexa coordenação entre vários órgãos, comandada pelo sistema nervoso e envolvendo diversos hormônios. Além disso, como acontece com toda máquina, precisamos de certa quantidade de energia extra nesses momentos, e esta deve ser fornecida prontamente, ou não conseguiremos realizar o trabalho desejado. Este artigo discute como o corpo obtém energia a partir de moléculas orgânicas combustíveis, presentes nos alimentos que comemos ou em estoques no próprio corpo. Tais moléculas têm propriedades diferentes, sua utilização depende da intensidade e da duração da atividade física e o modo como são usadas respeita uma hierarquia entre os diferentes órgãos e sistemas do organismo.

Costumamos dizer que estamos praticando exercício quando o objetivo da atividade física é o esporte, a promoção da saúde ou a obtenção de uma aparência corporal específica (como emagrecer ou ficar musculoso). Na verdade, praticamos atividade física o tempo inteiro – mesmo dormindo ou repousando gastamos energia para continuarmos vivos. Já a realização de movimentos determinados, visando alcançar um índice específico (na dança ou no esporte, por exemplo, por lazer ou profissionalmente), pode ser definida como ‘performance’ (ou desempenho). No entanto, a busca obsessiva pelo melhor resultado muitas vezes ultrapassa os limites do funcionamento do corpo, prejudicando a saúde. O mesmo ocorre quando a atividade física é realizada em busca de uma identidade corporal, como no caso das pessoas que querem emagrecer rápido ou ficar muito musculosas e exageram nos recursos utilizados.

O funcionamento do corpo envolve a atuação integrada de diversos órgãos e sistemas. Estes têm estruturas e funções diferenciadas, mas uma análise em nível molecular revela que exibem muitas semelhanças, sobretudo quanto às reações químicas que ali ocorrem. Chamamos de ‘metabolismo’ esse conjunto de reações químicas que caracterizam o estado vital. Elas ocorrem continuamente, aceleradas por enzimas, formando vias de reações sequenciais altamente integradas e finamente reguladas, para manter nossa máquina corporal estruturada. Por isso, o tempo inteiro o corpo realiza ‘trabalho’, pois sem este não há organização, e para realizar trabalho o suprimento de energia deve ser contínuo. Chamamos de ‘catabolismo’ o conjunto das vias químicas que liberam energia para processos que realizam trabalho, e de ‘anabolismo’ o conjunto das vias que usam essa energia para construir novas moléculas e manter o organismo funcionando. As reações catabólicas têm de ocorrer na mesma intensidade que as anabólicas para que o sistema atue com perfeição. Para que cada músculo específico seja movimentado na hora certa, com a força e a velocidade ideal, é necessário o comando e a coordenação do sistema nervoso. Este age como um maestro em uma orquestra: não pode falhar em momento algum, e para isso precisa receber um aporte constante de moléculas de glicose, sua principal fonte de energia, além de oxigênio, necessário para a perfeita retirada da energia contida na glicose. Essa regra básica – o aporte constante de glicose e oxigênio ao sistema nervoso – vai determinar como os outros órgãos, inclusive os músculos, podem obter energia durante a atividade física.

Ciência Hoje – Fisiologia – 09/09/2008

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Ser pessoa de conversa agradável e saborosa

27/12/2008 - 16:15 Por: Wanda Patrocinio

Categoria(s): Reflexão

A munição das pessoas inteligentes é a erudição sedutora, ou seja, um saber prático de todas as coisas comuns, mais inclinado ao saboroso e elevado que ao vulgar.

É conveniente ter uma boa reserva de frases engenhosas e de comportamentos galantes, sabendo empregá-los no momento adequado, pois às vezes, é melhor o conselho contido em uma piada que o mais precioso ensinamento.

Para alguns, a arte de conversar e a sabedoria no trato social têm sido mais valiosas que todos os conhecimentos acadêmicos.

Do livro A Arte da Prudência, de Baltasar Gracián, 2003.

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Mergulho na Paz

27/12/2008 - 13:10 Por: Wanda Patrocinio

Categoria(s): Sugestão de leituras

Sugestão de leitura 49

“Mergulho na Paz”, do professor Hermógenes. Rio de Janeiro: Nova Era, 2001.

“Mergulho na Paz” é uma tomada de consciência que induz o leitor a voltar-se para dentro de si e relembrar lições de humildade e respeito, sobretudo nos dias atuais, em que sentimentos como angústia, fraqueza, insegurança, desalento e tantas outras misérias humanas ocupam cada vez mais lugar de destaque em nossas vidas.

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Natal – tempo de recomeçar…

26/12/2008 - 11:00 Por: Wanda Patrocinio

Categoria(s): Poesia, Reflexão

Recomeçar

Não importa onde você parou…
Em que momento da vida você cansou…
O que importa é que sempre é possível recomeçar.
Recomeçar é dar uma nova chance a si mesmo…
É renovar as esperanças na vida e, o mais
importante…
Acreditar em você de novo.
Sofreu muito neste período? Foi aprendizado…
Chorou muito? Foi limpeza da alma…
Ficou com raiva das pessoas?
Foi para perdoá-las um dia…
Sentiu-se só diversas vezes?
É porque fechaste a porta até para os anjos…
Acreditou que tudo estava perdido?
Era o início da tua melhora…
Onde você quer chegar? Ir alto?
Sonhe alto… Queira o melhor do melhor…
Se pensarmos pequeno… Coisas pequenas teremos…
Mas se desejarmos fortemente o melhor e, principalmente, lutarmos pelo
melhor…
O melhor vai se instalar em nossa vida.
Porque sou do tamanho daquilo que vejo, e não do tamanho da minha altura.
(Carlos Drummond de Andrade)

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Autoeficácia

23/12/2008 - 14:44 Por: Wanda Patrocinio

Categoria(s): Gerontologia

 O conceito de autoeficácia foi introduzido por Bandura em 1977 no contexto da teoria social cognitiva do desenvolvimento, com o significado de crenças que as pessoas têm em sua própria capacidade de organizar e executar os cursos de ação requeridos para alcançar determinados resultados. Em essência, autoeficácia é o senso combinado de competência e confiança nas próprias habilidades para uma dada tarefa em um dado domínio (Barry e West, 1993). O cerne desse conceito diz respeito às maneiras pelas quais as autocrenças das pessoas em suas capacidades permitem que elas exerçam controle sobre os eventos que afetam suas vidas e a como essas crenças traduzem em realização e motivação.

As crenças de autoeficácia são elementos da agência humana uma vez que são fortes preditores do nível de realizações que os indivíduos atingem e têm forte impacto no pensamento, no afeto, na motivação e na ação. Nenhum mecanismo é mais central à personalidade do que as crenças pessoais sobre as capacidades de exercer controle sobre o próprio nível de funcionamento e sobre os eventos que afetam a própria vida. Autocrenças de eficácia influenciam as causas percebidas de sucesso e fracasso. Pessoas que se consideram altamente eficazes tendem a atribuir seu fracasso ao esforço insuficiente e não à falta de habilidade. As crenças de autoeficácia variam quanto ao nível de exigência para a realização em cada domínio, quanto à força da crença pessoal na capacidade de desempenhar funções nos vários níveis de competência requeridos e na generalidade. Quanto mais intimamente os desempenhos corresponderem às crenças de eficácia, maior o poder preditivo de tais crenças (Bandura, 1993).

Ao longo da vida, as percepções de autoeficácia podem aumentar, diminuir ou permanecer estáveis, à medida que o indivíduo se move por meio dos vários contextos sociais. As pessoas mudam em relação a suas aspirações e perspectivas e a seus arranjos sociais. Também mudam quanto à forma como estruturam, regulam e avaliam suas vidas. As consequências da autoeficácia para as pessoas mais velhas centram-se na reavaliação e na avaliação incorreta de suas capacidades. De fato, muitas capacidades físicas podem declinar na velhice, requerendo constantes reavaliações da eficácia pessoal. Muitos idosos tendem a avaliar incorretamente suas capacidades, principalmente as que dizem respeito ao funcionamento físico, à saúde e ao funcionamento cognitivo. Isso ocorre por causa de uma incorreta compreensão do envelhecimento biológico, de atitudes sociais e de práticas institucionais.

Dada a grande heterogeneidade de funcionamento na velhice, a análise das crenças de atuoeficácia em função da idade requer avaliação em domínios selecionados. Os idosos tendem a exercer controle pessoal sobre domínios que estão preservados e a buscar ajuda para o exercício daquelas habilidades cujo domínio esteja limitado. Existem muitos mecanismo pelos quais os idosos podem sustentar o senso de autoeficácia, apesar da diminuição de algumas de suas capacidades. Estão envolvidos nesses processos as estratégias de comparação social, o uso seletivo de informações baseado nas múltiplas experiências acumuladas, a valorização dos domínios do funcionamento no qual eles se sobressaem e a minimização daqueles em que têm menor domínio. Uma vez que os indivíduos tendem a esforçar-se em vencer os obstáculos, a autoeficácia não é menos funcional na velhice do que em períodos anteriores da vida (Bandura, 1997).

Reprodução parcial do texto escrito por Dóris Firmino Rabelo

Retirado de Neri, Anita L. Palavras-chave em gerontologia. Campinas, SP: Editora Alínea, 2005. pág. 19-22

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Auto-eficácia (Parte 1)
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Controle percebido

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