Arquivo de janeiro, 2009

Idosos que se exercitam têm recuperação melhor após AVC

31/01/2009 - 20:32 Por: Wanda Patrocinio

Categoria(s): Dicas, Qualidade de Vida

Contribuição enviada por Daliane Batista Cardoso*

Pessoas que praticam atividades físicas sofrem menos sequelas após um AVC (acidente vascular cerebral) e se recuperam melhor em comparação às sedentárias, revela um estudo publicado ontem na revista científica “Neurology”, da Academia Americana de Neurologia.

O trabalho avaliou prontuários médicos de 265 pessoas, com idade média de 68 anos, que sofreram um derrame cerebral. As pessoas que já se exercitavam antes do derrame tiveram 2,5 vezes mais chances de sofrer um evento menos severo em relação ao outro grupo.

“Exercício é um fator de risco para derrame possível de ser controlado. Estar em forma não significa estar em uma academia de ginástica. Para as pessoas que participaram desse estudo, exercícios incluíam trabalho em casa, caminhadas na rua, jardinagem ou participação em alguma atividade esportiva”, explica o autor do estudo, o neurologista Lars-Henrik Krarup, da Universidade de Copenhague (Dinamarca).

Segundo a neurologista Sônia Bruck, da Academia Brasileira de Neurologia, a conclusão do estudo reforça o que os neurologistas já percebiam na prática clínica.

“Os exercícios propiciam um fortalecimento osteomuscular. Também levam os idosos a terem uma noção corporal mais apurada, ou um domínio melhor sobre o corpo. Isso, sem dúvida, tem impacto na recuperação e na reabilitação após um derrame”, afirma a neurologista.

Folha de S.Paulo – Terceira Idade – 22/10/2008

* Educadora Física e Colaboradora / Parceira da GeroVida

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Não ser vulgar em nada

31/01/2009 - 20:10 Por: Wanda Patrocinio

Categoria(s): Reflexão

Principalmente no gosto.

Que grande sábio aquele que não gosta das coisas que agradam a muitos!

O aplauso popular em profusão não satisfaz os discretos.

Alguns são como camaleões da popularidade, pois seu prazer não está nas suavíssimas brisas, mas na respiração da multidão.

Não seja vulgar no entendimento, nem aprecie os milagres da plebe, porque os ignorantes ficam impressionados com qualquer coisa: a multidão admira a tolice comum e rejeita o sábio conselho.

Do livro A Arte da Prudência, de Baltasar Gracián, 2003.

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Os segredos da arte

31/01/2009 - 18:59 Por: Wanda Patrocinio

Categoria(s): Arte, Sugestão de leituras

Sugestão de leitura 54

“Os segredos da arte”, de Elizabeth Newbery, Editora Ática, 2003.

O que está por trás das sensações que uma obra de arte nos transmite? Como cores, traços, formas e texturas são transformados em expressão?
Ao chamar a atenção para o percurso de uma obra artística, desde o material usado em sua elaboração até o efeito que ela causa no olhar, Os segredos da arte traz o trabalho do artista para bem perto do leitor.
A série “Por Dentro da Arte” oferece um fascinante primeiro contato com as artes visuais. Com linguagem simples e centenas de reproduções de obras do mundo inteiro, com ênfase nos artistas brasileiros, destina-se a leitores de todas as idades.
Um suplemento especial convida ainda a pensar um pouco mais sobre os temas abordados e a experimentar a linguagem artística na prática.

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Quedas

30/01/2009 - 16:26 Por: Wanda Patrocinio

Categoria(s): Gerontologia

 É o deslocamento não-intencional do corpo para um nível inferior a posição inicial com incapacidade de correção em tempo hábil, determinada por circunstâncias multifatoriais comprometendo a estabilidade. Considerada um evento sentinela na vida do idoso e um marcador potencial do início de um importante declínio da função ou um sintoma de uma nova doença. Por exemplo: – Criança: cai durante seu desenvolvimento motor normal; – Adultos: cai durante atividades desafiadoras; – Idoso: cai por perda funcional e um enfraquecimento no seu estado de saúde (sinal de vulnerabilidade e debilidade física).

Epidemiologia

No Brasil, 30% dos idosos caem ao menos uma vez ao ano, sendo que a freqüência é maior entre as mulheres. Em relação a idade, a freqüência de quedas ocorre: – entre 65 a 74 anos: freqüência de 32%; – entre 75 a 84 anos: freqüência de 35%; – 85 anos: a freqüência aumenta para 51%. Idosos de 75 a 84 anos que necessitam de ajuda nas atividades de vida diária tem uma probabilidade de cair 14 vezes maior que pessoas da mesma idade independentes. Mais de 2/3 daqueles que tem uma queda cairão novamente nos 6 meses subseqüentes.

Incidência de Óbito

As quedas tem relação causal com 12% de todos os óbitos na população geriátrica. São responsáveis por 70% das mortes acidentais em pessoas com 75 anos ou mais. Constituem a 6ª causa de óbito em pacientes com mais de 65 anos. Idosos hospitalizados em decorrência de uma queda apresentam o risco de morte no ano seguinte a hospitalização entre 15 a 50%.

Consequências das Quedas

Como consequência das quedas, o paciente pode apresentar: – Fraturas = 5%; – Ferimentos importantes = 5% a 10%; – Quedas de baixo impacto e alto impacto; – Impacto psicológico = naqueles que já caíram; – Medo de cair naquelas que nunca caíram; – Patologia = Fobia de quedas em idosos; – Maior risco de lesão naqueles indivíduos que caem longe de suas residências = indivíduos mais ativos.

Fatores de Risco Intrínsecos

Alterações Fisiológicas do processo de envelhecimento que podem originar quedas são: – Diminuição da visão; – Diminuição da audição; – Distúrbios vestibulares; – Distúrbios proprioceptivos (neuropatia periférica – patologias degenerativas da coluna cervical); – Aumento do tempo de reação a situações de perigo; – Distúrbios músculo-esqueléticos: degeneração articulares e fraqueza muscular; – Sedentarismo; – Deformidade dos pés.

Patologias Específicas

Algumas patologias podem ser consideradas responsáveis pela queda, como:

Cardiovasculares: – Hipotensão postural; – Crise hipertensiva; – Arritmias cardíacas e insuficiência cardíaca; – Doença coronariana.

Neurológicas: – Hematoma subdural; – Demência; – Neuropatia periférica; – AVC e sequela de AVC; – Parkinsonismo; – Labirintopatia; – Epilepsia.

Endocrino-metabólicas: – Hipo e hiperglicemia; – Hipo e hipertiroidismo; – Distúrbios hidroeletrolícos.

Miscelâmia: – Distúrbios psiquiátricos; – Anemia (sangramento digestivo oculto); – Hipotermia; – Infecções graves.

Fatores de Risco Extrínsecos

Mais de 70% das quedas ocorrem em casa sendo que as pessoas que vivem sozinhas apresentam risco maior. Alguns dos fatores ambientais que influenciam na queda são: – Iluminação inadequada; – Superfícies escorregadias; – Tapetes soltos ou com dobras; – Degraus altos ou estreitos; – Obstáculos no caminho; – Ausência de corrimão em corredores e banheiros; – Prateleiras excessivamente baixas ou altas; – Calçados inadequados e/ou patologia dos pés; – Maus tratos; – Roupas excessivamente compridas; – Vias públicas mal conservadas.

Prevenção

1. Orientar sobre o risco de quedas e suas consequências; 2. Avaliação geriátrica global: função cognitiva + humor + condição econômica; 3. Racionalização da prescrição e correção de doses; 4. Redução de ingestão de bebidas alcoólicas; 5. Fisioterapia e exercícios físicos; 6. Terapia Ocupacional; 7. Correção de fatores de risco ambientais.

Fonte: http://www.idosos.com.br/doencasquedas.htm

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Ciclo de Vida

29/01/2009 - 12:07 Por: Wanda Patrocinio

Categoria(s): Gerontologia

 A palavra ciclo remete às ideias de sucessão, repetição e tendência ao fechamento e assim é usada pela Psicologia e pelas Ciências Sociais. Em Psicologia, o termo ciclo de vida é usado com o sentido de sucessão de estágios ou idades do desenvolvimento individual. Vários autores o utilizaram. Dentre eles, os mais influentes na psicologia da vida adulta e da velhice foram Charlotte Bühler (1935), Erik Erikson (1963, 1986, 1998) e Daniel Levinson (1978).

Em Sociologia, o termo ciclo de vida é usado com o significado de repetição das experiências de desenvolvimento geração após geração, de estágios de história de vida de coortes etárias, de estágios da vida familiar e da coordenação entre o desenvolvimento individual e a história das instituições sociais. Na demografia, fala-se em ciclos para descrever padrões de mudança de populações.

Retirado de Neri, Anita L. Palavras-chave em gerontologia. Campinas, SP: Editora Alínea, 2005. pág. 34

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Convulsão

29/01/2009 - 11:47 Por: Wanda Patrocinio

Categoria(s): Dicas, Educação, Gerontologia

  O QUE É CONVULSÃO?

São distúrbios elétricos cerebrais que causam perda da consciência, fortes contrações musculares involuntárias e desordenadas em todo o corpo.

COMO IDENTIFICAR UMA PESSOA COM CONVULSÃO?

- Perda dos sentidos (perda da consciência)

- Queda ao chão inconsciente

- Salivação

- Contrações de alguns músculos ou o corpo todo

- Perda do controle da urina

- Respiração ruidosa

Passada a crise o paciente estará confuso e desnorteado, portanto, acompanhe-o o tempo todo até que ele volte à consciência.

O QUE FAZER QUANDO ALGUEM ESTIVER COM CRISE CONVULSIVA?

- Deite o paciente no chão

- Peça ajuda

- Proteja a cabeça com as mãos, roupa ou travesseiro

- Retire objetos próximos, que possam machucar o paciente

- Mova o paciente apenas se ele estiver próximo a lugares perigosos (por exemplo, escadas, máquinas, etc)

- Terminadas as contrações, coloque o paciente em posição de recuperação

- Deixe-o descansar

O QUE NÃO FAZER?

- Não tente desenrolar a língua com a mão

- Não tente imobilizá-lo

- Não dê nenhum tipo de líquido ou sólido até que a pessoa recupere TOTALMENTE a consciência

- Não jogue água no rosto

IMPORTANTE
As convulsões por epilepsia tendem a durar alguns minutos, portanto, não se desespere!

Fonte: http://www.idosos.com.br/doencasconvulsao.htm

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Argila terapêutica – alguns casos 7

29/01/2009 - 10:17 Por: Wanda Patrocinio

Categoria(s): Terapias Complementares

 Algumas alterações profundas também se curam com tratamento externo. Úlcera de estômago e intestino cedem definitivamente se o paciente dormir todas as noites com cataplasmas de argila no ventre. Não só as úlceras, as gastrites, os problemas com indigestão, mas também as doenças do fígado e da vesícula.

O tratamento deve ser diário e regular, para que os resultados apareçam logo. Nesses casos, as aplicações são feitas fora do horário da digestão. E quando retirar a argila, espere mais uma hora antes de se alimentar.

Cataplasmas sobre o fígado podem ser mornos ou frios, feitos com dente-de-leão. Quando retirar o curativo, faça uma massagem delicada, com azeite de oliva na região.

Para cólicas de estômago, inflamações, gastrite e úlcera gástrica, o cataplasma é mais eficaz com cebola ralada.

Uma vesícula congestionada pode requerer argila quente. Comece pela argila fria. Se em alguns minutos ela não se aquecer, use a argila morna. Se a pessoa sentir frio, esquente ainda mais o cataplasma. Este deve ter de um a dois centímetros de espessura e permanecer no local por uma ou duas horas. Ou até a noite toda, se não incomodar.

O uso por via oral da argila se mostra muito eficiente.

Do livro “Argila, Um santo remédio e outros tratamentos compatíveis”, de Iracela Cassimiro Peretto, Paulinas, SP, 1999. pág. 71-72.

Caro leitor, nosso blog se preocupa com a saúde e o bem estar de todas as pessoas. Desenvolvemos um trabalho na área de terapias complementares, porém gostaríamos de salientar que qualquer tratamento aqui sugerido não dispensa uma orientação médica ou qualquer orientação na área que você esteja precisando. Isto significa que os tratamentos com argila terapêutica e outros devem complementar o tratamento já realizado, mantendo sempre o acompanhamento médico. Além disto, sugerimos que aquelas pessoas que já estão em tratamento e que resolvam usar algum tratamento complementar, que comuniquem o profissional que acompanha seu caso.  
Atenciosamente,
Equipe GeroVida.

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Exercícios físicos ajudam a prevenir derrames graves

28/01/2009 - 18:22 Por: Wanda Patrocinio

Categoria(s): Dicas, Qualidade de Vida

 Contribuição enviada por Daliane Batista Cardoso*

Os autores destacam que os resultados sustentam a importância das atividades físicas como abordagem simples e eficaz contra os derrames.

A prática de exercícios físicos pode reduzir a severidade de derrames, segundo estudo internacional publicado, nesta terça-feira, na revista Neurology. A pesquisa analisou 265 pacientes que haviam sofrido, pela primeira vez, um derrame isquêmico. E os pesquisadores descobriram que aqueles que se exercitavam mais antes de ter um derrame tinham 2,5 vezes mais chances de ter um derrame mais leve, comparados com os menos fisicamente ativos. Além disso, aqueles com mais “horas ativas” tinham duas vezes mais chances de experimentar um melhor resultado em longo prazo. E os autores destacam que os resultados sustentam a importância das atividades físicas como abordagem simples e eficaz contra os derrames – “para as pessoas no estudo, os exercícios incluíam afazeres domésticos leves, caminhada ao ar livre, cuidar do gramado, jardinagem ou participação em um esporte”.

Boa Saúde – Atividade Física – 23/10/2008

* Educadora Física e Colaboradora / Parceira da GeroVida

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É melhor o intenso que o extenso

28/01/2009 - 18:05 Por: Wanda Patrocinio

Categoria(s): Reflexão

A perfeição não está na quantidade, mas na qualidade.

Tudo que é muito bom sempre foi pouco e raro: usar muito o bom é abusar.

Entre os homens, os de corpo gigante costumam ter cérebro anão.

Alguns gostam dos livros por seu tamanho, como se fossem escritos para exercitar os braços mais que a inteligência.

A quantidade sozinha nunca pôde ir além da mediocridade.

É uma praga dos homens universais querer tudo entender, porque não se destacam em nada.

O intenso produz excelência e, se o assunto for muito importante, fama.

Do livro A Arte da Prudência, de Baltasar Gracián, 2003.

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Liderança baseada em princípios

28/01/2009 - 17:53 Por: Wanda Patrocinio

Categoria(s): Sugestão de leituras

Sugestão de leitura 53

“Liderança baseada em princípios”, de Stephen R. Covey. Rio de Janeiro: Campus, 2002.

Este livro mostra como adquirir uma compreensão dos princípios básicos da liderança pessoal eficaz, o que ajudará os leitores a encontrar caminhos para solucionar questões da área profissional, pessoal e em diversos outros os níveis. O livro apresenta os seguintes tópicos:

- Características dos Líderes Baseados em Princípios;

- Uma revisão dos sete hábitos;

- A orientação moral;

- O poder baseado em princípios;

- Trinta métodos de influência;

- Oito formas de enriquecer o casamento e as relações familiares;

- Transformando seus filhos em campeões;

- Sete problemas crônicos;

- Mudando o seu paradigma gerencial;

- As vantagens do paradigma da liderança baseada em princípios;

- Controle organizacional versus auto-supervisão;

- Ambientes de aprendizagem.

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