Arquivo de abril, 2009

Busca pela eterna juventude produz vovôs malhados a base de hormônio (Parte 1)

26/04/2009 - 16:45 Por:

Categoria(s): Gerontologia, Qualidade de Vida

Contribuição enviada por Daliane Batista Cardoso*

Tratamentos milagrosos são criticados por especialistas, mas viram mania. Há quem aposte em passar fome para retardar efeitos do envelhecimento.

Uma daquelas fotos que exigem uma segunda olhada. O Dr. Jeffry Life, sem camisa, está usando apenas calças jeans. Seu rosto é o de um vovô respeitável: poucos cabelos, e os que restam estão todos brancos. Mas seu corpo de 69 anos parece o de um sujeito musculoso de apenas 30 anos. A foto aparece com frequência em anúncios do Instituto Médico Cenegenics, clínica de Las Vegas (EUA) que se especializa em “gerenciamento de idade”, um campo crescente numa sociedade obcecada em permanecer jovem. Life, que jura que esse é o seu verdadeiro sobrenome (“Vida”, em inglês), também tem um quadro com a foto em seu escritório na Cenegenics.

“Esse é o cara!”, diz o paciente Ed Detwiler, apontando para a foto do médico que virou sua grande inspiração. Detwiler, de 47 anos, é paciente de Life há mais de três anos. Nesse meio tempo, ele adotou os mesmos procedimentos seguidos pelo especialista — mudando drasticamente seus hábitos alimentares e atividade física, recebendo injeções diárias de hormônio do crescimento humano e injeções semanais de testosterona (hormônio sexual masculino). Ele segue as recomendações porque elas o fazem se sentir melhor, mais cheio de energia e com a mente mais ativa. E também porque quer viver uma vida longa e saudável. “Se eu ficasse curvado e preso à cama, que tipo de qualidade de vida seria essa?”, pergunta Detwiler, empreiteiro do subúrbio de Las Vegas que diz estar fazendo isso, em parte, por causa da sua mulher, que é nove anos mais nova. “Se eu conseguir ser ativo, viajar, conhecer o mundo e fazer alguma diferença na vida das pessoas, então é claro que eu gostaria de ter uma existência tão longa quanto possível.”

É um sentimento comum numa sociedade onde muitos lutam para parecer e se sentir várias décadas mais jovens. Mas frequentemente é preciso alguma ajuda. Às vezes, muita ajuda. O uso do Botox e de vários tipos de hormônio se tornou um negócio enorme — só a venda do hormônio de crescimento humano aumentou 6% no ano passado. A lista de táticas para desafiar a idade é infinita. Quer um abdômen de “tanquinho”? Há um procedimento cirúrgico para criar uma barriga dessas, só que falsa. E quanto a cortar drasticamente a ingestão de calorias para retardar o envelhecimento? Há um grupo de fanáticos que jura que isso funciona.

Testículos de tigre

“Essa busca pela juventude eterna certamente não é nova. ”No ano 1500 a.C., as pessoas já estavam ingerindo testículos de tigre para tentar rejuvenescer”, diz Gene Cohen, especialista em envelhecimento da Universidade George Washington. Mas, para uma geração de adultos que cresceu com a mensagem do marketing moderno — a de que, por um preço, você pode ter tudo –, a busca está ganhando nova urgência. Claro que vale a pena se cuidar. Comer coisas saudáveis, exercitar o corpo e o cérebro regularmente — são coisas consideradas seguras para continuar jovem. Proteger-se dos raios solares nocivos também vale a pena. Até usar o fio dental é um hábito que, de acordo com pesquisas envolvendo pessoas que vivem até os 100 anos, pode estender a vida. Mas é aí que o consenso normalmente acaba.

Fonte: G1

* Educadora Física e Colaboradora / Parceira da GeroVida

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Ser sensato e observador

24/04/2009 - 17:41 Por:

Categoria(s): Reflexão

O ser humano manda nas coisas e não ao contrário.

Sonda as maiores profundezas e sabe dissecar com perfeição a anatomia do talento.

Entende e valoriza a essência de qualquer um só em vê-lo.

É, por seus raros dotes de observação, um grande decifrador do que está mais oculto.

Observa com rigor, pensa sutilmente, tira conclusões sensatas.

Tudo descobre, tudo repara, tudo alcança e compreende.

Do livro A Arte da Prudência, de Baltasar Gracián, 2003.

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Curiosidades: não sabia, fique sabendo!

21/04/2009 - 9:35 Por:

Categoria(s): Curiosidades, Sugestão de leituras

Sugestão de leitura 63

“Curiosidades: não sabia, fique sabendo!”, de Carlos Bezerra Cavalcanti. Editora Ciência Moderna, 2007.

Qual a origem de palavras e termos do tipo Cristo Redentor, favela, e de um dos docinhos mais populares das festas brasileiras (o incensado brigadeiro), por exemplo?
E de curiosidades de além-mar, como a árvore de Natal, o ovo de Páscoa, os tamanhos dos sapatos, o sorvete, enfim, tantas outras coisas que, se ficássemos falando aqui, aumentaria ainda mais a sua curiosidade.
Desvende estas e outras curiosidades. Carlos Bezerra Cavalcanti será sua fonte de respostas, em um livro feito para enriquecer sua cultura geral.

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Ambição e Ética

20/04/2009 - 19:47 Por:

Categoria(s): Reflexão

O consultor de empresas e conferencista Stephen Kanitz escreveu um artigo intitulado “Ambição e Ética”, que foi publicado na revista Veja, do qual extraímos algumas reflexões.

Kanitz define a ambição como sendo tudo o que você pretende fazer na vida. São seus objetivos, seus sonhos, suas resoluções.

As pessoas costumam ter como ambição ganhar muito dinheiro, casar com uma moça ou um moço bonito ou viajar pelo mundo afora. A mais pobre das ambições é querer ganhar muito dinheiro, porque dinheiro por si só não é objetivo: é um meio para alcançar sua verdadeira ambição, como, por exemplo, viajar pelo mundo.

Já a ética são os limites que você se impõe na busca de sua ambição. É tudo que você não quer fazer na luta para conseguir realizar seus objetivos. Como não roubar, não mentir ou pisar nos outros para atingir sua ambição, ou seja, é o conjunto de princípios morais que se devem observar no exercício de uma profissão.

A maioria dos pais se preocupa bastante quando os filhos não mostram ambição, mas nem todos se preocupam quando os filhos quebram a ética. Se o filho colou na prova, não importa, desde que tenha passado de ano, o objetivo maior.

Algumas escolas estão ensinando a nossos filhos que ética é ajudar os outros. Isso, porém, não é ética, é ambição. Ajudar os outros deveria ser um objetivo de vida, a ambição de todos, ou pelo menos da maioria. Aprendemos a não falar em sala de aula, a não perturbar a classe, mas pouco sobre ética.

O problema do mundo é que normalmente decidimos nossa ambição antes de nossa ética, quando o certo seria o contrário. E por quê? Por que dependendo da ambição, torna-se difícil impor uma ética que frustrará nossos objetivos.

Quando percebemos que não conseguiremos alcançar nossos objetivos, a tendência é reduzir o rigor ético, e não reduzir a ambição.

O mundo conheceu a história de uma estagiária na casa branca, que colocou a ambição na frente da ética e tirou o partido democrata do poder, numa eleição praticamente ganha, devido ao enorme sucesso da economia na sua gestão.

Não há nada de errado em ser ambicioso, desde que se defina cedo o comportamento ético.

Quando a ambição passa por cima da ética como um rolo compressor, o resultado é o que podemos acompanhar nos noticiários que ocupam as manchetes em nosso país. Assim, para mudar definitivamente essa situação, é preciso estabelecer um limite para nossa ambição não nos permitindo, em hipótese alguma, violar a ética para satisfação pessoal, em detrimento do coletivo.

E se estiver difícil definir se estamos agindo com ética ou não, basta imaginar como julgaríamos esse ato, se praticado por outra pessoa. Se o condenamos é porque não é ético. Se o aprovamos e julgamos justo, então podemos seguir em frente.

Defina sua ética quanto antes possível. A ambição não pode antecedê-la, é ela que tem de preceder à sua ambição.

Baseado em artigo de Stephen Kanitz publicado na revista Veja do dia 24 de janeiro de 2001.

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Estratégias de enfrentamento (coping)

13/04/2009 - 8:05 Por:

Categoria(s): Gerontologia

Os esforços de enfrentamento (coping) são definidos como o uso que as pessoas fazem de estratégias cognitivas e comportamentais com o objetivo de lidar com demandas internas ou externas específicas, que surgem em situações estressantes ou adversas (Lazarus, 1993). Segundo Antoniazzi, Dell’Aglio e Bandeira (1998), historicamente, são identificadas três gerações de pesquisadores estudiosos do enfrentamento. A primeira tem suas raízes na Psicologia do ego, a partir da qual desenvolveu-se o conceito e a discussão dos mecanismos de defesa. A segunda reflete uma tendência de enfatizar os determinantes cognitivos e situacionais dos comportamentos de enfrentamento. A terceira e mais recente volta-se para uma convergência entre enfrentamento e personalidade. Para os autores, o modelo dos Cinco Grandes Fatores de personalidade ampliou os estudos nessa direção. Apesar desses esforços, ainda não existe um entendimento da estrutura do enfrentamento como um todo.

De acordo com Lazarus (1993), o enfrentamento é considerado processo e produto. Embora existam estilos estáveis de enfrentamento, este é altamente contextual e muda ao longo do tempo, conforme diferentes situações estressantes. Para o autor, as reações ao estresse envolvem o enfrentamento focalizado no problema (no qual o relacionamento pessoa-ambiente muda por meio dos comportamentos de enfrentamento) ou na emoção (direcionado para o gerenciamento das reações emocionais e interpretação da situação estressante).

Conforme Aldwin e Gilmer (2004), alguns dados das pesquisas sobre enfrentamento reforçam o pensamento comum sobre o envelhecimento. Ao envelhecer, as pessoas estão mais expostas a uma grande variedade de problemas e situações desafiadoras, por meio das quais ampliam-se as possibilidades de crescimento e conhecimento de si e do mundo. Ao ampliar o repertório de estratégias de enfrentamento, as pessoas podem se tornar mais hábeis para lidar bem com as dificuldades e aprender quais os tipos de estratégias que podem ajudá-las a atingir seus objetivos em diferentes situações.

Reprodução parcial do texto escrito por Andréa Cristina Garofe Fortes e Dóris Firmino Rabelo

Retirado de Neri, Anita L. Palavras-chave em gerontologia. Campinas, SP: Editora Alínea, 2005. pág. 74-77

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Mensagem de Páscoa!

12/04/2009 - 8:00 Por:

Categoria(s): Reflexão

Páscoa é ser capaz de mudar,
É partilhar a vida na esperança,
É lutar para vencer toda sorte de sofrimento.

Páscoa é dizer sim ao amor e à vida,
É investir na fraternidade,
É lutar por um mundo melhor,
É vivenciar a solidariedade.

Páscoa é ajudar mais gente a ser gente,
É viver em constante libertação,
É crer na vida que vencer à morte.

Páscoa é renascimento, é recomeço,
É uma nova chance pra gente melhorar
As coisas que não gostamos em nós.

Para sermos mais felizes por conhecermos
A nós mesmos mais um pouquinho e vermos
Que hoje somos melhores do que fomos ontem.

Feliz Páscoa!!!

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Argila terapêutica para feridas (Parte 3/3)

11/04/2009 - 19:59 Por:

Categoria(s): Terapias Complementares

Um tumor na orelha, já operado e reincidente, de solução difícil, cedeu ao uso de cataplasmas de argila. De início eliminou muito sangue negro e pus. Estava quase curado após um ano de tratamento. Tumores, furúnculos, supurações, quistos requerem uma dieta desintoxicante para limpar o organismo, agindo na causa. Caso contrário, outros furúnculos surgirão, pois esta é uma forma do organismo eliminar o que já não serve mais. É muito menos dolorido limpar o corpo por vias de excreção normais (urina, fezes, suor).

Aconselha-se o uso de argila por via oral. Os cataplasmas são espessos e devem suceder-se dia e noite, renovando-os com muita frequência.

Cebola, feno-grego, coalhada, linhaça moída, carvão vegetal e pó são excelentes aliados da argila na cura desses males. Comer bastante inhame é uma forma de ajudar no processo. De início poderá haver um aparente agravamento do problema, com muito mais secreção, mas isso faz parte, e não deve desencorajar o tratamento. Verrugas, manchas na pele, excrescências precisam de tratamentos longos, duram meses. É preciso muita paciência.

As manchas vasculares não operáveis vão sendo absorvidas até desaparecerem por completo. O tratamento consiste em colocar cataplasmas bem grossos sobre a região problemática e deixá-los aí por uma hora, todos os dias. Muitas vezes os compromissos assumidos não permitem isso. Esses dias são considerados “feriados”. Retorna-se ao tratamento assim que for possível. Perseverança é a palavra-chave.

O tratamento para verrugas pode ser ativado colocando-se alho socado na argila. É bom também esfregar com folha verde de dente-de-leão ou folha verde de feijão. Eczemas são curados entre três e quatro meses de tratamento e as verrugas plantares em quinze dias.

Do livro “Argila, Um santo remédio e outros tratamentos compatíveis”, de Iracela Cassimiro Peretto, Paulinas, SP, 1999. pág. 83-84.

Caro leitor, nosso blog se preocupa com a saúde e o bem estar de todas as pessoas. Desenvolvemos um trabalho na área de terapias complementares, porém gostaríamos de salientar que qualquer tratamento aqui sugerido não dispensa uma orientação médica ou qualquer orientação na área que você esteja precisando. Isto significa que os tratamentos com argila terapêutica e outros devem complementar o tratamento já realizado, mantendo sempre o acompanhamento médico. Além disto, sugerimos que aquelas pessoas que já estão em tratamento e que resolvam usar algum tratamento complementar, que comuniquem o profissional que acompanha seu caso.  
Atenciosamente,
Equipe GeroVida.

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Musculação terapêutica

11/04/2009 - 18:53 Por:

Categoria(s): Dicas, Qualidade de Vida

Contribuição enviada por Daliane Batista Cardoso*

Técnica previne doença e faz emagrecer

Público-alvo são pessoas sedentárias que procuram bem estar nos exercícios físicos funcionais

Cuidar do corpo e da mente é o que toda pessoa deveria fazer. Com a chegada do verão, as academias ficam lotadas de “atletas” que desejam, num curto período, colocar o corpo em forma. Mas a musculação não consiste em puxar ferro. Ela está no dia-a-dia, nos movimentos funcionais. É nessa vertente que a musculação terapêutica ganha espaço para trabalhar com qualquer tipo de pessoa, principalmente as sedentárias, que por decorrência da falta de exercícios físicos acabam tendo problemas de saúde, tais como diabetes, hipertensão, colesterol, além de obesidade e demais doenças que surgem através do mau hábito alimentar e de comportamento. O pesquisador em musculação terapêutica, Ricardo Wallace Lucas, membro do Instituto Brasileiro de Terapias e Ensino (Ibrate), atua nesse segmento em várias áreas da saúde, desde a geriatria, neurologia, pediatria à obesidade. Wallace Lucas está em Dourados, ministrando um curso de extensão a um grupo de médicos e fisioterapeutas, que teve início ontem e vai até amanhã.

Os resultados obtidos com a técnica da musculação terapêutica são imediatos. “A musculação que a população conhece – a de puxar ferro – é mal difundida. Musculação significa ação muscular em qualquer movimento que se possa desenvolver o músculo”, explica. Ele reitera que a musculação terapêutica visa o desenvolvimento muscular dentro daquilo que o indivíduo precisa, nada mais. Wallace Lucas enfatiza ainda que um dos maiores problemas da população está relacionado ao mau condicionamento físico, ou seja, músculo menor que o necessário. E a técnica para trabalhar com essa “deficiência” consiste em desenvolver a força do indivíduo que, segundo o especialista, não se trata de hipertrofia (crescimento muscular de fisiculturista). A técnica se fundamenta em dois pilares: o controle da frequência cardíaca e a prática dos movimentos funcionais realizados no dia-a-dia. “O método visa fazer poucos movimentos porque a grande maioria já é feita cotidianamente. A diferença está no controle da frequência cardíaca que mede o quanto cada indivíduo irá desenvolver em cada exercício físico”, pontua. “São feitos poucos exercícios, porém, com dose precisa em cada momento ou estado de saúde do paciente”, conclui.

Segundo ele, o tratamento varia de acordo com a idade, condicionamento físico, patologias e casos situacionais que interferem na frequência cardíaca. “Não existe uma sessão igual à outra. Temos, é claro, padrões funcionais de movimento”. O público-alvo da musculação terapêutica são as pessoas não atletas, de perfil sedentário, obesas ou que apresentam qualquer tipo de lesão. O tratamento pode ser feito com um fisioterapeuta, educador físico e nutricionista, desde que sejam especialistas em musculação terapêutica

PERDA DE PESO

O aumento do peso está ligado a dois motivos: Muito músculo ou muita gordura. Lucas explica que a quantidade de músculo está ligada ao bem estar, à saúde, diferente da gordura, que somente aumenta o peso do indivíduo. Neste último caso ele orienta que é necessário estimular a redução calórica de forma lenta. “Uma pessoa acostumada a comer seis mil calorias não pode reduzi-la pela metade de uma hora para outra”, adverte. A musculação terapêutica, nesse caso, age na redução calórica e propõe aumento da carga de atividade física, com o controle da frequência cardíaca e a realização dos movimentos funcionais. Os exercícios terapêuticos podem ser feitos na academia, nos centros de tratamento e até mesmo na própria casa, desde que haja acompanhamento.

BENEFÍCIOS


Os resultados são imediatos. Lucas explica que o tratamento com a musculação terapêutica aumenta a taxa metabólica de repouso, consumindo a gordura acumulada no corpo, sendo eficiente para as pessoas que querem emagrecer. Além disso, combate a hipertensão, regula o nível de glicose e melhora as noites de sono. “Pesquisas recentes descobriram que a musculação terapêutica desenvolve os neurônios, podendo ser desenvolvida com pacientes de Mal de Alzheimer, diabéticas, entre outros. Entretanto, adverte que todo esse trabalho depende da alimentação. Muitas causas, segundo ele, está no uso incorreto do carboidrato (farinha, bolacha, pão, macarrão, batata) que se transformam rapidamente em glicose, estimulando a diabete. ”O carboidrato de verdade está nos vegetais, desde que consumido o mais colorido possível“, pontua.

Fonte: Jornal o Progresso

* Educadora Física e Colaboradora / Parceira da GeroVida

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O homem de valores profundos

9/04/2009 - 20:36 Por:

Categoria(s): Reflexão

Como os brilhos interiores e profundos do diamante, o interior do homem sempre deve valer o dobro do seu exterior.

Há pessoas que são pura fachada, como casas sem acabar porque faltou dinheiro: tem a entrada de palácio e os aposentos de casebre.

Não há onde descansar, ou tudo é descanso, porque depois dos cumprimentos se acaba a conversa.

Podem impressionar com as saudações iniciais, mas imediatamente se convertem em silenciários*, pois onde não há uma contínua corrente de inteligência as palavras se esgotam.

Enganam facilmente outros que também só têm aparência, mas não astúcia.

Esta olha o interior e o encontra vazio.

* Os que se ocupavam de guardar o silêncio nos templos. Na época do autor também se referia àqueles que mantinham permanente silêncio.

Do livro A Arte da Prudência, de Baltasar Gracián, 2003.

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Arte e Educação: da razão instrumental à racionalidade emancipatória

8/04/2009 - 18:13 Por:

Categoria(s): Arte, Educação, Sugestão de leituras

Sugestão de leitura 62

“Arte e Educação: da razão instrumental à racionalidade emancipatória”, de Candida Alayde de Carvalho Bittencourt. Editora Juruá, 2004
Este livro tem como objetivo principal analisar criticamente a formação filosófico-educacional do arte-educador, à luz da teoria crítica de Adorno e Horkheimer, em particular, a semicultura, ação comunicativa e indústria cultural, bem como, identificar a concepção filosófico-educacional que norteou a formação de arte-educadores e investigar se a filosofia da educação, na formação do arte-educador, trabalha a concepção de ‘totalidade’ em relação à arte, considerando-a como expressão criadora, e em suas relações sociais, políticas e econômicas. Como a pesquisa se baseou na teoria crítica, o método usado foi o dialético. A motivação para a realização da pesquisa foi a vivência de pesquisadora/educadora que se propôs a investigar como se efetiva a formação do arte-educador e qual o referencial político-filosófico e pedagógico que fundamenta a formação universitária dos futuros arte-educadores. Dentro deste contexto foi constatado que o ensino artístico nas três instituições de ensino citadas acima, apresenta uma formação uniforme, que sugere a hegemonia de uma classe dominante preocupada em manter o status quo, e que, ao ignorar as transformações ocorridas no âmbito sociopolítico e no campo econômico-cultural e educacional, contribui para a formação de uma ‘massa acrítica’, sem visão da realidade social, política e educacional. Essa ‘alienação’ condiciona a formação de futuros arte-educadores, reprodutores da realidade, tal como ela se apresenta, impedindo que se forme um arte-educador emancipado-emancipador.

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