Estresse
| 25/07/2009 - 15:25 Por: Wanda Patrocinio |
Categoria(s): Gerontologia |
 Segundo o dicionário eletrônico de lÃngua portuguesa Houaiss, a palavra estresse foi utilizada a partir do século XIV para significar tensão e acepção de distúrbio fisiológico ou psicológico causado por circunstância adversa, incorporando-se à Medicina a partir dos trabalhos de Selye (1956).
Segundo Aldwuin (1994), o modelo de Selye considera o estresse como uma sÃndrome geral de adaptação, em que o organismo desenvolve um conjunto de reações visando a adaptação a uma situação que exige esforço. O autor descreve três estágios para o estresse assim considerado:
1) Reação ao alarme, que consiste em reconhecimento do estressor e preparação para a ação.
2) Adaptação, que, se bem sucedida, conduz ao retorno à normalidade. Porém, quando o estressor permanece e a defesa não funciona, o organismo move-se para o terceiro estágio, a exaustão.
3) Exaustão: os mecanismos adaptativos entram em colapso.
A vulnerabilidade do idoso aos efeitos do estresse, potencializada pelas doenças, pela incapacidade, pela depressão, pela solidão e pela pobreza, faz do estresse um importante foco de estudo, em especial no tocante às estratégias de enfrentamento, que podem atuar como recursos pessoais na promoção da boa qualidade de vida e da longevidade.
Reprodução parcial do texto escrito por Arlete Portella Fontes
Retirado de Neri, Anita L. Palavras-chave em gerontologia. Campinas, SP: Editora AlÃnea, 2005. pág. 78-81.
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