Arquivo de julho, 2010

Hérnias

31/07/2010 - 8:00 Por: Wanda Patrocinio

Categoria(s): Terapias Alternativas

 Hérnias teciduais quando rompe-se um tecido, mais frequente na barriga, na virilha ou glândula da íngua. Também pode ser hérnia interna como a hérnia de hiato, no esôfago. Pode ocorrer no umbigo e no testículo.
Causas:
- a maior responsável por todas as hérnias é uma bactéria chamada Bactéria Fage, porque forma muitos gases e força os tecidos. Ma também outras podem causar isso;
- má nutrição gera tecidos fracos que ao fazer esforço se rompem;
- muitas substâncias estranhas no corpo.
Tratamento:
Hérnias novas, recentes desaparecem ainda completamente, mas as muito antigas apenas estacionam, isto é, param de aumentar depois desse tratamento.
- aplicar argila com o chá de cipó-mil-homens por 3 horas ou mais pelo menos por 20 dias. Quando se retira a argila é bom colocar no local um maço de algodão e apertar um pouco;
- evitar muito esforço;
- quando a hérnia está muito grande, o doente deve deitar-se de costas, encolher as pernas para que fiquem mais altas do que a cabeça. Assim a hérnia volta os seu lugar quando é no baixo ventre;
- alimentar-se de frutas e verduras cruas acima de tudo;
- combater a prisão de ventre.
Do livro “Existem doenças incuráveis?”, de Jaime Brüning, 2003, p. 217-218.

Caro leitor, nosso blog se preocupa com a saúde e o bem estar de todas as pessoas. Desenvolvemos um trabalho na área de terapias complementares, porém gostaríamos de salientar que qualquer tratamento aqui sugerido não dispensa uma orientação médica ou qualquer orientação na área que você esteja precisando. Isto significa que os tratamentos com argila terapêutica e outros devem complementar o tratamento já realizado, mantendo sempre o acompanhamento médico. Além disto, sugerimos que aquelas pessoas que já estão em tratamento e que resolvam usar algum tratamento complementar, que comuniquem o profissional que acompanha seu caso.
Atenciosamente,
Equipe GeroVida.

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Florais de Bach ajudam a transformar a terceira idade em melhor idade (Parte 1 de 2)

30/07/2010 - 8:00 Por: Wanda Patrocinio

Categoria(s): Dicas, Qualidade de Vida

 Contribuição enviada por Daliane Batista Cardoso*
O mundo está envelhecendo. A população de idosos representa um contingente de quase 15 milhões de pessoas com 60 anos ou mais de idade (8,6% da população brasileira). Nos próximos 20 anos, a população idosa do Brasil poderá ultrapassar os 30 milhões de pessoas e deverá representar quase 13% da população ao final deste período. No mundo, em 2050, um quinto da população será de idosos. Os números mostram que, atualmente, uma em cada dez pessoas tem 60 anos de idade ou mais e, para 2050, estima-se que a relação será de uma para cinco em todo o mundo, e de uma para três nos países desenvolvidos. “Estes dados do levantamento do IBGE refletem a urgência em encarar as limitações da velhice buscando alternativas e soluções, promovendo debates e colocando em prática idéias para os anciãos, enquanto problema, incentivando o uso de suas melhores possibilidades”, pondera a Terapeuta Floral Maria Aparecida das Neves.
Maria Aparecida diz que o idoso pode deixar de ser aquela pessoa triste, esquecida e doente para descobrir a sensação de estar de bem com a vida e perfeitamente engajada em mais uma etapa natural de sua existência. “A velhice, também chamada de terceira idade, não precisa ser feia e triste, porque é a última etapa da vida, mas é gratificante e alegre porque o indivíduo conseguiu chegar à longevidade pleno da consciência de que sempre tem algo mais a fazer por si mesmo, senão pela sociedade que não quer mais lhe voltar às costas”, alerta.
Para Aparecida, no processo biológico do envelhecimento há, em linhas gerais, uma diminuição progressiva e irreversível da energia livre disponível no organismo e redução da quantidade de células de funcionamento normal. “Os Florais de Bach atuam nos processos biológicos (aceitação ou recusa da situação do velho, aceitação ou rejeição pelo meio, atitude hostil ante o novo, diminuição da vontade, das aspirações e da atenção, enfraquecimento da consciência, apego ao conservadorismo, deteriorização da memória, modificações de caráter: desconfiança, irritabilidade e indocilidade, estreitamento da afetividade, etc.) e social (isolamento social, situação econômica crítica, insegurança social, estado de saúde insatisfatório, ruptura com a vida profissional, perda concomitante da função e do status social, falta do idoso poder escolher o lazer, etc.), propiciando bem-estar enquanto o leva ao melhor engajamento na sociedade, devolvendo-lhe com carinho e atenção os nossos cuidados, como gratidão às suas contribuições à humanidade, seja no macro ou micro cosmo”, explica.
Acreditando que o processo biológico do envelhecimento abala o estado emocional do idoso, a Terapeuta Floral dá dicas do uso dos Florais de Bach:
- Quando existe recusa da situação de idoso, aceitação ou rejeição pelo meio, atitude hostil ante o novo, desconfiança, irritabilidade e indocilidade, estreitamento da afetividade, entre outros sentimentos, pode-se gerar uma hostilidade que acaba por dificultar a convivência, porque os idosos distribuem raiva, irritabilidade, sentimento de injustiça e falta de aceitação de seu processo de vida. Neste caso, o Floral indicado é o HOLLY que vai transformar estes sentimentos de falta de aceitação, rejeição, ajudando a vencer as dificuldades, aceitando-as com amor e dedicação.
Fonte: Por Simone Valente e Cristina Thomaz (Site BemStar)
* Educadora física, colaboradora e parceira da GeroVida

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Não acreditar nem amar facilmente

29/07/2010 - 8:00 Por: Wanda Patrocinio

Categoria(s): Reflexão

Conhece-se o bom senso pela demora em acreditar.
Como mentir é muito comum, é melhor que o acreditar seja algo extraordinário.
Quem tira conclusões apressadas depois se envergonha.
Não se deve pôr em dúvida as palavras do outro.
Mais que descortesia, é um insulto, pois se chama o interlocutor de enganado ou de enganador.
Este, entretanto, não é o maior inconveniente.
Não acreditar é indício de mentir, porque o mentiroso tem dois problemas: não acredita nem é acreditado.
O homem sensato não julga de imediato aquilo que ouve.
E também não tem pressa no querer.
Um autor diz que amar com facilidade é uma forma de imprudência*.
Mente-se com palavras e com atos, mas o último tipo de engano é o mais prejudicial.
Do livro A Arte da Prudência, de Baltasar Gracián, 2003
* Alusão a Cícero, que em De Amiticia (Sobre a amizade) aconheselha a conhecer uma pessoa antes de amá-la.

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Envelhecer com amor – 1
Todo dia é menos um dia
Metade do mundo ri da outra metade, e ambas são tolas
Pensar adiante
O sábio se basta a si mesmo
Não demonstrar satisfação consigo mesmo

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Assistencia Ambulatorial ao Idoso

28/07/2010 - 8:00 Por: Wanda Patrocinio

Categoria(s): Gerontologia, Sugestão de leituras

Sugestão de leitura 130
“Assistencia Ambulatorial ao Idoso”, organizado por Anita Liberalesso Neri e Maria Elena Guariento. Editora Alínea, 2010.
Este livro oferece um enfoque das manifestações clínicas típicas do paciente geriátrico, das principais formas de avaliação e alternativas de tratamento e cuidado considerando os vários níveis de atenção à saúde, sob um ponto de vista multiprofissional. Especialistas das áreas médica, fisioterápica, de enfermagem, fonoaudiológica, odontológica, psicológica e sociológica apresentam conceitos e alternativas de diagnóstico, prevenção e tratamento a profissionais e estudantes das várias áreas da Geriatria e da Gerontologia.

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Conheça a “Capoterapia”
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Sabedoria de Viver – Tese de Guerdjef

27/07/2010 - 8:00 Por: Wanda Patrocinio

Categoria(s): Qualidade de Vida, Reflexão

 Veja o lindo pps ao lado: TesedeGuerdjef OU leia o texto abaixo:

Tese de um pensador russo chamado Guerdjef, que no início do século passado já falava em autoconhecimento e na importância de se saber viver. Dizia ele: Uma boa vida tem como base o sentido do que queremos para nós em cada momento e daquilo que, realmente vale como principal.

Assim sendo, ele traçou 20 regras de vida que foram colocadas em destaque no Instituto Francês de Ansiedade e Stress, em Paris. Dizem os experts; em comportamento que, quem já consegue assimilar 10 delas, com certeza aprendeu a viver com qualidade interna. Ei-las:

1) Faça pausas de dez minutos a cada duas horas de trabalho, no máximo. Repita essas pausas na vida diária e pense em você, analisando suas atitudes.

2) Aprenda a dizer não sem se sentir culpado ou achar que magoou. Querer agradar a todos é um desgaste enorme.

3) Planeje seu dia, sim, mas deixe sempre um bom espaço para o improviso, consciente de que nem tudo depende de você.

4) Concentre-se em apenas uma tarefa de cada vez. Por mais ágeis que sejam os seus quadros mentais, você se exaure.

5) Esqueça, de uma vez por todas, que você é imprescindível. No trabalho, casa, no grupo habitual. Por mais que isso lhe desagrade, tudo anda sem a sua atuação, a não ser você mesmo.

6) Abra mão de ser o responsável pelo prazer de todos. Não é você a fonte dos desejos, o eterno mestre de cerimônias.

7) Peça ajuda sempre que necessário, tendo o bom senso de pedir às pessoas certas.

8) Diferencie problemas reais de problemas imaginários e elimine-os porque são pura perda de tempo e ocupam um espaço mental precioso para coisas mais importantes.

9) Tente descobrir o prazer de fatos cotidianos como dormir, comer e tomar banho, sem também achar que é o máximo a se conseguir na vida.

10) Evite se envolver na ansiedade e tensão alheias enquanto ansiedade e tensão. Espere um pouco e depois retome o diálogo, a ação.

11) Família não é você, está junto de você, compõe o seu mundo, mas não é a sua própria identidade.

12) Entenda que princípios e convicções fechadas podem ser um grande peso, a trave do movimento e da busca.

13) É preciso ter sempre alguém em que se possa confiar e falar abertamente ao menos num raio de cem quilômetros. Não adianta estar mais longe.

14) Saiba a hora certa de sair de cena, de retirar-se do palco, de deixar a roda. Nunca perca o sentido da importância sutil de uma saída discreta.

15) Não queira saber se falaram mal de você e nem se atormente com esse lixo mental; escute o que falaram bem, com reserva analítica, sem qualquer convencimento.

16) Competir no lazer, no trabalho, na vida a dois, é ótimo… para quem quer ficar esgotado e perder o melhor.

17) A rigidez é boa na pedra, não no homem. A ele cabe firmeza, o que é muito diferente.

18) Uma hora de intenso prazer substitui com folga 3 horas de sono perdido. O prazer recompõe mais que o sono. Logo, não perca uma oportunidade de divertir-se.

19) Não abandone suas 3 grandes e inabaláveis amigas: a intuição, a inocência e a fé!

20) E entenda de uma vez por todas, definitiva e conclusivamente: Você é o que se fizer ser!

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Alimentos x Emoções (Parte 2 de 2)

26/07/2010 - 8:00 Por: Wanda Patrocinio

Categoria(s): Dicas, Qualidade de Vida

 Nozes: mantém você concentrada
São muitos os nutrientes das nozes. Mas é a vitamina B1 a responsável por essa fruta oleaginosa melhorar a concentração, pois a B1 imita a acetilcolina, neurotransmissor envolvido em funções cerebrais relacionadas à memória. Quanto consumir: 2 nozes, 4x / semana.

Chá verde: espanta o estresse
Essa erva, a Camellia sinensis, tem fitoquímicos (polifenóis e catequinas) capazes de neutralizar as substâncias oxidantes presentes no organismo que, em excesso, deixam você cansada e estressada e acabam desorganizando o funcionamento do organismo. O estresse é capaz de desencadear a síndrome metabólica, culpada por doenças como a obesidade e a depressão. Beber chá verde, conforme alguns estudos, melhora a digestão e deixa a mente lenta. Quanto consumir: 4 a 6 xícaras (chá) / dia.

Brócolis: deixa a mente esperta
É comum você demorar alguns segundos para lembrar o número do seu telefone? Este alimento é rico em ácido fólico, acelera o processamento de informação nas células do cérebro, conseqüentemente, melhorando a memória. Porções extras desta verdura vão fazer você lembrar de tudo rapidinho. Quanto consumir: 1 pires / dia.

Clorela: controla a preocupação
Comportamento obsessivo pode ser sinal de que as células do organismo estão desvitalizadas. A alga clorela funciona como um poderosíssimo reparador celular, melhorando as funções fisiológicas e o sistema imunológico. E mais: contém vitaminas (B3, B6, B12 e E) e minerais (cálcio, magnésio e fósforo) e aminoácidos (triptofano) que ajudam a estabilizar os circuitos nervosos, acabando com a aflição e aumentando a sensação de conforto. Quanto consumir: de 2 a 4g / dia (cápsula)
 
Óleo de linhaça: dribla o apetite voraz
O óleo extraído da semente de linhaça e prensado à frio é uma fonte vegetal riquíssima em gordura ômega 3, 6 e 9. Melhor: é um dos poucos alimentos com ômega numa proporção próxima do ideal, o que é imprescindível para que exerça suas funções benéficas. Uma delas é regular os hormônios que ajudam a manter o sistema nervoso saudável. Com isso, a ansiedade perde espaço e a cumpulsão a comida fica bem menor. Quanto consumir: 1colher (sobremesa) / dia, antes das refeições principais.

Gérmen de trigo: acaba com a irritação
Assim como as nozes, o gérmen de trigo tem vitamina B1 e inositol, que reforçam a concentração. Mas por ter uma boa dose de vitamina B5, o gérmen é especialmente indicado como calmante, já que melhora a qualidade de impulsos nervosos, evitando nervosismo e irritabilidade. Quanto consumir: 2 colheres (chá) / dia.

Tofu: espanta o desânimo
O queijo de soja tem o dobro de proteínas do feijão e uma boa dose de cálcio. Também é rico em magnésio (evita o enfraquecimento das enzimas que participam de produção de energia) e ferro (combate a anemia). Quando estes minerais estão em baixa no organismo, você se sente fraca e sem ânimo. Mas é a colina, substância que protege a membrana das células cerebrais, que dá ao tofu o poder de acabar com o cansaço mental. Quanto consumir: 1 fatia média / dia.

Por Dr. Luiz Carvalho – Nutrólogo e Nutricionista; e Nut. Gabriela Zanatta Port – Nutricionista

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O “velho” como contador de história: um benefício para todos

25/07/2010 - 8:00 Por: Wanda Patrocinio

Categoria(s): Gerontologia

 Por Eneida Souza Cintra
Embora querendo me dirigir à terceira idade, começo fazendo uma retrospectiva e um paralelo entre os atuais “sessentões” e os “trintões”. Existem verdades irrefutáveis:
- aos mais velhos: todos fomos bonitinhos, mocinhos, “durinhos”, magrinhos.
- aos mais jovens: todos chegarão às rugas, à calvície ou ao cabelo branco.
Durante este processo, todos passamos do riso infantil à contestação da adolescência, enfrentando o famoso conflito de gerações. Atingindo a fase adulta definimos com um pouco mais de clareza nossos valores buscando dirigir a vida com maior independência. Ultrapassada estas fases, há o preparo para a vida prática. Nesta época, é comum já estar-se em companhia de alguém que, tendo feito um trajeto semelhante conseguiu sequestrar sentimentos afetivos, surgindo o desejo do compartilhar, inerente ao ser humano tanto biologicamente como psicologicamente.
No entanto, embora todos tenhamos passado por estas etapas e outros ainda o farão, noto uma grande diferença entre estas duas gerações enquanto esforço para ultrapassar estas fases que devem ser sempre muito lembradas, até exaltadas pelos mais velhos: – as faculdades em menor número exigiam do candidato dedicação plena: não havia férias, feriados e fins de semana – em sendo a classe média extremamente diminuta nem todos conseguiam atingir o patamar do  nível universitário; assim, a luta pela sobrevivência começava mais cedo: antes dos dezoito anos já se trabalhava de estafeta, de vendedor, optava-se pelo funcionalismo público para ser “ escriturário”, pequeno comerciante, etc. Absolutamente não quero dizer que tenham desaparecido estas funções; quero dizer apenas que as opções da época estavam mais voltadas a este perfil quando viam inviabilidade de uma formação universitária. Não havia a possibilidade de “esticar” a adolescência. Com todo este preâmbulo, o que quero dizer é que a responsabilidade sobre a própria vida, a busca para sair do ovo materno, a luta pela independência me parece ser mais pertinente à geração mais velha do que a atual, pois não se tinha possibilidade de escolha: ou ingressava-se rapidinho no terceiro nível ou ia-se trabalhar para ajudar tanto a família como a si próprio constituindo novo núcleo.
Sobressaio isto porque não é incomum a tendência do mais velho olhar para trás e pensar naquilo que poderia ter feito e não naquilo que de fato produziu, fez, lutou. O fato de estar, algumas vezes aposentado, leva-o a viver e sentir apenas o presente ajuizando-se sem utilidade, rejeitado por não mais produzir, empurrando-o à um estado deprimido. Não quero diminuir o jovem atual, mas gostaria de lembrar aos mais velhos o quanto se sobressaíram no decorrer da vida, o quanto se doaram para chegar ao sustento da família, o quanto valor existiu na luta, quantas passagens difíceis foram superadas, com que orgulho devem olhar para os descendentes sabendo-se colaboradores maiores desta juventude, mesmo estando os filhos entre aqueles que não tendo obtido o êxito esperado, mantém os pais como provedores.
Meu convite é para que todos pensem nas suas vitórias, nas suas origens, nas transformações que propiciaram na vida dos outros, na própria vida e a grande colaboração que fizeram junto à sociedade. Colaborando com este quadro, a sociedade esquece que os benefícios que vivem no presente, deve-se ao passado construído por aqueles que estão com idade mais avançada. Ao invés de colherem informações, de exaltarem as construções feitas nos mais diversos setores e transformarem o “velho” numa escola de aprendizes, além de ignorá-los, não é incomum imprimir-se um tom de menosprezo. A pouca valorização é injusta principalmente por ser regra da natureza a passagem por todas estas etapas.
Não querendo absolutamente diminuir o trabalho de historiadores (pelo contrário, exalto-os), é muito interessante ouvir as experiências vividas, é muito rico tomar conhecimento por meio de depoimentos de quem viveu a história com os detalhes que envolvia família, preocupações, atitudes tomadas, mudanças que precisaram acontecer mediante algum fato significativo (política, revoluções, o aparecimento da tecnologia, as transformações de hábitos sociais, etc). Poderíamos dizer que o que estudamos nos livros seriam completados com o relato oral ou com um registro “caseiro” que vem, com certeza carregado de emoção. Treinar o ouvido atentando às informações que o idoso tem a ofertar é, não só benefício para ele que se sentirá sustentado e apoiado como também fonte riquíssima de aprendizagem podendo-se fazer paralelos entre o hoje e o ontem.
Se faz necessário enaltecer-se em relação aos anos que ultrapassaram, relembrar com satisfação do que fizeram, imprimir alegria nas conquistas, olhar o que passou carregado de satisfação. Façamos do “velho” um grande contador de histórias! Todos teremos muito a ganhar!
Eneida Souza Cintra – Psicóloga – CRP: 06/23038-7
eneidasouza@uol.com.br

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Cipó-mil-homens (Aristolochia triangularis)

24/07/2010 - 8:00 Por: Wanda Patrocinio

Categoria(s): Terapias Alternativas

 É das plantas mais curativas que existem e o terapeuta Jaime Brüning a considera a melhor vermífuga, inclusive para eliminar solitárias de qualquer parte do corpo.
É conhecido também como Cassaú ou Jarrinha. É ótimo para eliminar vírus resistentes como HIV, Herpes de toda espécie, blenorragia, epilepsia, combate infecções, febres, sífilis, depressão, nevralgias, provoca suor e faz vir menstruações abundantes. Abre o apetite, combate digestões pesadas, desinflama os testículos. Mas o mais importante é que este chá forte misturado com argila e aplicado por 15 a 25 dias elimina tumores, cistos, miomas e câncer.
Aplicar por 3 horas ou a noite toda, numa espessura de meio a um centímetro.
Contra-indicações: tem toxidez alta, por isso não deve ser usado por mais que 20 a 30 dias e deve ser evitado por quem tem problemas cardíacos sérios, sobretudo taquicardia. Os obesos também o devem evitar porque aumenta o apetite. Em doses fortes é abortivo. Nos problemas graves de fígado deve ser evitado, bem como na pressão muito alta. As crianças em geral o toleram muito bem. Seu poder curativo é alto, 48% no cipó.
Do livro “Existem doenças incuráveis?”, de Jaime Brüning, 2003, p. 104-105.

Caro leitor, nosso blog se preocupa com a saúde e o bem estar de todas as pessoas. Desenvolvemos um trabalho na área de terapias complementares, porém gostaríamos de salientar que qualquer tratamento aqui sugerido não dispensa uma orientação médica ou qualquer orientação na área que você esteja precisando. Isto significa que os tratamentos com argila terapêutica e outros devem complementar o tratamento já realizado, mantendo sempre o acompanhamento médico. Além disto, sugerimos que aquelas pessoas que já estão em tratamento e que resolvam usar algum tratamento complementar, que comuniquem o profissional que acompanha seu caso.
Atenciosamente,
Equipe GeroVida.

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Lesões

23/07/2010 - 8:00 Por: Wanda Patrocinio

Categoria(s): Dicas, Qualidade de Vida

 Contribuição enviada por Daliane Batista Cardoso*
Praticar exercícios no auge do estresse pode provocar lesões.
Dar aquela corrida ou entrar numa aula de ginástica após um estresse do dia é uma ótima maneira para relaxar. A prática de exercícios neste caso ajuda o organismo a se livrar da adrenalina e do cortisol, os conhecidos hormônios do estresse que ficam na circulação em momentos de tensão.
Porém, estudos recentes da Universidade Federal de São Paulo, a Unifesp, dão um alerta.
As pessoas tendem a canalizar todo o estresse na malhação e correm o risco de se machucar. A adrenalina que já está no corpo inteiro tenciona os músculos. E aí um movimento um pouco mais forte é suficiente para provocar uma lesão.
Até mesmo a visão periférica é afetada quando as tensões se acumulam e você teima em praticar um esporte. O que isso significa? Você simplesmente deixa de enxergar o que está acontecendo à sua volta. Em uma partida de futebol, por exemplo, o risco de choque corporal com outro jogador é grande.
O melhor a fazer nos casos de um dia muito estressado, é esperar a cabeça esfriar para fazer sua atividade física. Ou então, optar por uma atividade que elimine a tensão do dia e promova a sensação de bem estar como a yoga.
Fonte: Site Bem Star (19/07/10)
* Educadora física, colaboradora e parceira da GeroVida

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Pensar adiante

22/07/2010 - 8:00 Por: Wanda Patrocinio

Categoria(s): Reflexão

A sorte se faz com horas de previsão.
Para os prevenidos não há circunstâncias ruins e para os preparados não há apertos.
O raciocínio não deve retornar até a ocasião crítica, mas deve se antecipar a ela.
Com o pensamento cuidadoso, pode-se prevenir os tempos mais difíceis.
É melhor dormir sobre as preocupações do que ficar acordado por causa delas.
Alguns fazem e depois pensam; procuram mais desculpas do que consequências.
Outros não pensam nem antes, nem depois.
Toda a vida deve consistir em pensar para acertar o rumo.
A prevenção e o pensamento cuidadoso são um bom recurso para viver antecipadamente.
Do livro A Arte da Prudência, de Baltasar Gracián, 2003

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