O rio da vida
| 5/07/2010 - 11:55 Por: Wanda Patrocinio |
Categoria(s): Reflexão |
A vida é como um rio. O rio da vida flui continuamente, alheio ao fato de você estar feliz ou triste, ser bom ou ruim, ser altruísta ou egoísta. Ele simplesmente continua a fluir. Algumas pessoas vêm um rio e choram. Outras ficam felizes, mas o rio não se importa, simplesmente continua a fluir. Você pode usá-lo, retirar água, banhar-se e até se afogar nele. O rio continua a fluir porque ele é impessoal. Assim é com o rio da vida. O rio pode nos fazer boiar nele, nos levar nas suas correntezas, nos refrescar com as quedas d’água, pode te banhar ou até te machucar. A interpretação e o uso que fazemos da força das suas águas determinam nossos efeitos ou resultados.
Podemos receber do rio da vida apenas o que nossa mente é capaz de aceitar. Podemos nos dirigir ao rio da vida com uma colher de chá, enquanto outra pessoa pode ir com uma xícara, um terceiro com um balde e outro com um barril. Mas a abundância do rio está sempre ali, aguardando. Nossa consciência, nossas ideias, nossa estrutura de referência e nosso sistema de crenças determinam se vamos ao rio da vida com uma colher de chá, uma xícara, um balde ou um barril.
Se você vai ao rio apenas com uma colher de chá, pode voltar maldizendo a pequena quantidade de água que conseguir. Pode, então, amaldiçoar outros que têm mais que você. Lembre-se, porém: seja o que for que você venha a amaldiçoar, o amaldiçoado acabará sendo você. O rio está lá, transbordando abundância. Podem-se usar um balde ou barril para retirar sua água. E colher muito do rio da vida. A única limitação está em nossa mente. Quem abandona a crença de que nada pode conseguir acaba conseguindo tudo quanto deseja. É muito mais simples do que parece.
Elisandra Villela Gasparetto Sé
01/06/2010
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