Arquivo de outubro, 2010

Sonda vesical de demora (Sonda para urinar)

31/10/2010 - 10:10 Por: Wanda Patrocinio

Categoria(s): Gerontologia

 A sonda vesical de demora, ou sonda de Folley, é utilizada quando a pessoa não é capaz de urinar espontaneamente ou de controlar a saída da urina. Essa sonda possui um pequeno balão interno que depois de cheio prende a sonda dentro da bexiga. A parte externa da sonda deve ficar presa na coxa da pessoa de forma a manter a sonda no lugar, permitindo a movimentação. Para fixar a sonda e evitar ferir a pele ou as alergias é melhor utilizar esparadrapo antialérgico, mudando constantemente o local de fixação.
Fora do corpo a sonda liga-se a uma bolsa que armazena a urina e pode ser fixada na lateral da cama, na cadeira de rodas ou na perna da pessoa. Este tipo de sonda só pode ser colocado e retirado pela equipe de saúde.
A sonda de demora faz com que a pessoa urine continuamente e, como essa sonda fica por um tempo dentro da bexiga, é preciso cuidados para se prevenir infecções, sangramentos e feridas:
• Lave as mãos antes de mexer na sonda.
• Limpe a pele ao redor da sonda com água e sabão pelo menos duas vezes ao dia para evitar o acúmulo de secreção.
• Lave a bolsa ou frasco coletor de urina uma vez ao dia, com água e sabão e enxágue com água clorada.
• Mantenha o frasco ou bolsa coletora abaixo do nível da cama ou do assento da cadeira, e não deixe que ela fique muito cheia. Esses cuidados são necessários para evitar que a urina retorne do frasco para dentro da bexiga.
• Tome cuidado para não puxar a sonda, pois isso pode causar ferimentos na uretra.
• A sonda tem que ficar livre para que a urina saia continuamente da bexiga, por isso, cuide para que a perna da pessoa ou outro objeto não comprima a sonda.
• Se durante algum tempo não houver urina na bolsa coletora, verifique se a sonda está dobrada, obstruída ou pressionada pela perna da pessoa. Caso a pessoa não urine num espaço de 4 horas, mesmo ingerindo líquido, procure falar urgentemente com a equipe de saúde.
Uma pessoa produz e elimina, em média, 1.200 a 1.500 ml de urina em 24 horas.
Essa quantidade é modificada pela ingestão de líquido, suor, temperatura externa, vômitos ou diarreia.
Fique Atento: Lembre-se que a sonda de demora só pode ser colocada e retirada pela equipe de saúde.
Fonte: Guia do Cuidador. Ministério da Saúde. Brasília, DF, 2008

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Nem tudo está perdido

30/10/2010 - 18:28 Por: Wanda Patrocinio

Categoria(s): Dicas, Reflexão

40 conselhos interessantes e simples de serem aplicados no dia-a-dia. Imagens lindas e música belíssima.

NEM TUDO ESTA PERDIDO

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Fertilidade e esterilidade

30/10/2010 - 14:54 Por: Wanda Patrocinio

Categoria(s): Terapias Complementares

 A esterilidade pode ser masculina e feminina, é a falta de fertilidade orgânica para gerar filhos.
Causas da esterilidade:
- defeito congênito, de nascença portanto;
- casamento repetido entre parentes próximos;
- matérias estranhas que se acumulam nos órgãos de reprodução, impedindo o seu normal funcionamento. Estas matérias estranham provem de más digestões, prisão de ventre, drogas químicas de muitos tipos diferentes.
Causas da esterilidade adquirida:
- a mulher, em geral, tem cistos nos ovários ou a hipófise dela não fabrica os hormônios necessários para a ovulação. Em geral, segundo o autor, basta corrigir estes dois problemas para que as mulheres possam engravidar. Mas há também os problemas de útero como endometriose e miomas. Da mesma forma, relativamente fáceis de eliminar;
- gonorreia e sífilis;
- tuberculose;
- esgotamento nervoso e demais preocupações;
- caxumba que recolheu nos testículos do homem;
- anemia profunda;
- drogas químicas e entorpecentes;
- excesso de obesidade, além da idade crítica, menopausa.
Tratamento:
- eliminar todas as causas apontadas que seja possível eliminar;
- o homem aplicará argila misturada com o cipó-mil-homens no púbis e no cóccix (último osso da coluna); a mulher aplicará argila sobre o útero e ovários e hipófise (ambos) por 3 horas seguidas ou mais, diariamente, pelo menos por 15 dias. Isso dá resultados ótimos;
- Eliminar a tensão nervosa e o excesso de preocupação;
- alimentar-se principalmente com soja, feijão preto, geléia real, arroz integral, castanha do Pará, nozes, amendoim, frutas e verduras cruas. 
Do livro “Existem doenças incuráveis?â€, de Jaime Brüning, 2003, p. 223-224.

Caro leitor, nosso blog se preocupa com a saúde e o bem estar de todas as pessoas. Desenvolvemos um trabalho na área de terapias complementares, porém gostaríamos de salientar que qualquer tratamento aqui sugerido não dispensa uma orientação médica ou qualquer orientação na área que você esteja precisando. Isto significa que os tratamentos com argila terapêutica e outros devem complementar o tratamento já realizado, mantendo sempre o acompanhamento médico. Além disto, sugerimos que aquelas pessoas que já estão em tratamento e que resolvam usar algum tratamento complementar, que comuniquem o profissional que acompanha seu caso.
Atenciosamente,
Equipe GeroVida.

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Prática de exercício na água ajuda pacientes de fibromialgia

29/10/2010 - 16:30 Por: Wanda Patrocinio

Categoria(s): Dicas, Qualidade de Vida

 Contribuição enviada por Daliane Batista Cardoso*
A natação pode auxiliar na melhora do quadro de fibromialgia. Esse foi o resultado de estudo realizado por cientistas espanhóis e portugueses após análise de um grupo de 33 mulheres com a doença.
A fibromialgia consiste na atrofia das fibras musculares tipo II, edema focal, alterações mitocôndriais, diminuição das concentrações de glicogênio e hipóxia das fibras musculares causadas por alterações da microcirculação. Os sintomas são fortes dores espalhadas pelo corpo. Em alguns casos, o paciente não consegue discernir se o incomodo é muscular, articular ou nos ossos.
O grupo foi dividido em dois cujo primeiro passou por três aulas semanais de natação e o outro não praticou nenhum tipo de exercício. Após oito meses de tratamento, o primeiro grupo se destacou pela diminuição considerável das dores, resultando em melhor qualidade de vida. O segundo continuou com o mesmo quadro.
Fonte: Portal da Educação Física
* Educadora física, colaboradora semanal com artigos na área, parceira da GeroVida

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Resiliência e Velhice

29/10/2010 - 7:55 Por: Wanda Patrocinio

Categoria(s): Gerontologia, Sugestão de leituras

 Sugestão de leitura 137 – Caderno Temático Kairós n.° 7
Este caderno continua o que foi inaugurado no n.° 4, ou seja, é o segundo em que um pesquisador externo à revista assume a responsabilidade de editá-lo. Reúnem-se nesta coletânea textos na interface Resiliência e Velhice, escritos por pesquisadores convidados por Wanda Patrocinio que se propôs a editar este número, compartilhando conosco da tarefa de concretizar o objetivo dos Cadernos que é o de apresentar problematizações, desdobramentos, avanços teórico-metodológicos em torno de um mesmo objeto de estudo.
No presente caso, trata-se de um grupo de pesquisa da Gerontologia da Unicamp, com a preocupação de levar os conhecimentos ali gerados ao alcance dos leitores de fora do grupo de pesquisa, e de dentro e mesmo fora do ensino acadêmico, uma vez que disponibilizados on line. Justamente no sentido de evidenciar a todos de que vale a pena investir no estudo das problemáticas no campo do envelhecimento, porque boas novas em termos de benefícios à vida humana podem advir, como a questão aqui explicitada da resiliência — nomeação não tão conhecida da população, que diz, porém, de uma condição subjetiva partilhada por muitos, senão por quase todos; e que pensar sobre a resiliência na velhice é indagar interdisciplinarmente essa questão que se desdobra, então, em suas especificidades. É indagar, por conseguinte, de um lado, sobre a própria natureza humana e, de outro, sobre a questão da cidadania, ou seja, da relevância do investimento nos estudos para nossas próprias vidas e para a vida das demais pessoas de modo geral. Estamos convencidos da necessidade cada vez maior de que as problemáticas do campo do envelhecimento e da velhice, em que é exemplar o presente objeto de estudo – Resiliência e Velhice -, sejam trazidas, à reflexão e discussão, dentro e fora da Universidade, para que todas as pessoas da sociedade, inclusive muitos acadêmicos, compreendam que não adianta esquivar-se ao real, ou deixar para depois sua imersão reflexiva sobre questões que lhe dizem respeito sempre, e que são pungentes na atualidade. Questões essas que, após um tratamento interdisciplinar pela área da Gerontologia, vêm sendo revertidas à sociedade em artigos científicos, relatos de experiência, disponibilizados por veículos como o atual Caderno Temático, dentre outros. E que pensar o envelhecimento, a velhice, o ser envelhescente e as temáticas que lhe são concernentes, antes que se convertam em problema, devem ser encarados como desafio a ser prontamente encampado por toda a sociedade, inclusive pelas Políticas Públicas. Ser um indivíduo político é também indagar-se sobre para que estamos envelhecendo mais; certamente, não o é para aceitarmos a passividade e a inatividade: a pessoa idosa assume agora outro estatuto e exige que se assuma e seja assumida de forma outra: não é mais “aquele velho de casa†(pode ainda a família responsabilizar-se pelo tratamento a seu velho?), nem é mais o outro (dei-me conta que sou eu agora o velho, ou muito em breve), e que seu bem-estar no envelhecer é tributário em grande parte à aqui consagrada resiliência.
A Gerontologia configura-se, pois, como uma área que avança, sem sombra de dúvidas, em saltos qualitativos acelerados em direção a seu amadurecimento científico, haja vista como certas noções da área, caso aqui da resiliência na velhice, passam a receber uma teorização que as aprofunda em sua conceituação, modalidades, registros, definições… Isso significa, a nosso ver, levar a área gerontológica a trilhar um caminho voltado “para questões práticas†que, ratificando Rajagopalan (2003), “não é a simples aplicação da teoria para fins práticos, mas pensar a própria teoria de forma diferente, nunca perdendo de vista o fato de que o nosso trabalho tem que ter… relevância. Relevância para nossas vidas, para a sociedade de modo geralâ€. Nessa linha, esta Editoria tem o propósito de reunir, nos Cadernos Temáticos Kairós, artigos que, teoricamente e em termos práticos, abordem temáticas na área gerontológica a partir de uma perspectiva interdisciplinar. Assim entendemos os artigos aqui reunidos que se fazem valer do discurso teórico e a um só tempo demonstram o uso ou o potencial de uma ação prática.
Ao ratificar o prazer com que concretizamos e apresentamos esta edição do Caderno Temático Kairós, tendo como editora-convidada a pesquisadora Wanda Pereira Patrocinio, membro do Grupo de Estudos Tempo – Estudos do Envelhecimento, ligado ao GER-Ambulatório de Geriatria e Gerontologia do Hospital das Clínicas da UNICAMP, mestre em Gerontologia pelo Programa de Pós-Graduação em Gerontologia da Universidade de Campinas (Geronto/Unicamp) e doutoranda em Educação pela Unicamp, queremos ratificar o valor de sua presença: o de assumir a responsabilidade pela articulação do teor dos vários trabalhos em torno de um mesmo eixo temático e sua avaliação formal e conteudística. Dessa forma, a produção do Caderno deixou de se submeter à rotina editorial e do processo de revisão por pares, critérios constantes da política editorial da Kairós que rege os números regulares. Deixamos a cargo da própria editora-convidada a apresentação de cada trabalho de seus convidados. Ninguém melhor que ela para dizer da diversidade de abordagens e conceituações, obtida sob a unicidade temática. A ela dirigimos nosso agradecimento especial, assim como aos pesquisadores, seus convidados, que gentilmente aceitaram participar deste número dos Cadernos, concretizando-o.
Esperamos que este grupo seleto de textos acadêmicos seja interessante na sua interdisciplinaridade, que promova a problematização da temática e novas e produções consequentes, além de propiciar um desejado e produtivo diálogo dos leitores com os próprios articulistas e com esta Editoria. Agradecemos mais uma vez a todos os colegas que tornaram esta edição possível, possibilitando uma fonte atualizada sobre a questão da resiliência na sua articulação com a velhice.
E que o verde resistente da imagem de capa desta edição possa reluzir de esperança as nossas vidas e as daqueles a quem dedicamos nossos estudos na área da Gerontologia…
Flamínia M.M.Lodovici – flalodo@terra.com.br
Elisabeth F.Mercadante- elisabethmercadante@yahoo.com.br
(Editoria Científica)
O Caderno Temático encontra-se disponível no endereço:
http://revistas.pucsp.br/index.php/kairos/issue/view/272

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Ter reserva em todas as circunstâncias

28/10/2010 - 16:54 Por: Wanda Patrocinio

Categoria(s): Reflexão

É assim que se garantem as coisas importantes.
Não se deve, cada vez, empregar toda a capacidade, nem usar toda a força.
Mesmo no conhecimento deve-se resguardar uma parte: assim você duplicará as perfeições.
Numa emergência, é bom ter a quem apelar.
O socorro é mais valorizado que o ataque, porque é útil e tem boa reputação.
A prudência sempre escolhe caminhos seguros.
Neste sentido, é verdadeiro o curioso paradoxo: a metade é mais que o todo.
Do livro A Arte da Prudência, de Baltasar Gracián, 2003

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Suco para purificar o sangue

26/10/2010 - 13:31 Por: Wanda Patrocinio

Categoria(s): Curiosidades, Dicas, Qualidade de Vida

 ½ maçã fugi
5 moranguinhos
1 copo de água
Adoçante
Modo de preparo: bater os ingredientes no liquidificador. Servir gelado.
Dose recomendada: tomar três vezes ao dia.
Principais elementos terapêuticos
Maçã: age como antioxidante neutralizando os radicais livres.
Moranguinho: contém grande quantidade de fibras e ácidos cítricos e málico, que ajudam a combater a anemia.
Este suco é muito saboroso e purifica o organismo.

Retirado do livro “100 sucos com poderes medicinaisâ€, de Lelingron Lobo Franco. São Paulo: Elevação, 2005. pag 111-112.

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Dança

26/10/2010 - 10:14 Por: Wanda Patrocinio

Categoria(s): Arte

 Desde 1982, no dia 29 de abril comemora-se o dia internacional da dança, instituído pela UNESCO em homenagem ao criador do balé moderno, Jean-Georges Noverre. A Dança é a arte de mexer o corpo, através de uma cadência de movimentos e ritmos, criando uma harmonia própria.
Não é somente através do som de uma música que se pode dançar, pois os movimentos podem acontecer independentes do som que se ouve, e até mesmo sem ele. A história da dança retrata que seu surgimento se deu ainda na pré-história, quando os homens batiam os pés no chão. Aos poucos, foram dando mais intensidade aos sons, descobrindo que podiam fazer outros ritmos, conjugando os passos com as mãos, através das palmas.
O surgimento das danças em grupo aconteceu através dos rituais religiosos, onde as pessoas faziam agradecimentos ou pediam aos deuses o sol e a chuva. Os primeiros registros dessas danças mostram que as mesmas surgiram no Egito, há dois mil anos antes de Cristo. Mais tarde, já perdendo o costume religioso, as danças apareceram na Grécia, em virtude das comemorações aos jogos olímpicos.
O Japão preservou o caráter religioso das danças, onde as mesmas são feitas até hoje, nas cerimônias dos tempos primitivos. Em Roma, as danças se voltaram para as formas sensuais, em homenagem ao deus Baco (deus do vinho), onde se dançava em festas e bacanais.
Nas cortes do período renascentista, as danças voltaram a ter caráter teatral, que estava se perdendo no tempo, pois ninguém a praticava com esse propósito. Praticamente daí foi que surgiram o sapateado e o balé, apresentados como espetáculos teatrais, onde passos, música, vestuário, iluminação e cenário compõem sua estrutura. No século XVI surgiram os primeiros registros das danças, onde cada localidade apresentava características próprias. No século XIX surgiram as danças feitas em pares, como a valsa, a polca, o tango, dentre outras. Estas, a princípio, não foram aceitas pelos mais conservadores, até que no século XX surgiu o rock’n roll, que revolucionou o estilo musical e, consequentemente, os ritmos das danças.
Assim como a mistura dos povos foram acontecendo, os aspectos culturais foram se difundindo. O maracatu, o samba e a rumba são prova disso, pois através das danças vindas dos negros, dos índios e dos europeus esses ritmos se originaram.
Hoje em dia as danças voltaram-se muito para o lado da sensualidade, sendo mais divulgadas e aceitas por todo o mundo. Nos países do oriente médio a dança do ventre é muito difundida e no Brasil, o funk e o samba. Além desses, o Strip-tease tem tido grande repercussão, principalmente se unido à dança inglesa, pole dance, mais conhecida como a dança do cano.
Por Jussara de Barros
Graduada em Pedagogia
Equipe Brasil Escola
http://www.brasilescola.com/artes/danca.htm

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Retrato da Maturidade (Acróstico)

21/10/2010 - 17:36 Por: Wanda Patrocinio

Categoria(s): Arte, Gerontologia, Poesia

Maestro Urban

Combatendo na estrada da vida
A sorrir vai o idoso passando,
Nos embates da luta renhida,
Tanto amor e esperança, sonhando.
O destino lhe foi bom amigo.

Realizou sempre seu ideal,
Enfrentou a ilusão e o perigo,
Alcançou a vitória, final.
Ladeado de filhos e netos

Desfrutando carinho e afeição,
Amizades e braços abertos

Mais amor dentro do coração.
Atingiu tanta idade sorrindo,
Tendo ao lado uma intensa paixão
Um segredo na alma curtindo,
Repassado de afeto e emoção.
Inspirado na mãe natureza,
Dando a todos lições de bondade
Assim vive, fruindo a beleza,
Dias lindos de encanto e saudade:
Este é o retrato da maturidade.

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Frieiras

21/10/2010 - 13:05 Por: Wanda Patrocinio

Categoria(s): Terapias Complementares

 É um problema causado por fungos ou herpes que agridem entre os dedos das mãos, dos pés e nos calcanhares.
O local coça muito, incha e forma feridas.
Tratamento:
- tomar chás depurativos como por exemplo: bardana, carobinha do campo, cavalinha, etc.
- lavar o local com: caroba, cavalinha, chá de bugre, etc.
- aplicar argila com o chá de cipó-mil-homens todas as noites.
- aplicar óleo de copaíba.
Do livro “Existem doenças incuráveis?â€, de Jaime Brüning, 2003, p. 210.

Caro leitor, nosso blog se preocupa com a saúde e o bem estar de todas as pessoas. Desenvolvemos um trabalho na área de terapias complementares, porém gostaríamos de salientar que qualquer tratamento aqui sugerido não dispensa uma orientação médica ou qualquer orientação na área que você esteja precisando. Isto significa que os tratamentos com argila terapêutica e outros devem complementar o tratamento já realizado, mantendo sempre o acompanhamento médico. Além disto, sugerimos que aquelas pessoas que já estão em tratamento e que resolvam usar algum tratamento complementar, que comuniquem o profissional que acompanha seu caso.
Atenciosamente,
Equipe GeroVida.

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