Contribuição enviada por Daliane Batista Cardoso*
Quem é praticante de atividade física sabe: muitas vezes, questões de como treinar, maneira adequada de se hidratar e do que se alimentar podem gerar insegurança. Tire suas dúvidas e saiba o que é mito e o que é verdade em relação à alimentação e ao exercício físico.
1. A perda de peso durante o treinamento quer dizer uma diminuição da quantidade de gordura do organismo, ou seja, estou emagrecendo? Na verdade os atletas podem perder quantidades consideráveis de água através do suor durante a atividade física, resultando em perda de peso. Portanto, esta rápida perda de peso não se deve à perda de gordura. Atletas precisam repor as perdas hídricas a fim de prevenir a desidratação, que pode diminuir a performance. Regras básicas: sempre leve sua garrafinha de água e beba-a antes, durante e após as competições ou atividade física. Tenha em mente a quantidade de líquido perdido pesando-se antes e após o evento esportivo. Para cada quilo perdido, reponha pelo menos de 1 a 1/5 litro de fluidos. Fique de olho também na cor e na quantidade de urina. Esta não deve estar escura ou concentrada, o que indica desidratação.
2. Atletas precisam de uma dieta rica em carboidrato, moderada em proteína e pobre em gordura? Atletas devem consumir carboidratos complexos em quantidade suficiente para repor os estoques de glicogênio perdidos durante a atividade física. Além disso, quantidades moderadas de proteínas e pequenas quantidades de lipídios são recomendadas para um melhor aproveitamento atlético.
3. Atletas não devem nunca consumir comidas “fast food”? Falso. Atletas podem conseguir manter uma dieta adequada mesmo que, eventualmente, o local das refeições seja uma lanchonete. Devem apenas evitar aquelas opções mais gordurosas (frituras, maionese, etc). O ideal é que nestes lugares, a alimentação seja adaptada, incluindo nos lanches sucos, hortaliças e fluidos adequados para complementar a refeição “fast food”.
4. Se um atleta se sente muito cansado durante o treinamento pode estar com uma deficiência de ferro? Verdadeiro. O ferro é um mineral essencial para o transporte do oxigênio do sangue para as células. A fadiga é um sintoma comum quando os estoques de ferro estão diminuídos. Porém não utilize suplementos sem recomendação profissional e faça exames periódicos.
5. A água é sempre a melhor bebida para os atletas durante o treinamento ou competição? Falso. Água fresca é a melhor bebida se o exercício for inferior a 1 hora. Acima deste tempo sucos e bebidas esportivas são mais adequados já que contém carboidratos e eletrólitos. Porém, os sucos de frutas devem ser diluídos se forem consumidos durante o treino.
6. Suplementos vitamínicos são essenciais para quem malha já que dão ao desportista mais energia? Falso. As vitaminas não fornecem energia. Elas trabalham como co-fatores ajudando a liberação de energia dos macronutrientes (carboidratos, proteínas e lipídios).
Fonte: Proximus Tecnologia
* Educadora física, colaboradora semanal com artigos na área, parceira da GeroVida
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A integridade deve reconhecer o vício ainda que esteja vestido com sedas.
Às vezes ele se enfeita com ouro, mas a ferrugem não pode ser disfarçada.
Os vícios podem aparecer com nobreza, mas não pertencem à nobreza.
Algumas pessoas veem que ele não é grande por causa do defeito.
O exemplo superior é tão eloquente que pode nos convencer a aceitar o que é feio.
A adulação imita até os defeitos do rosto, sem se dar conta de que aquilo que é tolerável nos grandes torna-se insuportável nos pequenos.
Do livro A Arte da Prudência, de Baltasar Gracián, 2003
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Nunca competirTolo não é aquele que comete uma tolice, mas o que não sabe disfarçá-laNão ter defeitosDescobrir o bom de cada coisaSaber usar os inimigosNão se enganar sobre a condição das pessoasNunca se entregar ao mau humorConhecer sua boa estrelaSaber que qualidade faltaÉ mais importante não errar nem uma vez do que acertar cem vezes
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Sugestão de leitura 145
“Educação na Era do Conhecimento em Rede e Transdisciplinaridade”, organizado por José Carlos Libâneo e Akiko Santos. Editora Alínea, 2010. 3ª edição.
A presente coletânea reúne textos alicerçados na pesquisa e nas práticas dos professores da área de Educação. Seus autores são docentes-pesquisadores de diversas especialidades, dedicados a pensar e sistematizar experiências que facilitem o domínio das teorias emergentes pelos alunos, preparando-os para um mundo em permanente mudança. Cada texto desta coletânea alude ao desafio de explicar e sistematizar a multiplicidade de referências que prenuncia uma nova era. Os leitores encontrarão nesta coletânea uma revisão crítica das teorias pedagógicas modernas em face do embate entre modernidade e pós-modernidade e uma tentativa de agrupamento das principais correntes pedagógicas contemporâneas.
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Educação e Conhecimento: para um futuro sustentávelEnsaios sobre História, Ciência e EducaçãoEducação Não-formal e velhiceSobre a GeroVidaEducação Consciente: situaçoes e soluções para formação educacional de seus filhosEducação e VelhicePolíticas Educacionais e Práticas Pedagógicas: para além da mercadorização do conhecimentoGerontologia educacional e educação gerontológicaEducação continuada / educação permanenteSabedoria é indicador de envelhecimento bem-sucedido? (Parte 1 de 2)
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São contraturas involuntárias dos músculos que se apresentam de forma espontânea ou quando se faz exercícios físicos vigorosos quase sempre ocorre na panturrilha ou batata da perna. Isto ocorre em consequência da falta de irrigação sanguínea e ao acúmulo de ácido lático no interior dos músculos. E um desequilíbrio de cálcio e magnésio ou deficiência de vitamina E, potássio. Geralmente ocorre em curto espaço de tempo. A má circulação contribui para as cãibras nas pernas. A maioria das cãibras ocorre à noite quando as pessoas estão dormindo. É bastante comum em idosos e em indivíduos que sofrem de arteriosclerose e diabetes. O uso de diuréticos e o excesso de cafeína podem ocasionar cãibras e também pode estar associado a falta de líquidos, ao desequilíbrio dos sais minerais (sódio, cálcio e potássio) encontrados em frutas, como a banana, melancia e também na água-de-coco.
Suco de Banana com Coco
1 banana batida
1 copo de água-de-coco.
Tomar todos os dias.
Limão: Suco de 1 limão médio em 200ml de água. Tomar 3 copos ao dia.
Água-de-coco: Ingerir pelo menos 200ml ao dia.
Principais elementos terapêuticos
Banana (Musaparadisíaca): contém grande quantidade de potássio.
Limão (Citrus limonia): contém limoneno, cumarina, quercetina e vitamina C, antiinflamatória;
Coco (Cocos nuáfera): fonte de minerais, principalmente potássio. É a espinha dorsal do processo de produção de energia.
Retirado do livro “100 sucos com poderes medicinais”, de Lelingron Lobo Franco. São Paulo: Elevação, 2005. pag 123-125.
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Ostomia é uma abertura cirúrgica realizada na parede do abdome para ligar o estômago, ou parte do intestino ou a bexiga, com o meio externo. Existem dois tipos de ostomia: para eliminação de fezes e urina ou para administrar alimentação. A ostomia intestinal e urinária tem uma coloração rosada, brilhante e úmida e a pele ao seu redor deve estar lisa sem vermelhidão.
Dependendo do lugar onde foi realizada a abertura a ostomia recebe um nome:
• Gastrostomia ou jejunostomia – liga o estômago ou o jejuno à parede do abdome e serve para alimentar a pessoa por meio da sonda.
• Ileostomia ou colostomia – liga uma parte do intestino à parede do abdome e serve para eliminar fezes.
• Urostomia – liga a bexiga à parede do abdome e serve para eliminar urina.
Cuidados com gastrostomia
• Limpe com água filtrada sem esfregar a pele em volta da ostomia, retirando secreção ou sujidade.
• Lave a sonda com uma seringa de 50 ml com água, em um único jato.
• Antes de alimentar a pessoa pela sonda, teste a temperatura do alimento no dorso da mão.
• Injete o alimento lentamente na sonda.
• Observe se a pessoa apresenta barriga estofada, sensação de barriga cheia, ou diarreia. A diarreia pode ser causada pela composição do alimento ou pela administração muito rápida do alimento. Essas ocorrências devem ser comunicadas à equipe de saúde.
• Atentar para não injetar líquidos, alimentos ou água na via da sonda que serve para manter o balonete de fixação inflado.
• Caso a sonda saia, não tente reposicioná-la. Entre em contato com a equipe de saúde e feche o orifício.
• Comunique também à equipe de saúde caso observe saída de secreção ou da dieta pelo local de inserção da sonda.
Fonte: Guia do Cuidador. Ministério da Saúde. Brasília, DF, 2008
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Nem sempre é fácil recuperar o controle do funcionamento do intestino, no entanto é possível treinar o intestino a evacuar em determinados períodos. Isso se faz da seguinte maneira:
- Diariamente, antes do banho, massageie a barriga da pessoa cuidada com a mão espalmada como se desenhasse um quadrado, começando pelo lado direito na parte inferior, suba para o lado direito superior, vá para o lado esquerdo superior, desça a mão para o lado esquerdo inferior e volte para o lado inferior direito, pois é dessa forma que o intestino funciona.
- Deite a pessoa de barriga para cima, segure suas pernas e estique-as e dobre-as sobre a barriga, essa pressão das pernas sobre a barriga ajuda a eliminar os gases que causam desconforto.
As pessoas acamadas podem perder o controle sobre o funcionamento do intestino e não sentir quando vão defecar. Isso, além de causar constrangimento à pessoa, dificulta manter sua higiene, o que pode causar assaduras e escaras (feridas).
Também é comum a pessoa acamada sentir desconforto abdominal e irritação pelo mau funcionamento do intestino. O intestino funciona melhor com a pessoa na posição sentada na privada ou penico.
Fonte: Guia do Cuidador. Ministério da Saúde. Brasília, DF, 2008
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Gripe não é nada mais do que desequilíbrio térmico, isto é, frio por fora do corpo, na superfície, enquanto tem febre interna.
Diante disso surgem os oportunistas bactérias e vírus que vão se instalando e criando os sintomas típicos: dores, corisa, abatimento físico, calafrios, mal estar geral.
Causas:
É a febre interna que dá condições para os seguintes “causadores” da gripe:
- Bordetella pertussis (bactéria) e Adeno vírus (vírus). São estes dois os principais vilões da história da gripe. Mas há ainda um outro: influenza vírus que também, às vezes, está presente;
- falta de imunidade e resistência orgânica;
- alimentação fraca e morta;
- substâncias estranhas das quais o corpo quer se livrar;
- banho quente, em seguida se apanha ar frio, desequilibra temperaturas.
Tratamento:
- beber muita água e sucos naturais de frutas;
- alimentação natural predominando frutas, verduras, nozes;
- combater a prisão de ventre;
- aplicar argila fria no baixo ventre.
Do livro “Existem doenças incuráveis?”, de Jaime Brüning, 2003, p. 215-216.
Caro leitor, nosso blog se preocupa com a saúde e o bem estar de todas as pessoas. Desenvolvemos um trabalho na área de terapias complementares, porém gostaríamos de salientar que qualquer tratamento aqui sugerido não dispensa uma orientação médica ou qualquer orientação na área que você esteja precisando. Isto significa que os tratamentos com argila terapêutica e outros devem complementar o tratamento já realizado, mantendo sempre o acompanhamento médico. Além disto, sugerimos que aquelas pessoas que já estão em tratamento e que resolvam usar algum tratamento complementar, que comuniquem o profissional que acompanha seu caso.
Atenciosamente,
Equipe GeroVida.
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Contribuição enviada por Daliane Batista Cardoso*
Estudo comprova que o veto aos alimentos desregula os hormônios do apetite
Não é só a saúde que sai prejudicada quando você embarca numa dieta radical. O emagrecimento, conseguido após dias de muita fome e restrição, também dura pouco. A conclusão é de um estudo, que acaba de ser realizado pelo New York-Presbyterian Hospital. Segundo o levantamento, dietas de baixas calorias podem causar um aumento de peso posterior.
Isso acontece porque os níveis de grelina (hormônio que aumenta a vontade de comer) aumentam após a dieta. Por outro lado, a leptina (hormônio que traz a sensação de saciedade) deixa de fazer efeito no organismo. Durante a pesquisa, 105 homens e mulheres que sofriam de sobrepeso passaram por uma dieta rigorosa, comendo apenas alimentos com poucas calorias durante oito semanas. Terminada a dieta, os indicadores de grelina, leptina, e insulina foram medidos durante seis meses.
Em média, os participantes do estudo tiveram uma queda de 5% no peso durante a dieta. Passados cinco meses, 49 pessoas mantiveram este número, enquanto 55 participantes ganharam 10% ou mais do peso que tinham perdido. Todos eles tinham níveis mais altos de grelina no sangue após o fim do experimento. Além do problema da volta do peso, pessoas que passam por mudanças drásticas na alimentação tiveram a sua produção de insulina alterada, o que pode agravar ou provocar um quadro de diabetes.
“O acompanhamento profissional não pode ser dispensado numa dieta”, afirma a nutricionista Roberta Stella, do Dieta e Saúde. “Manter uma dieta balanceada, com todos os nutrientes, é essencial para manter o peso na faixa ideal e preservar a saúde”.
Coma corretamente
A nutricionista Roberta Stella mostra como identificar uma dieta balanceada:
1. Variedade de alimentos: pratos coloridos são sinal de grande oferta de nutrientes.
2. Presença de fibras: presentes nas frutas, nos legumes e nas verduras, principalmente, as fibras aumentam a saciedade.
3. Alimentação em horários regulares: os intervalos controlados evitam acessos de fome.
Dica!
Fazer um diário alimentar, com as quantidades e horários em que você fez as refeições, é a melhor maneira de identificar onde estão seus erros. Anote tudo e, após uma semana, veja como é possível melhorar a sua dieta, aumentando as porções de alimentos saudáveis.
Fonte: Minha Vida.com.br
* Educadora física, colaboradora semanal com artigos na área, parceira da GeroVida
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Todo tolo é obstinado e todo obstinado é tolo.
Quanto mais equivocada a opinião, maior a tenacidade em defendê-la.
Quando há evidências de erro, ceder é o mais honesto, pois demonstra elegância, sem perder a razão.
Perde-se mais insistindo teimosamente do que se pode ganhar convencendo o outro.
Insistir não é defender a verdade, mas a grosseria.
Existem cabeças-duras, pessoas difíceis de convencer, com uma veemência sem remédio.
Quando o capricho e a obstinação se juntam, casam-se para sempre com a tolice.
A firmeza deve estar na vontade e não na opinião.
Em alguns casos excepcionais, no entanto, não deve deixar-se perder.
Seria uma dupla derrota: na opinião e na execução.
Do livro A Arte da Prudência, de Baltasar Gracián, 2003
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Não seguir nunca, por obstinação, o pior partidoSer claroNão ser somente dócilNão ser cansativoO fracasso está em unir apreço e afetoProteção à pessoa cuidadaNão ter espírito de contradiçãoMelhor ser um louco entre muitos que sábio sozinhoSer um pouco negocianteNa incerteza do amanhã, aproveite o hoje para ser feliz!
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Sugestão de leitura 144
“A história da Extensão Universitária”, de Ana Luiza Lima Sousa. Editora Alínea, 2010, 2ªed.
A construção do conceito de Extensão não é um exercício novo. Na história da universidade brasileira, fica evidente que há três momentos bem definidos na extensão universitária: uma primeira fase em que o corpo discente, representado pela União Nacional dos Estudantes, assume esta prática no seu formato cultural, socializador e político; o segundo momento, tomado pela representação do governo como uma prática assistencialista, e um terceiro momento, em construção ainda, em que as próprias instituições de ensino superior, representadas pelos docentes, têm buscado construir uma prática extensionista na perspectiva de um processo educativo, articulador da universidade com a sociedade. A obra apresentada é resultado deste caminhar pela história, numa tentativa de demonstrar como a concepção da Extensão Universitária tem sido elaborada em nosso país.
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