Arquivo de março, 2011

Treinamento funcional

28/03/2011 - 16:00 Por: Wanda Patrocinio

Categoria(s): Dicas, Qualidade de Vida

 Contribuição enviada por Daliane Batista Cardoso*
Definição e objetivos
O treinamento funcional é uma modalidade de treinamento que por meio, principalmente, da especificidade busca o equilíbrio, a prevenção de lesões e a otimização da performance de atletas. Cada movimento realizado pelo corpo humano envolve vários músculos, cada qual com diferentes funções. Alguns são responsáveis por gerar o movimento, enquanto outros atuam ao mesmo tempo para estabilizar articulações e potencializar movimentos. Muitas vezes, por questões estéticas ou mesmo falta de informação, as pessoas fortalecem apenas a musculatura mais superficial, sem se preocupar com a musculatura estabilizadora. Assim, os músculos fortes ficam cada vez mais fortes e consequentemente os músculos mais fracos (e não menos importantes) ficam cada vez mais fracos. E isso gera um desequilíbrio progressivo, com redução da eficiência dos movimentos, o que se torna fonte de lesões comuns.
Os exercícios realizados nos aparelhos convencionais de musculação reduzem a exigência da coordenação e do equilíbrio que o exercício livre exige, pois estes aparelhos já servem como estabilizadores das articulações. Os esportes de resistência exigem mais um tipo de contração muscular diferente das mais exigidas em esportes de explosão e curta duração. Os exercícios feitos com contrações isométricas (nos quais você realiza sustentado a postura por determinado tempo, ao invés de fazer contrações isotônicas consecutivas) são os mais indicados para ganho de resistência e estabilidade. E é esse tipo de exercício que é enfatizado nos exercícios funcionais. Os exercícios funcionais são direcionados ao fortalecimento da musculatura necessária às atividades cotidianas e aos gestos técnicos das diferentes modalidades esportivas, reproduzindo tais gestos e atividades com exercícios específicos. Estes permitem ao sistema muscular ativar e recrutar as fibras musculares adequadamente, o que aumenta a capacidade funcional do indivíduo nesta determinada tarefa. Assim, quanto mais parecido o exercício com a atividade ou o gesto que este está tentando reproduzir, melhor será seu desempenho e seus ganhos.
Existem vários recursos que podem ser utilizados para melhorar a capacidade funcional do indivíduo, como a bola, pesos livres, cabos, elásticos, superfícies instáveis, apoio unilateral, prancha de equilíbrio, entre outros. Um exemplo prático: simulação da pedalada, na qual a musculatura estabilizadora do abdome e costas é constantemente exigida, utilizando a bola.
As principais vantagens do treinamento funcional para o atleta são:
Otimização da performance atlética
Melhora do equilíbrio muscular
Melhora da coordenação motora
Aumento do recrutamento das fibras de resistência
Desenvolvimento da consciência e controle corporal
Melhora da postura
Diminuição da incidência de lesão
Aumento da eficiência dos movimentos.
Fonte: http://www.treine.net/index.asp
* Educadora física, colaboradora semanal com artigos na área, parceira da GeroVida

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Deve-se começar o fácil como se fosse difícil e o díficil como se fosse fácil

27/03/2011 - 17:05 Por: Wanda Patrocinio

Categoria(s): Reflexão

Assim, não se fica confiante demais, nem desanimado.
Não existe nada pior do que dar algo por feito.
É o que basta para não fazê-lo.
O esforço torna plano o caminho impossível.
Nos momentos mais difíceis, não se deve pensar e sim agir.
A visão do perigo paralisa.
Do livro A Arte da Prudência, de Baltasar Gracián, 2003

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Gestão Educacional no Contexto Municipal

27/03/2011 - 16:55 Por: Wanda Patrocinio

Categoria(s): Educação, Sugestão de leituras

Sugestão de leitura 154
“Gestão Educacional no Contexto Municipal”, de Ismael Bravo. Editora Alínea, 2011.
O livro constitui base para as necessidades dos gestores para o efetivo exercício da liderança e condução, mediação, integração das ações nas unidades escolares e, consequentemente, da Educação no município. Procura apropriar um caminho à obtenção de conhecimentos para atuar, de forma consciente e responsável, na gestão do sistema de ensino e de suas unidades. O princípio norteador são os mesmos que permitem a existência dos organismos, em que os agentes cuidam da base para a qualidade nos seus fatores: ambientais, pessoais, de equipamentos, metodológicos e de medidas. Orientado de modo a fazer parte do dia a dia, na busca de ser um aditivo eficaz na melhoria das condições da gestão na Educação. Pensar a Educação a partir da própria organização, recolocando seus atores em situação de protagonismo e comprometimento, assumindo, assim, uma condição cidadã no processo decisório que afeta a vida das instituições educacionais e de todos os envolvidos.

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Principais Vitaminas

26/03/2011 - 17:20 Por: Wanda Patrocinio

Categoria(s): Qualidade de Vida

 Vitamina A (beta-caroteno): necessária para a boa visão e é anticancerígena, em virtude do fato de ser um excelente antioxidante. É convertida em betacaroteno no organismo. Dosagem diária recomendada: 1.000ER.
Vitamina B1 (tiamina): protege contra a síndrome da morte súbita e controla a diabetes. A dose diária recomendada é de 1,0 a 1,5mg.
Vitamina B2 (riboflavina): essencial para a produção de energia do organismo. Dose diária: 1,2 a 1,7mg.
Vitamina B3 (niacina): melhor agente para reduzir o colesterol. Dose diária: 13 a 17mg.
Vitamina B5 (ácido pantatônico): dá energia para a produção de hormônios, ajuda a manter a vitalidade e evita o estresse. A dose diária recomendada é de 10mg.
Vitamina C (ácido ascórbico): varredora de radicais livres. Fortalece o sistema imunológico. As pessoas que consomem têm menos probabilidades de desenvolver câncer. Dose diária é de 60mg. Os fumantes precisam de mais, porque cada cigarro destroi 25 a 100mg da vitamina.
Vitamina K: previne sangramentos internos, hemorragias. Reduz o fluxo menstrual excessivo e promove coagulação sanguínea adequada. As necessidades diárias são satisfeitas pela dieta que fornece apenas 1mcg, sendo o restante fornecido pela síntese bacteriana.
Retirado do livro “100 sucos com poderes medicinais”, de Lelingron Lobo Franco. São Paulo: Elevação, 2005. Pág. 132-133.

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Queda e Convulsão no idoso

22/03/2011 - 16:50 Por: Wanda Patrocinio

Categoria(s): Doenças e problemas de saúde, Gerontologia

 As quedas são os acidentes que mais ocorrem com as pessoas idosas e fragilizadas por doenças, ocasionando fraturas principalmente no fêmur, costela, coluna, bacia e braço.
Após uma queda é importante que a equipe de saúde avalie a pessoa e identifique a causa, buscando no ambiente os fatores que contribuíram para o acidente. Assim, podem ajudar a família a adotar medidas de prevenção e a tornar o ambiente mais seguro.
Ao atender a pessoa que caiu, observe se existe alguma deformidade, dor intensa ou incapacidade de movimentação, que sugere fratura. No caso de suspeita de fratura, caso haja deformidade, não tente “colocar no lugar”, procure não movimentar a pessoa cuidada e chame o serviço de emergência o mais rápido possível.

A convulsão ou ataque epilético é o resultado do descontrole das ondas elétricas cerebrais e pode acontecer por diversas causas. Não é doença contagiosa, portanto ninguém se contamina ao atender e tocar a pessoa durante a convulsão. Na crise convulsiva a pessoa pode cair, perder a consciência, movimentar braços e pernas contra sua vontade e de maneira desordenada, urinar e defecar involuntariamente.
Ao atender a pessoa durante a crise convulsiva, apoie a cabeça da pessoa e gire para o lado, para evitar que a saliva seja aspirada e vá para os pulmões. Proteja a pessoa para ela não se machucar, afastando móveis e objetos.
Ao terminar a crise a pessoa acorda confusa, desorientada, sentindo dores no corpo e sem saber o que aconteceu. Tranquilize a pessoa e procure ajuda da equipe de saúde.
Fonte: Guia do Cuidador. Ministério da Saúde. Brasília, DF, 2008

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Falta de hormônio pode alterar audição da mulher ao envelhecer

22/03/2011 - 12:25 Por: Wanda Patrocinio

Categoria(s): Gerontologia

Por Luiz Gustavo Cristino (Colaboração para a Folha)
Para o bem e para o mal, os hormônios femininos costumam exercer forte influência nas relações entre homens e mulheres. Mas, segundo pesquisadores da Universidade de Oklahoma (EUA), além da diferenciação sexual, o estrogênio, principal deles, é essencial às funções auditivas. Em experimentos com pássaros, a equipe descobriu que, para que o cérebro entenda, memorize e diferencie as informações que chegam aos ouvidos, ele depende totalmente do hormônio.
Segundo o neurocientista brasileiro Raphael Pinaud, chefe do estudo publicado no “Journal of Neuroscience”, a ligação de problemas auditivos com a síndrome de Turner –doença genética causada pela ausência de um cromossomo feminino– e com a menopausa ajudou a nortear a pesquisa. “Todos achavam que a perda hormonal e a auditiva, apesar de ocorrerem simultaneamente, não estavam diretamente ligadas. Percebemos que a perda auditiva pode ser diretamente causada pela perda hormonal.”

 DIREITOS IGUAIS
Mas isso não significa que as mulheres escutem melhor que os homens. “Obviamente, as fêmeas têm níveis muito mais altos de estrogênio do que os machos. Mas esse é o estrogênio periférico, produzido por ovários e testículos. No cérebro, onde é produzido o estrogênio que controla a função auditiva, isso não é verdade, os níveis são idênticos”, explica Pinaud.
E é a ausência desse “estrogênio local”, atuando como neurotransmissor – uma espécie de “mensageiro químico” do cérebro – que bloqueia nossa audição, mesmo que os ouvidos estejam em perfeito funcionamento.
TRATAMENTO
Pinaud diz que o próximo passo de sua equipe é encontrar um tratamento para problemas auditivos causados pela falta do hormônio. “Mas tratamentos convencionais com estrogênio não seriam a solução. Apesar dos efeitos positivos, ele induz a carcinogênese – ou seja, aumenta a probabilidade de vários tipos de câncer”, afirma. Um outro efeito colateral possível do estrogênio é a “feminilização” de um organismo masculino que se submetesse ao hormônio.
Uma alternativa para esses casos é o uso de fitoestrogênios –ou seja, hormônios similares aos do ser humano, mas extraídos de plantas. Entre eles, a equipe de Pinaud busca aqueles que atuem na audição e não provoquem efeitos indesejados. “Temos 12 fitoestrogênios possíveis até agora”, diz. Outra possibilidade é a produção artificial desse tipo de substância.
http://www1.folha.uol.com.br/ciencia/889436-falta-de-hormonio-pode-alterar-audicao-da-mulher-ao-envelhecer.shtml
16/03/2011

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Imunidade orgânica (Parte 1 de 2)

22/03/2011 - 12:15 Por: Wanda Patrocinio

Categoria(s): Terapias Complementares

 A falta de imunidade, ou seja, de defesas orgânicas contra os invasores hoje é preocupante.
Quando parasitas atacam nosso corpo tais como vermes, vírus, bactérias, fungos, entra em ação imediata nosso sistema de defesa orgânica comandado por um exército de células fagócitas, isto é, que comem os invasores. São elas: “anticorpos, células macrófagas, basófilas, eosinófilas, neutrófilas, plateletas, imunoglobulinas, interferon, citoquínas, interleucinas e muitas outras percorrem o sangue e comem os seres indesejáveis, no dizer de Sonia Hirsch.
“Nosso sistema de defesa é formado pelo timo, a medula óssea, o baço, gânglios espalhados nas axilas, no mesentéreo e nas virilhas, amígdalas, adenoides, tecidos linfoides, bronquiais, intestinais e urogenitais e uma rede de vasos comparável a do sangue”.
“A linfa é um fluido clarinho que banha os tecidos do organismo… muito rica em linfócitos e células macrófagas que identificam e comem substâncias indesejáveis, ou seja, a linfa é a linha de frente na defesa imunológica. O material apreendido vai dar nos gânglios linfáticos, de onde é encaminhado para fora do organismo pela corrente sanguínea. Gânglios inchados mostram que há infecção em algum lugar e que a linfa está agindo”.
Linfócitos são células de defesa muito especiais formadas por dois tipos: linfócitos T e B. São produzidos no timo, nossa principal glândula de imunidade e na medula óssea.
O que enfraquece nossa imunidade, nossas células T?
Em primeiro lugar nosso emocional abalado com ódios, rancores, raiva, medo, angústia, insegurança. Devido a isso aumenta muito a adrenalina no nosso sangue, a qual é estressante.
Também os fármacos, os agrotóxicos, alimentos contaminados por agrotóxicos, tintas, venenos químicos, fumo, café, estresse, cortisona, vírus, drogas enfraquecem nossa imunidade e nossas defesas orgânicas.
Pessoas que sofrem frequentemente com infecções têm sua imunidade baixa. Também no caso da pessoa com Aids, o maior problema é sempre a baixa imunidade adquirida. Não é tanto um HIV forte, mas sim um sistema imunológico e os linfócitos T previamente enfraquecidos devido a um estilo errado de vida. 
Do livro “Existem doenças incuráveis?”, de Jaime Brüning, 2003, p. 224-225.

Caro leitor, nosso blog se preocupa com a saúde e o bem estar de todas as pessoas. Desenvolvemos um trabalho na área de terapias complementares, porém gostaríamos de salientar que qualquer tratamento aqui sugerido não dispensa uma orientação médica ou qualquer orientação na área que você esteja precisando. Isto significa que os tratamentos com argila terapêutica e outros devem complementar o tratamento já realizado, mantendo sempre o acompanhamento médico. Além disto, sugerimos que aquelas pessoas que já estão em tratamento e que resolvam usar algum tratamento complementar, que comuniquem o profissional que acompanha seu caso.
Atenciosamente,
Equipe GeroVida.

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Verão é estímulo extra para combater a osteoporose

21/03/2011 - 11:56 Por: Wanda Patrocinio

Categoria(s): Dicas, Doenças e problemas de saúde, Qualidade de Vida

 Contribuição enviada por Daliane Batista Cardoso*
A partir da menopausa e em toda a duração do climatério, a osteoporose é uma das doenças que mais ocorrem entre as mulheres. Entre os fatores que contribuem para sua evolução é a falta de atividade física. Nela, o acúmulo de tecido ósseo, que atinge seu pico por volta dos 30 anos de idade, começa a decair com o passar do tempo, tornando os ossos mais frágeis e quebradiços e tornando mais graves as consequências das quedas, que aumentam com a idade.
De acordo com o médico Carlos Isaia Filho, especialista em saúde da mulher, a osteoporose não tem cura. Apesar de medidas como a ingestão de cálcio, o uso de hormônios e de remédios a base de bisfosfonatos e outros, o ideal é investir em prevenção. Um estudo da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo) revela que os brasileiros ingerem quase três vezes menos cálcio do que o necessário. Além disso, 47% dos entrevistados se declararam completamente sedentários.
Segundo Isaia, a fim de combater fatores de risco como sedentarismo, dieta alimentar pobre em cálcio e pouca exposição ao sol, o verão acaba servindo de estímulo para que a mulher mude seus hábitos. “Os raios solares são nossa principal fonte de vitamina D, que age diretamente sobre a estrutura óssea. Os exercícios que muita gente reluta em fazer no inverno, são retomados com o calor e isso pode servir de incentivo para sua continuidade durante todo o ano”, aponta.
Fonte: Portal Nacional de Seguros&Saúde – Noticias/Online
* Educadora física, colaboradora semanal com artigos na área, parceira da GeroVida

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Ter sempre alguma coisa para desejar

17/03/2011 - 12:44 Por: Wanda Patrocinio

Categoria(s): Reflexão

O corpo respira e o espírito aspira.
Se tivéssemos a posse de tudo, só teríamos decepção e descontentamento.
Até para a inteligência sempre deve ficar algo por aprender, algo que aguce a curiosidade.
Vive-se de esperança: os excessos de felicidade são mortais.
A habilidade consiste em premiar sem saciar.
Se não há nada para desejar, tudo será temido: felicidade infeliz.
Onde termina o desejo começa o temor.
Do livro A Arte da Prudência, de Baltasar Gracián, 2003

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Formaçao Humana em Geriatria e Gerontologia

17/03/2011 - 12:33 Por: Wanda Patrocinio

Categoria(s): Gerontologia, Sugestão de leituras

Sugestão de leitura 153
“Formaçao Humana em Geriatria e Gerontologia”, de Roberto Lourenço e Renato Veras. Editora DOC, 2010.
Um curso de geriatria e gerontologia com uma visão humana e técnica, organizado pelos coordenadores da Universidade da Terceira Idade (Unati), Roberto Lourenço e Renato Veras.

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