Arquivo de abril, 2011

Filhos de mulheres acima de 40 anos tendem a serem mais cuidados

28/04/2011 - 14:42 Por: Wanda Patrocinio

Categoria(s): Educação

 Da BBC BRASIL *
Um novo estudo britânico afirma que mulheres que engravidam a partir dos 40 tendem a cuidar melhor da saúde dos filhos. Segundo a pesquisa – feita com 38 mil crianças – bebês nascidos de mães mais velhas tendem a sofrer menos acidentes até os 5 anos.
Eles também precisam menos de atendimento hospitalar, e tendem a ter todas as vacinas em dia, se comparados com filhos de mães mais jovens. “Uma série de estudos já comprovou que é arriscado ter filhos em idade avançada. Mas se você é uma mãe mais velha, é provável que cuide melhor da saúde do bebê”, disse o pediatra Alastair Sutcliffe, autor do trabalho.
O estudo foi apresentado na última quarta-feira no Encontro Anual da Sociedade Real de Pediatria e Saúde Infantil da Reino Unido.
BEBÊS SAUDÁVEIS
Sutcliffe diz que sua equipe examinou dados de grupos de crianças que pertenciam a dois outros estudos. Um dos grupos participava de uma pesquisa sobre bebês nascidos no início do novo milênio. O outro era parte de um programa do governo britânico para melhorar as condições de saúde de crianças nascidas de famílias pobres.
“Nos dois programas, as crianças foram examinadas periodicamente aos 9 meses, aos 3 e aos 5 anos. A nossa equipe decidiu utilizar os dados destas medições para comparar o desenvolvimento da saúde dos bebês de mães com 40 anos ou mais com as outras”, diz Sutcliffe. Os pesquisadores usaram quatro parâmetros para examinar a saúde das crianças: número de acidentes sofridos, número de vezes em que foram internadas em hospitais, Índice de Massa Corporal e vacinação.
De acordo com o pediatra, até os 5 anos os filhos de mulheres com mais de 40 tendem a ser mais saudáveis em geral. “Eles sofreram menos acidentes, foram internados com doenças graves menos vezes e, pelo menos até os 9 meses tinham as vacinas mais em dia”, disse.
No entanto, o pesquisador explica que o estudo identificou uma leve tendência destas crianças a ganhar peso rapidamente. Segundo ele, isso seria uma influência do Índice de Massa Corporal das mães, que costuma aumentar com a idade. Os resultados foram os mesmos independentemente da classe social das mães.
http://www1.folha.uol.com.br/bbc/899362-filhos-de-mulheres-acima-de-40-sao-mais-saudaveis-diz-estudo.shtml
07/04/2011

* Título original alterado.

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Novo envelhecimento (Parte 1 de 3)

23/04/2011 - 19:57 Por: Wanda Patrocinio

Categoria(s): Gerontologia

 Por Fábio de Castro
Agência FAPESP – O envelhecimento e a urbanização são tendências demográficas importantes no século 21. A população urbana, que já corresponde à metade da humanidade, dobrará até 2050, de acordo com a Organização das Nações Unidas (ONU). Por outro lado, se hoje existem cerca de 600 milhões de pessoas com mais de 60 anos, em 2050 a população nessa faixa etária será de quase 2 bilhões. A consequência disso é que a sociedade precisará repensar o lugar dos idosos nas cidades e implantar uma nova cultura do envelhecimento. Essa é uma das principais conclusões dos especialistas que participaram, no dia 29 de março, em São Paulo, da mesa-redonda “Aspectos urbanos e habitacionais em uma sociedade que envelhece”. O evento integrou a programação do ciclo “Idosos no Brasil: Estado da Arte e Desafios”, promovido pelo Institutos de Estudos Avançados (IEA) da Universidade de São Paulo (USP), pelo Grupo Mais-Hospital Premier e pela Oboré Projetos Especiais de Comunicação e Artes. Coordenada por David Braga Jr., do Grupo Modelo de Atenção Integral à Saúde (Mais), a mesa-redonda – a terceira do ciclo – teve a participação de Alexandre Kalache, da Academia de Medicina de Nova York (Estados Unidos), e de Guita Grin Debert, professora do Departamento de Antropologia da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).
De acordo com Kalache, carioca que dirigiu por 13 anos o Programa Global de Envelhecimento e Saúde da Organização Mundial da Saúde (OMS), os dados da ONU mostram que a população mundial crescerá cerca de 50% (para 9 bilhões) até 2050. No mesmo período, a população acima de 60 anos terá aumentado 350%, sendo que a maior parte desse aumento ocorrerá nos países em desenvolvimento, cada vez mais urbanizados.
Essa perspectiva de futuro, segundo ele, deverá ser compreendida pela sociedade, que precisará desenvolver com urgência uma “cultura do envelhecimento” – o que inclui mudanças nas cidades e no comportamento ao longo da vida. “É importante destacar que 2050 não é uma data distante. Os idosos de quem estamos falando são as pessoas que hoje já são adultas, que podem ter 20 ou 40 anos. Por isso, é fundamental personalizar a mensagem”, disse à Agência FAPESP. Com os avanços da medicina e da própria sociedade urbana, a parcela da vida que um indivíduo passa na condição de idoso será cada vez maior, apontou o especialista. Com essa tendência, já ocorre uma mudança de paradigmas em relação ao que significa envelhecer. “A ideia da vovó fazendo tricô e do vovô de pijama, lendo jornal, é um estereótipo do envelhecimento que não nos serve mais”, disse. Segundo Kalache, quando o prussiano Otto Von Bismarck implementou pela primeira vez a aposentadoria, no século 19, a expectativa de vida na Alemanha era de 45 anos e os idosos tinham muito menos acesso à saúde. Se continuassem trabalhando, teriam produtividade baixíssima e criariam muitas dificuldades no ambiente de trabalho.
“Era plausível dar um dinheirinho para que o idoso ficasse em casa pelos poucos anos que lhe restavam. É óbvio que isso não pode dar certo nas condições atuais, muito menos nas condições que teremos até 2050. É preciso que os jovens reinventem seu planejamento de vida”, afirmou. No modelo convencional, a primeira etapa da vida era dedicada ao aprendizado, enquanto a segunda etapa era voltada para a produção e a aplicação do aprendizado no trabalho. A etapa final seria dedicada ao descanso e ao ócio. “Não podemos mais pensar assim.
1/4/2011

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O poder da meditação

23/04/2011 - 19:42 Por: Wanda Patrocinio

Categoria(s): Dicas, Qualidade de Vida

 Por Cilene Pereira e Maíra Magro
Ela chegou ao Ocidente como mais um item da lista de atrações exóticas do Oriente. Hoje, está se transformando em um dos mais respeitados recursos terapêuticos usados pela medicina que conhecemos. Está se falando aqui da meditação, uma prática milenar cujo principal objetivo é limpar a mente dos milhares de pensamentos desnecessários que por ela passam a cada minuto, ajudando o indivíduo a se concentrar no momento presente. É por essa razão que um de seus benefícios é o de ajudar as pessoas a lidar com sentimentos como a ansiedade. Mas o que se tem visto, de acordo com as numerosas pesquisas científicas a respeito da técnica, é que a meditação se firma cada vez mais como uma espécie de remédio – acessível e sem efeitos colaterais – indicado para um leque já amplo de enfermidades: da depressão ao controle da dor, da artrite reumatoide aos efeitos colaterais do câncer. A inclusão da prática no rol de tratamentos da medicina ocidental é um fenômeno mundial. Nos Estados Unidos, por exemplo, ela figura entre as opções de centros renomados como o Memorial Sloan-Kettering Cancer Center, um dos centros de referência do planeta no tratamento da doença. Também está disponível na Clínica Mayo, outro respeitado serviço de saúde. No Brasil, o método começa a ganhar espaço, boa parte dele assegurado pela Política de Práticas Integrativas e Complementares do SUS, implementada em 2006 pelo Ministério da Saúde. Ela incentiva o uso, pela rede pública, de uma série de práticas não convencionais – como a medicina tradicional chinesa, a acupuntura e a fitoterapia – para auxiliar no processo de cura. “Nessas diretrizes, a meditação está prevista como parte integrante da medicina chinesa”, explica a médica sanitarista Carmem De Simoni, coordenadora do programa.
O Hospital Albert Einstein, em São Paulo, decidiu oferecer a prática tanto para pacientes quanto para funcionários, depois de testá-la por dois anos no setor de oncologia. pacientes em tratamento contra o câncer, notamos uma diminuição na ansiedade e maior disposição para enfrentar a doença”, afirma o médico Paulo de Tarso Lima. Ele é responsável pelo serviço de medicina integrativa no hospital, que promove a adoção de terapias complementares – entre elas, a meditação auxiliar no tratamento convencional. “Meditadores têm habilidade singular para cultivar emoções positivas”
diz Eileen Luders, pesquisadora da Universidade da Califórnia
O movimento que se observa atualmente com a meditação é o mesmo experimentado pela acupuntura cerca de dez anos atrás. Da mesma forma que o método das agulhas, ela conquista o respeito da medicina tradicional porque tem passado nas provas de eficácia realizadas de acordo com a ciência ocidental. Isso quer dizer que, aos olhos dos pesquisadores, foi despida de qualquer caráter esotérico, mostrando-se, ao contrário, um recurso possível a todos – ninguém precisa ser guru indiano para praticá-lo – e de fato capaz de promover no organismo mudanças fisiológicas importantes. A profusão de pesquisas que apontam algumas dessas alterações é grande. Os resultados mais impressionantes vêm dos estudos que se propõem a investigar seus efeitos no cérebro. Um exemplo é o trabalho realizado na Universidade da Califórnia, nos Estados Unidos, e publicado na revista científica “NeuroImage”. Após compararem o cérebro de 22 meditadores com o de 22 pessoas que nunca meditaram, eles descobriram que os praticantes possuem algumas estruturas cerebrais maiores do que as dos n praticantes. Especificamente, hipocampo, tálamo e córtex orbitofrontal. As duas primeiras estão envolvidas no processamento das emoções. E a terceira região, no raciocínio. “Sabemos que as pessoas que meditam têm uma habilidade singular para cultivar emoções positivas”, disse à ISTOÉ Eileen Luders, do Laboratório de Neuroimagem da universidade. “As diferenças observadas na anatomia cerebral desses indivíduos nos deram uma pista da razão desse fenômeno.”
ALÍVIO CONTRA O CÂNCER: A prática faz com que os pacientes sintam menos náuseas após a quimioterapia. Na publicação “Psychological Science”, há outro trabalho interessante. Pesquisadores da Universidade George Mason constataram que a prática proporciona uma melhora significativa na memória visual. Normalmente, uma imagem é armazenada integralmente no cérebro por pouquíssimo tempo. Mas o estudo verificou que monges, habituados a meditar todos os dias, conseguem guardá-las – com riqueza de detalhes – até 30 minutos depois de praticar. “Isso significa que a meditação melhora muito este tipo de memória, mesmo após um certo período”, disse à ISTOÉ Maria Kozhenikov, autora do experimento. Essa habilidade transforma a técnica em um potencial instrumento para complementar o tratamento de doenças que prejudiquem a memória, como o mal de Alzheimer.
Artigo publicado em:
MEDICINA & BEM-ESTAR (N° Edição: 2102 | 19.Fev.10)
http://www.istoe.com.br/reportagens/51821_O+PODER+DA+MEDITACAO
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Infecção e inflamação

23/04/2011 - 15:58 Por: Wanda Patrocinio

Categoria(s): Doenças e problemas de saúde, Terapias Complementares

 São duas coisas diferentes.
Quando existe uma infecção no nosso organismo, existe também alguma espécie ou várias espécies de vírus, bactérias, fungos, vermes ou protozoários, causadores dessa infecção. Porém os culpados maiores não são estes parasitas, mas nossa imunidade fraca que não está em condições de evitar a ação dos invasores.
Portanto, há pré-requisitos para que os parasitas ou micróbios possam nos prejudicar.
Na infecção estão presentes toxinas produzidas pelos invasores e o corpo precisa reagir a elas prontamente. Mas se o sistema de defesa está fraco, o corpo corre sérios riscos.
As infecções podem ser contraídas pela água, pela comida, pelo ar, através de insetos, de animais, feridas abertas, relações sexuais, etc.
Inflamação é bem diferente de infecção. Nela, em geral, não estão presentes os parasitas. Basta se contundir ou se queimar ao sol e o local atingido fica vermelho e dói, porque temos uma inflamação, apenas houve uma alteração no tecido externo ou interno como no caso de uma inflamação de garganta provocada por um ácido por exemplo ou bebida muito quente.
Inflamação é, portanto, mais uma irritação local, oriunda de acontecimentos ou elementos muito diferentes.
O local afetado fica vermelho, dói, congestiona o fluxo sanguíneo, endurece o tecido do local.
A inflamação pode ser aguda, quando é forte e recente; ou crônica, isto é, já há muito tempo instalada no organismo, o qual não está em condições de eliminá-la definitivamente.
Numa infecção, geralmente, logo surge febre, como uma defesa orgânica para queimar com seu calor os invasores.
Tratamento para infecção:
Os antibióticos naturais mais poderosos são: alho, bananeira, calêndula, cipó-açougue, cipó-insulina, entre outros.
Usar, pelo menos, três diferentes.
Para inflamação, nada melhor do que aplicação local com argila misturada com o chá de cipó-mil-homens, até desaparecer o problema. As aplicações com babosa também são importantes, bem como as aplicações com folha de repolho.
Do livro “Existem doenças incuráveis?”, de Jaime Brüning, 2003, p. 226-227.

Caro leitor, nosso blog se preocupa com a saúde e o bem estar de todas as pessoas. Desenvolvemos um trabalho na área de terapias complementares, porém gostaríamos de salientar que qualquer tratamento aqui sugerido não dispensa uma orientação médica ou qualquer orientação na área que você esteja precisando. Isto significa que os tratamentos com argila terapêutica e outros devem complementar o tratamento já realizado, mantendo sempre o acompanhamento médico. Além disto, sugerimos que aquelas pessoas que já estão em tratamento e que resolvam usar algum tratamento complementar, que comuniquem o profissional que acompanha seu caso.
Atenciosamente,
Equipe GeroVida.

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Treinamento funcional é uma metáfora da vida

23/04/2011 - 10:05 Por: Wanda Patrocinio

Categoria(s): Dicas, Qualidade de Vida

 Contribuição enviada por Daliane Batista Cardoso*
O treinamento funcional vem ganhando popularidade nos últimos tempos, com muitos se voltando para bolas suíças, medicine balls e outras ferramentas em um esforço para encontrar as mais recentes técnicas para aperfeiçoar seu corpo.
Os entusiastas do fitness estão usando bolas suíças para abdominais, medicine balls para arremessos, e tubos elásticos para uma variedade de exercícios com a finalidade de dar um tempero diferente às suas sessões de treino, professores estão ensinando novas modalidades funcionais para os seus não tão aptos clientes. Há céticos no mundo do fitness que acreditam que o treinamento funcional é um fenômeno passageiro de estranhos exercícios em base uni-podal, cortadores em cabos e flexões de braço em med balls. Existem indivíduos que acreditam que o treinamento funcional não atende as necessidades hipertróficas ou que a dona de casa não se acha capaz de executar stiffs uni-laterais… “Mas e se ela soubesse que os realizam todos os dias?”  Isso é fato.
O que exatamente é treinamento funcional? É limitado ao uso da bola suíça e os exercícios em uma perna? Não, de forma nenhuma. Reforçando: de forma nenhuma. Treinamento funcional é Treinamento com Propósito. Muitos atletas e treinadores confundem treinamento funcional com exercícios específicos, o que implica na mímica de determinados movimentos e padrões específicos para esportes individuais.
Na verdade, o treinamento funcional deve ser representado de forma mais precisa como “Formação Geral em Movimento” e sob essa ótica as coisas começam a fazer sentido, o treinamento funcional analisa as semelhanças desse processo, as reforça e fortalece.
Aos desinformados o treinamento funcional é apenas necessário para o atleta, já que os atletas só precisam correr, sprintar, pular, empurrar, girar, mudar de direção e tracionar, ou para o idoso que precisa andar, equilibrar, sentar, levantar e carregar. Não é assim! Nossos corpos têm a capacidade de executar todas essas ações, nós perdemos o movimento porque nós não treinamos para o movimento, treine-os, fazendo do Treinamento Funcional uma Metáfora da sua Vida.
por Luciano DElia
Fonte: Treinamento Funcional.com.br
* Educadora física, colaboradora semanal com artigos na área, parceira da GeroVida

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Saber usar a verdade

20/04/2011 - 12:00 Por: Wanda Patrocinio

Categoria(s): Reflexão

A verdade é perigosa, mas o homem de bem não pode deixar de dizê-la.
Para isso precisa usar artifícios.
Os habilidosos médicos da alma inventaram um modo de adoçar a verdade, pois, quando ela causa desilusão, é a quintessência da amargura.
Os bons modos podem ser úteis: com uma mesma verdade pode-se agradar ou incomodar.
É melhor falar para as pessoas presentes com exemplos do passado.
Com o bom entendedor, não é necessário ser muito explícito: diga o necessário e nem mais uma palavra.
As curas amargas não são para os príncipes: é melhor dourar-lhes a verdade com arte.
Do livro A Arte da Prudência, de Baltasar Gracián, 2003

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Três leituras básicas para entender a cultura brasileira

20/04/2011 - 11:47 Por: Wanda Patrocinio

Categoria(s): Sugestão de leituras

Sugestão de leitura 155
“Três leituras básicas para entender a cultura brasileira”, de Gabriel Lomba Santiago. Editora Alínea, 2011. 2ed.
No livro são abordados três autores que representam, a partir de diferentes vertentes filosóficas e ideológicas, a tentativa de compreensão do ser do brasileiro, do significado do Brasil. O professor Santiago se preocupa com a metodologia utilizada pelos três mestres do pensamento social e com a contribuição específica de cada um analisada por suas obras-primas. O denominador comum que os aproxima é a redescoberta do Brasil a partir das obras de história, sociologia, economia, antropologia cultural e política que os caracterizaram. Destacando opiniões e confluências entre os três mestres fundadores da nacionalidade. O livro é uma boa introdução ao pensamento de nossos estudiosos, à significação sobre a identidade nacional, à tentativa de pensar o significado do Brasil e o ser brasileiro. Os autores estudados nessa obra são: Caio Prado Júnior, Gilberto Freyre e Sérgio Buarque de Holanda.

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Meditação melhora atenção e autocontrole

20/04/2011 - 9:34 Por: Wanda Patrocinio

Categoria(s): Dicas, Qualidade de Vida

 Da Efe, em Washington
A prática diária da meditação melhora a atenção e o desempenho cognitivo e emocional, segundo um estudo da Universidade Dalian, na China.
Conforme a pesquisa, a técnica de meditação conhecida como Capacitação Integradora da Mente e do Corpo “permite controlar os pensamentos sem esforço”. E também “promove um estado de alerta descansado que permite um alto grau de consciência do corpo”.
Os pesquisadores, liderados por Yi-Iuane Tang, do Instituto de Neuroinformática e do Laboratório de Corpo e Mente da universidade, realizaram seus experimentos com 80 estudantes, com idade média de 21,8 anos.
Os cientistas separaram os estudantes em dois grupos aleatórios, de 40 pessoas cada. Um dos grupos realizou durante cinco dias sessões de 20 minutos da técnica de meditação, desenvolvida nos anos 90.
Ambos os grupos foram submetidos a testes antes e depois, para avaliar sua capacidade de atenção e seu estado de ânimo.
Resultado
Os pesquisadores encontraram melhoras em v níveis da atividade e da condição mental e emocional dos integrantes do grupo que fez meditação.
“A conclusão razoável é que, com cinco dias de prática da meditação integradora, foram alcançadas melhorias nos níveis de atenção, cognição, emoção e reação ao estresse”, assinala o artigo, publicado na revista “Proceedings of the National Academy of Sciences”.
Outra conclusão deste estudo é que “a quantidade de tempo que os participantes dedicam diariamente à meditação mais que o número total de horas de prática de meditação ao longo da vida, é o que afeta o desempenho nas tarefas que requerem atenção”.
Artigo publicado em:

http://www1.folha.uol.com.br/folha/ciencia/ult306u335684.shtml

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Meditação ajuda a combater insônia

12/04/2011 - 18:35 Por: Wanda Patrocinio

Categoria(s): Dicas, Doenças e problemas de saúde, Qualidade de Vida

 Da Efe, em Madri
A meditação pode ser uma forma eficaz de tratamento contra a insônia, segundo pesquisa apresentada no 23º congresso anual da Associação Profissional de Sociedades do Sono, nos Estados Unidos.
Os pacientes que meditam sentem melhoras na qualidade subjetiva do sono e em sua duração total, no tempo de adormecer, da vigília e no acordar.
O diretor do programa sobre a insônia do Memorial Hospital de Evanston, Ramadevi Gourineni, disse que este transtorno é causado por 24 horas diárias de “hiperatividade”, com altos níveis de tensão durante certos momentos.
No congresso foi apresentado um estudo que analisa os dados de 11 pacientes, de 25 a 45 anos, com problemas de insônia primária crônica. Durante dois meses, eles foram divididos em dois grupos: um participou de Kriya Ioga (uma forma de meditação) e de aulas sobre saúde. O outro recebeu informações sobre como melhorar a saúde com o uso de exercícios, nutrição, perda de peso e gerenciamento do estresse, mas não fez meditação.
Depois do período do estudo, o grupo que fez meditação registrou melhoras na qualidade do sono, o tempo necessário para dormir e o tempo total de sono.
Gourineni afirmou que os resultados do estudo provam que “ensinar técnicas de relaxamento profundo durante as horas do dia pode ajudar a melhorar o sono à noite”.
http://www1.folha.uol.com.br/folha/ciencia/ult306u579310.shtml

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Estudo liga meditação a menor risco de ataque em cardiopata

11/04/2011 - 19:36 Por: Wanda Patrocinio

Categoria(s): Dicas, Doenças e problemas de saúde, Qualidade de Vida

Por Gabriela Cupani
da Folha de S. Paulo
Praticar meditação pode ajudar a reduzir quase pela metade o risco de sofrer um ataque cardíaco ou um AVC (acidente vascular cerebral) em pacientes com doença cardiovascular. Esse é o resultado de um estudo apresentado no congresso da American Heart Association, realizado em Orlando. Segundo os autores da pesquisa, feita no Medical College of Wisconsin e patrocinada pelo instituto americano de saúde, trata-se do primeiro estudo controlado que constatou os benefícios a longo prazo da técnica sobre eventos no coração.
Os pesquisadores acompanharam 201 pacientes, com idade média de 59 anos, durante cinco anos. Todos tinham aterosclerose (depósito de gordura nas paredes das artérias).
Eles foram separados em dois grupos. Um foi submetido a um programa de meditação transcendental, praticado duas vezes por dia durante 15 ou 20 minutos. O outro foi considerado o grupo controle. Todos continuaram recebendo os remédios que já tomavam. Ao final do período, no grupo que praticou meditação houve 20 eventos, como ataques cardíacos, derrames e mortes. Entre os demais, foram 32. Os que meditaram também tiveram uma redução da pressão arterial de cinco milímetros de mercúrio (a medida usada para pressão), em média.
“A meditação tem um efeito antiestresse, com queda nos níveis de cortisol e adrenalina”, explica o psicólogo José Roberto Leite, chefe do núcleo de medicina comportamental da Universidade Federal de São Paulo. Sabe-se que os hormônios relacionados ao estresse (como o cortisol e a adrenalina) interferem no metabolismo e aumentam a frequência cardíaca, a pressão arterial e os níveis de gorduras -o que tem um impacto direto na saúde cardiovascular. A longo prazo, os efeitos do estresse também abalam o sistema imunológico.
“É um trabalho científico sério que corrobora o que já se observava na prática”, diz o cardiologista Carlos Alberto Pastore, do InCor (Instituto do Coração). Segundo ele, qualquer atividade que alivie o estresse reduz também o risco cardíaco.
“A pessoa que medita consegue enfrentar melhor o estresse”, diz Norvan Leite, médico especialista em medicina chinesa e responsável pela implantação da primeira sala de meditação em um hospital público e pelo serviço de acupuntura no Hospital do Servidor Público Municipal, em São Paulo. “A prática altera o organismo como um todo”, observa.
Depressão
Outro estudo sobre o assunto, publicado no periódico científico “American Journal of Hypertension”, demonstrou que a meditação também é eficaz para reduzir a pressão arterial, a ansiedade e a depressão. A pesquisa, feita na American University, em Washington, acompanhou por três meses 298 estudantes universitários, divididos em dois grupos. “A meditação promove mudanças neuroquímicas significativas com a liberação de endorfinas”, completa José Roberto Leite, da Unifesp. Segundo o psicólogo, após um mês de prática regular é possível observar alguns benefícios. “Mas deve-se encarar a meditação como a alimentação ou a atividade física e incorporá-la à rotina”, afirma.
Artigo publicado em:
http://www1.folha.uol.com.br/folha/equilibrio/noticias/ult263u656756.shtml

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