Arquivo de junho, 2011

Expectativa de vida

29/06/2011 - 14:29 Por: Wanda Patrocinio

Categoria(s): Gerontologia

 Para a Biologia, expectativa de vida é normalmente definida como a duração média de vida esperada para os membros de uma espécie, a partir do nascimento. Para a demografia, expectativa de vida é a estimativa sobre a duração média de vida de uma coorte por ocasião do nascimento.
Outra medida importante é a de expectativa de sobrevida para os idosos: aos 60 anos, em 1980, os homens poderiam esperar viver mais 14,2 anos, e as mulheres, mais 17,6; em 1996, foram de 16,3 para os homens e de 20,4 para as mulheres (Camarano et al., 1999).
A biodemografia oferece evidências interessantes sobre a perspectiva atual de duração máxima da vida humana. Segundo estudos populacionais feitos nos Estados Unidos, a eliminação de doenças cardíacas como causa de morte acrescentaria, em média, três anos de vida para a população feminina e três anos e meio para a masculina. A eliminação das doenças cardíacas e do câncer acrescentaria sete anos para as mulheres e oito para os homens. A observação de curvas populacionais mostra que na Suécia, na Inglaterra, no País de Gales e na França, países industrializados em que as populações já atingiram elevado nível de bem-estar, a duração máxima de vida observada entre homens e mulheres aumentou muito pouco nos últimos 130 anos. O que cresceu foi o número de pessoas que, em sucessivas coortes, conseguiram manter-se vivas depois dos 50, dos 60, dos 70 e, mais recentemente, dos 80 e 90 anos. Portanto, a não ser que ocorram extraordinárias descobertas biológicas, a duração máxima da vida humana não mudará. 
Reprodução parcial de texto sob o mesmo título retirado de Neri, Anita L. Palavras-chave em gerontologia. Campinas, SP: Editora Alínea, 2005. pág. 85-86.

Veja Também:
Quilos a mais na meia idade reduzem expectativa de vida
Não começar com muita expectativa
Benefícios da prática de esportes depois dos 50 anos (Parte 1/3)
Prevenção em Odontogeriatria
Saber manter a expectativa
Idade social e envelhecimento social
Correr desacelera o relógio biológico
Saude e Qualidade de Vida
Estrela da Vida Inteira
Estágio Supervisionado em Pedagogia

Comentários     Indique esse artigo Indique esse artigo

Pureza e perigo

29/06/2011 - 9:50 Por: Wanda Patrocinio

Categoria(s): Qualidade de Vida

 Açúcar, substância pura e branca, utilizada para adoçar bebidas e bolos. Esse é o único componente puro da dieta que é ingerido em quantidade, na sua forma simples ou incluído em outros alimentos tais como geleias doces e biscoitos. Muitos legumes e frutas também contêm pequenas quantidades de diversos açúcares, e o mel principalmente, mistura de glicose e frutose. Esse trecho é do livro Alegria de viver, de Alan Kingsdon, prefaciado pelo legendário piloto de Fórmula 1 Jackie Stewart. Na citação, como vimos, o açúcar é vendido como um alimento puro e branco que pode ser consumido em quantidade enquanto as frutas e o mel apresentam misturas de açúcares.
Usar o conceito de pureza do açúcar para vender o produto é mais um caso de propaganda enganosa. Trata-se de um conceito científico. Uma substância é considerada quimicamente pura quando apresenta uma composição fixa da qual decorre a constância de suas propriedades. Tais constantes físicas, como ponto de fusão, ebulição, densidade, coeficiente de solubilidade, índice de refração etc., são verificadas experimentalmente e comparam-se os valores encontrados com os mencionados na literatura especializada. Do ponto de vista de quem tem fome, melhor seria que o açúcar não fosse puro. Nos procedimentos necessários à transformação do caldo de cana no pó branco puro, as impurezas afastadas através de sucessivas filtrações, evaporações, decantações e precipitações, provocadas por produtos químicos, são exatamente a parte dieteticamente interessante da cana: as proteínas, os sais minerais e as vitaminas, ou seja, os nutrientes.
O que sobra, a sacarose pura, não é mais um alimento como eram a cana, o caldo e até o melaço e a rapadura. Até aí estes derivados da cana podem ser considerados, com boa vontade, como alimentos concentrados. Com boa vontade porque a fração de nutrientes é muito pequena para justificar a carga de sacarose, não se iludam rapadura, melaço, e açúcar mascavo provocam hiperinsulinemia e são tão cariogênicos quanto o primo rico, o açúcar branco. Sacarose pura é apenas um legítimo produto químico de laboratório, fica muito melhor dentro de uma retorta do que adoçando uma torta.
Retirado de “O livro negro do açúcar”, de Fernando Carvalho. Rio de Janeiro, 2006. P. 30.
http://www.uefs.br/docentes/jmarcia/2007/O_livro_negro_do_acucar1.pdf

Veja Também:
Começar com cuidado
Fugir dos assuntos difíceis e perigosos
Estar no auge da perfeição
Deve-se começar o fácil como se fosse difícil e o díficil como se fosse fácil
Não ser somente dócil
Dormir demais ameaça saúde de mulheres
Retrato da Maturidade (Acróstico)
Fumo, tabagismo
Ações da argila em nosso organismo
Nunca perder a compostura

Comentários     Indique esse artigo Indique esse artigo

Pânico

28/06/2011 - 12:35 Por: Wanda Patrocinio

Categoria(s): Doenças e problemas de saúde, Ervas Medicinais, Terapias Complementares

 Este é mais um problema simples de ser combatido quando se conhece as causas através da avaliação bioenergética.
A pessoa com pânico tem medo de muitas coisas, pessoas ou situações que precisa enfrentar, sente-se completamente insegura.
Muitas vezes o pânico vem associado com depressão.
Causas:
Em quase todos os casos que o autor verificou, o problema está na presença de plasmódios vivax e falsíparum, os mesmos causadores da malária. Eles se instalam no cérebro e no coração simultaneamente.
Há também fatores de ordem psicológica, traumas de infância, repressões exageradas que podem influenciar.
Este desequilíbrio emocional está relacionado com a hipófise, cujo tratamento será explicado a seguir.
Tratamento:
- aplicar argila com o chá de cipó-mil-homens na testa (hipófise) e atrás da cabeça (hipotálamo e cerebelo), por 12 dias.
- aplicar também argila com o chá de cipó-mil-homens (morno) sobre o coração, pelo mesmo período.
- plantas indicadas: cipó-mil-homens, melão de são Caetano, pfáfia, quina, tansagem e unha de gato.
- tomar um litro de chá por dia durante 30 dias, menos a quina que só deve usar por 20 dias.
- o escalda-pés com água bem quente, num balde, até meia canela, feito todas as noites, ao deitar, durante 20 minutos e por 10 dias seguidos é ótimo nesses casos, mas não para quem tem pressão alta, porque este escalda-pés faz subir um pouco a pressão.  
Do livro “Existem doenças incuráveis?”, de Jaime Brüning, 2003, p. 241-242.

Caro leitor, nosso blog se preocupa com a saúde e o bem estar de todas as pessoas. Desenvolvemos um trabalho na área de terapias complementares, porém gostaríamos de salientar que qualquer tratamento aqui sugerido não dispensa uma orientação médica ou qualquer orientação na área que você esteja precisando. Isto significa que os tratamentos com argila terapêutica e outros devem complementar o tratamento já realizado, mantendo sempre o acompanhamento médico. Além disto, sugerimos que aquelas pessoas que já estão em tratamento e que resolvam usar algum tratamento complementar, que comuniquem o profissional que acompanha seu caso.
Atenciosamente,
Equipe GeroVida.

Veja Também:
Para entender o transtorno do pânico
Instabilidades Motoras e Emocionais do Paciente de Parkinson
Pesquisa descobre relação entre aumento da idade e infertilidade
Malária, maleita
Danças Circulares Sagradas – Movimentos que curam
Mais segurança para os idosos em casa (Parte 1 de 2)

Comments (2)     Indique esse artigo Indique esse artigo

Evite lesões na musculação

27/06/2011 - 18:22 Por: Wanda Patrocinio

Categoria(s): Dicas, Qualidade de Vida

 Contribuição enviada por Daliane Batista Cardoso*
Na hora dos treinos de musculação, é interessante estar atento para importantes precauções para evitar práticas que podem representar risco de lesões ao corpo.
Antes de iniciar um programa de treinamento, é essencial fazer uma avaliação física para identificar desequilíbrios posturais, condições e hábitos que podem influenciar na rotina e segurança dos treinos.
Também é de grande importância verificar onde malhar (academia que ofereça aparelhos de musculação, halteres, barras, esteiras, bikes, equipamentos em geral em boas condições, com manutenção regular dos mesmos) e como malhar (disponibilidade de profissionais graduados em educação Física e registrados pelo CREF, para prescrição, boa orientação e ajuda em alguns movimentos mais extensos e complexos).
No início da sessão, para evitar lesões e preparar o organismo para o esforço a ser realizado, é recomendado fazer um bom aquecimento global (em esteiras ou bikes para preparar fisiologicamente os músculos que serão exercitados); realizar alongamentos para além de uma ativação fisiológica, adquirir boa flexibilidade; e o aquecimento no qual o músculo vai ser exigido.
Comumente o aquecimento local é realizado com várias repetições e alta velocidade. Uma sugestão para melhor aproveitamento desse aquecimento local em relação ao exercício é realizá-lo com aproximadamente 50% da carga a ser utilizada na primeira série, com a mesma velocidade a ser executada no exercício, com aproximadamente um minuto de intervalo entre a série de aquecimento e a série inicial.
A maioria das lesões na sala de musculação está relacionada a técnicas precárias, sobrecargas incompatíveis com as condições do praticante, movimentos repetitivos que extrapolam limites das articulações, comprimindo ligamentos, tendões, entre outras estruturas.
Algumas lesões mais comuns são: distensões, torções ligamentares, degeneração da cartilagem, neuropatias e lesões por excesso de uso, como fraturas por estresse ou tendinites.
É importante salientar que os próprios exercícios de musculação são cada vez mais utilizados como prevenção e reabilitação de lesões em esportes e em outras situações. Isso por darem estabilidade a articulações, favorecem a saúde óssea, entre outras aplicações, tendo, assim sua utilização cada dia mais incentivado na literatura científica. Desta forma, não se esqueça de que é importante realizá-los com prudência para aproveitar ao máximo seus benefícios com segurança.
Fonte: Site Musculação e Cia
* Educadora física, colaboradora semanal com artigos na área, parceira da GeroVida

Veja Também:
Uripen (Sonda para urinar tipo camisinha)
Musculação na Terceira Idade
Pesquisas mostram que a musculação é importante para a saúde e ajuda a emagrecer
Postura se corrige com exercícios físicos
Evite os acidentes domésticos
Alongamento é com a fit Ball
Musculação também pode proteger o cérebro
Problemas com o sono do idoso
Pular corda
Musculação terapêutica

Comentários     Indique esse artigo Indique esse artigo

Perseguir a vitória

27/06/2011 - 12:38 Por: Wanda Patrocinio

Categoria(s): Reflexão

Alguns se esgotam ao começar e não acabam nada.
Começam, mas não persistem: têm um caráter instável.
Nunca recebem elogios porque nada concluem.
Terminam sempre por abandonar o começado.
Uns acabam as coisas, outros acabam com elas.
Suam até superar a dificuldade, depois se contentam em tê-la vencido, mas não sabem aproveitar a vitória; demonstram que podem, mas não querem.
É um defeito, não importa se por erro de cálculo ou insconstância.
Se a empreitada é boa, por que não se termina?
E se é ruim, por que se começou?
O homem sagaz não só espreita a perdiz – vai à caça.
Do livro A Arte da Prudência, de Baltasar Gracián, 2003

Veja Também:
Benditas muletas: reflexões para uma vida melhor
Ser elegante no falar e no agir
Não competir com quem não tem nada a perder
Retrato da Maturidade (Acróstico)
A arte de deixar as coisas como estão
Jogar limpo
Terapia com xadrez
Olfato e paladar
Elogie do jeito certo

Comentários     Indique esse artigo Indique esse artigo

Curso de Pedagogia no Brasil: história e formação com pedagogos primordiais

24/06/2011 - 11:26 Por: Wanda Patrocinio

Categoria(s): Educação, Sugestão de leituras

Sugestão de leitura 165
“Curso de Pedagogia no Brasil: história e formação com pedagogos primordiais”, de Giseli Barreto da Cruz. Wak Editora.       
Este é um livro que se destina aos estudantes de Pedagogia, aos professores que atuam como formadores desse curso, aos pedagogos que trabalham em contextos escolares e não escolares, aos pesquisadores da área e a todos aqueles que se interessam pelo que a Pedagogia é e pelo papel do seu curso na formação do educador.
A partir do estudo de 17 entrevistas realizadas com grandes pedagogos brasileiros, o leitor encontrará no texto subsídios para revisitar a história do curso com base nos seus marcos legais; reconhecer aspectos característicos do início do curso e os diferenciais notados ao longo da sua trajetória, em função das mudanças históricas, políticas e sociais; e discutir a posição da Pedagogia no contexto do campo acadêmico.

Veja Também:
Estágio Supervisionado em Pedagogia
Curso “Aspectos psicológicos e depressão na velhice”
História da Administração Escolar no Brasil: do diretor ao gestor
Curso “Hipertensão e diabetes em idosos”
Curso “Parkinson e relações familiares na velhice”
Estimulação cognitiva e Oficina de Memória para adultos e idosos
Formaçao Humana em Geriatria e Gerontologia
Curso Cuidador de Idosos
Curso “Imobilidade e prevenção de quedas na velhice”
Curso “Como acolher o idoso na família”

Comentários     Indique esse artigo Indique esse artigo

Eventos de vida

24/06/2011 - 11:17 Por: Wanda Patrocinio

Categoria(s): Gerontologia

 São definidos como acontecimentos significativos que ocorrem num momento particular, causando algum impacto na vida do indivíduo (Davies, 1996). O tipo, a intensidade, a duração e a generalidade do impacto dos eventos experimentados ao longo do curso da vida podem variar de acordo com a idade cronológica, o tempo histórico, aspectos educacionais e fatores individuais (tais como a vulnerabilidade, a rede de relações sociais disponível, a inteligência e a personalidade). Podem ser vividos como eventos esperados ou inesperados, positivos ou negativos, controláveis ou incontroláveis, ou como crise, oportunidade, desafio ou ameaça (Aldwin, 1994), dependendo da avaliação que o indivíduo faz deles, com base em seus valores, nos valores sociais, em condições do contexto e na sua história de vida. Eles diferem dos pequenos eventos da vida cotidiana pelo seu impacto sobre o self e sobre a história do indivíduo, uma vez que esses eventos dizem respeito às experiências práticas e emocionais e aos desafios enfrentados no dia a dia das relações com o mundo físico e social.
Os eventos normativos graduados por idade são aqueles que permitem ao indivíduo a aquisição de papéis e de competências sociais associados à idade cronológica (Neri, 2002). Eventos determinados socialmente, como o casamento na vida adulta e a aposentadoria no início da velhice, possuem um alto grau de controlabilidade ou previsibilidade, ou seja, são esperados ocorrer em determinada idade. Os eventos normativos graduados pela história são aqueles nos quais os determinantes biológicos e ambientais estão associados com o tempo histórico e com o contexto. Tais eventos geralmente são comuns a indivíduos pertencentes à mesma coorte ou contexto histórico, que vivem acontecimentos socialmente relevantes, tais como guerras, mudanças de governo, movimentos culturais e grandes descobertas científicas. Os eventos não-normativos representam a terceira fonte de influência do desenvolvimento, sendo também chamados de eventos críticos ou idiossincráticos (Diehl, 1999). Tais eventos não ocorrem da mesma maneira para todos os indivíduos nem em idade cronológica previsível. Muitos deles acarretam mudanças que são únicas. A principal característica dessas influências sobre o desenvolvimento é a imprevisibilidade. Acidentes, doenças repentinas, ou mesmo premiação da loteria são alguns exemplos de eventos idiossincráticos que podem ocorrer (ou não) ao longo do curso da vida (Fortes e Neri, 2004).
As evidências empíricas apontadas por Diehl (1999) mostram que, na velhice, eventos críticos de baixa controlabilidade estão geralmente relacionados a eventos de perdas e a déficits que acompanham o processo normal de envelhecimento. Mesmo diante de tais perdas, muitos idosos conseguem manter um nível elevado de autoestima, bem-estar subjetivo e senso de domínio. Adultos de meia-idade e idosos que estão enfrentando perdas relacionadas à idade (mudanças na saúde, perda de pessoas amadas) apresentam um grau considerável de estabilidade. Mesmo nos casos de idosos em fase terminal, com muitos problemas de saúde, não há evidências convincentes de um declínio geral na autoestima e na qualidade de vida subjetiva (Fortes e Neri, 2004), o que indica que há diferenças individuais no enfrentamento de situações consideradas estressantes no envelhecimento.
Reprodução parcial do texto escrito por Andréa Cristina Garofe Fortes
Retirado de Neri, Anita L. Palavras-chave em gerontologia. Campinas, SP: Editora Alínea, 2005. pág. 81-84.

Veja Também:
Curso de vida
Autonomia, dependência e independência durante a vida 1
Associação Brasileira de Gerontologia (ABG)
Nós e o tempo
Idade social e envelhecimento social
Sobre a GeroVida
Geratividade
Autoeficácia
Saude e Qualidade de Vida
Estrela da Vida Inteira

Comentários     Indique esse artigo Indique esse artigo

Saiba ser velho

21/06/2011 - 10:03 Por: Wanda Patrocinio

Categoria(s): Gerontologia

 Poupe um pouco para sempre ser independente financeiramente.
Não precisa ser muito, não comprometa o prazer que o dinheiro pode lhe dar em razão de um tempo maior de velhice, que pode até não acontecer, se você morrer breve.
Além disso, um idoso não consome muito além do plano de saúde e dos remédios.
Provavelmente, você já tem tudo e mais coisas só lhe darão trabalho.
Pare também de se preocupar com a situação financeira de filhos e netos, não se sinta culpado em gastar consigo mesmo o que é seu de direito.
Provavelmente, você já lhes ofereceu o que foi possível na infância e juventude, assim como uma boa educação.
Portanto, a responsabilidade agora é deles. Não seja arrimo de família, seja um pouco egoísta, mas não usurário.
Tenha uma vida saudável, sem grandes esforços físicos. Faça ginástica moderada, alimente-se bem,  mas sem exagero.
Tenha a sua própria condução, até quando não houver perigo.
Nada de estresse por pouca coisa. Na vida tudo passa, sejam os bons momentos que devem ser curtidos, sejam os ruins que devem ser rapidamente esquecidos.
Namore sempre, independente da idade, com sua “velha” (ou velho) companheira de caminhada. O amor verdadeiro rejuvenesce.
As “Maria-gasolina” estão por ai e, um idoso, mesmo da classe média, é sempre uma garantia de futuro para as espertalhonas.
Esteja sempre limpo, um banho diário pelo menos, seja vaidoso, frequente barbeiro (cabeleleiro), pedicure, manicure, dermatologista, dentista, use perfumes e cremes com moderação e por que não uma plástica?
Já que você não é mais bonito, seja pelo menos bem cuidado.
Nada de ser muito moderno, tente ser eterno.
Leia livros e jornais, ouça rádio, veja bons programas na TV, acesse a internet, mande  e responda e-mails, ligue para os amigos.
Mantenha-se sempre atualizado sobre tudo.
Respeite a opinião dos jovens, eles podem até estar errados, mas devem ser respeitados.
Não use jamais a expressão “no meu tempo”, pois o seu tempo é hoje.
Seja o dono da sua casa por mais simples que ela possa ser, pelo menos lá você é quem manda. Não caia na besteira de morar com filhos, netos, ou seja lá o que for. Não seja hóspede, só tome esta decisão quando não der mais e o fim estiver bem próximo.

Veja Também:
Velho, Idoso, Terceira Idade, o quê é?
Envelhecer: cultura e vida.
Saber avaliar
Velhice e Diferenças na vida contemporânea
Idade social e envelhecimento social
O princípio 90/10
Autoliderança uma joranda espiritual
O “velho” como contador de história: um benefício para todos
Oração para ser um velho legal
Alegria e vitalidade, não importa a idade: ficando melhor, não apenas mais velho!

Comentários     Indique esse artigo Indique esse artigo

Sustentabilidade: adjetivo ou substantivo?

20/06/2011 - 11:31 Por: Wanda Patrocinio

Categoria(s): Qualidade de Vida, Reflexão

 Leonardo Boff (*)
É de bom tom hoje falar de sustentabilidade. Ela serve de etiqueta de garantia de que a empresa, ao produzir, está respeitando o meio ambiente. Atrás desta palavra se escondem algumas verdades mas também muitos engodos. De modo geral, ela é usada como adjetivo e não como substantivo. Explico-me: como adjetivo é agregada a qualquer coisa sem mudar a natureza da coisa. Exemplo: posso diminuir a poluição química de uma fábrica, colocando filtros melhores em suas chaminés que vomitam gases. Mas a maneira com que a empresa se relaciona com a natureza donde tira os materiais para a produção, não muda; ela continua devastando; a preocupação não é com o meio ambiente mas com o lucro e com a competição que tem que ser garantida. Portanto, a sustentabilidade é apenas de acomodação e não de mudança; é adjetiva, não substantiva. Sustentabilidade, como substantivo, exige uma mudança de relação para com a natureza, a vida e a Terra. A primeira mudança começa com outra visão da realidade. A Terra está viva e nós somos sua porção consciente e inteligente. Não estamos fora e acima dela como quem domina, mas dentro como quem cuida, aproveitando de seus bens mas respeitando seus limites. Há interação entre ser humano e natureza. Se poluo o ar, acabo adoecendo e reforço o efeito estufa donde se deriva o aquecimento global. Se recupero a mata ciliar do rio, preservo as águas, aumento seu volume e melhoro minha qualidade de vida, dos pássaros e dos insetos que polinizam as árvores frutíferas e as flores do jardim. Sustentabilidade, como substantivo, acontece quando nos fazemos responsáveis pela preservação da vitalidade e da integridade dos ecossistemas. Devido à abusiva exploração de seus bens e serviços, tocamos nos limites da Terra. Ela não consegue, na ordem de 30%, recompor o que lhe foi tirado e roubado. A Terra está ficando, cada vez mais pobre: de florestas, de águas, de solos férteis, de ar limpo e de biodiversidade. E o que é mais grave: mais empobrecida de gente com solidariedade, com compaixão, com respeito, com cuidado e com amor para com os diferentes. Quando isso vai parar?
A sustentabilidade, como substantivo, é alcançada no dia em que mudarmos nossa maneira de habitar a Terra, nossa Grande Mãe, de produzir, de distribuir, de consumir e de tratar os dejetos. Nosso sistema de vida está morrendo, sem capacidade de resolver os problemas que criou. Pior, ele nos está matando e ameaçando todo o sistema de vida. Temos que reinventar um novo modo de estar no mundo com os outros, com a natureza, com a Terra e com a Última Realidade. Aprender a ser mais com menos e a satisfazer nossas necessidades com sentido de solidariedade para com os milhões que passam fome e com o futuro de nossos filhos e netos. Ou mudamos, ou vamos ao encontro de previsíveis tragédias ecológicas e humanitárias. Quando aqueles que controlam as finanças e os destinos dos povos se reúnem, nunca é para discutir o futuro da vida humana e a preservação da Terra. Eles se encontram para tratar de dinheiros, de como salvar o sistema financeiro e especulativo, de como garantir as taxas de juros e os lucros dos bancos. Se falam de aquecimento global e de mudanças climáticas é quase sempre nesta ótica: quanto posso perder com estes fenômenos? Ou então, como posso ganhar comprando ou vendendo bônus de carbono (compro de outros países licença para continuar a poluir)? A sustentabilidade de que falam não é nem adjetiva, nem substantiva. É pura retórica. Esquecem que a Terra pode viver sem nós, como viveu por bilhões de anos. Nós não podemos viver sem ela. Não nos iludamos: as empresas, em sua grande maioria, só assumem a responsabilidade socioambiental na medida em que os ganhos não sejam prejudicados e a competição não seja ameaçada. Portanto, nada de mudanças de rumo, de relação diferente para com a natureza, nada de valores éticos e espirituais. Como disse muito bem o ecólogo social uruguaio E. Gudynas: “a tarefa não é pensar em desenvolvimento alternativo, mas em alternativas de desenvolvimento”.
Chegamos a um ponto em que não temos outra saída senão fazer uma revolução paradigmática, senão seremos vítimas da lógica férrea do Capital que nos poderá levar a um fenomenal impasse civilizatório.
(*) Leonardo Boff é teólogo e escritor.
(Carta Maior)
17/06/2011
http://mercadoetico.terra.com.br/arquivo/sustentabilidade-adjetivo-ou-substantivo/?utm_source=newsletter&utm_medium=email&utm_campaign=mercado-etico-hoje

Veja Também:
Gerontotecnologia

Comentários     Indique esse artigo Indique esse artigo

Malária, maleita

18/06/2011 - 18:13 Por: Wanda Patrocinio

Categoria(s): Doenças e problemas de saúde, Ervas Medicinais, Terapias Complementares

 É doença muito comum no mundo todo e mata muita gente. No Brasil é quase epidemia em certas regiões da Amazônia e norte.
Causas:
- causa principal é o lixo que se forma nas putrefações intestinais. Quando o mosquito da malária pica, transmite os plasmódios vivax e/ou o falsíparum, os dois protozoários causadores da malária no Brasil. Estes fazem fermentar o “lixo” deixado no baixo ventre causando muita febre interna, por isso quem tem malária treme certas horas mesmo exposto ao terrível calor da Amazônia;
- é própria dos países tropicais onde a pessoa sua, depois esfria muito a pele, enquanto aumenta o calor interno. Note-se que não é o mosquito o maior culpado, pois que há pessoas que são picadas por estes mesmos mosquitos e nunca contraem a malária, porque tem o organismo em ordem, sem lixo… Existem ainda os plasmódium ovale geralmente na Europa e o plasmódium malárie típico da África. Eles causam febres, calafrios, atacam muito o baço e fígado e, sobretudo o sistema nervoso central. Devido às vacinas estes plasmódios ficam retidos, não causam então a malária, mas muitos outros estragos como Parkinson, síndrome do pânico, etc.
Tratamento:
- aplicar argila com o chá de cipó-mil-homens sobre fígado, baço e intestinos por 20 a 30 dias seguidos;
- alimentar-se de frutas, verduras e raízes frescas, sobretudo o inhame;
Plantas indicadas: carobinha do campo, carqueja, cipó-mil-homens, crajiru, erva Macaé, gervão, graviola, melão de são caetano, quina, sabugueiro, urtigão.
As mais poderosas são cipó-mil-homens, melão de são caetano e quina. Pode-se misturar até 7 plantas dessas. O cipó-mil-homens e a quina não convém misturar porque o chá fica amargo demais e muito forte.
Do livro “Existem doenças incuráveis?”, de Jaime Brüning, 2003, p. 234.

Caro leitor, nosso blog se preocupa com a saúde e o bem estar de todas as pessoas. Desenvolvemos um trabalho na área de terapias complementares, porém gostaríamos de salientar que qualquer tratamento aqui sugerido não dispensa uma orientação médica ou qualquer orientação na área que você esteja precisando. Isto significa que os tratamentos com argila terapêutica e outros devem complementar o tratamento já realizado, mantendo sempre o acompanhamento médico. Além disto, sugerimos que aquelas pessoas que já estão em tratamento e que resolvam usar algum tratamento complementar, que comuniquem o profissional que acompanha seu caso.
Atenciosamente,
Equipe GeroVida.

Veja Também:
Enjoo, náusea
Baço
Pânico

Comentários     Indique esse artigo Indique esse artigo

Page 1 of 41234