Arquivo de julho, 2011

Paciência é o melhor remédio

27/07/2011 - 17:45 Por: Wanda Patrocinio

Categoria(s): Doenças e problemas de saúde, Gerontologia

http://youtu.be/Lwb_V2GODkw

Por Quem cuida de mim?
Meu nome é Lisa, vídeo premiado que mostra uma menina cuidando da mãe com Alzheimer, chega e irritar quem desconhece a doença. Mas a impaciência da filha diante das confusões maternas é reação humana. Difícil conter a raiva diante das repetições ou de fraldas sujas guardadas em gavetas, bem sabemos nós, cuidadores de familiares com Doença de Alzheimer.
Esconder dinheiro e denunciar roubo; recusar comida e alegar fome; explosões de raiva ou crises de medo fazem parte da rotina. Difícil nessas horas manter a compaixão e a calma. Não é tarefa para menininhas. Mas assim nos sentimos – desamparadas – ao ver o terror da mãe diante de uma simples sombra na janela.
Não consigo esquecer o olhar apavorado da minha, quando a instruía a pegar uma calcinha na mala . “Eu não sei o que é isso. Não estou entendendo. Tô com medo. Você fica me confundindo; quero ir emboraâ€, repetia ela, com um ar desolado cercada de peças íntimas. Compreendi que era nossa última viagem para visitar as irmãs na Bahia e no Rio.
Cuidar de uma pessoa querida com D.A exige uma imensa rede de apoio que envolve toda a família, amigos, vizinhos, prestadores de serviço e quem mais participe da vida do doente. Precisamos aprender a repetir quase como um mantra: “não é minha mãe agindo assim; é a apenas a doençaâ€. E como Lisa, com muita paciência, pegar um livro, tentar contar uma história engraçada, mostrar o beija-flor pela milésima vez e repetir o quanto o dia está lindo.
23/07/2011
http://www.observadorpolitico.org.br/2011/07/paciencia-e-o-melhor-remedio/

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A saúde além dos planos

27/07/2011 - 11:56 Por: Wanda Patrocinio

Categoria(s): Gerontologia, Reflexão

 Por Quem cuida de mim?
Bastava ter um amigo médico e a gente se sentia protegido. Agora, nem com os planos de saúde mais caros, os idosos conseguem marcar uma consulta médica. Eles são necessários apenas para exames e internação hospitalar. Geriatras são poucos no Brasil. Especialmente na rede pública. Se o médico é bom, tem agenda cheia, integra equipes de grandes hospitais, lidera pesquisas e dá aulas. Pode dispensar a burocracia dos convênios. Cuidando de meu pai, do meu padrasto e de minha mãe, descobri como as doenças depois dos 65 são difíceis de diagnosticar. São inúmeras as patologias, como da minha mãe: Alzheimer, diabetes, pressão e colesterol altos, osteoporose, artrose, depressão, entre outras. Consulta de idoso é demorada mesmo. Como a ida ao pediatra. Exige uma entrevista, a tal anamnse (do grego ana, trazer de novo e mnesis, memória). O médico precisa de técnica e muita paciência para investigar o passado, as cirurgias, uso de medicamentos e rotinas do paciente. Descobri que minha mãe tinha D. A. porque uma atenta geriatra, Sonia Cury, fez as perguntas certas e observou suas reações. E nem era ela a paciente. Estava como acompanhante do marido na consulta.
É mole lembrar que doenças você teve aos 78, 90 anos? Na Doença de Alzheimer, então, tudo se complica. Demorei anos para saber que minha mãe havia feito sete implantes dentários. Mas não colocou as próteses, que certamente pagou. Por acaso, descobri numa festa que ela e uma amiga tinham a mesma cardiologista. Marquei consulta para recuperar o histórico. Portadora de um stent, ela havia abandonado o controle da pressão arterial e do colesterol. Homens retardam ao máximo a ida ao médico. As mulheres é que traduzem os sintomas do marido. Essas aproveitam a consulta para falar das dores do corpo e da alma. Escondem escapadas da dieta. Confundem receitas, se automedicam e devoram bulas. Durante anos, uma querida empregada colocou diariamente sob a língua um Isordil, usado em emergências cardíacas. Minha tia dividia a dose do remédio caro com o marido: meio comprimido para cada um. Prática conhecida pelas enfermeiras da rede pública. Muitos pacientes alegam que o remédio de uso contínuo precisa durar todo o mês e tomam dia sim, dia não, Aliás, alguém explica como medicamento para tomar todo dia vem em embalagem de 28 comprimidos, quando sete meses têm 31 dias e quatro têm trinta? Minha mãe chegou a ter cardiologista, endocrinologista, dermatologista, oftalmologista, gastro, proctologista, psicóloga, dentista e fisioterapeuta. Todos particulares. A conta da farmácia, há anos, passa dos R$ 1.200 mensais por 14 remédios, em média. E com descontos! A equipe de enfermagem tem quatro profissionais que cuidam dela 24h por dia, 7 dias por semana, 365 dias por mês. Os gastos até cabiam na aposentadoria confortável dela. Mas consegui reunir o acompanhamento a uma consulta a cada três meses com uma competente geriatra, revisão semestral da endocrinologista, ida quase semanal à dentista e fisio três vezes por semana. Para controlar tanta informação criei planilhas, formulários, quadros de aviso e um sistema de-mail diário que circula entre a equipe. Registramos tudo: alimentação, pressão, glicemia, banho, higiene bucal e todas as rotinas adotadas. Essas informações têm sido úteis para as médicas adaptarem as dosagens de remédios e recomendarem exames necessários.
Fiz um histórico para levar às consultas. É uma forma de ajudar o médico, pois o doente de Alzheimer fica ansioso com o interrogatório. Se você cuida da mãe, do pai, ou acompanha a avó na consulta, vá construindo um relatório e compartilhando com a família. Em alguns anos, ninguém mais irá lembrar da alergia do papai a camarão ou que vovô já não tem um rim.
Se fosse depender de convênios médicos, minha mãe jamais teria a qualidade de vida que desfruta. Na verdade, os planos são de doença, porque pouco contribuem para a preservação da saúde. Dão é muita dor de cabeça e nos tiram o sono. Após os 65, a mensalidade chega perto dos R$ 1.000. A minha já está bem salgada. Todo mês, fico em dúvida se pago ou cancelo meu plano. E a cada aniversário, a conta fica mais alta: punição por continuar viva.
22/07/2011
http://www.observadorpolitico.org.br/2011/07/a-saude-alem-dos-planos/

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Mau hálito

27/07/2011 - 11:38 Por: Wanda Patrocinio

Categoria(s): Doenças e problemas de saúde, Ervas Medicinais, Terapias Complementares

 Causas:
- má digestão, prisão de ventre, sinusite, fermentação demasiada no estômago por causa de mistura incompatível ou febre interna;
- falta de higiene bucal, piorreia.
Tratamento:
- tomar carvão com água é ótimo para combater isso, ou tomar argila pura com água, ou água de argila;
- cuidar da boa digestão;
- combater a prisão de ventre e a piorreia se houver, bem como a sinusite;
- consertar os dentes se necessário, escová-los com frequência;
- mastigar um pouco de salsa;
- bochechar com suco puro de limão e beber em jejum um pouco;
- aplicar argila com o chá de cipó-mil-homens sobre a barriga;
Plantas indicadas: hortelã; mastigar salsa; mastigar cravo; espinheira santa.
Do livro “Existem doenças incuráveis?â€, de Jaime Brüning, 2003, p. 235.

Caro leitor, nosso blog se preocupa com a saúde e o bem estar de todas as pessoas. Desenvolvemos um trabalho na área de terapias complementares, porém gostaríamos de salientar que qualquer tratamento aqui sugerido não dispensa uma orientação médica ou qualquer orientação na área que você esteja precisando. Isto significa que os tratamentos com argila terapêutica e outros devem complementar o tratamento já realizado, mantendo sempre o acompanhamento médico. Além disto, sugerimos que aquelas pessoas que já estão em tratamento e que resolvam usar algum tratamento complementar, que comuniquem o profissional que acompanha seu caso.
Atenciosamente,
Equipe GeroVida.

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Alongamento é com a fit Ball

26/07/2011 - 15:08 Por: Wanda Patrocinio

Categoria(s): Dicas, Qualidade de Vida

 Contribuição enviada por Daliane Batista Cardoso*
Alongar o corpo pode se tornar uma tarefa muito mais agradável e eficiente com o uso de um acessório bem peculiar
A Fit Ball ou bola suíça como também é conhecida, foi criada nos anos 70 por fisioterapeutas como um instrumento auxiliar na recuperação de pacientes que sofriam de paralisia cerebral, disfunções neurológicas, lesões musculares e das articulações. O sucesso foi grande e o método se espalhou até entre os que não apresentam qualquer problema de saúde.
A fit ball é uma bola de cerca de 65 cm de diâmetro, feita de PVC e que suporta cargas de peso de até 300 kg e hoje é utilizada como complemento em aulas de alongamento e também de ginástica localizada, auxiliando a fortalecer e tornar mais flexíveis a musculatura do corpo, principalmente os músculos abdominais.
Este acessório além de tonificar os músculos, contribui para a melhoria do sistema cardiovascular, previne dores e ajuda a manter uma postura correta da coluna, aumenta a concentração e a velocidade dos reflexos, diminui o estresse e melhora o equilíbrio.
É uma atividade que pode ser utilizada como complemento para outras atividades físicas, como a musculação, corrida, ciclismo e natação e também auxilia nos regimes de perda de peso, através da queima de calorias.
Fonte: Por Marco de Cardoso (Site BemStar)
* Educadora física, colaboradora semanal com artigos na área, parceira da GeroVida

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Não começar a vida por onde se deve terminar

26/07/2011 - 10:41 Por: Wanda Patrocinio

Categoria(s): Reflexão

Algumas pessoas descansam no princípio e deixam o trabalho para o fim.
O essencial deve vir primeiro e depois, se houver espaço, o acessório.
Outras querem triunfar antes de lutar.
Algumas começam aprendendo o que menos importa e os estudos úteis e importantes são deixados para o fim da vida.
Outros se orgulham quando nem bem começaram a fazer fortuna.
O método é essencial para saber e poder viver.
Do livro A Arte da Prudência, de Baltasar Gracián, 2003

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Criatividade em Arteterapia

26/07/2011 - 10:31 Por: Wanda Patrocinio

Categoria(s): Arte, Sugestão de leituras

Sugestão de leitura 168
“Criatividade em Arteterapia”, de Edna Chagas Christo e Graça Maria Dias da Silva. Editora Wak, 2005.
Este livro é mais do que uma coletânea de técnicas. É sobretudo o depoimento das autoras, arteterapeutas, sobre a aplicação de técnicas que experienciaram em sua prática clínica. Além disso, é um convite à reflexão sobre a prática profissional em Arteterapia. De um enorme conjunto de técnicas testadas pelas autoras, foram selecionadas 63 por sua praticidade de utilização em consultório. O livro abrange as modalidades de pintura, desenho, construções e colagens. Voce vai encontrar como guia a relação de materiais, a sequência de procedimentos e as imagens-exemplo de cada técnica, para facilitar sua própria experimentação. Um livro inspirador que convida o leitor a mexer com sua criatividade e a explorar possibilidades terapêuticas das técnicas expressivas.

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Abra o olho e cuidado com as quedas

25/07/2011 - 17:01 Por: Wanda Patrocinio

Categoria(s): Doenças e problemas de saúde, Gerontologia

 Uma das boas notícias sobre diagnóstico precoce de Mal de Alzheimer vem de Paris, mas é resultado de um estudo australiano apresentado na Conferência Internacional da Associação pelo Alzheimer, realizada no último domingo na capital francesa. A Comunidade Científica e Organização de Pesquisa Industrial da Austrália acredita que é possível identificar alterações nos vasos sanguíneos da retina para detectar a doença mais cedo.
Segundo notícia do Globo,  a equipe do pesquisador Shaun Frost descobriu diferenças de calibre entre vasos na retina de pacientes saudáveis e de doentes. Para os cientistas, haveria também nos olhos dos doentes de Alzheimer grandes depósitos de plaquetas de uma proteína relacionada à doença. É mais fácil obter imagens da retina do que do cérebro, e isso facilitaria o diagnóstico.
Outro estudo voltado a detectar o Alzheimer antes que os problemas de memória comecem relaciona as quedas frequentes com possibilidades de desenvolver a doença. A Universidade de Washington em St. Louis, nos EUA, pesquisou tomografias e amostras de fluído espinhal de 125 pessoas que apresentavam sintomas pré-Alzheimer. E concluiu: quem sofre quedas frequentes pode ter duas vezes mais chances de apresentar a doença.
E nós com isso?
Atualmente, os médicos limitam-se a um diagnóstico de provável Alzheimer. Certeza, só na autópsia, o que tem sérias implicações legais. A família de portador de D.A. precisa vencer barreiras burocráticas para conseguir isenção de imposto de renda, acesso aos medicamentos caríssimos, licenças médicas, entre outros desafios cotidianos.
Obter a curatela também é um processo complexo e demorado de interdição com base em demência. Expõe o doente à insensibilidade dos tribunais, em situação constrangedora, estressante e inexplicável para quem se sente perfeitamente são. O doente de Alzheimer tem plena convicção de sua perfeita memória. Ainda que esqueça o nome, o dia da semana, ou quantos anos tem.
Diagnósticos precoces permitiriam maior qualidade de vida ao paciente, antecipando o uso da medicação capaz de retardar os efeitos da doença. Também dariam ao doente as condições e tempo de planejar o próprio futuro.
Precisamos de pesquisas sérias porque se as pessoas soubessem que têm risco de desenvolver o Mal de Alzheimer poderiam exigir políticas públicas e serviços privados de qualidade para garantir uma velhice digna. Apesar da doença, ainda sem cura.
http://www.observadorpolitico.org.br/2011/07/abra-o-olho-e-cuidado-com-as-quedas/

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Geratividade

18/07/2011 - 14:51 Por: Wanda Patrocinio

Categoria(s): Gerontologia

 O conceito de geratividade foi estabelecido por Erikson (1963). Diz respeito à motivação e ao envolvimento com continuidade e o bem-estar de indivíduos particulares, de grupos humanos, da sociedade de modo geral e de toda a Humanidade. Sua origem é uma necessidade interna de garantir a própria imortalidade, de ser necessário e de passar o bastão para a geração seguinte, tanto no sentido biológico quanto cultural. Juntamente com os conceitos de integridade e de envolvimento, a geratividade é um tema central ao desenvolvimento na vida adulta e na velhice.
Da interação entre a preocupação, a crença e o compromisso gerativo originam-se ações gerativas. O conceito de ação gerativa inclui três elementos: criação (de indivíduos, coisas, ações e idéias que sirvam para perpetuar a espécie humana, no sentido biológico e sociocultural); manutenção (traduzida em cuidar, amar, responsabilizar-se, cultivar, preservar, proteger, apoiar, ajudar, socorrer, promover e restaurar e se aplica a indivíduos, grupos, instituições, produtos culturais e a natureza) e oferta (envolve transmissão do que foi criado, aconselhamento, orientação, modelação e um legado pessoal, permitindo, porém, o uso autônomo desses produtos pelos beneficiários).
As narrativas pessoais têm como matéria-prima as experiências de duração, ritmo, intensidade, sequência e relevância associados à vivência dos eventos de vida, por parte de cada indivíduo e de cada coorte. A geratividade ocupa um lugar central nesses autorrelatos na medida em que cada adulto procura balizar-se quanto ao cumprimento dos desígnios naturais e culturais nessa direção. Cada pessoa desenvolve um roteiro peculiar, composto de elementos selecionados e ordenados de forma a terem um significado que justifique a trajetória existencial e que transcenda a própria existência material. Deixar um legado biológico e cultural é a forma pela qual a geratividade encontra sua expressão mais legítima e serve como veículo do significado de uma vida.
Reprodução parcial de texto sob o mesmo título retirado de Neri, Anita L. Palavras-chave em gerontologia. Campinas, SP: Editora Alínea, 2005. pág. 90-91. 

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Corpo e Mente em aprumo (Parte 2 de 2)

16/07/2011 - 18:57 Por: Wanda Patrocinio

Categoria(s): Arte, Doenças e problemas de saúde

 Dança moderna
As novas coreografias criadas por Edson Claro serão interpretadas pelos bailarinos Margoth Lima e Juarez Moniz da Cia de Dança do Teatro Alberto Maranhão, braço contemporâneo da EDTAM. “São dois momentos do amor: adolescente e adulto”, adianta o autor. A coreografia “Petrus”, concedida em homenagem à amiga e também professora de dança Petrúcia Nóbrega, é um solo protagonizado por Margoth Lima, por quem Edson Claro derrama-se em elogios: “Estou tirando tudo que posso dela. Margoth vai ser uma estrela, na verdade ela já é e está descobrindo isso”, garante o exigente professorâ€. Edson trabalha a métrica, a contagem e outros detalhes teóricos das coreografias em seu apartamento, e os ensaios acontecem no mesmo salão onde concedeu entrevista. “Despachei, no bom sentido, uns cinco ou seis para o exterior com a mesma alegria e dedicação”, emociona-se o professor, cuja trajetória se confunde com a trajetória de grupos como Balé Stagium e Cia Cisne Negro, de São Paulo; e grupos potiguares que fizeram história como o Acauã, Cia de Dança dos Meninos e Gaia Cia de Dança. “Foi um grande desafio trabalhar com Edson Claro, pois ele trouxe novas técnicas da dança moderna para meu repertório contemporâneo”, disse Margoth Lima. “A montagem fluiu muito bem não houve nenhuma dificuldade”, finaliza a bailarina. Para Wanie Rose, coordenadora da EDTAM e da Cia de Dança do TAM, “é uma honra tê-lo conosco. Edson Claro encanta e a dança acende ainda mais a luz dele”, conclui.

Homenagem em forma de prêmio
O coreógrafo e produtor do grupo Gira Dança, Anderson Leão, ex-aluno de Claro, lembra bem do episódio no Teatro Alberto Maranhão em abril: “Foi uma grande felicidade quando Edson Claro anunciou que estava produzindo. Também nos pegou de surpresa ao pedir que todas pessoas, que estavam na plateia e que já tinham estudado ou trabalhado com ele, subissem ao palco. Reforçou seu pedido generalizado de ‘coragem’, e convidou para que sambássemos junto com ele. Foi uma noite emocionante, muito importante para quem trabalha com dança em Natal”, lembra Leão. Anderson participou da extinta Roda Vida Cia de Dança, projeto de extensão do Dearte/UFRN criado em 1995 pelos professores Edson Claro e Henrique Amoedo. “Foi uma das primeiras iniciativas aqui de Natal, ao lado de Antônio Soares do grupo Anjori, a trabalhar com bailarinos portadores de deficiências”, contou. A importância de Edson Claro para a formação do Gira Dança foi traduzida pelo grupo ao batizar um prêmio com o nome do professor: “Desde 2009, concedemos (grupo Gira Dança) o Prêmio Edson Claro de Dança aos destaques da dança potiguar. Escolhemos seu nome por ter sido sempre um grande incentivador”, ressalta Anderson Leão. Em 2011, a entrega deverá acontecer em novembro durante a III Mostra Gira Dança. “É um evento voltado parta a valorização da dança contemporânea na capital potiguar”, aponta.

[http://tribunadonorte.com.br/noticia/corpo-e-mente-em-aprumo/186893]
Tribuna do Norte
Enviado por Simplesmente Tetê no dia 7/07/2011.

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Reumatismo: tratamento e alimentos recomendáveis

16/07/2011 - 18:47 Por: Wanda Patrocinio

Categoria(s): Doenças e problemas de saúde, Ervas Medicinais, Terapias Complementares

 Não basta querer tratar só no lugar em que dói o reumatismo, é preciso tratar o corpo todo para tirar dele as substâncias estranhas principalmente o ácido úrico. Isto se consegue com banhos derivativos, especialmente com banhos de vapor.
Fazer diariamente um banho de vapor. Pois é preciso suar para eliminar impurezas do organismo. E cuidar de evitar todos os alimentos que tem muito ácido úrico como: carnes, queijo, ovos, margarina, leite, café, vinagre, temperos fortes, frituras, conservas, chocolate, bebidas alcoólicas, açúcar branco, ervilhas e feijões secos (menos a soja pois não provoca ácido úrico). Além disso, deve-se usar bastante o limão e a maçã que eliminam o ácido úrico do corpo.
Alimentos recomendáveis: frutas ácidas e semi-ácidas, cruas, como morangos, maçãs, uvas, marmelos, laranjas, pois eliminam o ácido úrico. “Abóbora, agrião, alface, alho, arroz integral, batatas, beterraba, brócolis, castanha, cebola, chicória, couve-flor, farinhas integrais, feijão-azuque, flocos ou farelo de trigo, fruta oleaginosa, iogurte natural, leite desnatado, mel, massa integral, nabo, óleo de girassol, pão torrado, pepino, requeijãoâ€. Tenha Saúde alimentando-se bem – Erni Kohler, pág. 38.
Deve-se usar sempre, pelo menos, em jejum e ao deitar, meio copo de suco de limão com água de alho. Isto é muito bom para combater reumatismo no sangue. Cura toda espécie de reumatismo, porque elimina o ácido úrico do sangue.
Para tirar as dores: Aplicar-se-á na parte afetada se estiver quente, cataplasma fria de barro, renovando-se logo que aqueça, para manter fresca esta região, se estiver fria, aplicar-se-ão cataplasmas quentes de linhaça… ou um paninho umedecido em parafina também acalma as dores reumáticas derivando para a superfície da pele as matérias mórbidas dos tecidos; esta aplicação durará 5 minutos mais ou menos†– M. Lezaeta Acharan;
Evitar o frio úmido.
Plantas indicadas: alho, Artemísia, baleeira, bardana, caroba, entre outras.
Do livro “Existem doenças incuráveis?â€, de Jaime Brüning, 2003, p. 260-261.

Caro leitor, nosso blog se preocupa com a saúde e o bem estar de todas as pessoas. Desenvolvemos um trabalho na área de terapias complementares, porém gostaríamos de salientar que qualquer tratamento aqui sugerido não dispensa uma orientação médica ou qualquer orientação na área que você esteja precisando. Isto significa que os tratamentos com argila terapêutica e outros devem complementar o tratamento já realizado, mantendo sempre o acompanhamento médico. Além disto, sugerimos que aquelas pessoas que já estão em tratamento e que resolvam usar algum tratamento complementar, que comuniquem o profissional que acompanha seu caso.
Atenciosamente,
Equipe GeroVida.

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