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Reflexão GeroVida

23/01/2018 - 9:02 Por:

Categoria(s): Curiosidades, Dicas, Educação, Gerontologia, Qualidade de Vida, Reflexão

Olá Pessoal!
 
Infelizmente muitos ainda acreditam que quando passamos de uma determinada idade é normal sentirmos dores e que, principalmente, ser velho é sinônimo de sentir dor. Com o intuito de desmistificar essa crença, sugerimos a leitura e reflexão desse breve texto que incentiva a promoção da saúde ao longo da vida.
https://www.facebook.com/GeroTempo/photos/a.1515543348739056.1073741828.1515531625406895/1520396058253785/?type=3&theater
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INFECÇÃO URINÁRIA: O QUE DEVEMOS SABER PARA PREVENIR?

17/01/2018 - 15:38 Por:

Categoria(s): Dicas, Doenças e problemas de saúde, Gerontologia, Qualidade de Vida

A pedido de uma leitora, vamos falar sobre infecção urinária. A infecção urinária atinge 10% nos homens e 20% nas mulheres a partir de 65 anos de idade, de acordo com a Sociedade Brasileira de Urologia e, após os 80 anos esse número duplica.

A incidência é maior em mulher do que nos homens por causa do tamanho da uretra. A uretra das mulheres mede cerca de 5 cm e, dos homens 22 cm, porém após os 50 anos, a próstata aumenta e pode acontecer de ter dificuldades para eliminar a urina e com isso, aparece as infecções.

A cistite é a infecção mais frequente, mas, pode evoluir para uma pielonefrite (infecção dos rins), por sua vez, é a forma mais grave, pois a bactéria chega até os rins, causando febre e mal-estar. O tratamento é mais prolongado e pode exigir internação.

Quais são os sintomas da infecção urinária?

Dificuldade para urinar, ardência, queimação, urgência para urinar, aumento da frequência, urina em pequena quantidade, sensação de não esvaziamento da bexiga, febre, incontinência urinária (perda involuntária de urina), dor na região abdominal inferior (supra púbica) e sangramento.
A pessoa idosa pode apresentar outros sintomas que não são observados com frequência em jovens como: mal-estar indefinido, falta de apetite, fraqueza, calafrios, confusão mental.

A confusão mental repentina, seguida por esquecimento, troca de nomes e mudança de comportamento, pode ser um dos sinais de infecção urinária em idosos. Esse quadro é bastante comum, mas, como a infecção urinária nem sempre tem sintomas em idosos, muitas vezes podem confundir. Geralmente o idoso não apresenta febre.

Fique atento a isso!

Como diagnosticar?

O diagnóstico da Infecção do Trato Urinário (ITU) é feito pela história clínica, exame físico e por exames laboratoriais que são solicitados pelo médico, dentre eles: exame de urina, hemograma completo e cultura da urina para identificar a bactéria e direcionar o melhor tratamento. Outros exames as vezes são necessários para complementar a avaliação médica como, por exemplo, o ultrassom. Como as pessoas idosas podem apresentar sintomas pouco característicos, a urocultura pode ter grande importância nestes pacientes.

As bactérias que causam ITU no idoso são em geral mais resistentes que na população mais jovem, porque, comumente, o idoso repetiu ciclos de antibióticos que leva a seleção dessas bactérias mais resistentes.

Fatores de risco:

Existem alguns fatores de risco como incontinência urinária, uso de sonda para esvaziar a bexiga, hipertrofia prostática benigna, prostatite, obesidade (devido à dificuldade na higienização), vaginite atrófica, enfraquecimento do assoalho pélvico e deficiência de estrogênio em mulheres, diabetes, ficar segurando o xixi (péssimo hábito, urina que fica parada por muito tempo cria um ambiente que favorece a proliferação das bactérias), bexiga neurogênica, demência, imobilidade, imunodeficiência relacionada à idade, desidratação, comprometimento funcional e contaminação com as fezes e Diabetes.

Alguns cuidados são necessários para evitar a infecção urinária como:

– Orientar o idoso a beber bastante líquido (média de 2 litros por dia), caso não haja nenhuma contraindicação;

-Não segurar o xixi, urinar sempre que tiver vontade;

-Manter o idoso sempre com uma higiene pessoal adequada;

-Lavar com água e sabão neutro a região perianal após as evacuações;

-Evitar o uso indiscriminado de antibióticos, sem indicação médica;

-O banho, sempre que possível, deve ser dado no chuveiro;

-Atenção para a técnica de sondagem, caso seja necessário;

-Manter controle da diabetes, isso ajuda o controle das infecções de repetição;

-Procurar especialista para realizar a avaliação e tratamento mais adequado. Em homens que tem a próstata aumentada é necessário usar medicação para melhorar o esvaziamento bexiga ou partir para tratamentos cirúrgicos que reduz o volume da próstata;

-Banho: lavar bem a região genital e ao redor com água e sabonete neutro ou infantil (não usar sabonetes antissépticos, nem coloridos e nem com muito cheiro) e, não lavar em excesso porque remove a flora natural da pele. Em homens puxar a pele do pênis (prepúcio) para fazer uma higiene mais adequada, retirando os “sebos” (esmegma) e, nas mulheres, abrir os grandes lábios;

-Uso de fralda: nesse caso a atenção deve ser redobrada, deve ter uma rotina de trocas e verificação da fralda. Não deixar muito tempo sem trocar, a urina é ácida e pode provocar assaduras, realizar a troca de 3 em 3 horas. Se possível, colocar a fralda somente no período noturno e, durante o dia estimular o idoso a chamar e/ ou encaminhar ao banheiro e/ ou oferecer o “papagaio”.

Tratamento:

O tratamento é simples, mas é necessária avaliação médica.

-Antibiótico preventivo: tratamento médico que dura em torno de 6 meses e são baixas doses de antibióticos; quem convive com a infecção urinária várias vezes ao ano pode recorrer a esse tratamento;

-Cranberry: recomendam sucos, cápsulas ou a fruta, indicados para o tratamento com a bactéria Escherichia Coli;

-Ingestão de água: mínimo de 2 litros por dia;

-Ingestão de probióticos/ fibras: para auxiliar no bom funcionamento do intestino.

Fonte: https://scaelife.com.br/…/infeccao-urinaria-o-que-devemos-s…

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Agenda de Eventos

11/01/2018 - 15:43 Por:

Categoria(s): Cursos, Educação, Gerontologia, Homeostase Quântica Informacional, Palestras, Qualidade de Vida

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Os Velhos

9/01/2018 - 18:52 Por:

Categoria(s): Arte, Poesia, Reflexão

 

Todos nasceram velhos — desconfio.
Em casas mais velhas que a velhice,
em ruas que existiram sempre — sempre
assim como estão hoje
e não deixarão nunca de estar:
soturnas e paradas e indeléveis
mesmo no desmoronar do Juízo Final.
Os mais velhos têm 100, 200 anos
e lá se perde a conta.
Os mais novos dos novos,
não menos de 50 — enorm’idade.
Nenhum olha para mim.
A velhice o proíbe. Quem autorizou
existirem meninos neste largo municipal?
Quem infringiu a lei da eternidade
que não permite recomeçar a vida?
Ignoram-me. Não sou. Tenho vontade
de ser também um velho desde sempre.
Assim conversarão
comigo sobre coisas
seladas em cofre de subentendidos
a conversa infindável de monossílabos, resmungos,
tosse conclusiva.
Nem me veem passar. Não me dão confiança.
Confiança! Confiança!
Dádiva impensável
nos semblantes fechados,
nos felpudos redingotes,
nos chapéus autoritários,
nas barbas de milénios.
Sigo, seco e só, atravessando
a floresta de velhos.

Carlos Drummond de Andrade, in ‘Boitempo’

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Palestra HQI – GeroVida

3/01/2018 - 16:57 Por:

Categoria(s): Homeostase Quântica Informacional, Palestras, Qualidade de Vida

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Galileu Galilei

28/12/2017 - 11:02 Por:

Categoria(s): Arte, Curiosidades, Dicas, Reflexão

Perguntaram, certa vez, ao velho Galileu Galilei (1564-1642), importantíssimo homem de ciências italiano:

“Quantos anos você tem?”
Ele respondeu: “Oito ou talvez dez”, em evidente contradição com a barba branca que trazia no rosto. Logo em seguida, ele explicou sua resposta:
– Tenho, na verdade, apenas os anos que me restam de vida, porque os já vividos não os tenho mais, do mesmo modo que também não tenho as moedas que já gastei.
Devemos, como Galileu, valorizar o tempo que nos resta e não ficarmos lamentando o tempo que já passou.
E, se formos inteligentes, “o tempo que nos resta” pode ser, ainda, muito bem aproveitado.
Pense nisto e seja feliz!

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Idosos saudáveis resistem mais ao calor

26/12/2017 - 12:41 Por:

Categoria(s): Dicas, Educação, Gerontologia, Qualidade de Vida

Os idosos são mais vulneráveis aos sucessivos recordes de temperatura registrados em diferentes partes do mundo nos últimos anos, que induzem, por exemplo, a alterações no mecanismo de controle da temperatura corpórea, conforme apontam especialistas da área de geriatria. Um estudo realizado por pesquisadores da Faculdade de Medicina e do Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosféricas (IAG), da Universidade de São Paulo (USP), constatou, contudo, que idosos saudáveis são capazes de tolerar um calor de 32ºC, por exemplo – temperatura que representa um dia quente de verão em São Paulo –, mantendo um bom desempenho cognitivo. Resultado de um projeto realizado no âmbito do Instituto Nacional de Análise Integrada de Risco Ambiental – um dos INCTs apoiados pela FAPESP e pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) no Estado de São Paulo –, o estudo foi descrito em um artigo publicado na revista Age, da Associação Americana de Envelhecimento. “Observamos que o desempenho cognitivo de idosos com boa funcionalidade não sofreu efeitos nocivos da exposição ao calor”, disse Beatriz Maria Trezza, geriatra do Hospital das Clínicas (HC) da Faculdade de Medicina da USP e primeira autora do estudo, à Agência FAPESP.

Os pesquisadores avaliaram os efeitos do estresse térmico sobre o desempenho cognitivo de 68 idosos com idade média de 73,3 anos, com bom desempenho físico e cognitivo – caracterizado pela boa saúde mental e caminhar de modo independente, entre outros aspectos. Os idosos são pacientes do serviço de geriatria do HC-FMUSP ou participantes do programa “Universidade aberta à terceira idade”, da USP. Para realizar o estudo, os pesquisadores fizeram um ensaio clínico em que submeteram os idosos a uma bateria de cinco testes neuropsicológicos computadorizados realizados sucessivamente em salas com temperatura controlada de 24ºC – considerada confortável para atividade leve – e de 32 ºC. Selecionados da Bateria Neuropsicológica Automatizada de Testes de Cambridge (Cantab, em inglês) – um software desenvolvido pela Cambridge University, do Reino Unido –, os cinco testes avaliaram diferentes aspectos do desempenho cognitivo dos idosos, como memória, atenção, tempo de reação a um estímulo visual e aprendizado. Os resultados dos testes indicaram que não houve diferenças significativas no desempenho cognitivo dos idosos no ambiente com temperatura de 32ºC em comparação com o de 24ºC.

“As análises dos testes, como um todo, mostraram que o desempenho cognitivo dos idosos foi mantido no ambiente com 32ºC”, afirmou Trezza. “A população de idosos que avaliamos, entretanto, é bastante específica e talvez por isso seja menos vulnerável ao estresse térmico”, avaliou.

 Estudo pioneiro

De acordo com a pesquisadora, o estudo sobre o efeito do calor no desempenho cognitivo de idosos é pioneiro. Isso porque já têm sido realizados estudos nessa linha com militares, trabalhadores expostos a ambientes extremos e jovens. Mas, até então, ainda não tinha sido feito nenhum estudo específico com idosos. “Paralelamente às mudanças climáticas globais, também está ocorrendo um processo de envelhecimento populacional. Um dos objetivos do estudo foi tentar entender como uma população que está envelhecendo e que sofrerá mudanças no controle da temperatura corpórea irá conviver com um clima que está esquentando”, disse Trezza. “A sensibilidade dos idosos ao calor é menor e eles têm menor percepção da variação da temperatura, desencadeando uma resposta comportamental mais tardiamente”, disse Trezza.

Ao perguntar aos idosos participantes do estudo se estavam confortáveis ou desconfortáveis sob a temperatura de 32ºC, aproximadamente um terço respondeu que estava confortável.

Fonte: Matéria publicada no site Exame

Contribuição enviada por Daliane Batista Cardoso*

 

* Educadora física, parceira da GeroVida no envio de artigos.

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Inspire

23/12/2017 - 12:28 Por:

Categoria(s): Dicas, Reflexão, Sem categoria

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Na Natureza Selvagem

21/12/2017 - 18:02 Por:

Categoria(s): Dicas, Reflexão, Sugestão de leituras

Hoje indicamos o filme Na Natureza Selvagem, relata a história de vida do jovem Christopher McCandless. A narrativa é baseada no livro de mesmo nome escrito pelo jornalista e escritor americano Jon Krakauer em 1996. Dirigido e escrito pelo cinegrafista americano Sean Penn foi indicado, em duas categorias do Oscar e venceu o Globo de Ouro de melhor canção.
 
O filme conta a história do jovem Christopher, um jovem recém-formado, que decide viajar sem rumo pelos Estados Unidos em busca da liberdade. Durante sua jornada pela Dakota do Sul, Arizona e Califórnia ele conhece pessoas que mudam sua vida, assim como sua presença também modifica as delas. Até que, após dois anos na estrada, Christopher decide fazer a maior das viagens e partir rumo ao Alasca.
 
Sugerimos assistir o filme e desligar-se do mundo, permitindo-se a entrar dentro do universo do personagem, e dentro do seu próprio universo, da sua própria natureza selvagem, daquilo que é a sua verdade interior.
 
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Reflexão GeroVida

19/12/2017 - 14:31 Por:

Categoria(s): Dicas, Gerontologia, Reflexão

Reflexão GeroVida
“Estou velho, mas continuo jovem”.
O que você acha desta frase?
Sempre que os idosos nos dizem isto, perguntamos a eles: O que é continuar jovem? E eles respondem: Ah, é ter a mente aberta, ter flexibilidade de comportamento, ter um corpo ágil, etc…
Mas todo jovem possui estas características???
Velhice é diferente de juventude e ser velho é diferente de ser jovem. Negar a idade é, ao mesmo tempo, rejeitar as próprias experiências de vida, o aprendizado, a resiliência, a expertise, a sabedoria adquirida e acumulada durante anos sobre diversos fatos ocorridos.
Lembre-se de que cada etapa apresenta ônus e bonança e são as vivências que o(a) tornam um ser único.
Pense nisto!
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