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Evite lesões na musculação

27/06/2011 - 18:22 Por:

Categoria(s): Dicas, Qualidade de Vida

 Contribuição enviada por Daliane Batista Cardoso*
Na hora dos treinos de musculação, é interessante estar atento para importantes precauções para evitar práticas que podem representar risco de lesões ao corpo.
Antes de iniciar um programa de treinamento, é essencial fazer uma avaliação física para identificar desequilíbrios posturais, condições e hábitos que podem influenciar na rotina e segurança dos treinos.
Também é de grande importância verificar onde malhar (academia que ofereça aparelhos de musculação, halteres, barras, esteiras, bikes, equipamentos em geral em boas condições, com manutenção regular dos mesmos) e como malhar (disponibilidade de profissionais graduados em educação Física e registrados pelo CREF, para prescrição, boa orientação e ajuda em alguns movimentos mais extensos e complexos).
No início da sessão, para evitar lesões e preparar o organismo para o esforço a ser realizado, é recomendado fazer um bom aquecimento global (em esteiras ou bikes para preparar fisiologicamente os músculos que serão exercitados); realizar alongamentos para além de uma ativação fisiológica, adquirir boa flexibilidade; e o aquecimento no qual o músculo vai ser exigido.
Comumente o aquecimento local é realizado com várias repetições e alta velocidade. Uma sugestão para melhor aproveitamento desse aquecimento local em relação ao exercício é realizá-lo com aproximadamente 50% da carga a ser utilizada na primeira série, com a mesma velocidade a ser executada no exercício, com aproximadamente um minuto de intervalo entre a série de aquecimento e a série inicial.
A maioria das lesões na sala de musculação está relacionada a técnicas precárias, sobrecargas incompatíveis com as condições do praticante, movimentos repetitivos que extrapolam limites das articulações, comprimindo ligamentos, tendões, entre outras estruturas.
Algumas lesões mais comuns são: distensões, torções ligamentares, degeneração da cartilagem, neuropatias e lesões por excesso de uso, como fraturas por estresse ou tendinites.
É importante salientar que os próprios exercícios de musculação são cada vez mais utilizados como prevenção e reabilitação de lesões em esportes e em outras situações. Isso por darem estabilidade a articulações, favorecem a saúde óssea, entre outras aplicações, tendo, assim sua utilização cada dia mais incentivado na literatura científica. Desta forma, não se esqueça de que é importante realizá-los com prudência para aproveitar ao máximo seus benefícios com segurança.
Fonte: Site Musculação e Cia
* Educadora física, colaboradora semanal com artigos na área, parceira da GeroVida

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Pesquisas mostram que a musculação é importante para a saúde e ajuda a emagrecer

18/06/2011 - 12:34 Por:

Categoria(s): Dicas, Qualidade de Vida

 Contribuição enviada por Daliane Batista Cardoso*
Levantar pesos é um exercício que tem ganhado cada vez mais respaldo científico, mas ainda são poucas as pessoas que realmente se animam para fazer musculação. Diversos estudos mostram que o impacto benéfico desta atividade física é muito maior do que se imaginava e, para certos casos, pode trazer resultados melhores do que o exercício aeróbico.
Maior queima de gordura – Um estudo feito pela Universidade de Penn State mostrou que pessoas acima do peso que começam a praticar musculação três vezes por semana queimam cerca de 40% a mais de gordura do que quando fazem a mesma quantidade de exercício aeróbico. Além disso, elas tinham mais facilidade para manter o peso depois de emagrecer os quilos desejados.
Maior gasto calórico – Parece muito bom para ser verdade, mas a ciência explica. Quem faz musculação gasta mais calorias porque o corpo precisa de mais energia para recuperar os pequenos danos nas fibras musculares causados pelo levantamento de peso. Após uma hora de musculação, o metabolismo fica mais elevado por aproximadamente 39 horas. Uma pesquisa feita pela Universidade de Maine mostra que as pessoas podem gastar até 71% a mais de calorias do que se imaginava nos exercícios com peso. Ou seja, 10 minutos de musculação, dependendo da carga, pode gastar tantas calorias quanto 10 minutos de corrida.
As roupas vão vestir melhor – Entre os 30 e os 50 anos, as pessoas perdem cerca de 10% da massa muscular. O número chega a dobrar aos 60 anos. Quem mantém o mesmo peso acaba passando por aquela famosa troca de músculos por gordura. Resultado: as roupas vestem pior mesmo sem o ponteiro da balança subir. A musculação pode ajudar a evitar a perda de massa muscular e deixa o corpo mais definido e modelado.
Os ossos vão ficar mais fortes – Não são apenas os exercícios aeróbicos de impacto, como a corrida e a caminhada, que fortalecem os ossos. Um estudo publicado no “Journal of Applied Physiology” mostrou que, em 16 semanas, a musculação pode aumentar em 19% um hormônio que estimula a densidade óssea.
Faz bem ao cérebro – A musculação ajuda a controlar o estresse e melhora o humor, segundo um estudo publicado pela Universidade Texas A&M. Também diminui os efeitos do jet lag e regula o ritmo circadiano. Outro estudo, feito na Austrália, mostra que quem levanta pesos com regularidade dorme mais e melhor. Já um estudo feito por pesquisadores brasileiros mostrou que seis meses de musculação aumentam a função cognitiva, melhorando a memória, o raciocínio e o foco. Um estudo feito na Inglaterra mostra que quem faz musculação fica até 15% mais tolerante com os colegas, além de aumentar a produtividade no trabalho.
A saúde agradece – Levantar peso pode diminuir o risco de derrame em 40% e de infartos em 15%. O exercício ajuda a regular a pressão, controla a glicose no sangue e pode reduzir o risco de alguns tipos de câncer.
Fonte: Med Plan.com.br
* Educadora física, colaboradora semanal com artigos na área, parceira da GeroVida

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Musculação também pode proteger o cérebro

14/06/2011 - 11:50 Por:

Categoria(s): Dicas, Gerontologia, Qualidade de Vida

 Contribuição enviada por Daliane Batista Cardoso*
Pesquisas demonstram que, já a partir dos 25 anos, o cérebro inicia um processo gradual e lento de declínio cognitivo, ou perda de desempenho, que evolui com a idade. Na população idosa, o declínio cognitivo já é um importante assunto de saúde pública e uma bem reconhecida manifestação clínica desse declínio são as quedas. Idosos com comprometimento cognitivo caem duas vezes mais do que os que não possuem. Um estudo publicado no ano passado pesquisou o efeito em idosos de um treino de resistência de 12 meses no desempenho cognitivo e risco de quedas. Seus resultados mostraram que o treino realizado uma ou duas vezes por semana melhorou o desempenho cognitivo, principalmente as características de atenção seletiva e solução de conflitos.
Após a conclusão deste estudo, os participantes foram acompanhados durante mais um ano e os resultados desse acompanhamento foram liberados recentemente. Idosos que participaram do programa de exercícios de resistência conseguiram manter os benefícios cognitivos e tiveram menos quedas, gerando economia para o sistema de saúde. O estudo contou com 155 mulheres com idades entre 65 a 75 anos. O treino de resistência foi feito em aulas de 60 minutos utilizando um aparelho para as pernas (leg press) e pesos livres. Dentro dos que faziam o treino de resistência, havia um subgrupo que treinava uma vez por semana e outro que treinava duas vezes por semana. Esse grupo foi comparado a um grupo de controle que fazia treino de tonificação e equilíbrio duas vezes por semana, realizando exercícios de alongamento, amplitude de movimento, fortalecimento básico e equilíbrio, bem como de técnicas de relaxamento.
Surpreendentemente, o grupo que conseguiu sustentar os benefícios cognitivos foi o que treinava apenas uma vez por semana, ao invés de duas. Os autores do estudo especulam que este grupo provavelmente foi mais bem sucedido em manter o mesmo nível de atividade física obtido no estudo original.

Benefícios econômicos

Além dos benefícios cognitivos, os benefícios econômicos do grupo de uma vez por semana também foram mantidos um ano após o estudo original. O grupo de uma vez por semana gerou menos gastos relacionados ao uso do sistema de saúde e tiveram menos quedas do que o grupo de duas vezes por semana e o de tonificação. Este estudo mostra mais uma vez que um corpo em forma está diretamente relacionado com um cérebro em forma. Em todas as idades, exercitar o corpo beneficia o cérebro. O treino aeróbico é geralmente associado a um melhor desempenho cognitivo, mas o interessante é que este novo estudo mostra que a musculação também pode ser adicionada à nossa lista de exercícios.

Fonte: Cerebromelhor.com.br
* Educadora física, colaboradora semanal com artigos na área, parceira da GeroVida

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Musculação na Terceira Idade

7/06/2011 - 15:27 Por:

Categoria(s): Dicas, Gerontologia, Qualidade de Vida

 Contribuição enviada por Daliane Batista Cardoso*
A aplicação da musculação para o idoso não foi descoberta há muito tempo, porém a sua eficiência como ferramenta para a diminuição dos declínios de força e massa muscular relacionados com o avanço da idade está definitivamente comprovada. Um estudo feito nos Estados Unidos, realizado com 97 pessoas acima de 60 anos, comprova que os idosos que praticam exercícios sentem menos dores e aumentam sua resistência.  A expectativa de vida dos brasileiros passou dos 70 anos. Isso tudo comprova que exercícios devem ser praticados diariamente, em todas as idades.
Conforme vamos envelhecendo, se torna mais difícil manter a massa muscular e a força da juventude, diminuição da massa muscular, densidade óssea, força e flexibilidade. O metabolismo acaba ficando mais lento e diminuindo, com isso a tendência é ganhar mais gordura, o que aumenta o risco de quedas e fraturas, porém esses efeitos podem ser minimizados com a musculação. Segundo pesquisadores  o problema acontece por dois motivos: menor produção de musculatura e quebra mais acelerada.
O problema se intensifica após os 65 anos e, por isto, os cientistas indicam o treinamento com pesos para este grupo. Com isso as academias de ginásticas estão abrindo cada vez mais espaço para trabalhar com atividades voltadas para terceira idade, descobrindo um novo mercado com grande potencial. Tanto que hoje existem academias especializadas, com trabalhos voltados somente para a terceira idade.
Fonte: Site Musculação e Cia
* Educadora física, colaboradora semanal com artigos na área, parceira da GeroVida

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Dicas de como ativar a região do CORE

25/05/2011 - 12:07 Por:

Categoria(s): Dicas, Qualidade de Vida

 Contribuição enviada por Daliane Batista Cardoso*
Olhe na direção do seu umbigo. Passe a mão ao redor da cintura  e, com os dedos, sinta os músculos desta região. Percebeu algo especial? Se não notou nada, talvez esteja aí a explicação para a demora nos resultados do seu treino ou para as dores nas costas, que incomodam depois da musculação: esta área do corpo concentra o xodó mais recente dos professores de educação física, o chamado core. “Trata-se de um cinturão de força, um conjunto de músculos abdominais  e dorsais que, juntamente aos do quadril, formam o núcleo do corpo”, afirma o professor Isaías Leme. Ativar esse grupo durante os exercícios  traz muitas vantagens e você consegue ver a diferença rapidinho. O abdômen fica mais tonificado e as estruturas da coluna (como as vértebras e os discos) são preservadas de impactos e sobrecargas, aliviando as dores que são comuns na região lombar, principalmente. E, como conta com um apoio extra de músculos, é possível aumentar a carga do treino com mais facilidade. “Há tonificação e diminuição das dores articulares”, diz Isaías.
A dica do professor, para quem está em busca de uma força no treino, começa pela concentração. Antes de realizar os movimentos (seja para fortalecer bíceps, pernas ou mesmo a barriga), pense no seu abdômen e volte o foco para ele, inicialmente. “Mantenha os músculos abdominais contraídos e sugados, em direção às costas, durante todo o treino”, ensina o especialista. E o retorno do esforço vem, em igual medida, entre homens e mulheres. A dificuldade inicial tende a se dissolver conforme você pega o costume. “A partir do momento em que o aluno consegue manter uma postura neutra, com as estruturas ósseas em posição ideal, há necessidade de mais concentração”, afirma o professor da Bio Ritmo. Só vale lembrar que a ativação do core não substitui os exercícios abdominais. Para isso, realmente precisamos dos movimentos tradicionais com flexão da coluna.
Um treino que ignora o core, entretanto, não chega a ser um problema (ou seus amigos que nunca ouviram falar disso e frequentam academia há anos jamais teriam visto o efeito dos exercícios). O segredo está na eficiência do trabalho físico entre as pessoas que já foram apresentadas aos poderes deste cinturão de força, a produtividade cresce e a motivação para seguir no pique, também. “O abdômen dos alunos que ativam o core é mais definido e a postura, mais bonita. Além disso, o aluno ganha mais consciência motora. Mas deixar de pensar neste grupo de músculos não faz do treino algo errado, apenas deixa os movimentos menos abrangentes”, afirma Isaías Leme.

Postura alinhada, barriga chapada

A postura tende a melhorar com o hábito de manter o abdômen ativado. Isso porque um dos fatores que colabora e muito para que a coluna fique alinhada, por mais tempo, é a ativação do abdômen: com este músculos fortalecidos, a coluna não tomba para a frente ou gera compensações. Mas não se cobre demais. “Manter o abdômen contraído durante o dia todo é praticamente impossível, pois seria preciso manter o foco nisso direto. Sem esquecer que, assim como os outros, os músculos abdominais estão sujeitos à fadiga. Por isso, já é de grande valia e traz bons resultados mantê-lo acionado durante o treino”, diz o especialista.
Fonte: MSN – Minha Vida
* Educadora física, colaboradora semanal com artigos na área, parceira da GeroVida

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Motivos para fortalecer a região do Core

18/05/2011 - 19:24 Por:

Categoria(s): Dicas, Qualidade de Vida

 Contribuição enviada por Daliane Batista Cardoso*
Cada músculo do nosso corpo exerce uma função específica, funciona de maneira integrada, coordenada pelo cérebro. É muito bonito observar uma bailarina dançando, fazendo movimentos incríveis, como saltos, piruetas, elevações de pernas, ao ritmo da música, com graça, harmonia e beleza. O mesmo acontece com os esportistas que fazem maravilhas com o corpo. É sem dúvida, incrível um gol de bicicleta ou mesmo uma cortada no vôlei. Tudo isso acontece graças ao fortalecimento dos músculos que dão ao corpo uma capacidade de combinar e executar centenas de movimentos diferentes. Apesar disso, milhares de pessoas estão impossibilitadas de praticar esportes ou mesmo fazer exercícios. Elas sofrem porque um grupo muscular, que exerce um papel fundamental para o bom funcionamento do corpo, não é exercitado de forma adequada. Estou me referindo aos músculos profundos localizados numa região do corpo conhecida como “core”. O “CORE” é uma unidade integrada composta de 29 pares de músculos que suportam o complexo quadril-pélvico-lombar.
Tem as seguintes funções: 1) Manter um adequado alinhamento da coluna lombar contra a ação da gravidade; 2) Estabilizar a coluna e pélvis durante os movimentos e 3) Gerar força para os movimentos do tronco e prevenir lesões. Os músculos são responsáveis também em dar o formato da cintura, proteger a cavidade abdominal, manter o quadril na posição correta e ajudar a manter o tronco controlado em inúmeros movimentos esportivos. Vários esportistas treinam bastante esses músculos, como é o caso dos lutadores de boxe, ginastas, jogadores de vôlei, futebol e basquete. Para a maioria dos esportes, ter o CORE  forte é fator de ajuda para um melhor rendimento. O enfraquecimento dos músculos do core trás consequências um tanto quanto desagradáveis: alterações na posição do quadril, flacidez abdominal, dores na região da coluna lombar e até mesmo favorecendo o aparecimento de hérnias de disco.
Os homens, quando engordam, tendem a aumentar a quantidade de gordura ao redor da cintura, com predominância acima do umbigo, formando o famoso “pneuzinho”, sobrecarregando ainda mais a região lombar, principalmente quando os músculos do core, particularmente os profundos estão enfraquecidos. Nas mulheres, durante o período de gravidez, os músculos da parede abdominal são distensionados na medida em que o feto vai aumentando de tamanho provocando um aumento acentuado da curvatura da região lombar. Por todas essas razões é fundamental que seja dada uma atenção especial aos músculos do core. É importante lembrar que ao fazer os exercícios chamados “abdominais tradicionais” estará fortalecendo os músculos superficiais e não, como a maioria imagina, protegendo a coluna ou mesmo queimando gordura ou, como dizem “tirando a barriga”. Para queimar gordura é necessário fazer exercícios do tipo aeróbicos (caminhada, corrida, bicicleta, etc.), que estimulam a mobilização da gordura como fonte de energia.

O que mudou no treinamento

As novas pesquisas mostram que alguns músculos localizados nesta região do corpo, denominada CORE, particularmente os internos do tronco  na estabilização da coluna. Em particular o transverso do abdome, multifido e rotatores  da região lombar foram identificados como sendo absolutamente essenciais na própria função e controle da região lombar. Isto significa que fazer os exercícios abdominais tradicionais, flexão do tronco sobre o quadril, com as mãos na nuca, e suas variações enfatiza o fortalecimento da musculatura superficial, ou seja, o reto e oblíquo abdominal. Diante dessas evidencias, para prevenir dores na coluna, fortalecer os músculos que dão sustentação para a coluna lombar, é importante iniciar o treinamento utilizando exercícios isométricos (estáticos) que enfatizam o desenvolvimento da estabilidade e força de resistência dos músculos citados. Os exercícios denominados “prancha”, realizados na posição ventral, dorsal e lateral devem ser incluídos no inicio do treinamento para, primeiro, fortalecer os músculos profundos, estabilizadores da região do core e, à partir daí, incluir exercícios para aumentar a força e posteriormente a potencia do “CORE”. Esta é a nova recomendação para o treinamento equilibrado da região mais importante do corpo sob o ponto de vista funcional.
Fonte: Método Mais Vida.com.br
* Educadora física, colaboradora semanal com artigos na área, parceira da GeroVida

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Como evitar lesões durante a execução das tarefas domésticas

12/05/2011 - 15:09 Por:

Categoria(s): Dicas, Doenças e problemas de saúde, Qualidade de Vida

 Contribuição enviada por Daliane Batista Cardoso*
Especialista ensina a postura correta de fazer cada atividade em casa
Varrer o chão, abrir armários, carregar compras, trocar lâmpadas, pendurar roupas no varal. As atividades, bem conhecidas das donas de casa, podem causar sérias lesões como tendinite, bursite e artrite.
Cerca de 80% dos problemas de dores na coluna lombar são causados por músculos fracos no tronco, agravados pela maneira errada de carregar peso. É comum que as pessoas flexionem somente a coluna na hora de levantar uma criança ou algo pesado. O correto é se abaixar, dobrar os joelhos, trazer o peso perto do tronco e só assim levantar.
Quando uma pessoa levanta um peso de maneira errada, alguns pontos da coluna sofrem uma compressão equivalente a cinco vezes o peso dela – afirma Luciano D´Elia, educador físico e especialista em treinamento funcional.
Lavar a louça, por exemplo, é uma das atividades que mais pode sobrecarregar a coluna. A altura da pia deve ser calculada para ficar pelo menos na altura do quadril da dona de casa, para não sobrecarregar.
De acordo com Luciano, os exercícios de alongamento e flexibilidade ajudam no fortalecimento do quadril e coluna além de prevenir riscos de lesões. A maneira incorreta de pegar um pacote de açúcar no armário, por exemplo, pode causar até uma bursite.
Os músculos abdominais são responsáveis por grande parte dos movimentos e também pela postura. A regularidade de exercícios abdominais, combinados a atividades cíclicas e alimentação adequada, proporcionam vários benefícios: equilíbrio, eficiência respiratória, prevenção contra traumatismos, eficiência no processo digestivo, entre outros.
Fonte: Clicrbs.com.br
* Educadora física, colaboradora semanal com artigos na área, parceira da GeroVida

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Treinamento funcional promete preparar corpo para funções do dia a dia

5/05/2011 - 13:43 Por:

Categoria(s): Dicas, Qualidade de Vida

 Contribuição enviada por Daliane Batista Cardoso*
Pegar algo pesado no chão, brincar com as crianças ou empurrar um armário são atividades banais que, para os pouco preparados, podem gerar um nervo pinçado ou uma dor nas costas. Preparar o corpo para funções do dia a dia é o que promete a chamada ginástica funcional, que está cada vez mais popular, dentro e fora das academias. Mas será que funciona para tudo e todos? “O treino funcional une exercícios da preparação física de vários esportes e o trabalho de reabilitação do corpo, sempre pensando em atender as necessidades de cada indivíduo”, diz Luciano DElia, diretor técnico do Core360, projeto de capacitação de treinamento funcional.

LIMITAÇÕES

O primeiro passo, segundo ele, é uma avaliação física para saber as limitações do aluno e seus objetivos. “Às vezes o aluno quer perder peso, mas antes é preciso identificar suas necessidades reais que, quando atendidas, darão a base para a realização do objetivo final”, afirma DElia. Essas necessidades podem ser desde realinhamento postural até preparo para um futebol de fim de semana. Os treinos incluem movimentos similares aos que são feitos no cotidiano, como corrida, trote, saltos e atos de puxar e arrastar. E, de acordo com seus entusiastas, sempre levam em conta a idade e a condição física da pessoa. “Uma aula nunca é igual à outra. Exercícios variados deixam o treino mais interessante, para o aluno não desistir”, diz Edson Ramalho, preparador graduado em educação física e mestrando em ortopedia na Unicamp. Uma coisa a ginástica funcional é: lúdica. Envolve bolas, molas, elásticos, barras e pranchas de estabilidade. Com esses acessórios criam-se desafios como pegar uma bola, puxar um elástico, saltar lateralmente e fazer ações cotidianas com um pé só ou olhos vendados. “Tiramos o aluno da zona de conforto. Ele é forçado a trabalhar o corpo de forma inteligente”, diz Ramalho. Esses estímulos, afirma, melhoram o equilíbrio e a resistência e fazem perder peso.

PREVENÇÃO

“Não se pode descartar a melhora na aparência física, já que muitas vezes é o que faz com que o aluno procure o treino”, diz DElia. Quem quer músculos bombados, no entanto, não vai encontrá-los nesse tipo de ginástica. Luiz Fernando Alves, treinador da clínica Força Dinâmica e professor de educação física especializado em prevenção de lesões, lembra que os exercícios propostos pelo treinamento funcional têm grandes amplitudes e, em geral, são executados de maneira muito rápida. “Esses fatores podem dificultar a coordenação e o alinhamento, aumentando o risco de lesões articulares”. Segundo ele, o trabalho com bases instáveis, como agachamentos e flexões utilizando bolas ou pranchas de equilíbrio exigem uma atenção redobrada do treinador. “Nessas situações, a instabilidade das articulações é maior, os exercícios devem ser feitos devagar e com pouca amplitude. Do contrário, a chance de lesão é muito grande”, alerta.
Fonte: Folha.com
* Educadora física, colaboradora semanal com artigos na área, parceira da GeroVida

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O poder da meditação

23/04/2011 - 19:42 Por:

Categoria(s): Dicas, Qualidade de Vida

 Por Cilene Pereira e Maíra Magro
Ela chegou ao Ocidente como mais um item da lista de atrações exóticas do Oriente. Hoje, está se transformando em um dos mais respeitados recursos terapêuticos usados pela medicina que conhecemos. Está se falando aqui da meditação, uma prática milenar cujo principal objetivo é limpar a mente dos milhares de pensamentos desnecessários que por ela passam a cada minuto, ajudando o indivíduo a se concentrar no momento presente. É por essa razão que um de seus benefícios é o de ajudar as pessoas a lidar com sentimentos como a ansiedade. Mas o que se tem visto, de acordo com as numerosas pesquisas científicas a respeito da técnica, é que a meditação se firma cada vez mais como uma espécie de remédio – acessível e sem efeitos colaterais – indicado para um leque já amplo de enfermidades: da depressão ao controle da dor, da artrite reumatoide aos efeitos colaterais do câncer. A inclusão da prática no rol de tratamentos da medicina ocidental é um fenômeno mundial. Nos Estados Unidos, por exemplo, ela figura entre as opções de centros renomados como o Memorial Sloan-Kettering Cancer Center, um dos centros de referência do planeta no tratamento da doença. Também está disponível na Clínica Mayo, outro respeitado serviço de saúde. No Brasil, o método começa a ganhar espaço, boa parte dele assegurado pela Política de Práticas Integrativas e Complementares do SUS, implementada em 2006 pelo Ministério da Saúde. Ela incentiva o uso, pela rede pública, de uma série de práticas não convencionais – como a medicina tradicional chinesa, a acupuntura e a fitoterapia – para auxiliar no processo de cura. “Nessas diretrizes, a meditação está prevista como parte integrante da medicina chinesa”, explica a médica sanitarista Carmem De Simoni, coordenadora do programa.
O Hospital Albert Einstein, em São Paulo, decidiu oferecer a prática tanto para pacientes quanto para funcionários, depois de testá-la por dois anos no setor de oncologia. pacientes em tratamento contra o câncer, notamos uma diminuição na ansiedade e maior disposição para enfrentar a doença”, afirma o médico Paulo de Tarso Lima. Ele é responsável pelo serviço de medicina integrativa no hospital, que promove a adoção de terapias complementares – entre elas, a meditação auxiliar no tratamento convencional. “Meditadores têm habilidade singular para cultivar emoções positivas”?diz Eileen Luders, pesquisadora da Universidade da Califórnia
O movimento que se observa atualmente com a meditação é o mesmo experimentado pela acupuntura cerca de dez anos atrás. Da mesma forma que o método das agulhas, ela conquista o respeito da medicina tradicional porque tem passado nas provas de eficácia realizadas de acordo com a ciência ocidental. Isso quer dizer que, aos olhos dos pesquisadores, foi despida de qualquer caráter esotérico, mostrando-se, ao contrário, um recurso possível a todos – ninguém precisa ser guru indiano para praticá-lo – e de fato capaz de promover no organismo mudanças fisiológicas importantes. A profusão de pesquisas que apontam algumas dessas alterações é grande. Os resultados mais impressionantes vêm dos estudos que se propõem a investigar seus efeitos no cérebro. Um exemplo é o trabalho realizado na Universidade da Califórnia, nos Estados Unidos, e publicado na revista científica “NeuroImage”. Após compararem o cérebro de 22 meditadores com o de 22 pessoas que nunca meditaram, eles descobriram que os praticantes possuem algumas estruturas cerebrais maiores do que as dos n praticantes. Especificamente, hipocampo, tálamo e córtex orbitofrontal. As duas primeiras estão envolvidas no processamento das emoções. E a terceira região, no raciocínio. “Sabemos que as pessoas que meditam têm uma habilidade singular para cultivar emoções positivas”, disse à ISTOÉ Eileen Luders, do Laboratório de Neuroimagem da universidade. “As diferenças observadas na anatomia cerebral desses indivíduos nos deram uma pista da razão desse fenômeno.”
ALÍVIO CONTRA O CÂNCER: A prática faz com que os pacientes sintam menos náuseas após a quimioterapia. Na publicação “Psychological Science”, há outro trabalho interessante. Pesquisadores da Universidade George Mason constataram que a prática proporciona uma melhora significativa na memória visual. Normalmente, uma imagem é armazenada integralmente no cérebro por pouquíssimo tempo. Mas o estudo verificou que monges, habituados a meditar todos os dias, conseguem guardá-las – com riqueza de detalhes – até 30 minutos depois de praticar. “Isso significa que a meditação melhora muito este tipo de memória, mesmo após um certo período”, disse à ISTOÉ Maria Kozhenikov, autora do experimento. Essa habilidade transforma a técnica em um potencial instrumento para complementar o tratamento de doenças que prejudiquem a memória, como o mal de Alzheimer.
Artigo publicado em:
MEDICINA & BEM-ESTAR (N° Edição: 2102 | 19.Fev.10)
http://www.istoe.com.br/reportagens/51821_O+PODER+DA+MEDITACAO
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23/04/2011 - 10:05 Por:

Categoria(s): Dicas, Qualidade de Vida

 Contribuição enviada por Daliane Batista Cardoso*
O treinamento funcional vem ganhando popularidade nos últimos tempos, com muitos se voltando para bolas suíças, medicine balls e outras ferramentas em um esforço para encontrar as mais recentes técnicas para aperfeiçoar seu corpo.
Os entusiastas do fitness estão usando bolas suíças para abdominais, medicine balls para arremessos, e tubos elásticos para uma variedade de exercícios com a finalidade de dar um tempero diferente às suas sessões de treino, professores estão ensinando novas modalidades funcionais para os seus não tão aptos clientes. Há céticos no mundo do fitness que acreditam que o treinamento funcional é um fenômeno passageiro de estranhos exercícios em base uni-podal, cortadores em cabos e flexões de braço em med balls. Existem indivíduos que acreditam que o treinamento funcional não atende as necessidades hipertróficas ou que a dona de casa não se acha capaz de executar stiffs uni-laterais… “Mas e se ela soubesse que os realizam todos os dias?”  Isso é fato.
O que exatamente é treinamento funcional? É limitado ao uso da bola suíça e os exercícios em uma perna? Não, de forma nenhuma. Reforçando: de forma nenhuma. Treinamento funcional é Treinamento com Propósito. Muitos atletas e treinadores confundem treinamento funcional com exercícios específicos, o que implica na mímica de determinados movimentos e padrões específicos para esportes individuais.
Na verdade, o treinamento funcional deve ser representado de forma mais precisa como “Formação Geral em Movimento” e sob essa ótica as coisas começam a fazer sentido, o treinamento funcional analisa as semelhanças desse processo, as reforça e fortalece.
Aos desinformados o treinamento funcional é apenas necessário para o atleta, já que os atletas só precisam correr, sprintar, pular, empurrar, girar, mudar de direção e tracionar, ou para o idoso que precisa andar, equilibrar, sentar, levantar e carregar. Não é assim! Nossos corpos têm a capacidade de executar todas essas ações, nós perdemos o movimento porque nós não treinamos para o movimento, treine-os, fazendo do Treinamento Funcional uma Metáfora da sua Vida.
por Luciano DElia
Fonte: Treinamento Funcional.com.br
* Educadora física, colaboradora semanal com artigos na área, parceira da GeroVida

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