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Uso de remédios e velhice 1

2/04/2008 - 8:00 Por:

Categoria(s): Dicas, Gerontologia

  Os medicamentos são parte da rotina de praticamente toda pessoa que está na terceira idade. Estudos mostram que cerca de 70% dos idosos têm ao menos uma doença crônica que requer tratamento médico e terapêutico, ou seja, uso de fármacos. No Brasil, os idosos consomem, em média, de 2 a 3,4 medicamentos por dia. Tomar vários medicamentos com horários e doses diferentes nem sempre é fácil, principalmente para as pessoas que têm problemas de memória.

Além da dificuldade que o variado número de medicamentos pode trazer ao dia a dia do idoso, também muda a forma como os remédios agem no corpo. Uma das diferenças está no fato de que, ao envelhecer, o corpo perde água e tecidos (principalmente músculos) e ganha mais gordura, o que pode fazer com que determinado medicamento fique mais tempo no organismo. Problemas nos rins e no fígado também acarretam dificuldade na eliminação de fármacos. Por isso, é preciso que o paciente converse com seu médico, atentando para todos esses fatores na hora de receber a receita de um remédio.

Dicas gerais

Não compre medicamentos em feiras livres ou camelôs.

Só recorra a remédios caseiros após falar com o seu médico.

Não compre vitaminas sem orientação médica.

Exija a nota fiscal de todo remédio que você comprar.

Não tome remédios receitados por amigos, familiares ou balconistas de farmácias e não dê ou indique medicamentos a outras pessoas.

Não acredite nos remédios milagrosos (para reduzir peso, contra calvície e outros) anunciados na TV.

Use o medicamento apenas durante o tempo recomendado e fique atento ao prazo de validade dos medicamentos.

Não repita receitas. Lembre-se de que somente o médico pode avaliar se o tratamento deve continuar ou não.

Publicado no Guia Idoso – Serasa

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Como prevenir os efeitos do estresse sobre a memória 3

17/03/2008 - 12:05 Por:

Categoria(s): Dicas, Gerontologia, Qualidade de Vida

por Elisandra Vilella G. Sé

Motivação e estresse

A motivação também é importante para controlar o estresse, o estímulo para a realização de uma tarefa melhora nosso desempenho. Cuidado com a ansiedade excessiva. Quando isso acontece, ela interfere em nossas habilidades e o desempenho cai. O equilíbrio entre ansiedade e desempenho de memória varia de pessoa para pessoa e de tarefa para tarefa. Em outras palavras, o que uma pessoa faz com facilidade, sem grande esforço, em outras situações pode levar ao esgotamento. Quanto menor o controle sobre a situação, maior o estresse.

A sobrecarga de informações também leva ao estresse e afeta a evocação das memórias. Quem já não passou pela experiência de esquecer algo simplesmente porque tinha muita coisa pra fazer num período curto de tempo? Quando temos muitos compromissos para lembrar, aumenta nossa responsabilidade e precisamos dar conta dentro dos nossos limites e possibilidades. Cuidado para não querer buscar a perfeição, a cobrança excessiva pode ser prejudicial. É muito difícil concentrar a atenção em muita coisa de uma só vez. Uma estratégia facilitadora é utilizar ferramentas que nos ajudem a guardar aquilo que não precisamos memorizar o tempo todo. Nestes casos o uso de agenda, listas e recados são fundamentais.

Atividades antiestresse

Também procure realizar uma atividade de lazer, desenvolva um hobby, faça caminhadas, leituras, jogos, converse com os amigos, experimente atividades que reduzam o estresse, tais como meditação, tai chi chuan, yoga ou dança.

Por fim, viver é buscar o constante equilíbrio entre mente e corpo. E adotar um estilo de vida saudável requer exercitar esse equilíbrio. Só assim poderemos realizar de forma plena e agradável os afazeres e compromissos ao longo da vida sem prejudicar nossa saúde.

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Como prevenir os efeitos do estresse sobre a memória 2

16/03/2008 - 16:36 Por:

Categoria(s): Dicas, Gerontologia, Qualidade de Vida

Por Elisandra Vilella G. Sé

Famoso branco

O famoso branco é um ato defensivo da nossa mente, é um mecanismo natural de adaptação, não uma doença. Entretanto, essa reação natural do organismo para facilitar a nossa adaptação a situações novas ou ameaçadoras também potencializa processos inflamatórios que podem matar os neurônios em regiões específicas do cérebro, uma delas é o hipocampo, região responsável pela formação das memórias. Então o cérebro de uma pessoa estressada é mais suscetível às perdas de neurônios e conseqüentemente perdas de memória.

Desta forma, o estresse causado pelo trânsito nas grandes cidades, a fadiga pelo excesso de trabalho, noites maldormidas, preocupações, medo da insegurança e a simples irritação levam a tensão ao limite com efeitos nocivos à saúde física e mental.

Então, se quisermos alcançar uma maturidade e velhice bem-sucedida com boa qualidade de vida e boas condições de saúde física e mental ao longo da vida, o melhor a fazer é se permitir descansar e não se estressar. Qualidade de vida é uma questão que está ligada ao nosso estilo de vida que adotamos em toda a vida.

Dormir após almoço ajuda a consolidar memória

Para combater a fadiga o melhor é adotar uma boa higiene do sono, isto é, precisamos de mais horas de sono do que o padrão de oito horas diárias, e mais o sono não deve ser interrompido, gerando ciclos de sono incompletos. Uma pesquisa realizado em Israel pelo pesquisador Avi Karni da Universidade de Haifa publicada na Nature Neurocience demonstrou que dormir após o almoço, fazendo a famosa sesta ajuda a consolidadação das memórias.

Além da higiene do sono é necessário cuidar das emoções, exercitar a calma, a paciência e a concentração. Uma pessoa com pressa, impaciente, perde a atenção e muitas das causas de falhas de memória estão relacionadas mais à distração. A ansiedade afeta nossa capacidade de atenção e concentração da mesma maneira que influencia nosso desempenho em outras tarefas. Para ter um bom desempenho nas atividades do dia-a-dia, precisamos estar entusiasmados, concentrados e a todo vapor. Se você não estiver bem concentrado nos seus afazeres, provavelmente não se sairá bem.

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Aproveitar o tempo…

14/03/2008 - 11:35 Por:

Categoria(s): Dicas, Qualidade de Vida, Reflexão

quintana.pps

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Como prevenir os efeitos do estresse sobre a memória 1

14/03/2008 - 11:21 Por:

Categoria(s): Dicas, Gerontologia, Qualidade de Vida

por Elisandra Vilella G. Sé

“Cérebro de uma pessoa estressada é mais suscetível às perdas de neurônios e consequentemente perdas de memória”

Os estados de ânimo, a ansiedade, a atenção, as emoções e o estresse modulam nosso sistema de memórias. Uma pessoa distraída, deprimida, ansiosa ou cansada pode ter um mau desempenho em tarefas que exijam a memória, como esquecer o número de telefone, esquecer do produto que precisa comprar no supermercado ou esquecer a bolsa na sala de espera de um consultório.

O mesmo acontece com um aluno que estudou para o vestibular e não lembra nada no dia da prova por causa da ansiedade e do estresse.

Isso se deve aos vários sistemas moduladores da memória, que são os neurotransmissores e hormônios. As informações ou conteúdos que aprendemos e que têm uma maior carga emocional ou afetiva, principalmente emoções estressantes, causam mais ansiedade e serão mais difíceis de expressá-las. Em determinadas situações os conteúdos armazenados na mente sofrem influência não só de neurotransmissores, mas também de hormônios para o processamento da informação, que podem ativar o sistema de alerta do indivíduo ou não.

No estresse liberam-se grandes quantidades de corticóides secretados pela glândula supra-renal e eles inibem a *evocação atuando no hipocampo e na amígdala (regiões do cérebro responsáveis pelo armazenamento das memórias). O nível de alerta (atenção), a ansiedade e o estresse são acompanhados de um aumento no padrão da rede neuronal, isto é, a comunicação entre os neurônios, que acarreta uma descarga ou liberação de noradrenalina (substância que fica entre os neurônios) para o sangue e às vezes também de outra substância o adrenocorticotrófico (ACTH) um hormônio liberado pela hipófise. Assim, o nível sanguíneo dessas substâncias correlaciona-se com o estado do sujeito. Ou seja, ela aumenta ainda mais à medida que o estresse se intensifica. Por isso quando ficamos estressados, nossa freqüência cardíaca aumenta, a respiração torna-se mais rápida e superficial, os músculos se tensionam.

*Evocação: é a expressão do que memorizamos, falar, expressar as informações memorizadas.

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Exercícios podem reduzir risco de Alzheimer

10/03/2008 - 17:36 Por:

Categoria(s): Dicas, Educação, Gerontologia

da BBC Brasil

Pessoas com cerca de 50 anos que fazem exercícios por meia hora pelo menos duas vezes por semana podem reduzir pela metade o risco de desenvolver o mal de Alzheimer, indica uma nova pesquisa.
Segundo o estudo publicado pela revista científica “Lancet”, as pessoas com uma tendência genética a ter a doença podem reduzir o risco em até 60% se praticarem exercícios.
Os cientistas suecos envolvidos na pesquisa afirmam que a descoberta tem enormes implicações na prevenção do mal de Alzheimer.

Apesar de outros estudos já terem sugerido que exercícios regulares podem ajudar contra a doença, este é um dos primeiros a analisar os efeitos por um longo período, cerca de duas décadas.
Os autores dizem que o período é importante porque o Alzheimer leva muitos anos para se desenvolver e normalmente já está em fase avançada quando é diagnosticado.

Resultados
A saúde de cerca de 1.500 homens e mulheres foi acompanhada no estudo. Entre eles, cerca de 200 desenvolveram Alzheimer ou outras desordens neurológicas entre os 65 e os 79 anos.
Os cientistas analisaram as atividades físicas dos participantes da pesquisa até 21 anos antes, quando eles ainda tinham cerca de 50 anos.

Aqueles que desenvolveram Alzheimer ou outras doenças neurológicas tinham feito muito menos exercícios físicos durante a fase adulta do que aqueles que não apresentaram essas doenças.
A quantidade de exercício que aparentemente beneficiou os que não desenvolveram o mal foi de cerca de 20 a 30 minutos pelo menos duas vezes por semana, com intensidade suficiente para deixar a pessoa sem fôlego e suando.

Normalmente, as pessoas recebem a recomendação de fazer cerca de 20 a 30 minutos de exercícios aeróbicos de três a cinco vezes por semana para ter coração e pulmões saudáveis.

Cérebro
Os cientistas envolvidos na pesquisa afirmam que há muitas razões que explicam a influência dos exercícios sobre o cérebro e todo o corpo. Exercícios, por exemplo, podem manter pequenos vasos sangüíneos do cérebro saudáveis, além de proteger contra pressão alta e diabetes.
A atividade física também pode reduzir a concentração da proteína amilóide, que se acumula no cérebro de pessoas com Alzheimer.

Os cientistas também dizem que pessoas que têm um estilo de vida mais saudável geralmente tendem a beber menos álcool e a fumar menos.

Publicado na Folha online, 04/10/2005

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Dicas de saúde…

6/03/2008 - 16:58 Por:

Categoria(s): Dicas, Doenças e problemas de saúde, Qualidade de Vida

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Dicas simples para viver uma vida saudável, clique, baixe o arquivo e aproveite!!!

 

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Dicas para escapar do Alzheimer

15/02/2008 - 5:30 Por:

Categoria(s): Dicas, Gerontologia, Tratamento de Doenças

 Autor: Roberto Goldkorn (psicólogo e escritor)

Uma descoberta dentro da Neurociência vem revelar que o cérebro mantém a capacidade extraordinária de crescer e mudar o padrão de suas conexões. Os autores desta descoberta, Lawrence Katz e Manning Rubin (2000), revelam que NEURÓBICA, a ‘aeróbica dos neurônios’, é uma nova forma de exercício cerebral projetada para manter o cérebro ágil e saudável, criando novos e diferentes padrões de atividades dos neurônios em seu cérebro. Cerca de 80% do nosso dia-a-dia é ocupado por rotinas que, apesar de terem a vantagem de reduzir o esforço intelectual, escondem um efeito perverso; limitam o cérebro.

Para contrariar essa tendência, é necessário praticar exercícios ‘cerebrais’ que fazem as pessoas pensarem somente no que estão fazendo, concentrando-se na tarefa. O desafio da NEURÓBICA é fazer tudo aquilo que contraria as rotinas, obrigando o cérebro a um trabalho adicional.

Tente fazer um teste:

- use o relógio de pulso no braço direito;

- escove os dentes com a mão contrária da de costume;

- ande pela casa de trás para frente; (vi na China a pessoa treinando isso num parque);

- vista-se de olhos fechados;

- estimule o paladar, coma coisas diferentes;

- veja fotos de cabeça para baixo;

- veja as horas num espelho;

- faça um novo caminho para ir ao trabalho.

A proposta é mudar o comportamento rotineiro.

Tente, faça alguma coisa diferente com seu outro lado e estimule o seu cérebro.

Vale a pena tentar!

Que tal começar a praticar agora, trocando o mouse de lado?

“Critique menos, trabalhe mais. E, não se esqueça nunca de agradecer!”

Sucesso para você!!!

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Envelhecer com amor – 2

4/02/2008 - 4:05 Por:

Categoria(s): Dicas, Gerontologia, Qualidade de Vida

 Sobre o filme “Amor, eterno amor” e o bem envelhecer.

A história trata de um casal que se apaixonou na adolescência, ele era um jovem estudante de música e ela filha de um diplomata na Bélgica pós II Guerra; eles se amaram muito, mas por razões diversas não puderam continuar juntos. Os anos passaram e eles voltaram a se encontrar, cinqüenta anos depois, na velhice e aí o amor entre Andreas e Claire volta de maneira majestosa; contudo não se limita a um gênero “piegas†em relação ao amor, pois traz mensagens jamais imaginadas por nossa tradicional visão sobre o envelhecimento humano.

Da narrativa, podemos apreender mensagens para um envelhecimento bem sucedido. Mas será que existe alguma receita para se envelhecer bem? PARK (s.d.) ilustra essa questão ao ressaltar uma “receita†interessante do geriatra e gerontólogo Renato Maia Guimarães:

“Basicamente é assim: Correr e brincar como uma criança (pela importância da atividade física e da brincadeira propriamente dita); comer como um índio (comer menos e alimentar-se de produtos o mais natural possível); descansar como um gato (deitar, esticar e ao levantar-se fazer um alongamento como fazem os gatos); ter a persistência de um camelo (manter seus compromissos consigo mesmo da atividade física e da dieta); ter a alegria de um golfinho (não posso afirmar que a alegria aumente a esperança de vida, mas que o mau – humor diminui é certo); ter a independência de um pássaro (depender o menos possível dos outros); ter a solidariedade de um cão (ser solidário sempre). E, por último, fugir da sombra, fugir da escuridão. Não ficar apático, escondido, achando que a vida quem vive são os outros. É preciso voltar para o palco e viver a vida de maneira brilhanteâ€.(s.d.)

Autoras francesas, de acordo com PEIXOTO (1998), há séculos atrás, escreveram sobre elementos para se ter uma velhice tranqüila, a marquesa de Lambert diz que é preciso paz e piedade, já a baronesa de Maussion acrescenta a questão da sociabilidade entre velhos e jovens, complementando tais idéias, BALLONE (2003) diz: “Envelhece-se como se viveâ€. Contudo, quando nos referirmos ao envelhecimento social e aos relacionamentos humanos observamos que estas receitas, muitas vezes, são impossibilitadas pelas condições circundantes de nossa realidade, como as políticas públicas, barreiras físicas, arquitetônicas e emocionais frente aos idosos e, talvez, dos próprios idosos entre si.

Escrito por Wanda Patrocinio

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Dicas para um envelhecimento saudável.

21/01/2008 - 13:55 Por:

Categoria(s): Dicas, Doenças e problemas de saúde, Gerontologia

  Precisamos:

 - Tomar consciência da nova realidade de que nosso país está caminhando para ser considerado um país de velhos.

- Ter conhecimento sobre as possíveis perdas biológicas que o envelhecimento pode trazer (para saber mais, ler o artigo Arte, Educação e Envelhecimento, já postado neste site). 

 - Refletir sobre sua vida hoje, pois envelhecemos conforme nós vivemos e se preciso for, mudar padrões de vida. Se você continuar vivendo da forma como vive hoje, como será o seu envelhecimento? 

- Buscar sempre objetivos em sua caminhada, jamais deixando a vida apenas nos levar. Que tenhamos o controle do que queremos viver.

- Continuar sempre criando, produzindo, vivendo de forma ativa naquilo que gostamos. 

- Continuar exercitando a memória e o pensamento.

Além disto, a arte vem como uma aliada no processo de envelhecimento saudável, pois cria condições de oportunizar espaços de sensibilização e expressão para as pessoas por meio de linguagens artísticas (procure algo que você gosta: cantar, dançar, fazer teatro, pintar, artesanato…) A arte aparece como minimizadora dos efeitos negativos do envelhecimento, a arte vem como instrumento para se vivenciar a velhice de maneira mais leve e positiva.
 

Seja feliz!!!

Escrito por Wanda Patrocinio

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