Arquivo de Doenças e problemas de saúde

Erva Santa Maria

19/03/2018 - 9:13 Por:

Categoria(s): Curiosidades, Dicas, Doenças e problemas de saúde, Ervas Medicinais, Qualidade de Vida


Hoje vamos falar dos benefícios da Erva Santa Maria

Nome científico: Chenopodium ambrosioides

Indicações: É poderosa vermífuga. Combate doenças nervosas, hemorroidas, varizes, dores, indigestão, zumbidos nos ouvidos, o suco cura mancha dos pulmões, facilita as menstruações.

Contraindicação: para problemas cardíacos, palpitações, estomago fraco, problemas do fígado e gravidez.

Poder curativo: é de 35%

Sua toxidez: alta, chega a 10%, por isso os adultos podem tomar por 8 dias e as crianças por 5 dias apenas.

Fonte: Livro “Existem doenças incuráveis?”, de Jaime Brüning, 2003, p.10.

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INFECÇÃO URINÁRIA: O QUE DEVEMOS SABER PARA PREVENIR?

17/01/2018 - 15:38 Por:

Categoria(s): Dicas, Doenças e problemas de saúde, Gerontologia, Qualidade de Vida

A pedido de uma leitora, vamos falar sobre infecção urinária. A infecção urinária atinge 10% nos homens e 20% nas mulheres a partir de 65 anos de idade, de acordo com a Sociedade Brasileira de Urologia e, após os 80 anos esse número duplica.

A incidência é maior em mulher do que nos homens por causa do tamanho da uretra. A uretra das mulheres mede cerca de 5 cm e, dos homens 22 cm, porém após os 50 anos, a próstata aumenta e pode acontecer de ter dificuldades para eliminar a urina e com isso, aparece as infecções.

A cistite é a infecção mais frequente, mas, pode evoluir para uma pielonefrite (infecção dos rins), por sua vez, é a forma mais grave, pois a bactéria chega até os rins, causando febre e mal-estar. O tratamento é mais prolongado e pode exigir internação.

Quais são os sintomas da infecção urinária?

Dificuldade para urinar, ardência, queimação, urgência para urinar, aumento da frequência, urina em pequena quantidade, sensação de não esvaziamento da bexiga, febre, incontinência urinária (perda involuntária de urina), dor na região abdominal inferior (supra púbica) e sangramento.
A pessoa idosa pode apresentar outros sintomas que não são observados com frequência em jovens como: mal-estar indefinido, falta de apetite, fraqueza, calafrios, confusão mental.

A confusão mental repentina, seguida por esquecimento, troca de nomes e mudança de comportamento, pode ser um dos sinais de infecção urinária em idosos. Esse quadro é bastante comum, mas, como a infecção urinária nem sempre tem sintomas em idosos, muitas vezes podem confundir. Geralmente o idoso não apresenta febre.

Fique atento a isso!

Como diagnosticar?

O diagnóstico da Infecção do Trato Urinário (ITU) é feito pela história clínica, exame físico e por exames laboratoriais que são solicitados pelo médico, dentre eles: exame de urina, hemograma completo e cultura da urina para identificar a bactéria e direcionar o melhor tratamento. Outros exames as vezes são necessários para complementar a avaliação médica como, por exemplo, o ultrassom. Como as pessoas idosas podem apresentar sintomas pouco característicos, a urocultura pode ter grande importância nestes pacientes.

As bactérias que causam ITU no idoso são em geral mais resistentes que na população mais jovem, porque, comumente, o idoso repetiu ciclos de antibióticos que leva a seleção dessas bactérias mais resistentes.

Fatores de risco:

Existem alguns fatores de risco como incontinência urinária, uso de sonda para esvaziar a bexiga, hipertrofia prostática benigna, prostatite, obesidade (devido à dificuldade na higienização), vaginite atrófica, enfraquecimento do assoalho pélvico e deficiência de estrogênio em mulheres, diabetes, ficar segurando o xixi (péssimo hábito, urina que fica parada por muito tempo cria um ambiente que favorece a proliferação das bactérias), bexiga neurogênica, demência, imobilidade, imunodeficiência relacionada à idade, desidratação, comprometimento funcional e contaminação com as fezes e Diabetes.

Alguns cuidados são necessários para evitar a infecção urinária como:

– Orientar o idoso a beber bastante líquido (média de 2 litros por dia), caso não haja nenhuma contraindicação;

-Não segurar o xixi, urinar sempre que tiver vontade;

-Manter o idoso sempre com uma higiene pessoal adequada;

-Lavar com água e sabão neutro a região perianal após as evacuações;

-Evitar o uso indiscriminado de antibióticos, sem indicação médica;

-O banho, sempre que possível, deve ser dado no chuveiro;

-Atenção para a técnica de sondagem, caso seja necessário;

-Manter controle da diabetes, isso ajuda o controle das infecções de repetição;

-Procurar especialista para realizar a avaliação e tratamento mais adequado. Em homens que tem a próstata aumentada é necessário usar medicação para melhorar o esvaziamento bexiga ou partir para tratamentos cirúrgicos que reduz o volume da próstata;

-Banho: lavar bem a região genital e ao redor com água e sabonete neutro ou infantil (não usar sabonetes antissépticos, nem coloridos e nem com muito cheiro) e, não lavar em excesso porque remove a flora natural da pele. Em homens puxar a pele do pênis (prepúcio) para fazer uma higiene mais adequada, retirando os “sebos” (esmegma) e, nas mulheres, abrir os grandes lábios;

-Uso de fralda: nesse caso a atenção deve ser redobrada, deve ter uma rotina de trocas e verificação da fralda. Não deixar muito tempo sem trocar, a urina é ácida e pode provocar assaduras, realizar a troca de 3 em 3 horas. Se possível, colocar a fralda somente no período noturno e, durante o dia estimular o idoso a chamar e/ ou encaminhar ao banheiro e/ ou oferecer o “papagaio”.

Tratamento:

O tratamento é simples, mas é necessária avaliação médica.

-Antibiótico preventivo: tratamento médico que dura em torno de 6 meses e são baixas doses de antibióticos; quem convive com a infecção urinária várias vezes ao ano pode recorrer a esse tratamento;

-Cranberry: recomendam sucos, cápsulas ou a fruta, indicados para o tratamento com a bactéria Escherichia Coli;

-Ingestão de água: mínimo de 2 litros por dia;

-Ingestão de probióticos/ fibras: para auxiliar no bom funcionamento do intestino.

Fonte: https://scaelife.com.br/…/infeccao-urinaria-o-que-devemos-s…

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Melhorando a Função Cerebral

6/12/2017 - 18:01 Por:

Categoria(s): Doenças e problemas de saúde, Educação, Qualidade de Vida, Reflexão

A medida que envelhecemos muitos de nós percebemos uma perda de capacidade mental e achamos que isso é devido em parte a estar ficando velhos, mas o envelhecimento não pode explicar a atual epidemia de severa deterioração mental. O fato é que o cérebro humano é altamente suscetível em viver em uma sociedade moderna desenvolvida. Um estilo de vida deficiente, bem como dieta, estresse, fumaça e poluentes ambientais, tudo isso danifica as células frágeis do cérebro. O consumo de álcool e muitos medicamentos podem causar severa perda de memória. Cada vez mais crianças estão mostrando dificuldades comportamentais e de aprendizagem relacionadas às exposições por poluentes e tais dificuldades persistem na vida adulta.
Pessoas que abusam dos seus corpos através de uma dieta e de estilo de vida inadequados podem experimentar uma deterioração mental já na década dos trinta, e por muitos outros problemas, se tornam realmente notáveis durante a década dos quarenta. Essas pessoas que fazem coisas inadequadas com o corpo em determinados períodos da vida, estão em risco aumentado de severa deterioração cognitiva no futuro, a menos que elas assumam o compromisso de reconstruir a função cerebral.
O cérebro usa 20% da energia do corpo e requer constante oxigênio que recebe da corrente sanguínea, e usa aproximadamente 25% do oxigênio inalado. A fisiologia cerebral é altamente complexa e tem o poder de influenciar tudo que nós fazemos.
As unidades celulares fundamentais do cérebro são chamadas neurônios. Neurônios possuem receptores que captam mensagens dos neurotransmissores, químicos no cérebro que viajam entre as células. Esses neurotransmissores são capazes de se ligarem a neurônios receptores e criarem atividades cerebrais específicas. O processo é complexo e a boa condição da proteína e membranas celulares baseadas em lipídios no cérebro é essencial para seu sucesso.
Mudanças nas membranas celulares ocorrem de momento a momento e são unicamente afetadas pelos fatores tais como emoções, dieta e o sistema imune. Mesmo as menores alterações nesta membrana celular especializada podem ter consequências nas habilidades dos neurotransmissores e produzir os efeitos desejados e podem causar doença. Serotonina, dopamina e norepinefrina são os neurotransmissores conhecidos mais comuns.
O excesso ou a falta de neurotransmissores pode resultar em condições tais como depressão, ansiedade ou hiperatividade e podem contribuir para doenças do cérebro tais como ou Alzheimer ou doença de Parkinson.
Uma dieta saudável que atende as necessidades especifica do cérebro pode ajudar neurônios alcançar um equilíbrio químico satisfatório.
O cérebro depende do fígado e trato gastrointestinal saudável para usar bem o alimento, para absorver nutrientes apropriadamente e liberá-los ao cérebro, para remover toxinas e manter a atividade apropriada do sistema imune.
Todos nos queremos um cérebro que seja saudável quando nós estivermos mais velhos, mas nos queremos também um cérebro que funcione em alta velocidade e eficientemente hoje.
O café da manhã é a mais importante refeição do dia. Comece o dia com uma refeição que é baixa em gordura, alta em proteína e baixa em carboidratos e açúcar. Isso ajudará você a alcançar o desempenho do pico mental durante o dia. Um estilo de vida que inclui amplo tempo de relaxamento, meditação, exercício apropriado e bom sono, tudo isso ajuda a regenerar e revigorar nosso estado mental, em suma a forma que nós comemos pode não somente nos ajudar a sermos mais inteligentes, alertas e com sucesso em nossas atividades mentais, mas também mais equilibrados em nossas emoções e comportamento.

Autor – Chuck Homuth
Fonte – http://www.cerebromente.org.br/n14/opinion/improving_p.htm

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Oficinas

15/09/2017 - 13:49 Por:

Categoria(s): Cursos, Doenças e problemas de saúde, Educação, Gerontologia, Qualidade de Vida, Terapias Complementares

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Formas de execução de alongamento muscular e contraindicações

31/08/2017 - 11:33 Por:

Categoria(s): Dicas, Doenças e problemas de saúde, Qualidade de Vida

É fácil aprender a fazer alongamentos, mas como todo exercício físico, necessita de cuidados e atenção em sua execução.

Curiosidade!

Procure ir a um parque em qualquer período do dia, com certeza você verá muitas pessoas realizando os mais variados exercícios físicos e dentre eles os chamados “alongamentos”. Infelizmente, devido a uma má ou total falta de orientação, esses exercícios na maioria das vezes são feitos de maneira inadequada, não produzindo nenhum efeito ou ainda pior, colocando em risco a integridade física de seus praticantes.

O modo certo é alongar relaxando em um movimento instável, ao mesmo tempo em que a atenção se focaliza sobre os músculos que estão sendo alongados.

O modo errado é balançar-se para cima e para baixo, ou alongar-se até sentir dor, causando mais danos do que benefícios.

Para realizarmos os exercícios de alongamento corretamente é necessário seguir alguns preceitos:

  • O movimento deve ser longo e estável, ao mesmo tempo em que sua atenção permanece focalizada sobre os músculos que estão sendo trabalhados;
  • Ao atingir o limite de seus movimentos, pare e mantenha cada posição por um tempo aproximado de 10 a 20 segundos. É errado e perigoso balançar-se para forçar o limite do músculo e alongá-lo até sentir dor;
  • Saia de cada posição de alongamento bem devagar, procurando relaxar completamente;

Encerre o trabalho procurando soltar bem todos os músculos que foram alongados.

Em relação às contraindicações, elas são inexistentes. O que existe são recomendações de acordo com a condição física da pessoa.

Sendo assim, você estará apto para realizar qualquer alongamento desde que seja devidamente orientado por um profissional qualificado, educador físico ou fisioterapeuta.

Fonte: Portal Educação

Contribuição enviada por Daliane Batista Cardoso*

* Educadora física, parceira da GeroVida no envio de artigos para o blog.

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Curso Básico (HQI) Valinhos

29/08/2017 - 16:12 Por:

Categoria(s): Cursos, Doenças e problemas de saúde, Homeostase Quântica Informacional, Qualidade de Vida, Terapias Complementares

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Previdência Corporal: Como vai a sua?

22/08/2017 - 14:42 Por:

Categoria(s): Dicas, Doenças e problemas de saúde, Gerontologia, Qualidade de Vida, Reflexão, Sem categoria

Estamos todos preocupados com a situação da Previdência Social e não é por menos, nosso futuro está em jogo. Como podemos ficar sossegados e tranquilos com um futuro tão incerto e numa fase da vida onde podemos estar mais vulneráveis? Investir financeiramente no futuro é essencial para alcançarmos um longeviver mais seguro e pleno, onde possamos continuar aproveitando a vida como almejamos. Cada vez mais, os jovens se preocupam em investir na previdência social ou privada, guardar na poupança para o futuro, investir em algo que garanta alguma segurança para a velhice. Vamos pensar agora na nossa Previdência Corporal, como andam seus investimentos?
É fato que as pessoas estão mais consciente sobre a importância da prática de atividade física e da alimentação saudável. Basta acessarmos qualquer rede social que teremos dicas de como ter um estilo de vida mais saudável. Mas a questão não é essa.
Quando investimos nosso dinheiro em algum fundo, o primeiro passo é “Traçar o nosso perfil” como investidor. Podemos ser mais “conservadores ou mais arrojados”, assumindo mais riscos de perdas futuras. Traduzindo isso para nossa dimensão corporal, o ideal seria que também traçássemos nosso “perfil” para adequarmos nosso estilo de vida, que é influenciado pela nossa cultura, valores, possibilidades financeiras, nossos gostos pessoais, ambiente em que vivemos, nossas necessidades específicas etc., para aí sim, optarmos pelo investimento mais adequado. A imposição por estilos de vida pré moldados socialmente não funciona para todos. É preciso que faça sentido, que proporcione bem estar, segurança e a certeza de que estamos fazendo algo por nós mesmos, e não apenas respondendo a anseios sociais de “Corpo sarado e magro”.
Meu avô ultrapassou os 90 anos sem nunca ter entrado numa academia e como bom português, teve em sua dieta muito vinho, sardinha, pão e batatas. Nunca esteve acima do peso. Sua previdência corporal recebeu investimentos na área da agricultura, quando ele morava no sítio e com a enxada, cuidava da Horta. Subia e descia morros… cuidava dos cães. Acredito que tenha sido um belo investimento. A minha avó beirou os 90 e analisando seu perfil percebo que ela investiu muito nas amizades, nas atividade manuais (belíssimos bordados portugueses dos quais se orgulhava muito), muita bacalhoada… amava passear, caminhar. Eu precisava correr para alcançar a passada dela… Também investiu bastante em atividades religiosas, era mulher de muita Fé.
Estes são exemplos de investimentos de “Previdência Corporal” que levo comigo. Quando pensamos em “Saúde Corporal” não devemos desmembrar o Corpo e mente. Nosso corpo funciona bem se estamos mentalmente saudáveis e vice versa. Investir em saúde não pode ser apenas matricular-se numa academia e cortar o glúten. Estamos errando nesse ponto. Antes de tudo, devemos nos perguntar “onde queremos investir?”. O que realmente pode nos fazer bem? Como contribuir com o presente e colher no futuro? Essa reflexão deve ser individualizada e sofrer a menor influência possível da “mídia ou da moda”. Deve respeitar quem realmente somos e, assim, conquistar resultados eficazes e duradouros. Cuidar da nossa saúde hoje, preparando a reserva de amanhã significa ter um corpo forte, com músculos e articulações saudáveis.
Cuidar da alimentação significa ter uma boa relação com o que se come. Cuidar da mente significa equilibrar as emoções, as vontades, as angústias… e devemos buscar a resposta do “como fazer” em nós mesmos. Vamos lembrar sempre que “Nós envelhecemos da maneira que vivemos” e a melhor maneira de cuidar da nossa longevidade é cuidar do nosso presente.

Gabriela C. de A. Goldstein
Fisioterapeuta da Unidade de Refer̻ncia em Sa̼de do Idoso PMSP РOS ACSC. Mestre em Ci̻ncias pela USP, especialista em Fisiologia e Biomec̢nica do Aparelho Locomotor pelo IOT- FMUSP e especialista em Gerontologia Social pela PUC-SP.

Fonte: http://www.portaldoenvelhecimento.com.br/previdencia-corporal-como-vai-a-sua/

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Andar de bicicleta ajuda no diagnóstico da doença de Parkinson

29/06/2017 - 15:13 Por:

Categoria(s): Curiosidades, Dicas, Doenças e problemas de saúde, Qualidade de Vida

Os neurologistas que examinarem um paciente com sintomas iniciais da Doença de Parkinson deveriam fazê-lo andar de bicicleta antes de concluir seu diagnóstico, afirma uma curiosa pesquisa realizada por médicos holandeses.

Distinguir entre pacientes com Parkinson e portadores de uma doença conhecida como Parkinsonismo Atípico é muito importante, porque as duas condições possuem diferentes causas e tratamentos.

As duas partilham de sintomas parecidos, incluindo o tremor dos membros, os movimentos lentos e a rigidez muscular. No entanto, às vezes até mesmo a avançada tecnologia médica é incapaz de distinguir uma doença da outra.

Mas, segundo especialistas do Centro de Parkinson de Nijmegen, na Holanda, fazer o paciente andar de bicicleta pode proporcionar um diagnóstico mais eficiente e barato.

Ciclista

De acordo com os médicos, que explicaram suas pesquisas em uma carta enviada e publicada pela revista “The Lancet” nesta sexta-feira, um portador de Parkinson comum geralmente tem uma incrível habilidade de andar de bicicleta, pois apresenta poucos problemas no equilíbrio e nos movimentos rítmicos exigidos pelo pedalar.

Esta tarefa, no entanto, exige mais esforço em pessoas portadoras do Parkinsonismo Atípico, termo que envolve uma série de síndromes como paralisia muscular supranuclear progressiva, atrofia sistêmica múltipla e degeneração córtico-basal.

A Doença de Parkinson tem origem na morte celular numa parte fundamental do cérebro chamada substância nigra, que é uma porção heterogênea do mesencéfalo responsável pela produção de um neurotransmissor, a dopamina.

O tratamento padrão neste caso é uma droga chamada levodopa, que o cérebro converte em dopamina. Mas o tratamento não é efetivo ou não funciona quando se trata de Parkinsonimo Atípico.

Os médicos holandeses testaram sua teoria em 111 pacientes com sintomas parkinsonianos e que eram capazes de andar de bicicleta no início da pesquisa.

Ao fim do estudo, 45 dos pacientes foram confirmados com a doença de Parkinson e 64 com Parkinsonismo Atípico.

Durante os 30 meses que foram pesquisados, apenas dois dos 45 pacientes com Parkinson pararam de andar de bicicleta, mas do grupo de 64 pacientes diagnosticados com o Parkinsonismo Atípico, 34 apresentaram incapacidade de continuar pedalando.

“Sugerimos que a perda de capacidade de pedalar depois do estabelecimento da doença pode servir como um novo sinal de alerta, indicando a presença de Parkinsonismo Atípico”, afirmam os pesquisadores em sua carta.

 Fonte: Da France Presse – Contribuição enviada por Daliane Batista Cardoso

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1ª Reunião Anual de Psicossomática

25/04/2017 - 8:01 Por:

Categoria(s): Cursos, Doenças e problemas de saúde, Educação, Qualidade de Vida, Terapias Complementares

Olá Pessoal!
As inscrições para a 1º Reunião Anual de Psicossomática estão abertas! Não Perca!

https://www.psicossomatica2017.com.br/

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Os benefícios do Cipó São João

12/04/2017 - 13:02 Por:

Categoria(s): Dicas, Doenças e problemas de saúde, Ervas Medicinais, Qualidade de Vida, Tratamento de Doenças

Nome científico: Pyrostegia venust

Conhecida popularmente como: flor-de-são-joão, cipó-de-são-joão, cipó-bela-flor, marquesa-de-belas, cipó-pé-de-lagartixa, cipó-de-lagarto, nativa em quase todo Brasil.

Indicações: é um regulador das menstruações, tem efeito calmante, combate vitiligo e manchas brancas na pele, é bom para lavagens vaginais, da flor se extrai o óleo para embelezar a pele.

Contra-indicação: pessoas com problema de fígado.

Poder curativo: é de 42%

Sua toxidez: baixa.

Fonte: Livro “Existem doenças incuráveis?”, de Jaime Brüning, 2003, p.104.

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