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Psicomotricidade e neuropsicologia: uma abordagem evolucionista

9/05/2012 - 18:11 Por:

Categoria(s): Educação, Gerontologia, Sugestão de leituras

Sugestão de leitura 181
“Psicomotricidade e neuropsicologia: uma abordagem evolucionista”, de Vitor da Fonseca. Wak Editora.
Da relação íntima e continuada que os seres humanos têm com o meio ambiente, emergiu, ao longo da história evolutiva, do Australopiteco ao Homo Sapiens Sapiens, um conjunto novo de habilidades motoras (macromotoras, micromotoras, oromotoras e grafomotoras), ditas psicomotoras, que capacitaram a nossa espécie para lidar com problemas de sobrevivência e para superar novos desafios adaptativos com sucesso e eficácia. Com a Psicomotricidade, a espécie humana transformou a natureza e criou a cultura.
A motricidade humana, a única do reino dos vertebrados que se pode considerar psicomotora, revela um elenco incomensurável de capacidades adaptativas e cognitivas que emanam das progressivas libertações corporais que ilustram a natureza do comportamento humano. Desde a consciência do Corpo e do Eu, passando pelas conquistas psicomotoras da postura bípede, da praxia fina, da dominância manual, da especialização hemisférica, da linguagem falada, da arte e da escrita, o ser humano ilustra um processo evolutivo transcendente, desde o reflexo à reflexão, desde a motricidade ao psiquismo e desde o gesto à palavra.
É sobre esta intrínseca relação do corpo, de onde emanou evolutivamente a motricidade, e do cérebro, de onde emergiu o psiquismo, que este livro se debruça, visando explorar, em termos psicomotores, a natureza da evolução humana. O livro interessa, por isso, particularmente, a profissionais e estudantes, quer não só da Psicomotricidade mas também da Psicologia, da Pedagogia, da Antropologia, das Neurociências, das Ciências Cognitivas e das Ciências Humanas.

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Brincando com a criatividade

21/09/2011 - 18:15 Por:

Categoria(s): Arte, Educação, Sugestão de leituras

Sugestão de leitura 177
“Brincando com a criatividade”, de Dina Lúcia Chaves Rocha. Wak Editora.
Escrito por uma pesquisadora do assunto, esta obra amplia conhecimentos sobre a “CRIATIVIDADE”, pois oferece uma das mais amplas revisões sobre o assunto.
Este trabalho preconiza a “Prática Criativa” como meio de autoexpressão, significação, (re)significação, autorrealização, fortalecimento da autoestima positiva, saúde mental.
Obra indicada para educadores, professores, arteterapeutas, psicólogos, pedagogos, psicopedagogos, terapeuta ocupacional, pais, enfim, “todos” que têm como objetivo entender, estimular, desenvolver a própria criatividade, de seu aluno, de seu cliente, de seu(sua) filho(a).

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Educação estética, imaginário e arteterapia

10/08/2011 - 10:46 Por:

Categoria(s): Arte, Educação, Sugestão de leituras

Sugestão de leitura 170
“Educação estética, imaginário e arteterapia”, de Graciela Ormezzano. Wak Editora.
Este livro traz uma proposta de educação estética fundamentada na cosmovisão simbiossinérgica e inventiva. O trabalho apresenta uma reflexão para entender melhor as imagens visuais em relação com a investigação científica, a educação estética, o autoconhecimento e algumas teorias do imaginário. Foi necessário um redescobrimento da arte, transcendendo metodologias arteterapêuticas e pedagogias artísticas, para compreender uma outra maneira de perceber o mundo.
Na tentativa de achar uma modalidade de compreensão das informações que fosse pertinente a esta cosmovisão, a autora sugere a Leitura Transtextual de Imagens, abordagem que se constitui em uma alternativa viável àqueles que, não necessariamente alfabetizados no campo artístico, descobrirão nele um caminho embasado na simbiose do observador e do observado.
Finalmente, há um esboço da proposta educativa e arteterapêutica que fala da significação da vivência nas oficinas e da transformação dos participantes de acordo com o evidenciado nos achados da investigação, que permite fazer pesquisa em educação, utilizando o desenho como resposta às entrevistas, e do entendimento desses desenhos, ampliando os limites da linguagem verbal em sua interação com a linguagem visual.

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Gerontologia educacional e educação gerontológica

6/08/2011 - 15:27 Por:

Categoria(s): Educação, Gerontologia

 Gerontologia educacional é um campo interdisciplinar que se desenvolve no âmbito da evolução da educação de idosos, da formação de recursos humanos para lidar com a velhice, e na mudança das perspectivas das sociedades em relação aos idosos e ao envelhecimento.
O termo gerontologia educacional foi utilizado pela primeira vez em 1970, na Universidade de Michigan, por David Peterson, no contexto de um programa de doutorado, cuja finalidade era abordar questões acerca da educação e dos idosos. Ele faz tríplice classificação dos conteúdos próprios da gerontologia educacional:
- educação para os idosos: programas educacionais voltados a atender às necessidades da população idosa, considerando as características desse grupo etário;
- educação para a população em geral sobre a velhice e os idosos: programas educacionais que possibilitam à população mais jovem rever seus conceitos sobre a velhice e aos idosos rever o seu próprio processo de envelhecimento;
- formação de recursos humanos para o trabalho com os idosos: ocorre por meio da capacitação técnica de profissionais e da formação de pesquisadores.
Baseado em definições educacionais usadas na Inglaterra, Glendenning (1989) propôs que as categorias da gerontologia educacional deveriam ser reagrupadas em duas. Uma seria a gerontologia educacional, abrangendo os processos de aprendizagem dos adultos maduros e idosos. A outra seria a educação gerontológica, focalizando o ensino sobre uma sociedade que envelhece, por meio da formação de recursos humanos em gerontologia.
Em 1997, André Lemieux propôs o termo gerontagogia como mais pertinente para designar a educação voltada ao idoso. Segundo o pesquisador canadense, gerontagogia é a ciência educacional interdisciplinar cujo objeto de estudo é o idoso em situação pedagógica. A gerontologia educacional é uma especialidade da gerontologia, ao passo que a gerontagogia é situada como disciplina das ciências da educação.
No Brasil, existem várias possibilidades de realização de programas relacionados à gerontologia educacional, abrangendo educação não formal, reciclagem profissional, mudança de atitudes e apoio psicossocial, dentre outras.
A educação gerontológica é representada pelos programas de pós-graduação lato e stricto sensu. O papel dos cursos de pós-graduação para a consolidação da gerontologia como ciência e como profissão vem sendo lento, seletivo e gradual.
Reprodução parcial de texto escrito por Meire Cachioni.
Retirado de Neri, Anita L. Palavras-chave em gerontologia. Campinas, SP: Editora Alínea, 2005. pág. 92-94.

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Psicopedagogia e arteterapia: teoria e prática na aplicação em clínicas e escola

2/08/2011 - 10:14 Por:

Categoria(s): Arte, Educação, Sugestão de leituras

Sugestão de leitura 169
“Psicopedagogia e arteterapia: teoria e prática na aplicação em clínicas e escola”, de Lou de Olivier. Editora Wak, 2011.
Este livro surge para acrescentar informações nas áreas de Arteterapia e Musicoterapia e orientar pacientes, professores e profissionais de saúde para que sejam aplicadas técnicas bem fundamentadas e que realmente funcionam. A obra, também, faz a relação entre as técnicas de Arteterapia e a aplicação dos psicopedagogos.
As técnicas aqui descritas e experiências aqui relatadas pretendem servir aos leitores como fundamentação e orientação tanto educacional quanto clínica, terminando em definitivo com essa grande confusão envolvendo Arteterapia, Arte como Terapia e Arte-Educação.

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Documentário mostra perigos do uso de agrotóxicos

1/08/2011 - 15:22 Por:

Categoria(s): Educação, Qualidade de Vida

 Por Denise Menchen (do Rio)
Vanderlei Matos da Silva morreu aos 29 anos vítima de problemas no fígado após passar três anos e meio misturando defensivos químicos para uso no cultivo de abacaxi. Almiro Rodolfo Ludtke foi parar no hospital com sintomas de intoxicação depois de um dia de trabalho na lavoura de milho. Já Adonai Soares dos Santos teve dificuldade para obter financiamento para a safra porque não queria usar agrotóxicos. A história desses e de outros agricultores está no documentário “O veneno está na mesa”, lançado pelo cineasta Silvio Tendler na última segunda-feira (25), no Rio. Orçado em R$ 50 mil e financiado pela Escola Politécnica de Saúde Joaquim Venâncio, da Fiocruz, o filme expõe os perigos associados à utilização de agrotóxicos no Brasil. Desde 2008, o país é o principal mercado no mundo para esses produtos. Segundo a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), o consumo anual chega a 5,2 litros por habitante – e, muitas vezes, os produtos são usados de forma imprópria ou abusiva, como mostram testes feitos pela agência.
O último deles, realizado em 2010, apontou problemas em 29% das amostras de alimentos examinadas. No caso do pimentão, esse percentual chegou a 80%. “É um problema que incide na vida de todo mundo, mas parece que as pessoas optaram pela política de avestruz”, diz Tendler, que já dirigiu documentários sobre o cineasta Glauber Rocha e o ex-presidente João Goulart. Em 50 minutos, o filme costura depoimentos de agricultores, entrevistas com pesquisadores de universidades e reportagens de televisão. Traz, ainda, denúncias de lobby praticado pela indústria contra medidas restritivas da Anvisa. “É uma realidade que o Brasil desconhece”, diz a gerente de normatização e avaliação da Anvisa, Letícia Rodrigues da Silva, uma das entrevistadas pelo diretor.
No filme, ela conta que, desde 2008, a agência tenta reavaliar o registro concedido para 14 ingredientes ativos suspeitos de provocar problemas no sistema nervoso central, má formação fetal ou câncer, entre outros. Alguns já foram proibidos em países tão distintos como Estados Unidos e China. A iniciativa, porém, esbarra na resistência dos fabricantes. Em debate realizado após o lançamento do filme, Silva listou as quatro principais estratégias usadas pelas empresas nesses casos. A primeira, segundo ela, é desqualificar técnicos que apontem riscos nos produtos. A segunda, a contratação de pareceristas em universidades para a elaboração de estudos atestando a segurança das substâncias. A terceira é a obtenção de apoio de parlamentares para pressionar o governo. Por fim, há ainda a “judicialização” da questão, com processos que se arrastam por anos na Justiça. Das 14 reavaliações que pretendia fazer, a Anvisa só conseguiu concluir seis, determinado restrições ao uso ou a retirada do produto do mercado. Cinco, porém, foram contestadas na Justiça.
A Folha procurou o Sindag (Sindicato Nacional da Indústria de Produtos para Defesa Agrícola) e a Andef (Associação Nacional de Defesa Vegetal) para comentar o assunto, mas ambos disseram que não iriam se manifestar por não conhecer o teor do documentário. O filme estará disponível para download no site da produtora Caliban (www.caliban.com.br www.caliban.com.br) a partir da próxima semana.
http://www1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/950482-documentario-mostra-perigos-do-uso-de-agrotoxicos.shtml
27/07/2011

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Arteterapia na Prática: diálogos com a Arte-Educação

15/07/2011 - 12:21 Por:

Categoria(s): Arte, Educação, Sugestão de leituras

Sugestão de leitura 167
“Arteterapia na Prática: diálogos com a Arte-Educação”, de Claudia Colagrande. Editora Wak. 2010.
Este livro apresenta a Arte-Educação por meio de seus objetivos, técnicas e potencialidades, assim como a Arteterapia em suas várias áreas de atuação e possibilidades.
Como arte-educadora e arteterapeuta, a autora apresenta as possibilidades educativas, transformadoras e curadoras da arte, a fim de ajudar as pessoas a desenvolverem e ampliarem sua criatividade e, portanto, estarem mais próximas de si mesmas e daquilo que desejam desenvolver e criar em suas vidas.

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Possibilidades de Aprendizagem: ações pedagógicas para alunos com dificuldade e deficiência

4/07/2011 - 18:16 Por:

Categoria(s): Educação, Sugestão de leituras

Sugestão de leitura 166
“Possibilidades de Aprendizagem: ações pedagógicas para alunos com dificuldade e deficiência”, organizado por Albertina Mitjans e Maria Carmen Tacca. Editora Alínea, 2011.
A implantação das políticas de inclusão escolar assim como os resultados obtidos nos diferentes instrumentos de avaliação da qualidade da educação – sejam nacionais ou internacionais – têm dado crescente visibilidade a uma população escolar que se constitui em constante desafio para os educadores: os alunos que apresentam dificuldades para aprender e os alunos com deficiências.
Enfrentar essa problemática é o propósito deste livro, organizado com o objetivo de trazer contribuições para a reflexão dos contextos inclusivos, das práticas sociais e das concepções que estão em suas bases, assim como, especificamente, trazer uma compreensão dos processos de aprendizagem desses alunos, e estimular, principalmente, novas práticas pedagógicas.
O livro coloca em relevância a aprendizagem escolar, em análises reflexivas e propositivas. Enfatiza as condições e oportunidades que, na escola, oportunizam aos sujeitos superarem obstáculos externos e condições subjetivas, fortalecendo suas possibilidades no processo de aprender.

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Curso de Pedagogia no Brasil: história e formação com pedagogos primordiais

24/06/2011 - 11:26 Por:

Categoria(s): Educação, Sugestão de leituras

Sugestão de leitura 165
“Curso de Pedagogia no Brasil: história e formação com pedagogos primordiais”, de Giseli Barreto da Cruz. Wak Editora.       
Este é um livro que se destina aos estudantes de Pedagogia, aos professores que atuam como formadores desse curso, aos pedagogos que trabalham em contextos escolares e não escolares, aos pesquisadores da área e a todos aqueles que se interessam pelo que a Pedagogia é e pelo papel do seu curso na formação do educador.
A partir do estudo de 17 entrevistas realizadas com grandes pedagogos brasileiros, o leitor encontrará no texto subsídios para revisitar a história do curso com base nos seus marcos legais; reconhecer aspectos característicos do início do curso e os diferenciais notados ao longo da sua trajetória, em função das mudanças históricas, políticas e sociais; e discutir a posição da Pedagogia no contexto do campo acadêmico.

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Trabalho didático na universidade: estratégias de formação

17/06/2011 - 19:38 Por:

Categoria(s): Educação, Sugestão de leituras

Sugestão de leitura 164
“Trabalho didático na universidade: estratégias de formação”, de Orlando Fernández Aquino e Roberto Valdés Puentes. Editora Alínea, 2011.
O livro tem como proposta uma estratégia de trabalho metodológico para a formação do docente universitário no contexto do desenvolvimento educativo. A proposta tem como referencial a afirmação da Unesco, “os docentes da educação superior deveriam ocupar-se, sobretudo de ensinar a seus alunos a aprender e a tomar iniciativa, e não a ser, unicamente poços de conhecimentos”. Os autores destacam que o processo pedagógico de qualidade é condicionado por fatores contextuais, objetivos e subjetivos, mas vão além das expressões, pois detalham e explicitam os fatores envolvidos no processo, revelam os indicadores de avaliação, que serão os parâmetros qualitativos.

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