Arquivo de Educação

Conversando com Nara Costa Rodrigues sobre Gerontologia Social

8/08/2008 - 11:23 Por:

Categoria(s): Arte, Educação, Gerontologia, Sugestão de leituras

Sugestão de leitura 29

“Conversando com Nara Costa Rodrigues sobre Gerontologia Social”, de Carmem Regina Schons e Lucia Terezinha Saccomori Palma (Orgs.), UPF Editora, RS, 2000

Assuntos abordados na obra:

Medicina: Gerontologia. Terceira Idade.

Aspectos Sociais da aposentadoria. A arte de envelhecer.

Envelhecimento ativo. Envelhecimento e cidadania.

Situação social do velho em diferentes épocas e sociedades.

Mídia e envelhecimento. Lazer e qualidade de vida.

Educação na terceira idade.


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Cafeína pode reduzir risco de Alzheimer

5/08/2008 - 22:38 Por:

Categoria(s): Curiosidades, Educação, Gerontologia

Da BBC

A cafeína pode proteger o cérebro contra os danos causados por dietas ricas em colesterol e prevenir doenças como o mal de Alzheimer, sugere um estudo publicado nesta quinta-feira na revista científica Journal of Neuroinflammation. Segundo a pesquisa, a cafeína reforça a barreira sanguínea do cérebro – estrutura que protege o sistema nervoso central contra substâncias químicas presentes no sangue.

Estudos anteriores haviam mostrado que um nível alto de colesterol no sangue prejudica o isolamento da barreira, o que, segundo especialistas em Alzheimer, tornaria o cérebro mais vulnerável a danos que podem causar ou estimular a doença. A equipe de pesquisadores da Universidade de Dakota do Norte, nos Estados Unidos, alimentou coelhos com uma dieta rica em colesterol e dividiu os animais em dois grupos – um recebeu o equivalente a uma xícara de café diária e o outro não recebeu nenhuma dose de cafeína.

Depois de 12 semanas, os pesquisadores realizaram vários exames nos coelhos e identificaram que a barreira sanguínea daqueles que haviam ingerido cafeína tinha sido menos danificada pelo nível de colesterol do que a dos outros animais.

Alzheimer

Segundo Jonathan Geiger, que liderou o estudo, os resultados ajudariam a explicar porque o colesterol é um fator de risco para o mal de Alzheimer e como a cafeína pode ser usada no tratamento. “A cafeína parece bloquear os efeitos danosos do colesterol que prejudicam o isolamento da barreira sanguínea”, disse. “É uma droga segura e disponível e sua habilidade de estabilizar a barreira sangüínea no cérebro significa que a substância pode ter um papel importante no tratamento de problemas neurológicos”, concluiu o pesquisador.

De acordo com a chefe de pesquisa da organização britânica Alzheimer Disease Society, Susanne Sorensen, o estudo traz informações importantes sobre os benefícios da cafeína na prevenção da doença. “Esta é a melhor prova de que uma quantidade de cafeína equivalente a uma xícara de café por dia pode proteger o cérebro contra o colesterol”, afirmou Sorensen.

Apesar disso, ela afirma que mais pesquisas são necessárias para avaliar se o impacto da ingestão de cafeína também pode ser observado em humanos.

03/04/2008

http://g1.globo.com/Noticias/Ciencia/0,,MUL386555-5603,00-CAFEINA+PODE+

REDUZIR+RISCO+DE+ALZHEIMER+DIZ+ESTUDO.html

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Barriga grande aos 40 aumenta risco de Alzheimer

4/08/2008 - 19:28 Por:

Categoria(s): Curiosidades, Educação, Gerontologia

da BBC

Ter barriga avantajada por volta dos 40 anos pode quase triplicar o risco de desenvolver mal de Alzheimer e outros tipos de demência aos 70 anos, de acordo com um estudo realizado nos Estados Unidos. Os pesquisadores monitoraram, ao longo de uma média de 36 anos, 6.583 pessoas com idades entre 40 e 45 anos, do norte do Estado da Califórnia, e registraram suas medidas do abdômen.

Ao chegar aos 70 anos, quase 16% dos participantes receberam um diagnóstico de demência. O estudo constatou que quem tinha um abdômen mais avantajado tinha uma probabilidade quase três vezes maior de desenvolver doenças deste tipo do que os que tinham pouca gordura abdominal. Ter uma barriga grande aumentou o risco de demência mesmo em casos em que os participantes tinham um peso geral normal.

Pessoas com o peso um pouco acima do considerado normal e com uma barriga avantajada tinham uma probabilidade 2,3 vezes maior de desenvolver demência em relação a pessoas com o peso normal e medida abdominal normal. Pessoas obesas e barrigudas tinham uma probabilidade 3,6 maior de desenvolver demência em comparação às com peso e barriga considerados de dimensões normais. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), são consideradas acima do peso as pessoas com índice de massa corporal (IMC, uma relação entre o peso e a altura) acima de 25, enquanto aqueles com um índice superior a 30 são consideradas obesas.

Diabete e derrame

Os pesquisadores dizem que já foi demonstrado que ter barriga avantajada na meia-idade pode aumentar o risco de diabete, derrame e doenças coronárias, mas esta é a primeira vez que foi mostrado que isto também leva a um aumento do risco de demência. No estudo, mulheres, pessoas com pressão arterial alta, colesterol elevado ou diabete apresentaram maior probabilidade de ter uma barriga maior.

Os cientistas aventaram a hipótese de que a associação de um abdômen avantajado à demência não seja provocado mais por um complexo conjunto de atitudes ligadas à saúde do que pela barriga em si. “Autópsias mostraram que mudanças no cérebro associadas ao mal de Alzheimer podem começar na fase inicial ou média da vida adulta, e outro estudo mostrou que grande concentração de gordura no abdômen em adultos mais velhos está ligada a uma maior atrofia do cérebro”, disse a autora do estudo, Rachel A. Whitmer, pesquisadora da Kaiser Permanente Division of Research em Oakland e integrante da Academia Americana de Neurologia.

“Estas conclusões implicam que os efeitos danosos da obesidade abdominal no cérebro pode começar muito antes do aparecimento de sinais de demência”. Segundo ela, são necessárias mais pesquisas para determinar quais os mecanismos que ligam obesidade abdominal à demência. O estudo foi publicado na edição online da revista “Neurology”, da Academia Americana de Neurologia.

27/03/2008

http://g1.globo.com/Noticias/Ciencia/0,,MUL365363-5603,00-BARRIGA+GRANDE+

AOS+AUMENTA+RISCO+DE+ALZHEIMER+DIZ+ESTUDO.html

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Os desafios da Gerontologia no Brasil

30/07/2008 - 18:19 Por:

Categoria(s): Educação, Gerontologia, Sugestão de leituras

Sugestão de leitura 28

“Os desafios da Gerontologia no Brasil”, de Andrea Lopes. Campinas, SP: Editora Alínea, 2000.

A autora demonstra como as trilhas seguidas pela Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia se entrelaçam com a transformação da velhice em questão digna de atenção pública, com o desenvolvimento de um novo campo de atuação profissional envolvendo diversas especialidades e com a instigação de pesquisadores de várias áreas para gerar informação sobre a velhice e o envelhecimento. Na ótica da pesquisadora, essas trajetórias têm uma dinâmica peculiar que não exclui conflitos de interesses, questões ideológicas e relações de poder entre pessoas e instituições.

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Desnutrição nos primeiros anos de vida pode levar à renda menor na vida adulta

29/07/2008 - 18:54 Por:

Categoria(s): Doenças e problemas de saúde, Educação

Do G1, em São Paulo

O desenvolvimento inadequado da criança na barriga da mãe e em seus dois primeiros anos de vida pode levar a problemas no futuro que vão de dificuldade de aprendizado na escola até menor rendimento econômico na vida adulta, passando por complicações para ter filhos, no caso das mulheres. O alerta foi feito por um médico brasileiro, ao lado de uma colega britânica, em uma das revistas mais prestigiadas da área, a “Lancet”.

Cesar Victora, da Universidade Federal de Pelotas, e Caroline Fall, da Universidade de Southampton, fizeram um grande estudo para entender os elos entre a desnutrição infantil e materna e o risco de doenças na vida adulta, levando em conta a produtividade econômica. O levantamento foi feito no Brasil, na Guatemala, na Índia, nas Filipinas e na África do Sul.

A dupla descobriu uma ligação entre os indicadores de desnutrição (peso ao nascer, crescimento fetal, peso, altura e índice de massa corporal) da criança aos dois anos de idade e o seu desenvolvimento na vida adulta, sua altura final, nível educacional, renda, peso ao nascer dos filhos, concentração de açúcar no sangue, pressão sanguínea, entre outros.

Na maioria dos casos, crianças malnutridas nos dois primeiros anos de vida viraram adultos mais baixos, com pior nível educacional e menor renda. As meninas com falta de nutrição adequada acabavam levando o problema, na vida adulta, para seus próprios filhos, que também nasciam abaixo do peso.

O risco aumenta entre as crianças desnutridas no início da vida que ganham muito peso muito rapidamente no final da infância e na adolescência. Essas acabam com alto risco de desenvolver problemas como diabetes, hipertensão e obesidade.

O aumento de peso ou de altura nos dois primeiros anos de vida não parece trazer nenhum risco associado à saúde, mesmo entre as crianças que nasceram com pouco peso.

Por isso, o mais importante é que os pais fiquem de olho na nutrição de seus filhos nessa idade tão crítica. O acompanhamento de um pediatra é essencial e pode ajudar a tirar dúvidas nessa fase. Antes do nascimento, as grávidas precisam de alimentação suficiente e adequada – e não deixar de fazer o pré-natal.

20/01/2008

http://g1.globo.com/Noticias/Ciencia/0,,MUL265673-5603,00-DESNUTRICAO+NOS+

PRIMEIROS+ANOS+DE+VIDA+PODE+LEVAR+A+RENDA+MENOR+NA+VIDA+ADU.html

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Aids na Terceira Idade

28/07/2008 - 11:50 Por:

Categoria(s): Doenças e problemas de saúde, Educação, Gerontologia

Por Fernanda Aranda

Todo domingo, Maria (nome fictício), 60 anos, reúne os quatro filhos, os seis netos, as noras e os genros. Prepara o almoço, aflita com os assuntos que vão surgir. Se alguém falar de aids, ela sabe os comentários: doença de gente promíscua, que usa droga, que não respeita Deus. “Meus familiares falam isso na minha cara, sem nem imaginar que eu sofro em segredo por ser portadora do vírus HIV”, desabafa. Ela não é a única. No ambulatório especial do Hospital Estadual Emílio Ribas, único do País exclusivo para tratar idosos infectados, o número de pacientes aumentou 400% em três anos.

Em 2004, quando a unidade foi criada, eram 20 pessoas atendidas por mês. Agora, a quantidade saltou para 100 consultas mensais. O espaço da sala de espera é dividido por avós como Maria, apaixonadas por crochê, jogadores de dominós, viúvos já calvos e senhoras que disfarçam os grisalhos com tintura. “É uma população que, na última década, foi incentivada a passear, freqüentar bailes, se divertir. Mas as campanhas pela qualidade de vida esqueceram de falar da camisinha”, aponta o diretor do ambulatório do Ribas, Jean Gorinchteyn, como motivos para a incidência de aids na terceira idade.

Esqueceram do preservativo, mas o sexo ganhou destaque na vida dos idosos. As pílulas contra a impotência invadiram o mercado, hoje lideram as vendas e revolucionaram as relações sexuais das pessoas com idade mais avançada. “Os medicamentos, em hipótese alguma, são culpados pelo aumento do contágio. Mas não se pode mais ignorar os idosos nas campanhas preventivas”, diz Gilberto Turcato, infectologista da Unifesp.

No Estado, o último balanço mostra que, em um ano, cresceram 16% os casos novos de aids em maiores de 60 anos, saindo de 158 registros em 2005, para 184 no ano passado. “O vírus não escolhe cor, classe ou idade. Mas os idosos ainda não fizeram da camisinha um hábito e nem se sentem vulneráveis à doença”, diz a diretora do Centro de Referência e Treinamento em DST/Aids, Mariliza Henrique da Silva.

Visíveis na epidemia

Na Capital, os maiores de 60 também estão mais visíveis na epidemia. No ano passado, o grupo representou 3,43% do total de casos novos, contra 2,41% em 2005. “São vários fatores. Por exemplo, nessa faixa etária as mulheres não menstruam mais. Livres de uma gravidez indesejada, acreditam que a camisinha é dispensável”, ressalta Cristina Abbate, coordenadora do Programa Municipal de Aids, que criou uma campanha para comunidades onde há mais idosos, com o slogan “Idade não traz imunidade”. Foi só depois da viuvez que Geraldo (nome fictício), 70 anos, descobriu não ser imune. Contraiu sífilis e o tão temido HIV. “Nunca tinha usado camisinha na vida. Achava que era coisa só para jovem”.

O IBGE, semana passada, alertou que a população está envelhecendo – a expectativa de vida subiu de 54 para 72 anos. Geraldo espera que o coquetel e “as orações” o ajudem a superar essa marca. E aprendeu que o silêncio só aumenta o risco. Não perde uma oportunidade de falar sobre aids com as netas e os amigos sessentões.

fernanda.aranda@grupoestado.com.br

http://txt4.jt.com.br/editorias/2007/12/09/ger-1.94.4.20071209.41.1.xml


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Vovó virtual

22/07/2008 - 11:10 Por:

Categoria(s): Curiosidades, Educação, Gerontologia

Causou a maior comoção o fato de a espanhola María Amelia, de 95 anos, ter vencido um concurso de blogueiros com participantes do mundo todo. A história é realmente muito legal, mas a gente achou que também deveria valorizar uma vovó brasileira que faz sucesso na internet. Para isso, escolhemos a dona Arlinda.

A vovó nacional tem 81 anos, 22 netos, é de João Pessoa (PB) e, assim como a espanhola María Amelia, ganhou seu endereço na internet de presente da neta. Mas o foco do Ser idosa é ser feliz, da brasileira, não são os textos, e sim as fotos — todas tiradas por sua neta Cris L., que a presenteou com o site. Criado em janeiro de 2004, seu endereço é um sucesso: já teve 3,5 milhões de acessos e foi incluído nos “favoritos” por mais de 28 mil usuários do Fotolog.

“Eu gosto do site porque muita gente conversa comigo, faz perguntas, me chama de vovó”, disse ao G1 dona Arlinda, que ainda não sabe mexer no computador – ela fica sempre ao lado da neta Cris, palpitando sobre o conteúdo das mensagens, a atualização de seu Orkut e todas as outras atividades realizadas on-line. Esse cenário deve mudar em breve, pois a vovó brasileira já está matriculada para iniciar, em janeiro, um curso de internet para terceira idade.

A neta Cris conta que, em João Pessoa, dona Arlinda já foi tratada como celebridade diversas vezes. “É uma celebridade virtual”, define. Uma vez, na sapataria, a mãe de um garoto falou à dona do fotolog que seu filho queria tirar uma foto com ela, mas estava com vergonha de pedir. Em outra ocasião, no centro da cidade, uma completa desconhecida chegou já abraçando dona Arlinda, como se fossem grandes amigas. É celebridade, sim, mas não necessariamente virtual.

Postado por Juliana Carpanez

http://colunas.g1.com.br/redacao/2007/11/30/4867/

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Incidência de câncer é maior no Sul e Sudeste

21/07/2008 - 13:00 Por:

Categoria(s): Doenças e problemas de saúde, Educação, Gerontologia

No último ano, 130 mil pessoas morreram de câncer no Brasil. O país gasta mais de R$ 1,2 bilhão com o tratamento da doença. Despesa que deverá aumentar com o envelhecimento da população.

Os novos números do câncer no Brasil foram divulgados nesta segunda-feira (26) durante um congresso com médicos de vários países realizado no Rio. Segundo o Instituto Nacional de Câncer (Inca), em 2008 e 2009 deverão surgir 470 mil novos casos por ano no Brasil.

Os tipos com maior incidência são o câncer de pele, seguido pelo de próstata, mama e pulmão. As regiões onde a incidência de novos casos é maior são o Sul e o Sudeste. O estado em que mais pessoas deverão descobrir a doença no ano que vem é São Paulo, seguido pelo Rio de Janeiro.

A principal causa para o crescimento da doença, segundo os médicos, é o envelhecimento da população. Eles acreditam que as pesquisas possam ajudar a programar ações preventivas . Incentivar exercícios, alimentação saudável e combater o cigarro são algumas delas.

Com o diagnóstico precoce, hoje 60% dos casos de câncer têm cura.

Publicado em 26/11/2007 РDo G1, com informa̵̤es do Jornal Hoje

http://g1.globo.com/Noticias/Brasil/0,,MUL192365-5598,00-INCIDENCIA+DE+

CANCER+E+MAIOR+NO+SUL+E+SUDESTE.html

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Violência contra idosos dentro de casa

21/07/2008 - 11:53 Por:

Categoria(s): Educação, Gerontologia

Grande parte dos casos de violência e maus-tratos contra idosos são cometidos por pessoas próximas à vitima – o vizinho, o amigo e, principalmente, os seus familiares. Antônio Quelce Salgado, presidente do Conselho Estadual do Idoso de São Paulo e membro do Conselho Nacional do Idoso, explica que a violência contra os idosos pode acontecer de várias formas, desde a violência psicológica, que se manifesta pela negligência e pelo descaso, até as agressões físicas. São comuns os casos de filhos que batem nos pais, tomam seu dinheiro, dopam-nos, deixam passar fome ou não dão os remédios na hora marcada. Casos como esses últimos são chamados de abandono material.

A Constituição Federal diz que é obrigação dos filhos dar assistência aos pais. Contudo, segundo Eneida Gonçalves de Macedo Haddad, coordenadora do núcleo de pesquisa do Instituto Brasileiro de Ciências Criminais (IBCCRIM) esses direitos ficam no papel.

Estudo feito pelo IBCCRIM com base nas ocorrências registradas pela Delegacia de Proteção ao Idoso de São Paulo em 2000 mostra que 39,6% dos agressores eram filhos das vítimas, 20,3% seus vizinhos e 9,3% outros familiares. As ocorrências registradas com maior frequência foram as ameaças (26,93%), seguidas de lesão corporal (12,5%) e de calúnia e difamação (10%,84). O estudo mostrou, também, que parte das ocorrências são retiradas pelos idosos dias após a denúncia. Nos registros, os idosos argumentam que precisam viver com a família, têm de voltar para casa, e a manutenção da queixa atrapalharia a convivência.

Há também os casos de maus-tratos em asilos e entidades que atendem idosos. Ao enfrentar esse tipo de situação, o idoso sente-se só, sem ter como se defender ou alguém para defendê-lo. Nesse caso, a orientação é para que a vítima procure as promotorias e as delegacias especializadas no atendimento aos idosos. É bom lembrar que as delegacias comuns também registram denúncias tanto contra familiares quanto contra instituições que abrigam idosos.

Publicado no Guia do Idoso – Serasa

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Você é o líder da sua vida?

16/07/2008 - 11:08 Por:

Categoria(s): Educação, Sugestão de leituras

Sugestão de leitura 26

“Você é o líder da sua vida?”, de César de Souza. Rio de Janeiro: Sextante, 2007.

Este livro (que eu li e gostei muito!) apresenta a fascinante jornada de um jovem profissional em busca de novos horizontes e desafios. Desejando conhecer modelos originais de liderança, ele e sua esposa embarcam numa viagem ao redor do mundo para identificar as estratégias de sucesso na arte de inspirar pessoas nas várias dimensões da vida.

Ao longo dessa procura, o casal faz descobertas que mudam completamente sua maneira de ver a vida, dando início a uma transformadora etapa de crescimento profissional, pessoal e espiritual que o faz compreender a essência da liderança.

Nessa envolvente aventura pelos cinco continentes, somos levados junto com o personagem a conhecer as trajetórias de brasileiros bem-sucedidos em diversas áreas e de líderes de importantes empresas. Além disso, aprendemos grandes lições com histórias de vida de figuras como Nelson Mandela, Dalai-Lama e Zilda Arns.

Mesclando ficção e realidade, este livro fala diretamente a cada um de nós. Ele se destina não só a empreendedores, mas a pais, médicos, vendedores, advogados, professores, estudantes – ou seja, a qualquer pessoa que deseja se tornar melhor naquilo que faz.

Além de obter valiosas informações sobre como crescer profissionalmente e se relacionar melhor com seus liderados, você aprenderá que a maior de todas as conquistas é tornar-se líder da sua própria vida, conhecendo seus limites e suas capacidades, direcionando seus esforços e sabendo exatamente aonde quer chegar.

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