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	<title>GeroVida &#187; Gerontologia</title>
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	<description>Arte, Educação e Vida Plena!</description>
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		<title>Psicomotricidade e neuropsicologia: uma abordagem evolucionista</title>
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		<pubDate>Wed, 09 May 2012 21:11:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Wanda Patrocinio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Gerontologia]]></category>
		<category><![CDATA[Sugestão de leituras]]></category>

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		<description><![CDATA[Sugestão de leitura 181 &#8220;Psicomotricidade e neuropsicologia: uma abordagem evolucionista&#8221;, de Vitor da Fonseca. Wak Editora. Da relação íntima e continuada que os seres humanos têm com o meio ambiente, emergiu, ao longo da história evolutiva, do Australopiteco ao Homo Sapiens Sapiens, um conjunto novo de habilidades motoras (macromotoras, micromotoras, oromotoras e grafomotoras), ditas psicomotoras, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://gerovida.blog.br/wp-content/uploads/2012/05/psicomotricidade-e-neuropsicologia.jpg"><img class="aligncenter  wp-image-5711" title="psicomotricidade e neuropsicologia" src="http://gerovida.blog.br/wp-content/uploads/2012/05/psicomotricidade-e-neuropsicologia.jpg" alt="" width="185" height="185" /></a></p>
<p style="text-align: center;">Sugestão de leitura 181<br />
&#8220;Psicomotricidade e neuropsicologia: uma abordagem evolucionista&#8221;, de Vitor da Fonseca. Wak Editora.<br />
Da relação íntima e continuada que os seres humanos têm com o meio ambiente, emergiu, ao longo da história evolutiva, do Australopiteco ao Homo Sapiens Sapiens, um conjunto novo de habilidades motoras (macromotoras, micromotoras, oromotoras e grafomotoras), ditas psicomotoras, que capacitaram a nossa espécie para lidar com problemas de sobrevivência e para superar novos desafios adaptativos com sucesso e eficácia. Com a Psicomotricidade, a espécie humana transformou a natureza e criou a cultura.<br />
A motricidade humana, a única do reino dos vertebrados que se pode considerar psicomotora, revela um elenco incomensurável de capacidades adaptativas e cognitivas que emanam das progressivas libertações corporais que ilustram a natureza do comportamento humano. Desde a consciência do Corpo e do Eu, passando pelas conquistas psicomotoras da postura bípede, da praxia fina, da dominância manual, da especialização hemisférica, da linguagem falada, da arte e da escrita, o ser humano ilustra um processo evolutivo transcendente, desde o reflexo à reflexão, desde a motricidade ao psiquismo e desde o gesto à palavra.<br />
É sobre esta intrínseca relação do corpo, de onde emanou evolutivamente a motricidade, e do cérebro, de onde emergiu o psiquismo, que este livro se debruça, visando explorar, em termos psicomotores, a natureza da evolução humana. O livro interessa, por isso, particularmente, a profissionais e estudantes, quer não só da Psicomotricidade mas também da Psicologia, da Pedagogia, da Antropologia, das Neurociências, das Ciências Cognitivas e das Ciências Humanas.</p>
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		<title>Os cinco maiores arrependimentos dos pacientes terminais</title>
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		<pubDate>Thu, 26 Apr 2012 18:42:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Wanda Patrocinio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Doenças e problemas de saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Gerontologia]]></category>
		<category><![CDATA[Reflexão]]></category>

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		<description><![CDATA[  Recentemente foi publicado nos Estados Unidos um livro que tem tudo para se transformar em um best seller daqueles que ajudam muita gente a mudar sua forma de enxergar a vida. The top five regrets of the dying (algo como “Os cinco principais arrependimentos de pacientes terminais”) foi escrito por Bonnie Ware, uma enfermeira [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://gerovida.blog.br/wp-content/uploads/2012/04/arrependimento-paciente-terminal.jpg"><img class="alignleft  wp-image-5683" title="arrependimento paciente terminal" src="http://gerovida.blog.br/wp-content/uploads/2012/04/arrependimento-paciente-terminal.jpg" alt="" width="139" height="129" /></a>  Recentemente foi publicado nos Estados Unidos um livro que tem tudo para se transformar em um best seller daqueles que ajudam muita gente a mudar sua forma de enxergar a vida. The top five regrets of the dying (algo como “Os cinco principais arrependimentos de pacientes terminais”) foi escrito por Bonnie Ware, uma enfermeira especializada em cuidar de pessoas próximas da morte. Para analisar a publicação, convidamos a Dra. Ana Cláudia Arantes – geriatra e especialista em cuidados paliativos do Einstein – que comentou, de acordo com a sua experiência no hospital, cada um dos arrependimentos levantados pela enfermeira americana. Confira abaixo.<br />
<strong>1. Eu gostaria de ter tido coragem de viver uma vida fiel a mim mesmo, e não a vida que os outros esperavam de mim</strong><br />
“À medida que a pessoa se dá conta das limitações e da progressão da doença, esse sentimento provoca uma necessidade de rever os caminhos escolhidos para a sua vida, agora reavaliados com o filtro da consciência da morte mais próxima”, explica Dra. Ana Cláudia. “É um sentimento muito frequente nessa fase. É como se, agora, pudessem entender que fizeram escolhas pelas outras pessoas e não por si mesmas. Na verdade, é uma atitude comum durante a vida. No geral, acabamos fazendo isso porque queremos ser amados e aceitos. O problema é quando deixamos de fazer as nossas próprias escolhas”, explica a médica. “Muitas pessoas reclamam de que trabalharam a vida toda e que não viveram tudo o que gostariam de ter vivido, adiando para quando tiverem mais tempo depois de se aposentarem. Depois, quando envelhecem, reclamam que é quando chegam também as doenças e as dificuldades”, conta.<br />
<strong>2. Eu gostaria de não ter trabalhado tanto</strong><br />
“Não é uma sensação que acontece somente com os doentes. É um dilema da vida moderna. Todo mundo reclama disso”, diz a geriatra. “Mas o mais grave é quando se trabalha em algo que não se gosta. Quando a pessoa ganha dinheiro, mas é infeliz no dia a dia, sacrifica o que não volta mais: o tempo”, afirma. “Este sentimento fica mais grave no fim da vida porque as pessoas sentem que não têm mais esse tempo, por exemplo, pra pedir demissão e recomeçar”.<br />
<strong>3. Eu gostaria de ter tido coragem de expressar meus sentimentos</strong><br />
“Quando estão próximas da morte, as pessoas tendem a ficar mais verdadeiras. Caem as máscaras de medo e de vergonha e a vontade de agradar. O que importa, nesta fase, é a sinceridade”, conta. “À medida que uma doença vai avançando, não é raro escutar que a pessoa fica mais carinhosa, mais doce. A doença tira a sombra da defesa, da proteção de si mesmo, da vingança. No fim, as pessoas percebem que essas coisas nem sempre foram necessárias”. “A maior parte das pessoas não quer ser esquecida, quer ser lembrada por coisas boas. Nesses momentos finais querem dizer que amam, que gostam, querem pedir desculpas e, principalmente, querem sentir-se amadas. Quando se dão conta da falta de tempo, querem dizer coisas boas para as pessoas”, explica a médica.<br />
<strong>4. Eu gostaria de ter mantido contato com meus amigos</strong><br />
“Nem sempre se tem histórias felizes com a própria família, mas com os amigos, sim. Os amigos são a família escolhida”, acredita a médica. “Ao lado dos amigos nós até vivemos fases difíceis, mas geralmente em uma relação de apoio”, explica. “Não há nada de errado em ter uma família que não é legal. Quase todo mundo tem algum problema na família. Muitas vezes existe muita culpa nessa relação. Por isso, quando se tem pouco tempo de vida, muitas vezes o paciente quer preencher a cabeça e o tempo com coisas significativas e especiais, como os momentos com os amigos”. “Dependendo da doença, existe grande mudança da aparência corporal. Muitos não querem receber visitas e demonstrar fraquezas e fragilidades. Nesse momento, precisam sentir que não vão ser julgados e essa sensação remete aos amigos”, afirma.<br />
<strong>5. Eu gostaria de ter me deixado ser mais feliz</strong><br />
“Esse arrependimento é uma consequência das outras escolhas. É um resumo dos outros para alguém que abriu mão da própria felicidade”. “Não é uma questão de ser egoísta, mas é importante para as pessoas ter um compromisso com a realização do que elas são e do que elas podem ser. Precisam descobrir do que são capazes, o seu papel no mundo e nas relações. A pessoa realizada se faz feliz e faz as pessoas que estão ao seu lado felizes também”, explica. “A minha experiência mostra que esse arrependimento é muito mais dolorido entre as pessoas que tiveram chance de mudar alguma coisa. As pessoas que não tiveram tantos recursos disponíveis durante a vida e que precisaram lutar muito para viver, com pouca escolha, por exemplo, muitas vezes se desligam achando-se mais completas, mais em paz por terem realmente feito o melhor que podiam fazer. Para quem teve oportunidade de fazer diferente e não fez, geralmente é bem mais sofrido do ponto de vista existencial”, alerta.<br />
<strong>Dica da especialista</strong><br />
“O que fica bastante claro quando vejo histórias como essas é que as pessoas devem refletir sobre suas escolhas enquanto têm vida e tempo para fazê-las”. “Minha dica é a seguinte: se você pensa que, no futuro, pode se arrepender do que está fazendo agora, talvez não deva fazer. Faça o caminho que te entregue paz no fim. Para que no fim da vida, você possa dizer feliz: eu faria tudo de novo, exatamente do mesmo jeito”. De acordo com Dra. Ana Cláudia, livros como este podem ajudar as pessoas a refletirem melhor sobre suas escolhas e o modo como se relacionam com o mundo e consigo mesmas, se permitindo viver de uma forma melhor. “Ele nos mostra que as coisas importantes para nós devem ser feitas enquanto temos tempo”, conclui a médica.<br />
Publicado em janeiro/2012.</p>
<p>http://www.einstein.br/espaco-saude/bem-estar-e-qualidade-de-vida/Paginas/os-cinco-maiores-arrependimentos-dos-pacientes-terminais.aspx</p>
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		<title>Bebida de farinha de uva reduz doenças do envelhecimento em mulheres</title>
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		<pubDate>Fri, 03 Feb 2012 19:20:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Wanda Patrocinio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[Doenças e problemas de saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Gerontologia]]></category>

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		<description><![CDATA[Contribuição enviada por Daliane Batista Cardoso* Uma bebida desenvolvida a partir da farinha do bagaço da uva tem potencial para prevenir ou reduzir, em mulheres saudáveis, o estresse oxidativo e suas consequências: envelhecimento precoce, doenças cardiovasculares e alguns tipos de cânceres. Isto ocorre devido à existência de ácidos fenólicos na bebida, substâncias antioxidantes que protegem [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://gerovida.blog.br/wp-content/uploads/2012/02/farinha-de-uva.jpeg"><img class="alignleft size-full wp-image-5603" title="farinha de uva" src="http://gerovida.blog.br/wp-content/uploads/2012/02/farinha-de-uva.jpeg" alt="" width="120" height="120" /></a> Contribuição enviada por Daliane Batista Cardoso*</p>
<p style="text-align: justify;">Uma bebida desenvolvida a partir da farinha do bagaço da uva tem potencial para prevenir ou reduzir, em mulheres saudáveis, o estresse oxidativo e suas consequências: envelhecimento precoce, doenças cardiovasculares e alguns tipos de cânceres. Isto ocorre devido à existência de ácidos fenólicos na bebida, substâncias antioxidantes que protegem o organismo contra a ação de radicais livres que provocam estes tipos de doenças. A descoberta é fruto da pesquisa realizada por Marcela Piedade Monteiro e Elizabeth Torres, da Faculdade de Saúde Pública (FSP) da Universidade de São Paulo (USP).</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Uva com jeito de açaí</strong><br />
A bebida foi desenvolvida a partir de um subproduto do suco de uva, e foi testado em mulheres saudáveis. Para a obtenção da bebida, a pesquisadora utilizou uma farinha de bagaço de uva, um produto desenvolvido na própria USP em 2008. A farinha é produzida com o bagaço, que é formado por cascas e sementes, obtido das uvas prensadas após a separação do suco concentrado a ser engarrafado. A produção da bebida ocorre a partir do acréscimo de água a aproximadamente 4,8% da farinha e da homogeneização feita por técnica industrial. Segundo a pesquisadora, essa bebida &#8220;possui aparência semelhante ao suco de açaí.&#8221;</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Gosto da bebida</strong><br />
O próximo passo da pesquisa foi identificar a aceitabilidade da bebida. Para isso foi feita análise sensorial com o uso de uma escala hedônica estruturada de 9 pontos em que havia a observação de parâmetros como odor, aroma, sabor e gosto. Para cada critério, a pontuação varia de 1 (&#8220;desgostei muitíssimo&#8221;) a 9 (&#8220;gostei muitíssimo&#8221;), sendo a média 6 (&#8220;gostei ligeiramente&#8221;). A bebida obteve nota igual a 6 em todos os quesitos, o que a definiu como aceitável. Por isso, a etapa seguinte passou a ser realizada. Por meio de análises físico-químicas foram testados pH, cor, grau Bricks (quantidade de açúcar presente na bebida) e a capacidade antioxidante, que significa proteger contra o ataque de radicais livres. Assim, foram quantificados os compostos fenólicos, que possuem propriedades antioxidantes.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Teste dos efeitos sobre a saúde</strong><br />
A segunda etapa da pesquisa foi experimentá-la em uma intervenção que envolveu 15 mulheres jovens e saudáveis. Esta fase foi dividida em quatro etapas. Inicialmente, foi feita a coleta de sangue como amostra controle para verificar as modificações ao longo das demais fases. A seguir, as mulheres foram divididas em dois grupos. A primeira metade ingeriu por 15 dias a bebida de farinha. Posteriormente, não beberam nada que contivesse uva por 15 dias. Nos últimos 15 dias, ingeriram um suco comercial em pó de uva de baixa caloria, equivalente à bebida em estudo. Já o segundo grupo intercalou o suco em pó, nada e a bebida. A cada etapa o sangue era novamente coletado. Foi recomendado a todas as mulheres que não modificassem a dieta, apenas que não se bebesse mais nada que pudesse conter uva e interferir na análise.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Benefícios para as mulheres</strong><br />
Nenhuma modificação significativa pôde ser percebida após a ingestão do suco em pó em relação à amostra controle de sangue. Já quanto à bebida, a melhora foi significativa no que se relaciona à capacidade antioxidante. &#8220;O que é muito bom, explica a pesquisadora, porque indica que pode contribuir na prevenção ou redução de doenças relacionadas ao estresse oxidativo, tais como envelhecimento precoce e doenças cardiovasculares.&#8221;</p>
<p style="text-align: justify;">Fonte: Agência USP de Notícias<br />
* Educadora física, colabora com artigos na área para o blog GeroVida</p>
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		<title>Associação Brasileira de Gerontologia (ABG)</title>
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		<pubDate>Wed, 01 Feb 2012 17:49:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Wanda Patrocinio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Gerontologia]]></category>

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		<description><![CDATA[A Associação Brasileira de Gerontologia (ABG) foi fundada no dia 21/03/2009, na cidade de São Paulo, por um grupo de recém-formados em Gerontologia. Esses profissionais, pioneiros na área, sentiram a necessidade de uma entidade que representasse essa nova classe profissional e, dessa forma, defendesse seus interesses e objetivos diante da sociedade. A ABG é uma [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A Associação Brasileira de Gerontologia (ABG) foi fundada no dia 21/03/2009, na cidade de São Paulo, por um grupo de recém-formados em Gerontologia. Esses profissionais, pioneiros na área, sentiram a necessidade de uma entidade que representasse essa nova classe profissional e, dessa forma, defendesse seus interesses e objetivos diante da sociedade.</p>
<p style="text-align: justify;">A ABG é uma associação sem fins lucrativos que reúne bacharéis, tecnólogos e graduandos em Gerontologia e outros profissionais especializados na área do envelhecimento. A ABG tem como missão a representação do profissional gerontólogo perante a sociedade, visando auxiliar a consolidação de sua atuação profissional.</p>
<p style="text-align: justify;">Por meio de parcerias com municípios e/ou entidades que prestam serviço à pessoa idosa, a ABG realiza eventos de promoção do envelhecimento saudável e do protagonismo da pessoa idosa. Além disso, destina parte de suas ações à divulgação científica, oferecendo espaço para reflexão, discussão e troca de experiências.</p>
<p style="text-align: justify;">Pautando suas ações nos preceitos éticos e com responsabilidade social a ABG firma seu compromisso com o processo de envelhecimento, com a pessoa idosa e com os profissionais envolvidos com o tema.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Objetivos</strong></p>
<p style="text-align: justify;">* Divulgar a Gerontologia enquanto campo de saber específico e formação profissional<br />
* Integrar bacharéis, tecnólogos e graduandos em Gerontologia, favorecendo a troca de experiências sobre a prática profissional<br />
* Promover e difundir o conhecimento gerontológico entre as diversas esferas da sociedade<br />
* Apoiar ações teórico-práticas que visem o bem-estar do idoso e dos indivíduos em processo de envelhecimento</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Atividades</strong></p>
<p style="text-align: justify;">* Seminários, Jornadas e Encontros de atualização e capacitação de profissional na área do envelhecimento humano<br />
* Fóruns e reuniões com graduandos e bacharéis em Gerontologia<br />
* Realização de eventos voltados à pessoa idosa<br />
* Parcerias com autoridades políticas, empreendedores e empresários<br />
* Busca por oportunidades de inserção profissional</p>
<p style="text-align: justify;">Para mais informações, acesse o blog e site da ABG:</p>
<div style="text-align: justify;"><a href="http://www.abgeronto.blogspot.com/">http://www.abgeronto.blogspot.com/</a></div>
<div style="text-align: justify;"><a href="http://www.abgerontologia.com.br/">http://www.abgerontologia.com.br/</a></div>
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		<title>Dieta rica em cálcio previne menopausa em mulheres depois dos 50</title>
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		<pubDate>Mon, 24 Oct 2011 14:29:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Wanda Patrocinio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Doenças e problemas de saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Gerontologia]]></category>
		<category><![CDATA[Qualidade de Vida]]></category>

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		<description><![CDATA[ Pelo menos dez milhões de brasileiros sofrem de osteoporose, a perda gradual de massa óssea a partir da meia idade e que atinge principalmente as mulheres depois da menopausa. Segundo a Fundação Internacional de Osteoporose, uma em cada três mulheres acima de 50 anos tem a doença. E de cada três pessoas que sofreram fratura [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://gerovida.blog.br/wp-content/uploads/2011/10/dieta-rica-em-calcio.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-5546" title="dieta rica em calcio" src="http://gerovida.blog.br/wp-content/uploads/2011/10/dieta-rica-em-calcio.jpg" alt="" width="278" height="72" /></a> Pelo menos dez milhões de brasileiros sofrem de osteoporose, a perda gradual de massa óssea a partir da meia idade e que atinge principalmente as mulheres depois da menopausa. Segundo a Fundação Internacional de Osteoporose, uma em cada três mulheres acima de 50 anos tem a doença. E de cada três pessoas que sofreram fratura no quadril, uma tem osteoporose. No Brasil, segundo a Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia, a cada ano ocorrem cerca de 2,4 milhões de fraturas decorrentes da osteoporose, sendo que 200 mil pessoas morrem todos os anos no país em decorrência dessas fraturas. Amanhã é o Dia Mundial da Osteoporose e os médicos alertam para os cuidados com prevenção e diagnóstico precoce. Entre os fatores de risco relacionados à doença estão: idade avançada, baixo peso, etnia caucasiana, histórico de doença na família, deficiência hormonal, dieta pobre em cálcio, uso de determinadas medicações como corticoides, hábito de fumar, abuso de álcool e vida sedentária. Nas mulheres os números da doença são alarmantes: 40% das pacientes com osteoporose sofrem quedas. A coluna, o fêmur, as costelas e o pulso são os locais mais atingidos, sendo que as quedas podem acontecer pela sensação de fraqueza nos ossos, uma das principais características da doença, explica o ortopedista Adalto Lima, chefe do setor de ortopedia do Hospital Badim, no Rio. Mas esse risco pode ser amenizado com a adoção de uma dieta adequada, rica em cálcio e vitamina D, e prática de atividades físicas, hábitos que fortalecem a musculatura, proporcionando uma maior segurança e equilíbrio &#8211; ensina o médico, professor de Ortopedia da Fundação Getúlio Vargas e de ortopedia da Faculdade de Medicina da Uerj. O problema é que os brasileiros não dão muita importância à osteoporose. Estudo feito pela Brazos (The Brazilian Osteoporosis Study) avaliou 2.420 pessoas acima de 40 anos, em 150 municípios das cinco regiões do país: apenas 6% dos entrevistados sabiam que sofriam da doença. Isso significa que a maioria ainda não sabe como se prevenir, desconhece diagnóstico e tratamento da osteoporose.<br />
A osteoporose é silenciosa. Por isso, principalmente mulheres acima de 40 anos e idosos, devem redobrar a atenção. É importante que a pessoa faça exercícios regulares, mantenha uma dieta rica em cálcio e vitamina D e se exponha ao sol, nos horários recomendados, para evitar a osteoporose &#8211; reforça o médico Everaldo Vasconcelos, chefe da ortopedia do Hospital Balbino. Os médicos explicam que antes de a osteoporose se manifestar geralmente ocorre a osteopenia, o enfraquecimento ósseo; alteração que já aumenta o risco de fraturas. A boa notícia é que nessa fase é mais fácil tratar. O ortopedista Ilídio Pinheiro, do Hospital São Vicente de Paulo, explica que o diagnóstico é feito através de exame clínico e densitometria óssea, que revela o percentual de perda da massa. Até 25% de perda óssea sugere osteopenia. Uma perda maior já sinaliza a osteoporose &#8211; diz Ilídio. Nas mulheres a incidência é maior, pois a menopausa caracteriza-se principalmente pela diminuição do estrógeno, um hormônio muito importante no estímulo à formação da massa óssea. Mas a doença também atinge os homens: um em cada oito acima dos 65 anos. Eles começam a perder massa óssea mais tarde e têm ossos e músculos maiores, diz a fisiatra Pérola Plapler, do Hospital do Coração, em São Paulo.<br />
Ela lembra que exercícios são indicados tanto na prevenção quanto no tratamento. Musculação, corrida e caminhada são boas opções. Nos casos em que já existe osteoporose, a pessoa deve ser acompanhada por médico e profissional de educação física. E quanto mais variada a dieta melhor. A nutricionista Camila Ragne Torreglosa, do Hospital do Coração, recomenda consumir alimentos ricos em cálcio, como, por exemplo, leite, iogurte, queijo, sardinha e brócolis. O cálcio é responsável pela formação e manutenção da massa óssea. Além desses, não podem faltar alimentos ricos em vitamina D, como, ovo, salmão, atum e bacalhau, pois esse nutriente é essencial para a absorção do cálcio ingerido. Também o consumo de nutrientes com vitamina K, encontrado em brócolis, lentilha, repolho e couve-manteiga; e o mineral magnésio, presente em acelga, espinafre, quiabo, beterraba e amêndoa são importantes para saúde óssea. A vitamina K participa da formação óssea e o magnésio ajuda na absorção do cálcio da nossa alimentação &#8211; comenta Camila.<br />
O Globo (<a href="mailto:saude@oglobo.com.br">saude@oglobo.com.br</a>)<br />
19/10/2011<br />
<a href="http://oglobo.globo.com/vivermelhor/mulher/mat/2011/10/19/dieta-rica-em-calcio-previne-menopausa-em-mulheres-depois-dos-50-925611077.asp">http://oglobo.globo.com/vivermelhor/mulher/mat/2011/10/19/dieta-rica-em-calcio-previne-menopausa-em-mulheres-depois-dos-50-925611077.asp</a></p>
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		</item>
		<item>
		<title>Idade social e envelhecimento social</title>
		<link>http://gerovida.blog.br/2011/09/21/idade-social-e-envelhecimento-social/</link>
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		<pubDate>Wed, 21 Sep 2011 17:07:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Wanda Patrocinio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Gerontologia]]></category>

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		<description><![CDATA[ A idade social diz respeito à avaliação do grau de adequação de um indivíduo ao desempenho dos papeis e dos comportamentos esperados para as pessoas de sua idade, num dado momento da história de cada sociedade. Dessa forma, as experiências de envelhecimento e velhice podem variar no tempo histórico de uma sociedade, dependendo de circunstâncias [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://gerovida.blog.br/wp-content/uploads/2011/09/idade-social.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-5509" title="idade social" src="http://gerovida.blog.br/wp-content/uploads/2011/09/idade-social.jpg" alt="" width="224" height="155" /></a> A idade social diz respeito à avaliação do grau de adequação de um indivíduo ao desempenho dos papeis e dos comportamentos esperados para as pessoas de sua idade, num dado momento da história de cada sociedade. Dessa forma, as experiências de envelhecimento e velhice podem variar no tempo histórico de uma sociedade, dependendo de circunstâncias econômicas e sociais que determinam quem e porque será chamado de velho e como será tratado por uma sociedade.<br />
O envelhecimento social é o processo de mudança de papeis e comportamentos que é típico dos anos mais tardios da vida adulta e diz respeito à adequação dos papeis e dos comportamentos dos adultos mais velhos ao que é normalmente esperado para as pessoas nessa faixa etária.<br />
A idade tem maior influência sobre a expectativa de desempenho quando os conteúdos da ocupação estão em rápida mudança, mas é menos importante quando os conteúdos permanecem estáveis por mais tempo.<br />
Portanto, a atribuição do rótulo de velho ou idoso a pessoas que apresentam alterações físicas e comportamentais associadas com o envelhecimento normal pode ou não ser acompanhada de rejeição. Depende do contexto. No entanto, no âmbito do trabalho, de modo geral, o que se observa é que os adultos têm cada vez menos oportunidades para treinamento, e assim, de emprego. Muitos têm que trabalhar em ambientes físicos que não são apropriados às suas características. Portanto, sua obsolescência para o trabalho e para a vida social é mais provocada por eventos ambientais do que propriamente pelos biológicos.<br />
Reprodução parcial de texto sob mesmo título de autoria de Neri, Anita L. Palavras-chave em gerontologia. Campinas, SP: Editora Alínea, 2005. pág. 112-114.</p>
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		<title>Deu “branco”? Você esta começando a ter lapsos de memória?</title>
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		<pubDate>Fri, 16 Sep 2011 17:52:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Wanda Patrocinio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Doenças e problemas de saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Gerontologia]]></category>
		<category><![CDATA[Qualidade de Vida]]></category>

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		<description><![CDATA[ Contribuição enviada por Daliane Batista Cardoso* Esquece os compromissos ou as palavras no meio de uma reunião de trabalho?Calma&#8230;a pílula da memória pode estar chegando. Pelo menos é o que noticiou a imprensa britânica. Pesquisadores que tentam encontrar novas formas para o mal de Alzheimer, já estariam perto de lançar um medicamento para ajudar a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://gerovida.blog.br/wp-content/uploads/2011/09/branco-de-memoria.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-5498" title="branco de memoria" src="http://gerovida.blog.br/wp-content/uploads/2011/09/branco-de-memoria.jpg" alt="" width="120" height="120" /></a> Contribuição enviada por Daliane Batista Cardoso*<br />
<em>Esquece os compromissos ou as palavras no meio de uma reunião de trabalho?Calma&#8230;a pílula da memória pode estar chegando.</em><br />
Pelo menos é o que noticiou a imprensa britânica. Pesquisadores que tentam encontrar novas formas para o mal de Alzheimer, já estariam perto de lançar um medicamento para ajudar a recuperar a memória.<br />
Os primeiros testes estariam sendo feitos com pacientes mais idosos que sofreram perda da memória por causa de doenças degenerativas e já estão apresentando bons resultados.<br />
Segundo os especialistas é preciso ter um certo cuidado, pois as doses aplicadas aos enfermos são mais pesadas.<br />
Isso porque uma chamada pílula da memória para quem tem boa saúde, deveria conter uma dose mais amena dos princípios ativos do medicamento, segundo os cientistas<br />
Fonte: Site BemStar<br />
* Educadora física, colaboradora semanal com artigos na área, parceira da GeroVida</p>
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		<title>Bem-estar cresce à medida que envelhecemos</title>
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		<pubDate>Thu, 15 Sep 2011 17:26:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Wanda Patrocinio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Gerontologia]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Ricardo Bonalume Neto (De São Paulo) Não se trata de mera frescura: a ciência diz que existe, sim, a crise da meia-idade e que ela afeta homens e mulheres em todo o planeta. Resultados de pesquisas em vários países, na última década, têm mostrado que essa fase bate em média entre 40 e 50 [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Por Ricardo Bonalume Neto (De São Paulo)<br />
Não se trata de mera frescura: a ciência diz que existe, sim, a crise da meia-idade e que ela afeta homens e mulheres em todo o planeta. Resultados de pesquisas em vários países, na última década, têm mostrado que essa fase bate em média entre 40 e 50 anos, mas varia muito de acordo com a região. Mas um dado novo, curioso e surpreendente indica que a crise é só o fundo do poço. Depois de atingir o ponto mais baixo de &#8220;bem-estar&#8221; (alguns pesquisadores chamam mesmo de &#8220;felicidade&#8221;), a pessoa dá a volta por cima e vai ficando mais feliz por quase todo o resto da vida. É estranho, pois o senso comum indicaria que a felicidade tende a diminuir a cada velinha no bolo de aniversário.<br />
Os gráficos ligando satisfação pessoal e idade mostram uma curva em &#8220;U&#8221;. A felicidade começa alta, vai caindo até chegar à base da letra e volta a subir com a idade. Os números variam muito, porém. Em uma pesquisa, a meia-idade chega aos 50 para americanos; em outra, aos 44,5. Os brasileiros atingem a crise aos 46,7, para um estudo, e, para outro, aos 36,5. Na Ucrânia, o mal-estar máximo chega aos 62,1 anos. &#8220;Essa diversidade vem das amostras pequenas nesses países. O número varia menos em grandes amostras&#8221;, diz um dos autores do estudo da curva do &#8220;U&#8221; do bem-estar, o economista Andrew J. Oswald, da Universidade de Warwick, Reino Unido. O estudo analisou 500 mil pessoas, entre americanos e europeus, que responderam sobre seu estado emocional.<br />
Depois de se checar detalhes que poderiam afetar os resultados (renda, vida afetiva etc.), conclui-se que americanos atingem a crise aos 52,6 e europeus, aos 46,5. &#8220;A Segunda Guerra parece ter cobrado um preço maior dessa geração de europeus&#8221;, na interpretação de Oswald. E o que explicaria o fenômeno em geral?<br />
<a href="http://gerovida.blog.br/wp-content/uploads/2011/09/Bem-estar-aumenta-com-a-idade.gif"></a></p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://gerovida.blog.br/wp-content/uploads/2011/09/Bem-estar-aumenta-com-a-idade.gif"><img class="alignleft size-full wp-image-5488" title="Bem estar aumenta com a idade" src="http://gerovida.blog.br/wp-content/uploads/2011/09/Bem-estar-aumenta-com-a-idade.gif" alt="" width="489" height="714" /></a><strong>ACEITAÇÃO</strong><br />
&#8220;Minha teoria é que na meia-idade enfrentamos nossas deficiências e as aceitamos. Então ficamos mais contentes com a vida&#8221;, diz Oswald. &#8220;Eu poderia ter sido jogador de futebol e feito gols contra o Brasil, mas percebi que teria de me contentar em ser professor&#8221;, brinca. Outro estudo criou um &#8220;instantâneo da distribuição pela idade do bem-estar psicológico nos EUA&#8221; com base em 340.847 pessoas. E cravou a crise em torno de 50. Nesse estudo, a pessoa avaliava, numa escada com degraus de zero a dez, como se sentia em relação à vida. &#8220;Em qual degrau você se sente agora?&#8221; era a pergunta. O líder da pesquisa, Arthur A. Stone, da Universidade de Stony Brook, disse à Folha que considera a curva em &#8220;U&#8221; um enigma. &#8220;Nós e muitos outros estamos investigando fatores responsáveis, mas ainda não sabemos.&#8221;<br />
Entre os fatores que eles esperavam que teriam impacto no resultado e não tiveram estão o gênero, o fato de ter filhos com menos de 18 anos em casa, o desemprego e a falta de um parceiro. Já o pesquisador Andrew Clark, da Paris School of Economics, usou dados de uma pesquisa britânica para seus estudos sobre a curva do &#8220;U&#8221;. Um questionário com 12 itens registrou as sensações de estresse, depressão e falta de confiança dos entrevistados. As pessoas responderam se perdiam o sono por preocupação, se se sentiam sob pressão, se perderam a autoconfiança e se pensavam em si como alguém sem valor. Clark disse à Folha que a curva em &#8220;U&#8221; reflete o que acontece com gente de mais idade: promoções, filhos etc.<br />
&#8220;A diferença entre os países reflete as diferenças nesses fatores. Se você tem filhos aos 20, está lidando com adolescentes aos 35, se tem filhos aos 35, vai lidar com adolescentes aos 50. O divórcio também pode ocorrer em diferentes idades, em cada país. Isso soa como explicação&#8221;, diz. E lidar com adolescentes estressa qualquer cristão. Clark também concorda com Oswald sobre a influência da perda de altas expectativas no aumento do bem-estar após a meia-idade. E dá o mesmo exemplo do jogador de futebol, embora o seu seja mais nacionalista: &#8220;Um dia desses eu desisti de jogar pela Inglaterra&#8221;. A psicóloga Laura Carstensen, da Universidade Stanford, EUA, é autora de uma teoria pioneira que explica a alta da felicidade na velhice.<br />
<strong>SELETIVIDADE</strong><br />
Segundo a sua &#8220;teoria da seletividade socioemocional&#8221;, à medida que os horizontes de tempo vão ficando mais curtos, as pessoas priorizam determinados objetivos emocionais. Passam a evitar amigos chatos, por exemplo. &#8220;A experiência emocional fica melhor com a idade porque as pessoas passam a investir esforço em assuntos importantes para elas&#8221;, escreveu Carstensen em artigo na &#8220;Psychology and Aging&#8221;. O artigo descreve um experimento diferente dos outros. Enquanto os dados coletados por Oswald e Stone produziram um &#8220;instantâneo&#8221;, uma amostra pontual na população, a equipe da psicóloga seguiu um mesmo grupo de pessoas por uma semana e repetiu o questionamento cinco e dez anos depois.<br />
A equipe concluiu: &#8220;O envelhecimento está associado com bem-estar geral, maior estabilidade emocional e mais complexidade, evidenciado pela maior ocorrência simultânea de emoções positivas e negativas&#8221;. Dá para entender a capa da revista francesa &#8220;Le Point&#8221;, com uma bela mulher sorridente, a estilista Inès de La Fressange, 53, e o título: &#8220;A vida começa aos 50&#8243;. Ou porque, quando pediram ao dramaturgo Nelson Rodrigues (1912-1980) um conselho aos jovens, ele foi incisivo: &#8220;Envelheçam&#8221;.<br />
13/09/2011<br />
<a href="http://www1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/973973-bem-estar-cresce-a-medida-que-envelhecemos-diz-pesquisa.shtml">http://www1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/973973-bem-estar-cresce-a-medida-que-envelhecemos-diz-pesquisa.shtml</a></p>
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		<title>Idade psicológica e envelhecimento psicológico</title>
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		<pubDate>Mon, 05 Sep 2011 22:01:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Wanda Patrocinio</dc:creator>
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		<description><![CDATA[ O conceito de idade psicológica pode ser usado em dois sentidos. Um é análogo ao significado de idade biológica e refere-se à relação que existe entre a idade cronológica e as capacidades, tais como percepção, aprendizagem e memória, as quais prenunciam o potencial de funcionamento futuro do indivíduo. Esse uso do conceito é muito próximo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://gerovida.blog.br/wp-content/uploads/2011/09/idade-psicologica.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-5455" title="idade psicologica" src="http://gerovida.blog.br/wp-content/uploads/2011/09/idade-psicologica.jpg" alt="" width="242" height="179" /></a> O conceito de idade psicológica pode ser usado em dois sentidos. Um é análogo ao significado de idade biológica e refere-se à relação que existe entre a idade cronológica e as capacidades, tais como percepção, aprendizagem e memória, as quais prenunciam o potencial de funcionamento futuro do indivíduo. Esse uso do conceito é muito próximo ao de senescência ou envelhecimento normal. O segundo uso do conceito de idade psicológica tem relação com o senso subjetivo de idade. Este depende de como cada indivíduo avalia a presença ou a ausência de marcadores biológicos, sociais e psicológicos do envelhecimento em comparação com outras pessoas de sua idade.<br />
O senso de idade psicológica tem estreita relação com as mudanças em perspectiva temporal que afeta os mais velhos. A partir de meados da quarta década de vida, as pessoas passam a pensar suas vidas em termos dos anos que ainda têm para viver em vez de em termos dos anos vividos. Aumenta a tendência de avaliar a vida retrospectivamente (revisão de vida).<br />
Também ocorre uma aceleração subjetiva do sentido de tempo e então os dias, meses e anos parecem passar mais depressa. Isso é comumente atribuído à diminuição da atividade metabólica, que é responsável pelas alterações nos ritmos corporais, entre eles os de sono e vigília, e ao aumento do tempo de reação, que faz com que os idosos sejam mais lentos. Porém, não se pode esquecer que o mundo dos idosos costuma ser menos estruturado. Essa ocorrência é co-responsável pelo descompasso entre o relógio externo e o relógio interno de pessoas de todas as idades e pelas alterações em seu sentido de vida. Também responde em parte à tendência a fazer narrativas pessoais sobre experiências passadas, que, por um lado, podem trazer prazer e aceitação social aos idosos; por outro, podem acarretar rejeição.<br />
Reprodução parcial de texto sob mesmo título de autoria de Neri, Anita L. Palavras-chave em gerontologia. Campinas, SP: Editora Alínea, 2005. pág. 111-112.</p>
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		<title>Idade biológica e envelhecimento biológico</title>
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		<pubDate>Thu, 01 Sep 2011 17:35:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Wanda Patrocinio</dc:creator>
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		<description><![CDATA[ Idade biológica é um indicador do tempo que resta a um indivíduo para viver, num dado momento de sua vida. O envelhecimento biológico ou senescência é, assim, o processo que preside ou determina o potencial de cada indivíduo para permanecer vivo, o qual diminui com o passar dos anos. O grau de conservação no nível [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://gerovida.blog.br/wp-content/uploads/2011/09/idade-biologica.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-5437" title="idade biologica" src="http://gerovida.blog.br/wp-content/uploads/2011/09/idade-biologica.jpg" alt="" width="235" height="192" /></a> Idade biológica é um indicador do tempo que resta a um indivíduo para viver, num dado momento de sua vida. O envelhecimento biológico ou senescência é, assim, o processo que preside ou determina o potencial de cada indivíduo para permanecer vivo, o qual diminui com o passar dos anos.<br />
O grau de conservação no nível da capacidade adaptativa, em comparação com a idade cronológica, é tecnicamente referido como idade funcional. Esta é não só um indicador importante da possibilidade de sobrevivência como também da capacidade funcional, ou competência comportamental, ou independência funcional, termos que, em geriatria, indicam a possibilidade de o indivíduo sobreviver sem ajuda de outrem e são indicados pelo grau de preservação da capacidade de desempenhar atividades básicas de autocuidado a atividades instrumentais de vida diária.<br />
O conceito de idade funcional tem estreita relação com o de envelhecimento biológico e é definido em termos do grau de conservação do nível da capacidade adaptativa, em comparação com a idade cronológica. Os critérios de medida de idade funcional na velhice mais comumente usados são bioquímicos, sensoriais, antropométricos, verbais, motores, de personalidade, de estilo de vida e cognitivos.<br />
Reprodução parcial de texto sob mesmo título de autoria de Neri, Anita L. Palavras-chave em gerontologia. Campinas, SP: Editora Alínea, 2005. pág. 109-110.</p>
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