Arquivo de Gerontologia

Promoção de final de ano

14/12/2016 - 8:07 Por:

Categoria(s): Arte, Curiosidades, Cursos, Dicas, Doen√ßas e problemas de sa√ļde, Educa√ß√£o, Ervas Medicinais, Fita Funcional, Gerontologia, Homeostase Qu√Ęntica Informacional, Jogos, Palestras, Poesia, Qualidade de Vida, Reflex√£o, Sem categoria, Sugest√£o de leituras, Terapias Complementares, Tratamento de Doen√ßas

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Mestrado em Psicologia | Psicossom√°tica UNIB

9/12/2016 - 10:43 Por:

Categoria(s): Arte, Curiosidades, Cursos, Dicas, Doen√ßas e problemas de sa√ļde, Educa√ß√£o, Ervas Medicinais, Fita Funcional, Gerontologia, Homeostase Qu√Ęntica Informacional, Jogos, Palestras, Poesia, Qualidade de Vida, Reflex√£o, Sem categoria, Sugest√£o de leituras, Terapias Complementares, Tratamento de Doen√ßas

A Dra. Wanda Patrocínio, diretora da GeroVida, faz parte do corpo docente deste curso.

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Fim da Vida e Cuidados Paliativos

7/12/2016 - 10:57 Por:

Categoria(s): Gerontologia

paliativoA morte, apesar de inevit√°vel, pode provocar ang√ļstia, medo e outros sentimentos ao ser cogitada, dependendo de cada pessoa ou cultura √© vista como um tabu.

Quando a terap√™utica curativa se torna f√ļtil, a morte deve ser considerada. Nesse momento, a equipe deve se atentar ao al√≠vio do sofrimento, minimiza√ß√£o da ang√ļstia da fam√≠lia e, sobretudo, assegura√ß√£o de uma morte digna.
Os cuidados paliativos são centrados na valorização da dignidade da pessoa que, mesmo doente, vulnerável e limitada, tem o direito de viver sua vida até o final com o máximo de conforto e qualidade.
A Organiza√ß√£o Mundial da Sa√ļde (OMS) considera os cuidados paliativos como ativos prestados a pacientes com doen√ßa incur√°vel, progressiva e irrevers√≠vel, que n√£o respondem aos tratamentos, se tornando imprescind√≠vel o controle da dor e outros sintomas, bem como os problemas psicol√≥gicos, sociais e espirituais.
Os cuidados paliativos n√£o interferem no curso natural da doen√ßa e as suas a√ß√Ķes n√£o visam apressar ou retardar a morte. Sendo assim, a equipe deve ter conhecimento profundo. A medicina paliativa √© a especialidade m√©dica cuja atua√ß√£o consiste em propiciar a melhor qualidade de vida poss√≠vel √†queles pacientes com doen√ßa avan√ßada.
Aos pacientes com doen√ßa em fase terminal, h√° um instrumento legal, as ‚Äėdiretivas antecipadas de vontade‚Äô, que tem por finalidade assegurar o protagonismo do paciente no seu processo de morrer, uma vez que informa aos m√©dicos, √†s equipes e familiares as suas pr√≥prias decis√Ķes referente √† instala√ß√£o e, ou, supress√£o de tratamento quando da aproxima√ß√£o da sua morte. Ou seja, se o paciente decide e declara em documento a ordem de n√£o reanimar, em comum acordo, o procedimento n√£o ser√° realizado.

Referência:
Claudia Burlá e Daniel Lima Azevedo. Paliação: Cuidados ao Fim da Vida. In: FREITAS, E. V. Tratado de Geriatria e Gerontologia, 3 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, cap.109, pp.1227-1241 2011.

Por: Roberta dos Santos Tarallo.

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A menina e suas 3 avós

21/11/2016 - 9:44 Por:

Categoria(s): Gerontologia, Sugest√£o de leituras

Sugest√£o de leitura 220

ameninaesuas3avos

A menina e suas 3 avós

Autora: M√īnica De √Āvila Todaro
Ano: 2016
Editora: Scortecci

A autora se torna avó e conta como as mais diferentes famílias podem nos nutrir de amor.

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Revolução das 7 mulheres

24/10/2016 - 8:49 Por:

Categoria(s): Gerontologia, Reflex√£o, Sugest√£o de leituras

Sugest√£o de leitura 219

revolucaodas7mulheresAutora: Marcia Neder
Ano: 2015
Editora: Senac S√£o Paulo
Sinopse: Há uma revolução da longevidade acontecendo no mundo. E no Brasil também. O Brasil passou de um país jovem para um país maduro. Atualmente existem mais pessoas idosas do que há cinco décadas. Será necessário criar na sociedade uma nova visão sobre o envelhecimento e novos valores culturais que abracem essa população sem preconceitos, de uma forma como nunca foi feita antes.
O ponto de partida para essa incontorn√°vel transforma√ß√£o √© entender que a Terceira Idade n√£o √© um borr√£o sem nuances. H√° v√°rios nichos com diferentes necessidades, aspira√ß√Ķes e estilos de vida. √Č imprescind√≠vel enxergar o detalhe. As mulheres t√™m um papel crucial nessa nova sociedade que precisamos construir, especialmente um grupo de mulheres ativ√≠ssimas que j√° provou o seu valor na revolu√ß√£o feminina da segunda metade do s√©culo passado e est√° outra vez abrindo novos caminhos para as gera√ß√Ķes futuras.
Este livro, da jornalista Marcia Neder, traz uma pesquisa qualitativa que retrata os sete perfis que representam as mulheres dessa geração revolucionária e mais uma série de dados que mostram em detalhes quem são, o que pensam, como fazem as escolhas, como enxergam o futuro ainda longo que têm pela frente e a responsabilidade do próprio papel nessa nova sociedade.

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Acidente Vascular Cerebral e o Envelhecimento

17/10/2016 - 8:58 Por:

Categoria(s): Doen√ßas e problemas de sa√ļde, Gerontologia

avc-derrameO Acidente Vascular Cerebral (AVC) pode ocorrer de duas formas: hemorr√°gico ou isqu√™mico; respectivamente, quando vasos sangu√≠neos do c√©rebro rompem-se ou s√£o bloqueados por co√°gulos de sangue ou subst√Ęncias gordurosas. A perda do fluxo sangu√≠neo para uma √°rea do tecido cerebral priva as c√©lulas de oxig√™nio, perdendo suas fun√ß√Ķes ou morrendo.
Frequentemente o AVC ocorre sem aviso prévio. Algumas vezes, entretanto, um ataque isquêmico transitório (AIT), ou uma série deles, leva a um princípio de AVC. Estudos observaram que AITs ocorrem em 30% das pessoas que tiveram posteriormente AVCs completos.
Os mecanismos responsáveis pelo AVC são variáveis e têm implicação direta na definição das medidas terapêuticas preventivas a serem adotadas para cada paciente. Pelo menos 85% dos casos são isquêmicos, 9% são devidos às hemorragias intracerebral e 4% são atribuídos à hemorragias subaracnoíde.
A Hipertens√£o Arterial Sist√™mcia (HAS) isoladamente constitui o maior fator de risco conhecido para AVC na popula√ß√£o geral. A idade, por sua vez, √© o principal fator de risco n√£o modific√°vel para AVC. A partir dos 55 anos de idade, o risco de AVC dobra a cada d√©cada de vida. Estima-se que 75 a 89% dos casos de AVC ocorram em indiv√≠duos com idade ‚Č• 65 anos.
A cada tr√™s novos casos de AVC, um resulta em morte. As sequelas potenciais do AVC em sobreviventes s√£o de grande magnitude e levam, com frequ√™ncia √† perda da independ√™ncia pessoal. O AVC √© considerado a maior causa de incapacita√ß√£o funcional em popula√ß√Ķes adultas, sobretudo nas faixas et√°rias mais avan√ßadas.
A prevenção consiste na modificação do estilo de vida com medidas que contribuem para a redução do risco cardiovascular como alimentação balanceada e pática de atividade física regularmente. De modo secundário, o tratamento de da HAS, Obesidade, Diabetes e Dislipidemia se faz necessário para reduzir o risco de AVC.

Referências:
Dee Unglaub Silverthorn. Fisiologia Humana: uma abordagem integrada. Barueri: Manole, cap.9, p.259, 2003.
Roberto Dischinger Miranda e Jairo Lins Borges. Doenças Vasculares. In: FREITAS, E. V. Tratado de Geriatria e Gerontologia, 3 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, cap.47, pp.565-583, 2011.

Por: Roberta dos Santos Tarallo.

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Oficinas da GeroVida

30/09/2016 - 11:29 Por:

Categoria(s): Cursos, Educa√ß√£o, Gerontologia, Homeostase Qu√Ęntica Informacional, Sem categoria, Terapias Complementares

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Livro: Pessoa Idosa Dependente

23/09/2016 - 10:20 Por:

Categoria(s): Gerontologia, Sugest√£o de leituras

Sugest√£o de leitura 2018

pessoaidosadependentePESSOA IDOSA DEPENDENTE: Pol√≠ticas P√ļblicas de Cuidados Intermedi√°rios ao Idoso no Brasil e a Atua√ß√£o do Minist√©rio P√ļblico

Autora: Iadya Gama Maio
Ano: 2016
Editora: Juru√°
Sinopse: Esta publica√ß√£o traz uma abordagem investigativa acerca do envelhecimento populacional nas sociedades contempor√Ęneas e sobre a responsabilidade pelo cuidado em diferentes pa√≠ses. Apresenta uma an√°lise das op√ß√Ķes de pol√≠ticas assist√™nciais voltadas √† pessoa idosa, existentes no Brasil e, ainda, o papel institucional do Minist√©rio P√ļblico (MP) como fomentador de pol√≠ticas p√ļblicas e garantidor dos direitos sociais dessa parcela da popula√ß√£o.

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Palestras | GeroVida

21/09/2016 - 8:44 Por:

Categoria(s): Dicas, Doen√ßas e problemas de sa√ļde, Educa√ß√£o, Ervas Medicinais, Fita Funcional, Gerontologia, Homeostase Qu√Ęntica Informacional, Jogos, Palestras, Qualidade de Vida, Reflex√£o, Sem categoria, Terapias Complementares, Tratamento de Doen√ßas

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Fragilidade na Velhice

19/09/2016 - 10:24 Por:

Categoria(s): Gerontologia

fragilidade-idoso‚ÄúCaracteriza-se por diminui√ß√£o das reservas de energia, desregula√ß√£o neuroend√≥crina, decl√≠nio da fun√ß√£o imune e redu√ß√£o da resist√™ncia aos estressores. Relaciona-se de forma robusta com risco para morte em prazo relativamente curto, doen√ßas cr√īnicas, incapacidades, quedas e necessidade de institucionaliza√ß√£o.‚ÄĚ
Com vistas a explicar as condu√ß√Ķes relacionadas ao envelhecimento n√£o saud√°vel, muitos estudos v√™m sendo realizados desde os anos de 1990.
Nos Estados Unidos, um grupo liderado por Linda M. Fried definiu cinco crit√©rios referenciados √† fragilidade: 1) perda de peso n√£o intencional no √ļltimo ano; 2) fadiga; 3)baixa for√ßa de preens√£o; 4) lentid√£o ao caminhar; 5) baixa taxa de gasto energ√©tico semanal em exerc√≠cios f√≠sicos e atividades dom√©sticas.
A presença de um ou dois critérios indica que a pessoa é pré-frágil e três ou mais características do fenótipo significam fragilidade.
A fragilidade tem origem em varia√ß√Ķes g√™nicas expressas em oxidativo, encurtamento dos tel√īmeros, danos ao DNA, e sofre efeitos acumulados ao longo da vida. Inatividade, sarcopenia, anorexia, osteopenia, decl√≠nio cognitivo, incapacidade e doen√ßas (inflamat√≥rias) cr√īnicas s√£o indicadores de vulnerabilidade.
Sendo assim, a fragilização é um processo acumulativo, multifatorial e multideterminado que se expressa no tempo, ao longo dos anos. As oportunidades sociais, o estilo de vida, as atitudes e hábitos culturais, a personalidade e o nível de escolaridade.
O Estudo Fibra (Fragilidade em Idosos Brasileiros) evidenciou que entre os fr√°geis, havia mais vi√ļvos, analfabetos, com menos instru√ß√£o formal e com baixa renda; sugerindo que as vari√°veis socioecon√īmicas podem tornar mais prov√°vel a emerg√™ncia de fragilidade. Al√©m disso, a pesquisa mostrou que as maiores freq√ľ√™ncias de indiv√≠duos com perda ponderal, fadiga, baixa for√ßa de preens√£o, lentid√£o de marcha e inatividade f√≠sica ocorreram entre idosos vi√ļvos.
Ressalta-se que entender sobre o assunto visando √†s possibilidades de adapta√ß√£o e a diminui√ß√£o dos riscos em desenvolver a fragilidade √© imprescind√≠vel. Evitar ou adiar a transi√ß√£o da condi√ß√£o de pr√©-fragilidade para a de fragilidade se faz necess√°rio tanto para a pessoa e a fam√≠lia, quanto para a comunidade e na√ß√Ķes a pouparem recursos materiais e humanos, bem como a promoverem o bem-estar e a qualidade de vida.

Referência:
Anita Liberalesso Neri. Fragilidade. Palavras-chave em Gerontologia. Editora Alínea, Ed.4, pp.166-176, 2014.

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