Arquivo de Gerontologia

Novo envelhecimento (Parte 2 de 3)

7/05/2011 - 15:47 Por:

Categoria(s): Gerontologia

 Por Fábio de Castro
Agência FAPESP – “A expectativa de vida é cada vez mais longa e as pessoas serão idosas por um período cada vez maior de suas vidas. Elas terão condições de produzir até uma idade bem mais avançada. Por outro lado, a pessoa não pode mais parar de adquirir conhecimento aos 25 anos de idade, pois o aprendizado fica obsoleto cada vez mais cedoâ€, disse Alexandre Kalache. Se a produção e o trabalho serão uma realidade cada vez mais presente na velhice, em contrapartida a aquisição de conhecimento não poderá mais ficar confinada apenas às primeiras décadas. “É do interesse da sociedade que a pessoa mantenha o aprendizado e que produza ao longo de toda a vida. As pessoas terão oportunidades – que a sociedade vai precisar oferecer – para se reciclar, estudar e se reavaliarâ€, afirmou.
De acordo com Kalache, a capacidade funcional dos indivíduos será preservada, cada vez mais, para além dos 65 anos. Com isso, espera-se que a aposentadoria compulsória possa ser revista. “Isso é saudável, porque o passado idealizado do idílio do pijama e do tricô é algo que talvez nunca tenha existido. Na maior parte dos casos, sob esse estereótipo se escondia um idoso sem autonomia, sofrendo abusos e deprimidoâ€, disse. O envelhecimento e a urbanização, segundo Kalache, são as duas principais tendências demográficas do século 21. O Brasil, segundo ele, é um modelo adequado para se observar essa realidade. “Somos um país emergente já urbanizado, que envelhecerá mais do que qualquer outro. Mas temos que fazer nossa própria discussão sobre o envelhecimento. Os modelos do Japão, da Dinamarca ou da França não nos interessam. Esses países enriqueceram primeiro, depois envelheceram. Não teremos essa oportunidade. Se imitarmos esses modelos, vamos apenas perpetuar a desigualdadeâ€, disse. No Brasil, segundo Kalache, a população de mais de 60 anos passou de 8% para 12% nos últimos 30 anos. Na França, foram necessários 115 anos para que a proporção de idosos passasse de 7% para 14%.
“Por outro lado, a concentração urbana também foi vertiginosa no Brasil. Um terço da população vivia em cidades em 1945 e hoje essa proporção passou para 87%. Vamos precisar mudar a realidade do idoso no contexto urbano – e para isso é fundamental ouvi-lo e fazê-lo contar como é a experiência de ser idoso na cidadeâ€, afirmou.
Kalache foi responsável pela publicação, em 2007, do Guia da OMS das Cidades Amigas dos Idosos, produzido com base em pesquisas em 35 cidades em todo o mundo, fundamentadas em entrevistas com grupos focais de idosos durante seis meses. Uma das experiências do programa foi feita no bairro de Copacabana, no Rio de Janeiro, onde Kalache nasceu. Em 33 anos na Europa, o pesquisador fundou o Departamento de Epidemiologia do Envelhecimento da Escola de Higiene e Medicina Tropical de Londres, no Reino Unido. Hoje, trabalha na criação de um Centro Internacional de Políticas para o Envelhecimento.
1/4/2011

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Novo envelhecimento (Parte 1 de 3)

23/04/2011 - 19:57 Por:

Categoria(s): Gerontologia

 Por Fábio de Castro
Agência FAPESP – O envelhecimento e a urbanização são tendências demográficas importantes no século 21. A população urbana, que já corresponde à metade da humanidade, dobrará até 2050, de acordo com a Organização das Nações Unidas (ONU). Por outro lado, se hoje existem cerca de 600 milhões de pessoas com mais de 60 anos, em 2050 a população nessa faixa etária será de quase 2 bilhões. A consequência disso é que a sociedade precisará repensar o lugar dos idosos nas cidades e implantar uma nova cultura do envelhecimento. Essa é uma das principais conclusões dos especialistas que participaram, no dia 29 de março, em São Paulo, da mesa-redonda “Aspectos urbanos e habitacionais em uma sociedade que envelhece”. O evento integrou a programação do ciclo “Idosos no Brasil: Estado da Arte e Desafios”, promovido pelo Institutos de Estudos Avançados (IEA) da Universidade de São Paulo (USP), pelo Grupo Mais-Hospital Premier e pela Oboré Projetos Especiais de Comunicação e Artes. Coordenada por David Braga Jr., do Grupo Modelo de Atenção Integral à Saúde (Mais), a mesa-redonda – a terceira do ciclo – teve a participação de Alexandre Kalache, da Academia de Medicina de Nova York (Estados Unidos), e de Guita Grin Debert, professora do Departamento de Antropologia da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).
De acordo com Kalache, carioca que dirigiu por 13 anos o Programa Global de Envelhecimento e Saúde da Organização Mundial da Saúde (OMS), os dados da ONU mostram que a população mundial crescerá cerca de 50% (para 9 bilhões) até 2050. No mesmo período, a população acima de 60 anos terá aumentado 350%, sendo que a maior parte desse aumento ocorrerá nos países em desenvolvimento, cada vez mais urbanizados.
Essa perspectiva de futuro, segundo ele, deverá ser compreendida pela sociedade, que precisará desenvolver com urgência uma “cultura do envelhecimento†– o que inclui mudanças nas cidades e no comportamento ao longo da vida. “É importante destacar que 2050 não é uma data distante. Os idosos de quem estamos falando são as pessoas que hoje já são adultas, que podem ter 20 ou 40 anos. Por isso, é fundamental personalizar a mensagemâ€, disse à Agência FAPESP. Com os avanços da medicina e da própria sociedade urbana, a parcela da vida que um indivíduo passa na condição de idoso será cada vez maior, apontou o especialista. Com essa tendência, já ocorre uma mudança de paradigmas em relação ao que significa envelhecer. “A ideia da vovó fazendo tricô e do vovô de pijama, lendo jornal, é um estereótipo do envelhecimento que não nos serve maisâ€, disse. Segundo Kalache, quando o prussiano Otto Von Bismarck implementou pela primeira vez a aposentadoria, no século 19, a expectativa de vida na Alemanha era de 45 anos e os idosos tinham muito menos acesso à saúde. Se continuassem trabalhando, teriam produtividade baixíssima e criariam muitas dificuldades no ambiente de trabalho.
“Era plausível dar um dinheirinho para que o idoso ficasse em casa pelos poucos anos que lhe restavam. É óbvio que isso não pode dar certo nas condições atuais, muito menos nas condições que teremos até 2050. É preciso que os jovens reinventem seu planejamento de vidaâ€, afirmou. No modelo convencional, a primeira etapa da vida era dedicada ao aprendizado, enquanto a segunda etapa era voltada para a produção e a aplicação do aprendizado no trabalho. A etapa final seria dedicada ao descanso e ao ócio. “Não podemos mais pensar assim.
1/4/2011

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Queda e Convulsão no idoso

22/03/2011 - 16:50 Por:

Categoria(s): Doenças e problemas de saúde, Gerontologia

 As quedas são os acidentes que mais ocorrem com as pessoas idosas e fragilizadas por doenças, ocasionando fraturas principalmente no fêmur, costela, coluna, bacia e braço.
Após uma queda é importante que a equipe de saúde avalie a pessoa e identifique a causa, buscando no ambiente os fatores que contribuíram para o acidente. Assim, podem ajudar a família a adotar medidas de prevenção e a tornar o ambiente mais seguro.
Ao atender a pessoa que caiu, observe se existe alguma deformidade, dor intensa ou incapacidade de movimentação, que sugere fratura. No caso de suspeita de fratura, caso haja deformidade, não tente “colocar no lugarâ€, procure não movimentar a pessoa cuidada e chame o serviço de emergência o mais rápido possível.

A convulsão ou ataque epilético é o resultado do descontrole das ondas elétricas cerebrais e pode acontecer por diversas causas. Não é doença contagiosa, portanto ninguém se contamina ao atender e tocar a pessoa durante a convulsão. Na crise convulsiva a pessoa pode cair, perder a consciência, movimentar braços e pernas contra sua vontade e de maneira desordenada, urinar e defecar involuntariamente.
Ao atender a pessoa durante a crise convulsiva, apoie a cabeça da pessoa e gire para o lado, para evitar que a saliva seja aspirada e vá para os pulmões. Proteja a pessoa para ela não se machucar, afastando móveis e objetos.
Ao terminar a crise a pessoa acorda confusa, desorientada, sentindo dores no corpo e sem saber o que aconteceu. Tranquilize a pessoa e procure ajuda da equipe de saúde.
Fonte: Guia do Cuidador. Ministério da Saúde. Brasília, DF, 2008

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Falta de hormônio pode alterar audição da mulher ao envelhecer

22/03/2011 - 12:25 Por:

Categoria(s): Gerontologia

Por Luiz Gustavo Cristino (Colaboração para a Folha)
Para o bem e para o mal, os hormônios femininos costumam exercer forte influência nas relações entre homens e mulheres. Mas, segundo pesquisadores da Universidade de Oklahoma (EUA), além da diferenciação sexual, o estrogênio, principal deles, é essencial às funções auditivas. Em experimentos com pássaros, a equipe descobriu que, para que o cérebro entenda, memorize e diferencie as informações que chegam aos ouvidos, ele depende totalmente do hormônio.
Segundo o neurocientista brasileiro Raphael Pinaud, chefe do estudo publicado no “Journal of Neuroscience”, a ligação de problemas auditivos com a síndrome de Turner –doença genética causada pela ausência de um cromossomo feminino– e com a menopausa ajudou a nortear a pesquisa. “Todos achavam que a perda hormonal e a auditiva, apesar de ocorrerem simultaneamente, não estavam diretamente ligadas. Percebemos que a perda auditiva pode ser diretamente causada pela perda hormonal.”

 DIREITOS IGUAIS
Mas isso não significa que as mulheres escutem melhor que os homens. “Obviamente, as fêmeas têm níveis muito mais altos de estrogênio do que os machos. Mas esse é o estrogênio periférico, produzido por ovários e testículos. No cérebro, onde é produzido o estrogênio que controla a função auditiva, isso não é verdade, os níveis são idênticos”, explica Pinaud.
E é a ausência desse “estrogênio local”, atuando como neurotransmissor – uma espécie de “mensageiro químico” do cérebro – que bloqueia nossa audição, mesmo que os ouvidos estejam em perfeito funcionamento.
TRATAMENTO
Pinaud diz que o próximo passo de sua equipe é encontrar um tratamento para problemas auditivos causados pela falta do hormônio. “Mas tratamentos convencionais com estrogênio não seriam a solução. Apesar dos efeitos positivos, ele induz a carcinogênese – ou seja, aumenta a probabilidade de vários tipos de câncer”, afirma. Um outro efeito colateral possível do estrogênio é a “feminilização” de um organismo masculino que se submetesse ao hormônio.
Uma alternativa para esses casos é o uso de fitoestrogênios –ou seja, hormônios similares aos do ser humano, mas extraídos de plantas. Entre eles, a equipe de Pinaud busca aqueles que atuem na audição e não provoquem efeitos indesejados. “Temos 12 fitoestrogênios possíveis até agora”, diz. Outra possibilidade é a produção artificial desse tipo de substância.
http://www1.folha.uol.com.br/ciencia/889436-falta-de-hormonio-pode-alterar-audicao-da-mulher-ao-envelhecer.shtml
16/03/2011

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Formaçao Humana em Geriatria e Gerontologia

17/03/2011 - 12:33 Por:

Categoria(s): Gerontologia, Sugestão de leituras

Sugestão de leitura 153
“Formaçao Humana em Geriatria e Gerontologia”, de Roberto Lourenço e Renato Veras. Editora DOC, 2010.
Um curso de geriatria e gerontologia com uma visão humana e técnica, organizado pelos coordenadores da Universidade da Terceira Idade (Unati), Roberto Lourenço e Renato Veras.

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Engasgo no idoso

15/03/2011 - 12:37 Por:

Categoria(s): Dicas, Gerontologia

 O engasgo ocorre quando um alimento sólido ou líquido entra nas vias respiratórias, podendo desencadear:
- Aspiração – quando líquidos ou pedaços muito pequenos de alimentos chegam aos pulmões, o que pode provocar pneumonia por aspiração.
- Sufocamento – ocorre quando pedaços maiores de alimentos ou objetos param na garganta (traqueia) e impedem a passagem do ar.
Cuidador, ao perceber que a pessoa cuidada está engasgada, tente primeiro retirar com o dedo o pedaço de alimento que está provocando o engasgo. Caso não consiga, coloque a pessoa em pé, abrace-a pelas costas apertando com seus braços a “boca†do estômago da pessoa. (Manobra de Heimlich)
Cuidador, ao alimentar a pessoa acamada, coloque-a na posição mais sentada possível com a ajuda de almofadas e travesseiros e não dê líquidos e alimentos à pessoa que estiver engasgada.
Fonte: Guia do Cuidador. Ministério da Saúde. Brasília, DF, 2008

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Emergência no domicílio

9/03/2011 - 10:55 Por:

Categoria(s): Dicas, Gerontologia

 Emergência é sempre uma situação grave que acontece de repente e que requer uma ação imediata com a finalidade de resguardar a vida da pessoa. A pessoa cuidada por estar mais frágil e debilitada pode, de uma hora para outra, ter uma piora súbita em seu estado geral ou sofrer um acidente.
Esteja atento para perceber uma emergência e procure ajuda para lidar com essa situação de maneira firme e segura. Portanto, a emergência requer cuidados imediatos, com a finalidade de evitar complicações graves ou a morte da pessoa cuidada.
A pessoa idosa pode ter mais de uma doença crônica, como por exemplo: diabetes e hipertensão arterial, sequelas de derrame e Parkinson e por isso seu estado geral pode se alterar muito rapidamente.
O aparecimento súbito de sinais que a pessoa não tinha anteriormente, tais como: sonolência excessiva, confusão mental, agitação, agressividade pode indicar uma situação de emergência.
É importante manter em local visível e de fácil acesso os números de telefones dos serviços de pronto-socorro, como o SAMU 192, para onde se possa ligar em casos de emergência.
Fonte: Guia do Cuidador. Ministério da Saúde. Brasília, DF, 2008

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Cuidados com a medicação do idoso

7/03/2011 - 15:39 Por:

Categoria(s): Dicas, Gerontologia

 O uso correto da medicação é fundamental para a recuperação da saúde e para isso são necessários alguns cuidados:
• Peça ajuda à equipe de saúde para organizar a medicação.
• Mantenha os medicamentos nas embalagens originais, assim fica fácil controlar a data de validade e evita que se misturem.
• Atualmente há no mercado caixinhas porta-medicação, que auxiliam as pessoas a tomar corretamente os medicamentos. Essas caixinhas são divididas por períodos do dia (manhã, almoço, jantar, ao deitar) e ainda podem ser separadas por dia da semana, ou seja, uma caixinha por dia da semana.
• Os materiais e medicações de curativos, tais como: pomada, gaze, luva, tesoura, faixa, esparadrapo, soro fisiológico e outros devem ser guardados em uma caixa com tampa, separados dos outros medicamentos.
• O material e a medicação utilizados para nebulização devem ser guardados secos em uma caixa de plástico com tampa. Caixa de madeira e papelão não são indicadas pois podem favorecer a formação de fungos.
• Converse com a equipe de saúde sobre o planejamento dos horários de medicação. Sempre que possível é bom evitar ministrar medicação nos horários em que a pessoa dorme, pois isso interfere na qualidade do sono.
• Mantenha os medicamentos em local seco, arejado, longe do sol e principalmente onde crianças não possam mexer.
• Evite guardar medicamentos em armários de banheiro e ao lado de filtro de água, pois a umidade pode estragar a medicação.
• Mantenha a última receita junto à caixa de medicamentos, pois isso facilita consultá-la em caso de dúvidas ou apresentá-la ao profissional de saúde quando solicitada.
• Os medicamentos que não estiverem sendo utilizados podem ser devolvidos à Unidade de Saúde.
• Não acrescente, diminua, substitua ou retire medicação sem o conhecimento da equipe de saúde.
• Se após tomar um medicamento a pessoa cuidada apresentar reação estranha, avise a equipe de saúde.
• Produtos naturais, como os chás de plantas medicinais, são considerados medicamentos e alguns deles podem alterar a ação da medicação que a pessoa esteja usando. Se a pessoa cuidada usar algum desses produtos avise à equipe de saúde.
• Acenda a luz sempre que for preparar ou ministrar medicação para evitar trocas de medicamentos.
• Sempre leia o nome do medicamento antes do preparo e de dar à pessoa, pois medicamentos diferentes podem ter a mesma cor e tamanho, e também um mesmo medicamento pode variar de cor e formato dependendo do fabricante, como por exemplo, o comprimido de captopril que pode ser branco ou azul.
• Antes de feriados e finais de semana é preciso conferir se a quantidade de medicamentos fornecidos pela Unidade de Saúde é suficiente para esses dias.
• Não use medicamentos que foram receitados para outra pessoa.
Fonte: Guia do Cuidador. Ministério da Saúde. Brasília, DF, 2008

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Defesa de doutorado

24/02/2011 - 16:26 Por:

Categoria(s): Educação, Gerontologia

Por Renato Menezes – Jornalista

A coordenadora do curso de especialização em Gerontogeriatria da Unilins, Profa. Wanda Patrocinio, defendeu sua tese de doutorado no último dia 18 de fevereiro pela Unicamp.

O título do trabalho foi “Implementação e análise de um programa de educação popular em saúde visando ao envelhecimento saudável em duas comunidades de Campinasâ€.

 A Banca Examinadora foi composta da seguinte forma:

Profa. Dra. Anita Liberalesso Neri (orientadora) – FE/UNICAMP

Profa. Dra. Meire Cachioni (Membro Titular) – EACH/USP

Profa. Dra. Beltrina da Purificação da Côrte Pereira (Membro Titular) PUC/SP

Profa. Dra. Sonia Giubilei (Membro Titular) – FE/UNICAMP

Profa. Dra. Maria Elena Guariento (Membro Titular) – FCM/UNICAMP 

“O processo de desenvolvimento do trabalho no doutorado foi realizado de forma profunda e dedicada. Houve uma extensa pesquisa bibliográfica para que pudesse ser montado um programa bem fundamentado para auxiliar no processo de bem envelhecer dos participantes. A realização do programa foi baseado na dialogicidade proposta pelo educador Paulo Freire, que contribuiu para que o programa tivesse resultados significativos na mudança de atitudes dos idosos em relação à velhice pessoalâ€, afirmou a Professora Wanda Patrocinio.

  

 http://www.unilins.edu.br/noticias/index.php?idnoticia=4214

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I Fórum de Gerontogeriatria da Unilins

22/02/2011 - 12:29 Por:

Categoria(s): Gerontologia

 

O evento teve a presença de professores e diretores da Unilins, convidados e demais autoridades.

Por Renato Menezes – Jornalista

A Unilins realizou, no último dia 12 de fevereiro, o I Fórum de Gerontogeriatria. Este evento teve como objetivo discutir questões relativas ao envelhecimento e à gerontologia, proporcionando aos interessados a oportunidade de conhecer as especificidades dessa fase da vida, bem como ter acesso a informações sobre o curso de especialização em gerontogeriatria que a Unilins está oferecendo.

O evento teve a presença do Prefeito de Lins, Waldemar Sândoli Casadei, do Presidente da Câmara Municipal, Edgar de Souza, além de professores e diretores da Unilins, convidados e demais autoridades.

 A programação contou com quatro palestras:

 Palestra 1: “Envelhecimento populacional e violência contra a pessoa idosa†Marília Berzins (Coordenadora da Ãrea Técnica de Saúde da Pessoa Idosa – CODEPPS – Secretaria Municipal de Saúde de São Paulo).

Palestra 2: “Realidade do mercado e o idoso na sociedade†Hermínia Brandão (Jornalista e Editora do Guia Brasileiro da 3a Idade e do Jornal da 3ª Idade).

Palestra 3: “Aspectos emocionais, psicológicos e enfrentamento do estresse na velhice†Salete Elias da Silva Castro (Vice-presidente do Conselho do Idoso de Lins, Auxiliar de Coordenação do Curso de especialização em Gerontogeriatria da Unilins).

Palestra 4: “Gerontologia e Geriatria e o curso de especialização em Gerontogeriatria da Unilins†Wanda Patrocinio (Mestre em Gerontologia, Doutora em Educação e Coordenadora do Curso de especialização em Gerontogeriatria da Unilins)

http://unilins.edu.br/noticias/index.php?idnoticia=4197

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