Arquivo de Qualidade de Vida

Cuidar do corpo também é lazer

5/09/2011 - 10:03 Por:

Categoria(s): Dicas, Qualidade de Vida

Contribuição enviada por Daliane Batista Cardoso*

Procure evitar hábitos sedentários para passar o tempo
As comodidades da vida moderna, como assistir televisão com o controle remoto na mão, jogar videogame, navegar na internet, falar horas ao telefone…Tudo isso pode ser prazeroso e tomar algum tempo do nosso dia.
Mas cuidado para que estas atividades sedentárias não ocupem todo o seu tempo livre.
Acostume-se a mexer com o corpo nos momentos ociosos, pois isso será positivo para sua saúde.
Procure dividir bem suas horas de lazer. Que tal aproveitar estes momentos para correr no parque ou na praia? Passar um tempo na academia? Andar de bicicleta? Ou simplesmente dar uma boa caminhada pelo quarteirão?
O importante é criar o hábito e manter uma regularidade. O ideal é praticar atividade física pelo menos de duas a três vezes por semana e, à medida que a motivação aumenta, você vai descobrir que exercício físico é uma excelente forma de diversão.
Fonte: Site BemStar
* Educadora física, colaboradora semanal com artigos na área, parceira da GeroVida


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Controle a respiração, controle a sua vida

3/09/2011 - 18:18 Por:

Categoria(s): Dicas, Qualidade de Vida

O ato de respirar é um fenômeno automático controlado pelos níveis de concentração de oxigênio inspirado e gás carbônico produzido por reações metabólicas do organismo, sendo o gás carbônico o principal responsável pela regulação e freqüência dos ciclos respiratórios. A concentração deste gás tem efeito direto sobre os centros controladores cerebrais da respiração.
O estado emocional também exerce influência importante sobre a respiração, acelerando ou diminuindo a estimulação destes centros controladores. Em situações de ansiedade, medo ou tensão, a mente sofre agitação, as trocas gasosas são intensificadas e a respiração torna-se mais acelerada.
Praticantes de Yoga que tomam maior percepção da respiração também conseguem maior controle sobre a pressão arterial e freqüência cardíaca, conseqüentemente, trazendo mais saúde e eficiência das demais funções orgânicas, trabalhando em um conjunto harmônico, mantendo o corpo e a mente mais saudáveis.
Por isso, exercícios respiratórios do Yoga tem sido largamente utilizados em hospitais e clínicas para auxiliar pacientes que sofrem de asma, bronquite e outros problemas respiratórios graves.
Mas não é preciso estar enfermo ou com algum desequilíbrio emocional para prestar atenção à respiração. Respirar melhor movimenta a força vital, o prana, com mais intensidade; é a energia universal que se manifesta no corpo, diminui o volume dos ruídos da mente e traz o brilho e encantamento de viver integralmente.
Por Letícia Cavichioli


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Olfato e paladar

1/09/2011 - 18:05 Por:

Categoria(s): Qualidade de Vida

O gourmet é como um artista, como um poeta. O paladar é um órgão tão delicado, tão digno de atenção e de aperfeiçoamento quanto os olhos e os ouvidos. Essa frase do escritor francês Guy de Maupassant, que colhi em Silva Mello (Alimentação, instinto e cultura), chama a atenção para um detalhe, o fato de que o paladar pode e deve ser aperfeiçoado. Para se ter uma ideia de até onde pode ir o aprimoramento do senso gustativo e da sensibilidade do paladar, é ainda Silva Mello quem relata o caso de um provador de vinho do Porto que não errou uma só vez degustando 500 amostras diferentes. Outros cultivadores dessa arte são capazes de precisar, com segurança, o ano da safra, a região de onde procede a uva e até se ela foi adubada com esterco. Ainda segundo o autor, a língua não é um órgão autônomo no que diz respeito ao paladar; ela trabalha associada ao olfato. Quando falamos em vinho, antes de provar o sommelier sente o bouquet. O olfato em termos de acuidade é para deixar o queixo caído. O ser humano é capaz de perceber o cheiro produzido por um trilionésimo de grama de almíscar. Silva Mello conclui que nosso olfato pode perceber o cheiro de substâncias que não seriam reconhecidas pela análise química e espectral senão em concentrações cem mil vezes maiores!
Uma proposta de educação do paladar passa obrigatoriamente por colocar em xeque a dieta açucarada. Todo mundo depois de alguns séculos de ingestão de uma dieta cada vez mais açucarada está viciado no gosto do açúcar. O doutor Andrew Pacheco diz com a tranquilidade de quem se refere a conhecimento cientificamente estabelecido: Já sabemos que tudo que a mãe ingere passa para o seu filho. Se ela não ingerir açúcar durante a gravidez, não vai transmitir a memória do gosto pelo doce para o bebê. (1) Que acontece por volta do quarto mês de vida intra-uterina quando se inicia a formação das papilas gustativas e com elas o desenvolvimento do paladar. O açúcar forma hábito, ou melhor, vicia e embota o paladar. O vício no sabor doce, melequento e de gosto duvidoso do açúcar faz com que o viciado só reconheça os sabores básicos e fortes, o salgado, o ácido e o amargo, mas prefira o doce. Os alimentos nos fornecem uma gama infinita de sabores, mas o viciado quer tudo adoçado com açúcar. Certa vez o presidente mundial da Coca-Cola numa entrevista estava se vangloriando de uma vitória da Coca-Cola sobre a água; ele baseava-se numa pesquisa em que a maioria dos entrevistados respondia que quando tinha sede o que lhe vinha à cabeça era a ideia de beber uma Coca bem gelada. Desnecessário dizer que era só uma batalha, a guerra quem vai ganhar é a água. A própria Coca-Cola já deu o braço a torcer e está vendendo sua própria água mineral. Outra pesquisa colocava um grupo de pessoas diante de duas mesas, uma de docinhos e outra de salgadinhos. A mesa de docinhos foi rapidamente esvaziada pelos convivas. Que criança hoje prefere um copo de leite puro ao mesmo leite misturado com um achocolatado contendo 60% de açúcar? O que explicaria o fato de uma pessoa preferir um refrigerante a água, senão o fato de estar dependente de açúcar?
O abandono desse vício vai depender de uma pesada campanha semelhante à que o Governo move contra o fumo. O ideal seria que desde já as mães de crianças pequenas retirassem o açúcar da mamadeira; com uma cajadada só livrariam seus filhos de cárie dentária, vício em doces, obesidade infantil, diabetes e outras mazelas crônicas.

(1) Pacheco, Andrew. A saúde passa pela boca II in: www.tudoperto.com.br.

Retirado de “O livro negro do açúcar”, de Fernando Carvalho. Rio de Janeiro, 2006. P. 42-43.
http://www.uefs.br/docentes/jmarcia/2007/O_livro_negro_do_acucar1.pdf


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Sem dores

31/08/2011 - 16:35 Por:

Categoria(s): Dicas, Qualidade de Vida

Contribuição enviada por Daliane Batista Cardoso*
As posturas e os alongamentos trabalhados no yoga são excelentes para fortalecer a região dos músculos paravertebrais. O eixo central do corpo serve de base para os exercícios e movimentações da prática. Muitos exercícios do yoga, como as torções e posturas, são focados na coluna e trabalham para manter a curvatura natural dela.
Os resultados são praticamente imediatos, principalmente quando as dores nas costas são causadas por tensões do dia a dia. Além dos movimentos executados nas aulas, a respiração correta e a meditação colaboram para aliviar as tensões, o que melhora as dores.
O yoga surgiu na Índia, ou melhor, no território atualmente ocupado por ela. Sua aparição data de cinco mil anos. Ao longo desse tempo surgiram mais de cem modalidades de yoga. Uma pesquisa do National Center for Complementary and Alternative Medicine, constatou que a atividade era a quinta terapia de medicina alternativa mais utilizada nos Estados Unidos.
Além dos benefícios proporcionados ao corpo, a yoga acalma o sistema nervoso, proporcionando um equilíbrio corpo, mente e espírito. Ela também vem sendo utilizada para reduzir a pressão arterial, diminuir o estresse e melhorar a coordenação, flexibilidade, concentração, sono e digestão.
Fonte: Por Carolina Abranches (BemStar)
* Educadora física, colaboradora semanal com artigos na área, parceira da GeroVida


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Yoga e saúde da mulher – regulação hormonal

30/08/2011 - 15:05 Por:

Categoria(s): Dicas, Qualidade de Vida

Cada fase da vida da mulher é marcada por grandes alterações hormonais, contribuindo para transformações importantes em aspectos físicos e emocionais.
Diversos especialistas da área da saúde recomendam o Yoga para amenizar desconfortos durante o período menstrual, climatério e menopausa, oferecendo resultados igualmente positivos a mulheres que sofrem de irregularidades no ciclo menstrual.
A prática de posturas favorece o funcionamento do sistema endócrino, estimulando as glândulas hipófise e tireoide, responsáveis pelo controle hormonal, regulando o metabolismo basal, aumentando o vigor e a disposição.
Fornece um volume maior de sangue e oxigênio para órgãos reprodutores, fortalece a musculatura ao redor destes órgãos e também o sistema osteoarticular, fator importante para a prevenção de osteoporose.
Diminui o estresse e a fadiga, auxiliando em casos de depressão e insônia, sintomas intimamente relacionados a alterações hormonais, elevando a autoestima e a sensação de bem-estar.
Contribuição recebida de Instituto Isvara de Yoga, Campinas, SP.


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Sal assassino?

29/08/2011 - 13:58 Por:

Categoria(s): Qualidade de Vida

Nos anos 80 do século passado (parece uma eternidade) a editora Ground, a mesma que publicou Sugar blues, traduziu também Sal assassino, de Marietta Whittlesey. De certa forma esse livro contribuiu para diminuir o impacto da denúncia contida no livro de William Dufty. Aparentemente ambos seriam coisa de natureba – um demonizando o açúcar e o outro o sal. Talvez seja paranóia ou conspirativismo de minha parte achar que Sal assassino visava mesmo tirar um pouco da seriedade da denúncia do açúcar. O fato é que o livro de dona Marietta é fraco, as teses em que se baseiam são cheias de ressalvas. O livro pede que se elimine totalmente o consumo de sal mas com a ressalva de que mesmo as pessoas comuns falem antes com um médico. As grávidas, os que fazem grandes esforços físicos e os vegetarianos para riscar o sal de sua dieta teriam que se cercar de cuidados especiais.
Segundo a autora ninguém, em nenhuma circunstância, deve se colocar numa dieta totalmente isenta de sal. De fato, mesmo antes de você alterar drasticamente o consumo de sal, seria, eu acho, uma boa ideia consultar um médico. Lembre-se: sem algum sal, o equilíbrio dos fluidos vitais do corpo será criticamente alterado e podem surgir varias desordens. (1)
Dona Marietta, obcecada com o problema do sal, ignorava completamente o problema do açúcar. Ela própria sofria de obesidade e achava que isso se devia ao consumo de sal, depois fazia a ressalva para explicar que obesidade não se reduz à retenção de líquidos provocada pelo excesso de sal. É verdade que a quantidade de sal na dieta contemporânea é abusiva, mas encontra limite no próprio paladar das pessoas: um alimento excessivamente salgado é insuportável.
De modo que a proposta de zerar o sal parece-me fora de propósito. O livro Sal assassino não foi reeditado e foi esquecido. E de fato, solto no espaço é apenas uma tentativa de demonização ou uma paranoia contra o sal. Ele encontraria sua razão de ser se fosse apenas um capítulo de Sugar blues. É a própria autora que denuncia o fato de que a maioria dos alimentos comerciais para bebês está entre os menos alimentícios e mais ricos em sódio e açúcar do mercado. (2) Ainda segundo ela o hábito muito difundido do consumo de alimentos salgados como pipoca (que naturalmente já contém sódio) com mais sal adicionado e ainda manteiga também salgada, provoca uma secura na boca que leva ao consumo de refrigerante – justamente o maior responsável pelo transporte de açúcar para a barriga das pessoas.
Recentemente nossa juventude foi bombardeada com a campanha publicitária pipoca com guaraná. O que deixa claro o papel reservado ao sal na civilização do açúcar: os alimentos excessivamente salgados são uma armadilha para levar os incautos a um maior consumo das bebidas açucaradas.

(1) Whittlesey, Marietta. Sal assassino. São Paulo: Ground, 1983.
(2) Idem, p. 65.

Retirado de “O livro negro do açúcar”, de Fernando Carvalho. Rio de Janeiro, 2006. P. 41.
http://www.uefs.br/docentes/jmarcia/2007/O_livro_negro_do_acucar1.pdf


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Postura se corrige com exercícios físicos

25/08/2011 - 17:48 Por:

Categoria(s): Dicas, Doenças e problemas de saúde, Qualidade de Vida

Contribuição enviada por Daliane Batista Cardoso*

Os exercícios são fundamentais para prevenir problemas na coluna. A prática de atividade física não só evita dores como também afasta eventuais problemas na região. O exercício contribui para evitar lesões e também para corrigir problemas já existentes.

A musculação é essencial para fortalecer os músculos. Somada a ela, destaca-se a importância do alongamento. Alongar os músculos alivia a tensão e proporciona mais flexibilidade e evita estiramentos e distensão musculares.

Além de amenizar e prevenir problemas na coluna, o exercício também melhora a postura, que vai decaindo com o passar dos tempos devido a perda óssea e muscular. Exercitar os músculos retarda esse declínio natural da idade.

Fonte: Por Carolina Abranches (BemStar)
* Educadora física, colaboradora semanal com artigos na área, parceira da GeroVida


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O sal e o açúcar na mesa

24/08/2011 - 11:13 Por:

Categoria(s): Qualidade de Vida

No processo de institucionalização da ditadura da dieta açucarada, o sal exerce o papel de um inocente útil. A relação de oposição de sabores entre sal e açúcar confere ao açúcar uma aparência de naturalidade. Hoje a mesa da humanidade inclui dois objetos indefectíveis, o saleiro e o açucareiro. Um pó branco responde pelo gosto salgado e o outro pelo gosto doce. Ambos, sal e açúcar, dão a impressão de que a mesa está completa. Nas festas se comem salgadinhos e docinhos. Na verdade só o sal é natural na mesa; o açúcar é um intruso, um corpo estranho. O velho sal da terra acompanha a humanidade desde priscas eras. Há quase 3000 anos antes de Cristo os chineses já obtinham sal evaporando a água do mar em salinas, ou pela mineração de rochas de sal. Já houve guerras na Antiguidade por causa dele que já foi usado até como moeda dando origem a palavra salário. O corpo humano tem necessidade de sal – uns poucos gramas, apenas, por dia. O brasileiro anda consumindo entre oito e treze gramas de sal por dia, parece que é muito. O doutor Dean Ornish diz que essa crença de que a ingestão de sal contribui para elevar a pressão de todos, está ultrapassada. Segundo ele o corpo mantém uma concentração de sal precisa, e retém água para diluir o sal e manter uma concentração constante no caso de uma ingestão excessiva. Mas que, a maior parte das pessoas consegue excretar o sal e a água extras através da urina.
Ainda segundo o doutor Ornish o sal é problema apenas para quem já sofre de pressão alta, e mesmo assim menos de um quarto das pessoas com pressão alta são sensíveis ao sal. O sal não é o grande inimigo da saúde, como muitas pessoas acreditam. Diz, conclusivo. (1) Sob as formas de cloreto ou bicarbonato de sódio, o sal controla a pressão osmótica, o equilíbrio iônico dos líquidos e a irritabilidade dos músculos cardíacos. Sem o sal o coração não bate, ou melhor, não se contrai. Quem sua muito em atividade física deve ingerir uns gramas de sal a mais e ao mesmo tempo muito líquido. A supressão do sal numa dieta acarretaria prejuízos à saúde como distúrbios no córtex adrenal e aumento de aldosterona na secreção urinária. Portanto, o sal e o saleiro têm direito de cidadania na mesa da humanidade. Já o açúcar é um intruso que usurpou o lugar do mel. O mel é um alimento saudável que sempre foi consumido com moderação pela humanidade, ao passo que o açúcar é um composto químico nocivo que chegou com pretensão totalitária se aboletou na farmácia impregnando os remédios e até o creme dental, invadiu a mesa dominando os alimentos doces e até os salgados, ou seja, tudo o que a humanidade comia. Achando pouco, tratou de impregnar as bebidas alcoolicas, refrigerantes, chás, café e chocolate, ou seja, tudo o que a humanidade bebia completando o ciclo. Hoje o açúcar impregna quase tudo que entra pela boca da humanidade. Até a fumaça dos cigarros em parte é açúcar queimado. Açúcar é um produto químico barato e abundante que está transformando a mesa da humanidade numa ração cada vez mais patogênica. Urge jogá-lo fora, com açucareiro e tudo.

(1) Ornish, D. Salvando o seu coração. Rio de Janeiro: Relume-Dumará, 1993, p. 253.
Retirado de “O livro negro do açúcar”, de Fernando Carvalho. Rio de Janeiro, 2006. P. 40-41.
http://www.uefs.br/docentes/jmarcia/2007/O_livro_negro_do_acucar1.pdf


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Dor crônica e Yoga

22/08/2011 - 12:15 Por:

Categoria(s): Dicas, Doenças e problemas de saúde, Qualidade de Vida

É cada vez mais comum encontrarmos pessoas que se queixam de algum tipo de dor – leve, moderada ou intensa – causando grande desconforto ao ponto de atrapalhar a vida social, profissional e afetiva.
Erros e vícios posturais (individuais ou ocasionados pelo tipo de profissão), sedentarismo, herança genética, lesões por acidentes, estresse e estado emocional são algumas das causas das dores crônicas da modernidade. Dentre os problemas mais diagnosticados, estão as dores na coluna vertebral, mialgias (músculos), osteoartrites e cefaleias crônicas (dores de cabeça). Experiências emocionais podem causar conflitos e desconfortos psicológicos que também se transformam em marcas dolorosas em nosso corpo.
Os quadros de dor podem trazer consequências ainda mais desagradáveis, como distúrbios do sono, alteração do humor, ansiedade e depressão.
O potencial de alívio de dor crônica através de práticas de Yoga tem sido evidenciado em vários estudos, confirmando a eficiência da analgesia deste recurso terapêutico. O aumento de alongamento muscular e amplitude articular contribuem para a perda da rigidez e encurtamentos da musculatura, fatores estes que agravam os quadros de fadiga e dor.
A prática habitual de Yoga regula os níveis de secreção do hormônio cortisol, responsável pela resposta orgânica ao estresse físico e emocional. Além disso, grupos de pacientes que sofrem de dor crônica, submetidos a um programa de práticas regulares, relataram diminuição da intensidade da dor, bem como melhoria do humor e redução de sintomas de depressão associados aos quadros de dor. Médicos que estudam terapias alternativas para controle da dor crônica em pacientes afirmam que há mudanças estatisticamente significativas e clinicamente importantes para aqueles indivíduos que adotam este tipo de tratamento.
Por Letícia Cavichioli


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Yogilates

19/08/2011 - 15:10 Por:

Categoria(s): Dicas, Qualidade de Vida

Contribuição enviada por Daliane Batista Cardoso*
A nova técnica que une Yoga e Pilates relaxa a mente e desafia o corpo
É a atividade física que integra a flexibilidade do Yoga e o trabalho de força do Pilates. A técnica foi criada pelo dançarino, coreógrafo e instrutor de fitness, o norte-americano Jonathan Urla. Ao sair de uma aula de Pilates para a de Hatha Yoga, notou que as posições lhe saíam mais facilmente.
Fazendo o percurso inverso, reparou que o relaxamento e respiração fluíam mais naturalmente no Pilates. Foi o suficiente para ele criar um programa de treino que relaxa a mente e desafia o corpo.
A proposta é reunir, neste treino dois em um, os benefícios do Yoga, em termos de flexibilidade, postura e equilíbrio mental, e os do Pilates, que fortalece os músculos e elimina a rigidez da coluna vertebral, prevenindo as dores de costas. E com a vantagem de se conseguir, numa mesma aula, um treino mais diversificado, com maior variedade de exercícios.
A abordagem holística de Jonathan Urla convida a “integrar espírito e função em tudo que fizer e a nunca se conformar com menos do que seu potencial lhe proporcionar”. O que significa nunca encorajar posturas em que o aluno não se sinta confortável. No Yogilates, as asanas de Yoga são adaptadas de forma a que todos – diferentes níveis e condicionamento físico – o possam executar.
O treino inicia-se com um período de aquecimento, mais voltado para estimular a concentração e praticar a respiração do que para aumentar os batimentos cardíacos. No tempo restante (45-50 minutos), a aula alterna exercícios de ambas as técnicas. Os alongamentos têm como principal mandamento a sincronia entre o alongar e a respiração, o que garante que o movimento seja menos cansativo e mais revigorante, com maior carga de energia. A sessão termina com um período de meditação ou relaxamento.
Fonte: Por Yasmin Barcellos (Site BemStar)
* Educadora física, colaboradora semanal com artigos na área, parceira da GeroVida


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