Arquivo de Qualidade de Vida

Curso HQI CPS

30/01/2018 - 10:25 Por:

Categoria(s): Cursos, Homeostase Quântica Informacional, Qualidade de Vida

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Palestra HQI

25/01/2018 - 11:44 Por:

Categoria(s): Cursos, Palestras, Qualidade de Vida, Terapias Complementares

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Reflexão GeroVida

23/01/2018 - 9:02 Por:

Categoria(s): Curiosidades, Dicas, Educação, Gerontologia, Qualidade de Vida, Reflexão

Olá Pessoal!
 
Infelizmente muitos ainda acreditam que quando passamos de uma determinada idade é normal sentirmos dores e que, principalmente, ser velho é sinônimo de sentir dor. Com o intuito de desmistificar essa crença, sugerimos a leitura e reflexão desse breve texto que incentiva a promoção da saúde ao longo da vida.
https://www.facebook.com/GeroTempo/photos/a.1515543348739056.1073741828.1515531625406895/1520396058253785/?type=3&theater
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INFECÇÃO URINÁRIA: O QUE DEVEMOS SABER PARA PREVENIR?

17/01/2018 - 15:38 Por:

Categoria(s): Dicas, Doenças e problemas de saúde, Gerontologia, Qualidade de Vida

A pedido de uma leitora, vamos falar sobre infecção urinária. A infecção urinária atinge 10% nos homens e 20% nas mulheres a partir de 65 anos de idade, de acordo com a Sociedade Brasileira de Urologia e, após os 80 anos esse número duplica.

A incidência é maior em mulher do que nos homens por causa do tamanho da uretra. A uretra das mulheres mede cerca de 5 cm e, dos homens 22 cm, porém após os 50 anos, a próstata aumenta e pode acontecer de ter dificuldades para eliminar a urina e com isso, aparece as infecções.

A cistite é a infecção mais frequente, mas, pode evoluir para uma pielonefrite (infecção dos rins), por sua vez, é a forma mais grave, pois a bactéria chega até os rins, causando febre e mal-estar. O tratamento é mais prolongado e pode exigir internação.

Quais são os sintomas da infecção urinária?

Dificuldade para urinar, ardência, queimação, urgência para urinar, aumento da frequência, urina em pequena quantidade, sensação de não esvaziamento da bexiga, febre, incontinência urinária (perda involuntária de urina), dor na região abdominal inferior (supra púbica) e sangramento.
A pessoa idosa pode apresentar outros sintomas que não são observados com frequência em jovens como: mal-estar indefinido, falta de apetite, fraqueza, calafrios, confusão mental.

A confusão mental repentina, seguida por esquecimento, troca de nomes e mudança de comportamento, pode ser um dos sinais de infecção urinária em idosos. Esse quadro é bastante comum, mas, como a infecção urinária nem sempre tem sintomas em idosos, muitas vezes podem confundir. Geralmente o idoso não apresenta febre.

Fique atento a isso!

Como diagnosticar?

O diagnóstico da Infecção do Trato Urinário (ITU) é feito pela história clínica, exame físico e por exames laboratoriais que são solicitados pelo médico, dentre eles: exame de urina, hemograma completo e cultura da urina para identificar a bactéria e direcionar o melhor tratamento. Outros exames as vezes são necessários para complementar a avaliação médica como, por exemplo, o ultrassom. Como as pessoas idosas podem apresentar sintomas pouco característicos, a urocultura pode ter grande importância nestes pacientes.

As bactérias que causam ITU no idoso são em geral mais resistentes que na população mais jovem, porque, comumente, o idoso repetiu ciclos de antibióticos que leva a seleção dessas bactérias mais resistentes.

Fatores de risco:

Existem alguns fatores de risco como incontinência urinária, uso de sonda para esvaziar a bexiga, hipertrofia prostática benigna, prostatite, obesidade (devido à dificuldade na higienização), vaginite atrófica, enfraquecimento do assoalho pélvico e deficiência de estrogênio em mulheres, diabetes, ficar segurando o xixi (péssimo hábito, urina que fica parada por muito tempo cria um ambiente que favorece a proliferação das bactérias), bexiga neurogênica, demência, imobilidade, imunodeficiência relacionada à idade, desidratação, comprometimento funcional e contaminação com as fezes e Diabetes.

Alguns cuidados são necessários para evitar a infecção urinária como:

– Orientar o idoso a beber bastante líquido (média de 2 litros por dia), caso não haja nenhuma contraindicação;

-Não segurar o xixi, urinar sempre que tiver vontade;

-Manter o idoso sempre com uma higiene pessoal adequada;

-Lavar com água e sabão neutro a região perianal após as evacuações;

-Evitar o uso indiscriminado de antibióticos, sem indicação médica;

-O banho, sempre que possível, deve ser dado no chuveiro;

-Atenção para a técnica de sondagem, caso seja necessário;

-Manter controle da diabetes, isso ajuda o controle das infecções de repetição;

-Procurar especialista para realizar a avaliação e tratamento mais adequado. Em homens que tem a próstata aumentada é necessário usar medicação para melhorar o esvaziamento bexiga ou partir para tratamentos cirúrgicos que reduz o volume da próstata;

-Banho: lavar bem a região genital e ao redor com água e sabonete neutro ou infantil (não usar sabonetes antissépticos, nem coloridos e nem com muito cheiro) e, não lavar em excesso porque remove a flora natural da pele. Em homens puxar a pele do pênis (prepúcio) para fazer uma higiene mais adequada, retirando os “sebos” (esmegma) e, nas mulheres, abrir os grandes lábios;

-Uso de fralda: nesse caso a atenção deve ser redobrada, deve ter uma rotina de trocas e verificação da fralda. Não deixar muito tempo sem trocar, a urina é ácida e pode provocar assaduras, realizar a troca de 3 em 3 horas. Se possível, colocar a fralda somente no período noturno e, durante o dia estimular o idoso a chamar e/ ou encaminhar ao banheiro e/ ou oferecer o “papagaio”.

Tratamento:

O tratamento é simples, mas é necessária avaliação médica.

-Antibiótico preventivo: tratamento médico que dura em torno de 6 meses e são baixas doses de antibióticos; quem convive com a infecção urinária várias vezes ao ano pode recorrer a esse tratamento;

-Cranberry: recomendam sucos, cápsulas ou a fruta, indicados para o tratamento com a bactéria Escherichia Coli;

-Ingestão de água: mínimo de 2 litros por dia;

-Ingestão de probióticos/ fibras: para auxiliar no bom funcionamento do intestino.

Fonte: https://scaelife.com.br/…/infeccao-urinaria-o-que-devemos-s…

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Agenda de Eventos

11/01/2018 - 15:43 Por:

Categoria(s): Cursos, Educação, Gerontologia, Homeostase Quântica Informacional, Palestras, Qualidade de Vida

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Palestra HQI – GeroVida

3/01/2018 - 16:57 Por:

Categoria(s): Homeostase Quântica Informacional, Palestras, Qualidade de Vida

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Idosos saudáveis resistem mais ao calor

26/12/2017 - 12:41 Por:

Categoria(s): Dicas, Educação, Gerontologia, Qualidade de Vida

Os idosos são mais vulneráveis aos sucessivos recordes de temperatura registrados em diferentes partes do mundo nos últimos anos, que induzem, por exemplo, a alterações no mecanismo de controle da temperatura corpórea, conforme apontam especialistas da área de geriatria. Um estudo realizado por pesquisadores da Faculdade de Medicina e do Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosféricas (IAG), da Universidade de São Paulo (USP), constatou, contudo, que idosos saudáveis são capazes de tolerar um calor de 32ºC, por exemplo – temperatura que representa um dia quente de verão em São Paulo –, mantendo um bom desempenho cognitivo. Resultado de um projeto realizado no âmbito do Instituto Nacional de Análise Integrada de Risco Ambiental – um dos INCTs apoiados pela FAPESP e pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) no Estado de São Paulo –, o estudo foi descrito em um artigo publicado na revista Age, da Associação Americana de Envelhecimento. “Observamos que o desempenho cognitivo de idosos com boa funcionalidade não sofreu efeitos nocivos da exposição ao calor”, disse Beatriz Maria Trezza, geriatra do Hospital das Clínicas (HC) da Faculdade de Medicina da USP e primeira autora do estudo, à Agência FAPESP.

Os pesquisadores avaliaram os efeitos do estresse térmico sobre o desempenho cognitivo de 68 idosos com idade média de 73,3 anos, com bom desempenho físico e cognitivo – caracterizado pela boa saúde mental e caminhar de modo independente, entre outros aspectos. Os idosos são pacientes do serviço de geriatria do HC-FMUSP ou participantes do programa “Universidade aberta à terceira idade”, da USP. Para realizar o estudo, os pesquisadores fizeram um ensaio clínico em que submeteram os idosos a uma bateria de cinco testes neuropsicológicos computadorizados realizados sucessivamente em salas com temperatura controlada de 24ºC – considerada confortável para atividade leve – e de 32 ºC. Selecionados da Bateria Neuropsicológica Automatizada de Testes de Cambridge (Cantab, em inglês) – um software desenvolvido pela Cambridge University, do Reino Unido –, os cinco testes avaliaram diferentes aspectos do desempenho cognitivo dos idosos, como memória, atenção, tempo de reação a um estímulo visual e aprendizado. Os resultados dos testes indicaram que não houve diferenças significativas no desempenho cognitivo dos idosos no ambiente com temperatura de 32ºC em comparação com o de 24ºC.

“As análises dos testes, como um todo, mostraram que o desempenho cognitivo dos idosos foi mantido no ambiente com 32ºC”, afirmou Trezza. “A população de idosos que avaliamos, entretanto, é bastante específica e talvez por isso seja menos vulnerável ao estresse térmico”, avaliou.

 Estudo pioneiro

De acordo com a pesquisadora, o estudo sobre o efeito do calor no desempenho cognitivo de idosos é pioneiro. Isso porque já têm sido realizados estudos nessa linha com militares, trabalhadores expostos a ambientes extremos e jovens. Mas, até então, ainda não tinha sido feito nenhum estudo específico com idosos. “Paralelamente às mudanças climáticas globais, também está ocorrendo um processo de envelhecimento populacional. Um dos objetivos do estudo foi tentar entender como uma população que está envelhecendo e que sofrerá mudanças no controle da temperatura corpórea irá conviver com um clima que está esquentando”, disse Trezza. “A sensibilidade dos idosos ao calor é menor e eles têm menor percepção da variação da temperatura, desencadeando uma resposta comportamental mais tardiamente”, disse Trezza.

Ao perguntar aos idosos participantes do estudo se estavam confortáveis ou desconfortáveis sob a temperatura de 32ºC, aproximadamente um terço respondeu que estava confortável.

Fonte: Matéria publicada no site Exame

Contribuição enviada por Daliane Batista Cardoso*

 

* Educadora física, parceira da GeroVida no envio de artigos.

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Melhorando a Função Cerebral

6/12/2017 - 18:01 Por:

Categoria(s): Doenças e problemas de saúde, Educação, Qualidade de Vida, Reflexão

A medida que envelhecemos muitos de nós percebemos uma perda de capacidade mental e achamos que isso é devido em parte a estar ficando velhos, mas o envelhecimento não pode explicar a atual epidemia de severa deterioração mental. O fato é que o cérebro humano é altamente suscetível em viver em uma sociedade moderna desenvolvida. Um estilo de vida deficiente, bem como dieta, estresse, fumaça e poluentes ambientais, tudo isso danifica as células frágeis do cérebro. O consumo de álcool e muitos medicamentos podem causar severa perda de memória. Cada vez mais crianças estão mostrando dificuldades comportamentais e de aprendizagem relacionadas às exposições por poluentes e tais dificuldades persistem na vida adulta.
Pessoas que abusam dos seus corpos através de uma dieta e de estilo de vida inadequados podem experimentar uma deterioração mental já na década dos trinta, e por muitos outros problemas, se tornam realmente notáveis durante a década dos quarenta. Essas pessoas que fazem coisas inadequadas com o corpo em determinados períodos da vida, estão em risco aumentado de severa deterioração cognitiva no futuro, a menos que elas assumam o compromisso de reconstruir a função cerebral.
O cérebro usa 20% da energia do corpo e requer constante oxigênio que recebe da corrente sanguínea, e usa aproximadamente 25% do oxigênio inalado. A fisiologia cerebral é altamente complexa e tem o poder de influenciar tudo que nós fazemos.
As unidades celulares fundamentais do cérebro são chamadas neurônios. Neurônios possuem receptores que captam mensagens dos neurotransmissores, químicos no cérebro que viajam entre as células. Esses neurotransmissores são capazes de se ligarem a neurônios receptores e criarem atividades cerebrais específicas. O processo é complexo e a boa condição da proteína e membranas celulares baseadas em lipídios no cérebro é essencial para seu sucesso.
Mudanças nas membranas celulares ocorrem de momento a momento e são unicamente afetadas pelos fatores tais como emoções, dieta e o sistema imune. Mesmo as menores alterações nesta membrana celular especializada podem ter consequências nas habilidades dos neurotransmissores e produzir os efeitos desejados e podem causar doença. Serotonina, dopamina e norepinefrina são os neurotransmissores conhecidos mais comuns.
O excesso ou a falta de neurotransmissores pode resultar em condições tais como depressão, ansiedade ou hiperatividade e podem contribuir para doenças do cérebro tais como ou Alzheimer ou doença de Parkinson.
Uma dieta saudável que atende as necessidades especifica do cérebro pode ajudar neurônios alcançar um equilíbrio químico satisfatório.
O cérebro depende do fígado e trato gastrointestinal saudável para usar bem o alimento, para absorver nutrientes apropriadamente e liberá-los ao cérebro, para remover toxinas e manter a atividade apropriada do sistema imune.
Todos nos queremos um cérebro que seja saudável quando nós estivermos mais velhos, mas nos queremos também um cérebro que funcione em alta velocidade e eficientemente hoje.
O café da manhã é a mais importante refeição do dia. Comece o dia com uma refeição que é baixa em gordura, alta em proteína e baixa em carboidratos e açúcar. Isso ajudará você a alcançar o desempenho do pico mental durante o dia. Um estilo de vida que inclui amplo tempo de relaxamento, meditação, exercício apropriado e bom sono, tudo isso ajuda a regenerar e revigorar nosso estado mental, em suma a forma que nós comemos pode não somente nos ajudar a sermos mais inteligentes, alertas e com sucesso em nossas atividades mentais, mas também mais equilibrados em nossas emoções e comportamento.

Autor – Chuck Homuth
Fonte – http://www.cerebromente.org.br/n14/opinion/improving_p.htm

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Douradinha do campo

4/12/2017 - 18:07 Por:

Categoria(s): Curiosidades, Ervas Medicinais, Qualidade de Vida

Hoje vamos falar dos benefícios da erva douradinha do campo

Nome científico: Palicurea rigida

É diurética nas dificuldades de urinar, bom para inflamações da bexiga e elimina os cálculos.

Indicações: Combate alergias, eczemas e edemas.

Poder curativo: é de 42%

Sua toxidez: sem toxidez

Fonte: Livro “Existem doenças incuráveis?”, de Jaime Brüning, 2003, p.106.

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Verão e Alimentação para Idosos

1/12/2017 - 19:48 Por:

Categoria(s): Dicas, Gerontologia, Qualidade de Vida, Reflexão

Com os termômetros nas alturas e um sol de rachar, o verão tem castigado os brasileiros, principalmente na faixa etária entre 60 e 90 anos. Os idosos reagem de maneira diferente ao calor e à baixa umidade. Pessoas idosas apresentam uma tendência a consumir menos calorias. E é por isso que, especialmente no calor do verão, devem se preocupar em seguir uma dieta equilibrada.

Na velhice há uma propensão a comer menos porque, de forma geral, é menos ativa fisicamente, diferencia menos os sabores, além de salivar menos e ter uma capacidade de mastigação inferior. O apetite diminui ainda mais no verão por causa do calor. As necessidades proteicas, calóricas e de lipídeos dos idosos não são muito menores que as necessidades de pessoas mais jovens. A nutrição no verão também não muda: alimentação leve, composta por frutas e verduras, e hidratação contínua, vale tanto para idosos, quanto para pessoas mais novas.

O que muda para os idosos é a preocupação em estabelecer uma dieta compatível com as dificuldades de mastigação e deglutição, ou de doenças como a diabetes ou osteoporose. A ideia é sempre buscar alimentos frescos e fugir dos processados, além de consumir em média dois litros de líquido ao dia e comer a cada três horas. Mesmo que não esteja faminto, o idoso pode fazer uma refeição leve, tendo em mente qualquer tipo de restrição alimentar que possa ter, para não agravar outras doenças. É recomendável ainda atentar para a perda de vitamina D ou B12, comuns à faixa etária.

Com o avanço da idade sofrem alterações naturais nos mecanismos de controle térmico do organismo e de envio de estímulos cerebrais relacionados à sede, o que propicia quadros de desidratação. Na velhice, o organismo humano reduz a sua capacidade de regular sua própria temperatura, por isso, as trocas de calor, que normalmente levam o sangue para todas as partes do corpo e aquecem os tecidos, ficam prejudicadas fazendo com que os idosos sintam mais frio do que os jovens. A percepção de calor fica alterada, fazendo com que sintam frio mesmo expostos à altas temperaturas. Para esquentar o corpo, os idosos optam por usar roupas mais pesadas e grossas que comprometem a hidratação do organismo.

Com o passar dos anos, nosso sistema nervoso central diminui ou deixa de enviar para o corpo os estímulos nervosos responsáveis pela sensação de sede e pelo controle da urina. Isso faz com que os idosos bebam pouca água, mesmo no verão, e urinem com bastante frequência. O problema é que bebendo pouca água e perdendo nutrientes e sais minerais através da urina e do suor, os idosos ficam desidratados. A consequência disso é mal-estar e cansaço.

Fonte: https://pbnutricaoblog.wordpress.com/

Contribuição enviada por Daliane Batista Cardoso*

*Educadora física, parceira da GeroVida no envio de artigos para o blog

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