Arquivo de Qualidade de Vida

Dor crônica e Yoga

22/08/2011 - 12:15 Por:

Categoria(s): Dicas, Doenças e problemas de saúde, Qualidade de Vida

 É cada vez mais comum encontrarmos pessoas que se queixam de algum tipo de dor – leve, moderada ou intensa – causando grande desconforto ao ponto de atrapalhar a vida social, profissional e afetiva.
Erros e vícios posturais (individuais ou ocasionados pelo tipo de profissão), sedentarismo, herança genética, lesões por acidentes, estresse e estado emocional são algumas das causas das dores crônicas da modernidade. Dentre os problemas mais diagnosticados, estão as dores na coluna vertebral, mialgias (músculos), osteoartrites e cefaleias crônicas (dores de cabeça). Experiências emocionais podem causar conflitos e desconfortos psicológicos que também se transformam em marcas dolorosas em nosso corpo.
Os quadros de dor podem trazer consequências ainda mais desagradáveis, como distúrbios do sono, alteração do humor, ansiedade e depressão.
O potencial de alívio de dor crônica através de práticas de Yoga tem sido evidenciado em vários estudos, confirmando a eficiência da analgesia deste recurso terapêutico. O aumento de alongamento muscular e amplitude articular contribuem para a perda da rigidez e encurtamentos da musculatura, fatores estes que agravam os quadros de fadiga e dor.
A prática habitual de Yoga regula os níveis de secreção do hormônio cortisol, responsável pela resposta orgânica ao estresse físico e emocional. Além disso, grupos de pacientes que sofrem de dor crônica, submetidos a um programa de práticas regulares, relataram diminuição da intensidade da dor, bem como melhoria do humor e redução de sintomas de depressão associados aos quadros de dor. Médicos que estudam terapias alternativas para controle da dor crônica em pacientes afirmam que há mudanças estatisticamente significativas e clinicamente importantes para aqueles indivíduos que adotam este tipo de tratamento.
Por Letícia Cavichioli

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Yogilates

19/08/2011 - 15:10 Por:

Categoria(s): Dicas, Qualidade de Vida

 Contribuição enviada por Daliane Batista Cardoso*
A nova técnica que une Yoga e Pilates relaxa a mente e desafia o corpo
É a atividade física que integra a flexibilidade do Yoga e o trabalho de força do Pilates. A técnica foi criada pelo dançarino, coreógrafo e instrutor de fitness, o norte-americano Jonathan Urla. Ao sair de uma aula de Pilates para a de Hatha Yoga, notou que as posições lhe saíam mais facilmente.
Fazendo o percurso inverso, reparou que o relaxamento e respiração fluíam mais naturalmente no Pilates. Foi o suficiente para ele criar um programa de treino que relaxa a mente e desafia o corpo.
A proposta é reunir, neste treino dois em um, os benefícios do Yoga, em termos de flexibilidade, postura e equilíbrio mental, e os do Pilates, que fortalece os músculos e elimina a rigidez da coluna vertebral, prevenindo as dores de costas. E com a vantagem de se conseguir, numa mesma aula, um treino mais diversificado, com maior variedade de exercícios.
A abordagem holística de Jonathan Urla convida a “integrar espírito e função em tudo que fizer e a nunca se conformar com menos do que seu potencial lhe proporcionar”. O que significa nunca encorajar posturas em que o aluno não se sinta confortável. No Yogilates, as asanas de Yoga são adaptadas de forma a que todos – diferentes níveis e condicionamento físico – o possam executar.
O treino inicia-se com um período de aquecimento, mais voltado para estimular a concentração e praticar a respiração do que para aumentar os batimentos cardíacos. No tempo restante (45-50 minutos), a aula alterna exercícios de ambas as técnicas. Os alongamentos têm como principal mandamento a sincronia entre o alongar e a respiração, o que garante que o movimento seja menos cansativo e mais revigorante, com maior carga de energia. A sessão termina com um período de meditação ou relaxamento.
Fonte: Por Yasmin Barcellos (Site BemStar)
* Educadora física, colaboradora semanal com artigos na área, parceira da GeroVida

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O elogio da gordura e do colesterol

18/08/2011 - 18:50 Por:

Categoria(s): Qualidade de Vida

 A dieta açucarada moderna é responsável por epidemias que atingem a quase totalidade da espécie humana: cárie dentária, obesidade, hipertensão, doenças cardiovasculares e diabetes. Todo mundo tem um amigo ou parente diabético. É o apogeu da civilização do açúcar. A ditadura do açúcar, para manter sob seu controle ideológico toda a sociedade, inclusive a medicina e a nutrologia, tem pronto um pacote teórico para ocultar essa realidade. A base desse pacote é a diabolização da gordura e do colesterol, a teoria dos açúcares e os conceitos usados como diagnósticos ad hoc. A diabolização da gordura ao longo de todo o século XX foi um processo tão bem conduzido que vejam como o Dr. Barry Sears, Prêmio Nobel de medicina, em seu livro, teve que se expressar: Qual é a palavra mais temida no dicionário nutricional? GORDURA. Em nenhuma parte do mundo, a adipofobia é mais grave do que nos Estados Unidos e em nenhum outro lugar as pessoas são tão gordas. Enquanto os norte-americanos acreditam que os carboidratos são os salvadores da humanidade, a gordura é considerada o mensageiro da morte. Já disse e repito: a gordura nutricional não faz com que engorde. E tem mais e isso é ainda mais impressionante você precisa ingerir gordura para perder gordura (1)
Como a indústria da doença teria dificuldade de ficar tapando o sol apenas com a peneira da diabolização da gordura, ela criou também um coadjuvante igualmente diabólico: o colesterol. Gordura e colesterol pagaram o pato pelo problema da obesidade e das doenças cardiovasculares. A obesidade seria causada por uma alimentação rica em gorduras, que na verdade era uma dieta crescentemente açucarada. A obesidade moderna, ou seja, a obesidade mórbida, é filha da alimentação açucarada. Os gordos de antigamente eram gordos saudáveis. A obesidade só ganhou status de doença na civilização do açúcar, mas o aparato de propaganda da ditadura vende a ideia de que o consumo de açúcar é seguro, que o que causa a obesidade é o excesso de calorias proveniente da gordura e que o colesterol presente nas gorduras é o causador de doenças cardíacas e cerebrais. Dois livros que arrasam com o castelo de cartas ideológico da gordura e do colesterol são os do Dr. Kilmer McCully, O fator homocisteína, e de Thomas J. Moore, A saúde do seu coração. Mais recentemente o médico brasileiro Sérgio Puppin entrou na briga com o seu livro Ovo, o mito do colesterol. A gordura desempenha um importante papel em nosso organismo. É a principal reserva de energia, sendo o combustível que faz bater o coração; transporta e armazena as vitaminas lipossolúveis (A,D,E,K); modula os níveis sanguíneos de testosterona e outros hormônios sexuais que atuam no desenvolvimento muscular; fornece elementos essenciais para a formação de células do sistema imunológico; protege o corpo em situação de jejum ou fome; tem um papel plástico na constituição das membranas celulares; reduz a perda de calor, devido à sua baixa condutividade térmica; reduz também a velocidade de ingresso de açúcar no sangue; melhora o sabor dos alimentos e dá sensação de saciedade. A gordura corporal constitui mesmo um importante órgão do corpo, assim como o endotélio ou os pulmões, tem função de recheio, sustentação e proteção dos órgãos e do corpo e responde pela termogênese. A gordura mantém ainda a elasticidade e a juventude da pele. Reduzir a gordura da dieta pode tornar as membranas celulares, que são compostas de fosfolipídios, rígidas, pouco permeáveis à entrada de nutrientes nas células, com consequente envelhecimento precoce, diz-nos o Dr. Leone Iribarrem. (2) Outro médico, o Dr. George Cahill, de Harvard, diz-nos que o tecido cerebral utiliza mais facilmente as cetonas do que a glicose e que os corpos cetônicos são o combustível preferido do cérebro (3). As vitaminas A, D, E, e K encontram-se apenas na gordura de alimentos como carnes, ovos, queijos e castanhas.
A raça humana tem vários grupos que são conhecidos por suas dietas ricas em carnes e gorduras, como esquimós, massai (negros do Norte da África), judeus do Iêmen, tibetanos e outros. Nômades siberianos consomem diariamente um quilo de carne vermelha. E todos, até entrarem em contato com a dieta açucarada do homem civilizado, não sabiam o que era cárie, obesidade, diabetes nem hipertensão. Quanto ao caluniado colesterol, que nem gordura é, já foi desmascarado como causa de arterioesclerose pelo Dr. Kilmer McCully, segundo ele esse papel cabe à homocisteína, um subproduto do metabolismo da metionina, um aminoácido essencial. Recomendo a leitura do seu livro O fator homocisteína, para que o leitor fique sabendo sobre a perseguição que o establishment médico americano moveu contra ele por ter peitado o bonde do colesterol. Nesse livro o leitor verá que o colesterol é um componente necessário em todas as células; e é produzido no fígado, nos intestinos e em outros órgãos e depois usado para a fabricação de novas células, especialmente dos tecidos do cérebro, nervos, e córtex da suprarrenal, produção de hormônios e formação de bile, além de ser precursor de vitamina D; quanto mais colesterol ingerimos menos o nosso corpo o produz; e a recíproca é verdadeira. E o colesterol contido no ovo da galinha será usado na fabricação das células e tecidos dos pintinhos , diz brincando o Dr.McCully. É o próprio McCully quem se encarrega de dizer que as gorduras trans dos óleos hidrogenados presentes na margarina, sorvete e chocolate entre outros é que são um perigo para a saúde.
E também são nocivos os oxicolesterois (aqueles prejudicados por excesso de átomos de oxigênio). A medicina oficial inventou uma relação causal entre altas taxas de colesterol plasmático e doença cardiovascular arterioesclerótica embora, paradoxalmente, a maioria dos doentes cardíacos apresentem níveis normais de colesterol. E passou a prescrever à sua clientela uma dieta que abolia gordura animal. Ocorre que seus pacientes, a despeito de terem tirado da sua mesa quase toda a gordura animal, continuavam tendo altas taxas de colesterol. Para esclarecer este paradoxo um brilhante pesquisador, o Dr. D. S. Fredrickson, elaborou uma sofisticada teoria classificando as hiperlipidemias em cinco grupos. Um desses grupos dá conta de uma hiperlipidemia mista na qual o paciente apresenta altas taxas de colesterol e triglicerídeos. O Dr. Fredrickson notou que, quando privados de alimentos ricos em gordura animal, os pacientes, para satisfazer seu apetite, recorriam a doces, bolos, tortas e pudins. Esse açúcar todo era metabolizado transformando-se em triglicerídios e depois em colesterol.
Mas ao invés de reconhecer que foi bobagem pedir às pessoas que parassem de se alimentar de carne, ovos, leite, queijo e manteiga, e que para equilibrar as taxas de colesterol e triglicerídios bastaria zerar o açúcar, os médicos, baseados nas descobertas do Dr. Fredrickson, passaram a propor que além da gordura animal seus pacientes reduzissem também os açúcares.

(1) Sears, Barry. O ponto Z, a dieta. Rio de Janeiro: Campus, 1997, p. 21.
(2) Iribarrem, L. Gordo nunca mais. Rio de Janeiro: Razão cultural, 2000, p. 33.
(3) Apud Atkins. Op. cit. p. 69.

Retirado de “O livro negro do açúcar”, de Fernando Carvalho. Rio de Janeiro, 2006. P. 38-40.
http://www.uefs.br/docentes/jmarcia/2007/O_livro_negro_do_acucar1.pdf

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Dieta hipocalórica

11/08/2011 - 11:37 Por:

Categoria(s): Qualidade de Vida

 Desde os anos trinta do século XX que se fazem experiências com animais de laboratórios (ratos ou macacos), testando tanto as dietas hipercalóricas quanto as hipocalóricas. Entre os pesquisadores pioneiros destacam-se o Dr. Clive MacCay, da Universidade de Cornell, Estados Unidos, e também a Dra. Judith Campise, diretora do Departamento de Biologia Molecular do Laboratório Nacional Berkeley. Uma preocupação desses pesquisadores é que a dieta hipocalórica não comprometa a ingestão ideal de nutrientes. Os resultados sempre apontaram na mesma direção: as cobaias testadas com alimentação de baixas calorias tinham mais saúde, eram mais magras, espertas e tinham seu tempo de vida prolongado em até 100%. Por outro lado, as dietas de altos níveis calóricos ficaram associadas a obesidade e a uma incidência maior de câncer de próstata e possivelmente de mama. Recentemente a revista Veja (edição 1837) trouxe reportagem sobre pesquisas recentes levadas adiante pela Calorie Restriction Society, da Califórnia coordenadas pelos cientistas Brian Manning e outros. Na matéria há uma informação interessante: os açúcares e carboidratos são praticamente banidos da dieta, mas são mantidas as fontes de proteínas, gorduras e vitaminas. Em outras palavras a famosa dieta hipocalórica é uma versão da dieta do doutor Atkins com a diferença de que utiliza uma menor quantidade de comida. Atkins restringia os carboidratos mas liberava o consumo de proteínas e gorduras animais, as quais não engordam nem provocam a insulina. A bem da verdade, então, o nome da dieta hipocalórica deveria ser dieta de restrição de carboidratos. Eis uma verdade dura para a indústria da doença: juventude e longevidade têm a ver com carnes e gorduras. O doutor Atkins diz em seus livros que seus pacientes novos que praticavam a dieta oficial equilibrada/ balanceada que diaboliza gordura e colesterol tinham a pele envelhecida, macilenta e sem tônus. E aqui no Brasil em 2005 completou 110 anos o baiano de Macaúba, Raimundo José de Souza. O prato básico de sua dieta é feijão cozido com toucinho. Ele comemorou seu aniversário com um churrasco oferecido por uma fração de seus 500 descendentes! (1) Nos dias de hoje há até tribos organizadas em torno do ideal de baixas calorias – ideal que, diga-se de passagem, é dos tempos bíblicos, posto que a gula era tida como pecado e o jejum praticado periodicamente. Um endereço na internet sobre o tema é www.calorierestriction.org. Ainda dentro do tema baixas calorias o Guia de Apoio Nutricional para Diabéticos, edição coordenada por Alfredo Halpern, diz que o tratamento do diabetes depende inteiramente da obediência do paciente a duas coisas, às recomendações do médico e a um plano alimentar de preferência individualizado.
O objetivo do plano alimentar é o controle de peso. O pequeno guia médico afirma que dietas hipocalóricas e perda de peso ajudam de maneira insofismável no controle metabólico. E no capítulo três, sobre necessidades calóricas, está dito que a indicação médica é de uma redução de 250 a 500 Kcal por dia quando necessário. (2) A humanidade tem sido feita de cobaia de uma dieta artificialmente hipercalórica, a dieta açucarada moderna. Tal experiência constitui um verdadeiro crime que conta com a conivência de alguns médicos e nutricionistas. A conclusão que se impõe é a seguinte: quer se trate do carola que procura evitar o pecado da gula, do tribalista adepto da estratégia nutricional de baixas calorias ou do médico que cuida de seu paciente diabético, se houver honestidade o primeiro passo no caminho da redução de calorias é a proibição do consumo de açúcar. A retirada do açúcar da dieta significa apenas redução de calorias sem que seja necessário abrir mão de um grama sequer de comida de verdade. E não é só de calorias que se livra, o indivíduo livra-se também das patologias do açúcar, a começar pelas cáries.

(1) O Globo on line e também geraldofreire.uol.com.br
(2) Fonte: Halpern, Alfredo. Guia de apoio nutricional para diabéticos. Rio de Janeiro: Lemos Editorial, s/d.

Retirado de “O livro negro do açúcar”, de Fernando Carvalho. Rio de Janeiro, 2006. P. 37-38.
http://www.uefs.br/docentes/jmarcia/2007/O_livro_negro_do_acucar1.pdf

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Alongamento de torção é benéfico para vários órgãos do corpo

10/08/2011 - 17:40 Por:

Categoria(s): Dicas, Qualidade de Vida

 Contribuição enviada por Daliane Batista Cardoso*
Um dos movimentos mais praticados nas salas de ginástica das academias traz benefícios também para órgãos internos do nosso organismo. Trata-se da torção de tronco. Movimento que, deitada com o corpo esticado no chão, a pessoa estende os braços horizontalmente na direção dos ombros e gira primeiro uma perna para a direita e depois a outra para a esquerda.
Segundo especialistas de yoga, as torções comprimem os órgãos internos e não alongam somente os músculos, mas também atuam nos nervos, glândulas e órgãos. Elas trabalham da pelve até o pescoço. A yoga explica que esse movimento tem o poder de limpar o corpo da cabeça aos pés, tonificando-o também.
As torções são indicadas para digestão lenta, baixa energia, respiração sufocada e uma variedade de problemas e dores musculares. Ela relaxa as costas e a tensão do pescoço. O movimento também ameniza nervos exaustos.
Antes de praticar o movimento é preciso posicionar-se corretamente, deitando-se de costas com os joelhos flexionados e os pés no chão. Para relaxar a lombar, levante o quadril do chão e leve o cóccix em direção aos calcanhares. Procure respirar lentamente, inalando o ar com calma.
Fonte: Por Carolina Abranches (Site BemStar)
* Educadora física, colaboradora semanal com artigos na área, parceira da GeroVida

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A dieta patogênica

5/08/2011 - 15:35 Por:

Categoria(s): Qualidade de Vida

 Há mais de 2.500 anos Hipócrates disse: fazei do alimento o vosso remédio. Hoje, em pleno século XXI, a Humanidade tem feito do seu alimento o seu veneno. Até há algum tempo fazia parte do senso comum dos médicos que a alimentação do homem contemporâneo tinha problemas. Essa alimentação conheceu várias denominações: moderna, ocidental, ou civilizada. Tal constatação, não obstante, revelou-se um tanto perigosa para a indústria da doença. Alguém poderia querer saber o porquê disso; o que torna a dieta moderna causadora de doenças? E mesmo esse conceito vago de que a alimentação do homem moderno era doentia foi abandonado pelo establishment médico em troca de conceitos tais como maus hábitos alimentares e estilo de vida sedentário. A Drª Elisa Biazzi, por exemplo, no livro Diabetes: um guia prático, relacionou treze fatores patogênicos característicos do estilo de vida moderno, segundo ela colhidos em entrevistas e estatísticas: falta de exercícios físicos, alimentação rica em gorduras, excesso de alimentos de origem animal, gula, refeições em horários irregulares, consumo elevado de refrigerantes, falta de vegetais nas refeições, estresse físico ou emocional, dormir pouco, obesidade, fumo, álcool, fatores genéticos. E, além disso, ouvir rock metálico… (1) Da vaguidão pulamos para a diluição total.
O Dr. Herman Taller, em seu livro Calorias não engordam, já havia notado que, por volta de 1930, os médicos, desprezando as teorias metabólicas na determinação de uma dieta adequada, passaram a considerar os hábitos alimentares defeituosos. (2) Atkins dá mais detalhes sobre esse marco na história da medicina. Os médicos Newburg e Johnston, da Universidade de Michigan são os autores dos estudos que associavam perda de peso à deficit calórico. E ele cita a conclusão: Desejamos expor a afirmação de que a obesidade nunca é causada diretamente por um metabolismo anormal, mas que é sempre devida a hábitos alimentares não ajustados às necessidades metabólicas. Segundo Atkins essa afirmação virou um dogma repetido até os dias de hoje. Coincidentemente com essa inflexão no discurso médico a indústria farmacêutica colocava no mercado as anfetaminas usadas para inibir a fome. Convenhamos, uma verdadeira tabelinha da indústria da doença e um gol de placa contra a humanidade. Quando o povo americano andava consumindo 8 bilhões de doses dessa droga por ano um decreto federal proibiu a sua fabricação. (3) No Brasil tais drogas são vendidas sem receita médica e com propaganda em horário nobre da televisão. De fato, médicos e nutricionistas não estão preocupados, por exemplo, com o que acontece em termos de transformações químicas com o açúcar no organismo. Se, como queria o doutor Taller a medicina levasse em consideração o metabolismo o açúcar substância química portadora de calorias vazias logo seria colocado em xeque. O açúcar de mesa é um cidadão acima de qualquer suspeita; o culpado é você, que possui maus hábitos alimentares, ingere muitas calorias e engorda. Foi nesse momento que se consolidou a diabolização das gorduras. Gordura virou sinônimo de obesidade e se transformou num espantalho atrás do qual se escondia o açúcar. Há milênios um alimento básico da humanidade, a gordura, foi anatematizada e usada como bode expiatório para deixar passar ileso um produto químico moderno que entrou de penetra na mesa da humanidade há alguns séculos. É antigo o expediente da indústria da doença de arranjar bodes expiatórios para livrar a cara do açúcar. Na Coletânea de provérbios de Martinho Lutero (1483-1546) consta: A culpa é minha, falou o queijo, mas foi o açúcar que estragou os dentes. (4) Até o queijo! Hoje as vítimas são a gordura, o sal e até o mel.
Os conceitos em moda de estilo de vida sedentário e maus hábitos alimentares são perversos na medida em que os pacientes de vítimas passam a culpados – afinal as pessoas escolhem seu estilo de vida e seus hábitos alimentares. Trabalho com o conceito de que a dieta do homem moderno é uma dieta patogênica. Segundo esse conceito, aqueles que adoecem por causa do que comem são vítimas dessa dieta. Sou aquele que quer saber por que a dieta é patogênica, o que é que a baiana tem? O que é que faz com que a alimentação da humanidade de hoje seja uma ração doentia? Não é preciso ser historiador para se saber que o homem há muito tempo come e bebe mais ou menos as mesmas coisas: carne, pão, leite, ovos, lentilha, peixe, cereais, frutas, mel, vinho, cerveja etc. A Bíblia fala muito em comida, o mel é citado umas duzentas vezes. Então essa parte, digamos, básica da mesa da humanidade, que é a mesma há muitos séculos, está acima de qualquer suspeita. Todo mundo sabe que, com o avanço da civilização, entraram componentes na mesa da humanidade com os quais os autores da Bíblia sequer sonhavam: cereais refinados, adoçantes artificiais, Coca-Cola, aditivos químicos, agrotóxicos, herbicidas, inseticidas, alimentos processados, leite em pó e açúcar. Então só pode ser isso: são essas coisas modernas que tornam a alimentação do homem contemporâneo uma alimentação doentia.
Mas o que é que exatamente dá o caráter patogênico à dieta? Será o conjunto dos produtos químicos? Será que dá para dizer que a dieta do homem moderno é doentia por que consiste em um coquetel de produtos químicos? Em minha opinião, é simpática e verossímil essa ideia. A lista dos aditivos químicos já alcança a casa dos milhares, dos mais de 6000 aditivos químicos existentes a maioria deles destina-se a alterar a cor e o sabor dos alimentos. O consumo do corante caramelo corresponde a 90% de todos os corantes utilizados, com um consumo mundial aproximado de 200 mil toneladas por ano. Quase 40% do corante caramelo são de açúcares residuais. Acontece que todos, um por um, os aditivos alimentares são rigorosamente controlados pelo governo, através de suas agências. Os níveis de toxicidade, ingestão diária aconselhável, níveis de segurança etc. O que quero dizer é que não me parece que seja por aí. De per si também, nenhum dos chamados aditivos químicos, reconhecidos como tal, chega a marcar ou condicionar a dieta humana. Se eu disser que a dieta moderna é doentia por que é salgada, isso não soa como verdade. E olhe que o sal não é para ser comparado com um produto químico moderno, como por exemplo, o acessulfame k. Ou que a dieta é patogênica por ser colorida de tanto corante. Urucum, corante natural, não faz mal a ninguém. Já os corantes artificiais são suspeitos de provocar câncer. Em todo o mundo há um movimento visando a retirada desses aditivos da lista dos permitidos. O país que foi mais longe nessa direção, a Noruega, aboliu totalmente o uso de corantes artificiais em alimentos no ano de 1975. Se esses corantes em conjunto respondessem pelo caráter patogênico da dieta do homem civilizado, a Noruega seria um exemplo para o mundo de país dotado de uma dieta normal, não patogênica. Não é o caso. Uma falácia muito comum, também, é pôr a culpa numa categoria de alimentos: uns acusam a gordura como o vilão da dieta, outros acusam os carboidratos. Ambos estão errados – carboidratos e gorduras são alimentos e o veneno da dieta não é nenhum alimento, é claro. Ou pelo menos deveria ser.
O veneno da alimentação da humanidade contemporânea é um produto químico barato e abundante que, travestido de alimento, vêm impregnando progressivamente não só os alimentos, mas tudo o que entra pela boca do ser humano: comida, bebida, remédio, e até fumaça de cigarro e pasta de dente. Refiro-me ao açúcar, produto químico por excelência, extraído de um capim e adicionado aos alimentos, agente adoçante e ao mesmo tempo conservante. Não é considerado como tal nem pelas agências do governo que controlam os aditivos alimentares. O açúcar consegue enganar até médicos e químicos que o consideram um carboidrato como outro qualquer. Quando na verdade é o aditivo químico que mudou o caráter da alimentação do ser humano conferindo-lhe patogenicidade. O açúcar, hoje, impregna a alimentação do ser humano de tal modo que a denominação que melhor a define é dieta açucaradamoderna. É o açúcar o verdadeiro e único agente que conferiu caráter patogênico à dieta moderna, por adicionar calorias desnecessárias que prejudicam o metabolismo, além de provocar cárie, ser isento de nutrientes, roubar água, vitaminas e minerais do corpo, vir acompanhado de lixo químico fino tóxico, e também de promover o fenômeno da glicação não-enzimática das proteínas que vai lentamente conduzindo o organismo para a vala comum das moléstias crônicas e degenerativas. O resultado de pesquisas científicas associando o açúcar a uma infinidade de doenças dá para preencher um catálogo telefônico. Este livro negro é apenas um bosquejo. As evidências epidemiológicas já assustam a banda honesta da comunidade científica. E para aqueles que são patologicamente céticos quanto a isso atire a primeira pedra aquele que não tiver um dente obturado, não seja diabético (nem tenha resistência à insulina), não seja obeso (nem tenha sobrepeso), cardíaco ou hipertenso. A Nutrire, mesmo sendo uma revista apoiada por pesos pesados da civilização do açúcar (Coca-Cola, Nestlé, Danone, Ajinomoto, etc.), publicou um artigo a respeito do índice glicêmico dos carboidratos. Antes um parênteses para lembrar que a dieta açucarada moderna impregna de açúcar não só os carboidratos industrializados, mas as proteínas e as gorduras também. Segundo esse artigo, o índice glicêmico dos carboidratos varia muito entre si. Uma mesma quantidade de carboidratos pode provocar respostas glicêmicas (nível de açúcar no sangue) diferentes dependendo de alguns fatores. Uma porção de carboidrato refinado, por exemplo, eleva o açúcar do sangue a níveis mais altos que uma porção equivalente de carboidrato integral.
Na tabela de índices glicêmicos de alguns alimentos que ilustra o artigo da Nutrire, está que o IG de feijão fava é 42 e o mesmo feijão conservado em água com açúcar é 74; o IG de iogurte sem açúcar é 27 e com açúcar 48; o de lentilha verde é 42 e conservada em açúcar 74. A adição de açúcar eleva o índice glicêmico dos alimentos. E segundo explicações propostas por estudiosos citados pela revista, dietas com alto índice glicêmico produzem picos altos de insulina após as refeições, que podem resultar em diminuição de açúcar no sangue para níveis muito baixos. O que desencadearia uma reação aumentando os níveis de ácidos-graxos livres e diminuindo a sensibilidade à ação da insulina. (5) Outros autores citados sustentam que dieta com alto índice glicêmico induz alterações hormonais (insulina, glucagon) e metabólicas (redução da produção hepática de glicose e ácidos-graxos provocada pela alta incorporação de açúcar pelas células musculares e hepáticas). Isso pode limitar a disponibilidade dos combustíveis metabólicos prejudicando a homeostase energética e provocando fome. Tomo a liberdade de concluir: com fome o boneco de açúcar volta a se alimentar da dieta açucarada que novamente irá provocar o mau funcionamento endócrino e metabólico e assim por diante. Esse sim é que é o verdadeiro ciclo do açúcar.
O açúcar só não é denunciado como o agente responsável pelo caráter patogênico da dieta humana por várias razões, entre as quais: a) a existência de uma indústria da doença em funcionamento: aquela cultura industrial que se sustenta mutuamente de alimentos e medicamentos ; b) o green card conferido ao açúcar pela FDA; c) o fato de o açúcar em geral fazer mal à maioria das pessoas de maneira lenta e gradual, se bem que a cárie é um mal imediato que o açúcar provoca, e obesidade e diabetes estão tendo suas incidências aceleradas pelo avanço do açucaramento da dieta; d) o fato de o açúcar ser atualmente o mais dissimulado ópio do povo e até de médicos e intelectuais, e de estar envolto numa cortina ideológica que o apresenta como um alimento natural; e) e, last but not least, ninguém quer encarar o ônus de uma denúncia dessa natureza. O segundo problema da alimentação da humanidade contemporânea é o uso de cereais refinados. Destituídos de fibras, vitaminas e minerais eles contribuem para a subnutrição e prisão de ventre. Outros problemas são os agrotóxicos ou um ou outro aditivo químico potencialmente cancerígeno. Talvez os alimentos transgênicos sejam um problema, não se sabe. Mas se forem retirados da mesa da humanidade os cereais refinados (e adotados os integrais), os aditivos perigosos, os agrotóxicos e até os transgênicos e for deixado o açúcar a dieta continuará com seu caráter patogênico.

(1) Biazzi, E. Diabetes: um guia prático. Rio de Janeio: Exped/Páginas Amarelas, 2001, p. 46.
(2) Taller, Herman. Op. cit. p. 29.
(3) 30 Atkins, Robert. Op. cit. p. 90.
(4) 31 Fonte: Lippmann, p. 64.
(5) Caruso, L.; Menezes, E. W. Índice glicêmico dos alimentos In: Nutrire, São Paulo, SP. V.19/20, p. 49-64, 2000.

Retirado de “O livro negro do açúcar”, de Fernando Carvalho. Rio de Janeiro, 2006. P. 31-33.
http://www.uefs.br/docentes/jmarcia/2007/O_livro_negro_do_acucar1.pdf

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Corpo bem alongado é corpo saudável

2/08/2011 - 19:10 Por:

Categoria(s): Dicas, Qualidade de Vida

Contribuição enviada por Daliane Batista Cardoso*
Manter o corpo bem fisicamente a vida toda é uma tarefa muito difícil, mas bem alongado não só é possível como extremamente importante. O problema é que a maioria dos praticantes de atividades físicas não se preocupa com o primeiro fundamento te todo esforço e exercício: alongar-se.
Feitos bem no início do treino, ao esticar a musculatura, os alongamentos a deixam aquecida para o exercício. Mas é preciso fazer uma segunda série desses movimentos no final de tudo e dessa muita gente acha que pode escapar. Os alongamentos finais é que não deixam os músculos ficarem encurtados, prejudicando a flexibilidade do corpo.
Tanto uma vida sedentária, como a prática de atividade física regular intensa, em maior ou menor grau, promovem o encurtamento das fibras musculares, com diminuição da flexibilidade.
Quanto à atividade física, esportes de longa duração como corrida, ciclismo, natação, entre outros, fortalecem os músculos, mas diminuem a sua flexibilidade. Nos dois casos, a consequência direta desse encurtamento de fibras é a maior propensão para o desenvolvimento de problemas osteomusculares.
Com a prática regular de alongamentos os músculos passam a suportar melhor as tensões diárias e dos esportes, prevenindo o desenvolvimento de lesões musculares.
Fonte: Por Fernanda Lage (Site BemStar)
* Educadora física, colaboradora semanal com artigos na área, parceira da GeroVida

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Documentário mostra perigos do uso de agrotóxicos

1/08/2011 - 15:22 Por:

Categoria(s): Educação, Qualidade de Vida

 Por Denise Menchen (do Rio)
Vanderlei Matos da Silva morreu aos 29 anos vítima de problemas no fígado após passar três anos e meio misturando defensivos químicos para uso no cultivo de abacaxi. Almiro Rodolfo Ludtke foi parar no hospital com sintomas de intoxicação depois de um dia de trabalho na lavoura de milho. Já Adonai Soares dos Santos teve dificuldade para obter financiamento para a safra porque não queria usar agrotóxicos. A história desses e de outros agricultores está no documentário “O veneno está na mesa”, lançado pelo cineasta Silvio Tendler na última segunda-feira (25), no Rio. Orçado em R$ 50 mil e financiado pela Escola Politécnica de Saúde Joaquim Venâncio, da Fiocruz, o filme expõe os perigos associados à utilização de agrotóxicos no Brasil. Desde 2008, o país é o principal mercado no mundo para esses produtos. Segundo a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), o consumo anual chega a 5,2 litros por habitante – e, muitas vezes, os produtos são usados de forma imprópria ou abusiva, como mostram testes feitos pela agência.
O último deles, realizado em 2010, apontou problemas em 29% das amostras de alimentos examinadas. No caso do pimentão, esse percentual chegou a 80%. “É um problema que incide na vida de todo mundo, mas parece que as pessoas optaram pela política de avestruz”, diz Tendler, que já dirigiu documentários sobre o cineasta Glauber Rocha e o ex-presidente João Goulart. Em 50 minutos, o filme costura depoimentos de agricultores, entrevistas com pesquisadores de universidades e reportagens de televisão. Traz, ainda, denúncias de lobby praticado pela indústria contra medidas restritivas da Anvisa. “É uma realidade que o Brasil desconhece”, diz a gerente de normatização e avaliação da Anvisa, Letícia Rodrigues da Silva, uma das entrevistadas pelo diretor.
No filme, ela conta que, desde 2008, a agência tenta reavaliar o registro concedido para 14 ingredientes ativos suspeitos de provocar problemas no sistema nervoso central, má formação fetal ou câncer, entre outros. Alguns já foram proibidos em países tão distintos como Estados Unidos e China. A iniciativa, porém, esbarra na resistência dos fabricantes. Em debate realizado após o lançamento do filme, Silva listou as quatro principais estratégias usadas pelas empresas nesses casos. A primeira, segundo ela, é desqualificar técnicos que apontem riscos nos produtos. A segunda, a contratação de pareceristas em universidades para a elaboração de estudos atestando a segurança das substâncias. A terceira é a obtenção de apoio de parlamentares para pressionar o governo. Por fim, há ainda a “judicialização” da questão, com processos que se arrastam por anos na Justiça. Das 14 reavaliações que pretendia fazer, a Anvisa só conseguiu concluir seis, determinado restrições ao uso ou a retirada do produto do mercado. Cinco, porém, foram contestadas na Justiça.
A Folha procurou o Sindag (Sindicato Nacional da Indústria de Produtos para Defesa Agrícola) e a Andef (Associação Nacional de Defesa Vegetal) para comentar o assunto, mas ambos disseram que não iriam se manifestar por não conhecer o teor do documentário. O filme estará disponível para download no site da produtora Caliban (www.caliban.com.br www.caliban.com.br) a partir da próxima semana.
http://www1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/950482-documentario-mostra-perigos-do-uso-de-agrotoxicos.shtml
27/07/2011

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Alongamento é com a fit Ball

26/07/2011 - 15:08 Por:

Categoria(s): Dicas, Qualidade de Vida

 Contribuição enviada por Daliane Batista Cardoso*
Alongar o corpo pode se tornar uma tarefa muito mais agradável e eficiente com o uso de um acessório bem peculiar
A Fit Ball ou bola suíça como também é conhecida, foi criada nos anos 70 por fisioterapeutas como um instrumento auxiliar na recuperação de pacientes que sofriam de paralisia cerebral, disfunções neurológicas, lesões musculares e das articulações. O sucesso foi grande e o método se espalhou até entre os que não apresentam qualquer problema de saúde.
A fit ball é uma bola de cerca de 65 cm de diâmetro, feita de PVC e que suporta cargas de peso de até 300 kg e hoje é utilizada como complemento em aulas de alongamento e também de ginástica localizada, auxiliando a fortalecer e tornar mais flexíveis a musculatura do corpo, principalmente os músculos abdominais.
Este acessório além de tonificar os músculos, contribui para a melhoria do sistema cardiovascular, previne dores e ajuda a manter uma postura correta da coluna, aumenta a concentração e a velocidade dos reflexos, diminui o estresse e melhora o equilíbrio.
É uma atividade que pode ser utilizada como complemento para outras atividades físicas, como a musculação, corrida, ciclismo e natação e também auxilia nos regimes de perda de peso, através da queima de calorias.
Fonte: Por Marco de Cardoso (Site BemStar)
* Educadora física, colaboradora semanal com artigos na área, parceira da GeroVida

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Alongamento

15/07/2011 - 18:40 Por:

Categoria(s): Dicas, Qualidade de Vida

 Contribuição enviada por Daliane Batista Cardoso*
Alongamento dá saúde, disposição e é ótimo ao despertar e para ir dormir.
Alongar o corpo ainda na cama, ao acordar, é promessa de um dia cheio de energia. O mesmo se diz ao ir dormir. Minutos antes de se deitar, sessões simples de alongamento vão deixar seu corpo relaxado das tensões do dia a dia. O ideal é dar uma alongada simultânea de membros superiores e inferiores (braços e pernas), entrelaçando os dedos das mãos no sentido da cabeceira da cama e estendendo as pernas no sentido oposto e fazendo uma tração com os calcanhares para intensificar a parte posterior das pernas.
Qual a maneira certa de se espreguiçar? Os especialistas em esporte recomendam que o certo seja se espreguiçar em pé, com o tronco inclinado para a frente e levar as mãos entrelaçadas no sentido do teto com as palmas fechadas e pés paralelos, ou seja, a mesma regra do deitado, mas só que em pé. É normal ao se alongar ter a sensação de que se está encurtado os músculos e, aos poucos, vai liberando e vai ficando melhor. Mas, se você sentir dor insuportável é um sinal de que se está indo além do que se deveria ou tem algum comprometimento que deve ser observado.
Ao contrário do que se pregou ao longo dos anos, não se deve alongar com o corpo totalmente frio. Isso pode acarretar algumas lesões nas articulações ou até mesmo no próprio músculo.
Exemplo: para uma caminhada não há necessidade de uma série tão extensa de exercícios de alongamento e sim um alongamento para as panturrilhas. Se a pessoa vai trabalhar com pesos faz um aquecimento de 5 a 10 minutos (caminhada, dança bem leve) em seguida alongue a musculatura que irá recrutar. O importante é alongar mais caprichado no final do treinamento. O fato de não alongar nada pode provocar diversas lesões, além de não preparar a região a ser trabalhada. Em compensação, os benefícios da prática são inúmeros: melhora a postura, melhora a circulação sanguínea e, consequentemente também a respiração, além de proporcionar mais agilidade.
Fonte: Equipe Bem Star (BemStar)
* Educadora física, colaboradora semanal com artigos na área, parceira da GeroVida

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