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	<title>GeroVida &#187; Reflexão</title>
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	<description>Arte, Educação e Vida Plena!</description>
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		<title>Em uma palavra: ser um santo</title>
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		<pubDate>Thu, 17 May 2012 20:21:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Wanda Patrocinio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Reflexão]]></category>

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		<description><![CDATA[A virtude é o elo de todas as perfeições, é o centro da felicidade. Ela torna o homem prudente, discreto, sagaz, sábio, valente, moderado, íntegro, feliz, digno de aplauso, verdadeiro, ou seja, um herói em tudo. Três &#8220;esses&#8221; trazem a felicidade: sábio, são e santo. A virutde é o sol do pequeno mundo chamado homem, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://gerovida.blog.br/wp-content/uploads/2012/05/santo.jpg"><img class="aligncenter  wp-image-5736" title="santo" src="http://gerovida.blog.br/wp-content/uploads/2012/05/santo.jpg" alt="" width="196" height="88" /></a></p>
<p style="text-align: center;">A virtude é o elo de todas as perfeições, é o centro da felicidade.<br />
Ela torna o homem prudente, discreto, sagaz, sábio, valente, moderado, íntegro, feliz, digno de aplauso, verdadeiro, ou seja, um herói em tudo.<br />
Três &#8220;esses&#8221; trazem a felicidade: sábio, são e santo.<br />
A virutde é o sol do pequeno mundo chamado homem, e o hemisfério é a boa consciência.<br />
É tão bela que consegue a graça de Deus e das pessoas.<br />
Nada é tão digno de amor como a virtude, nem tão condenável como o vício.<br />
A virtude é de verdade, todo o resto de brincadeira.<br />
A capacidade e a grandeza devem ser medidas pela virtude e não pela sorte.<br />
Ela basta a si mesma.<br />
Torna o homem digno de ser amado, quando vive, e memorável, quando morre.<br />
Do livro A Arte da Prudência, de Baltasar Gracián, 2003</p>
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		<title>Os cinco maiores arrependimentos dos pacientes terminais</title>
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		<pubDate>Thu, 26 Apr 2012 18:42:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Wanda Patrocinio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Doenças e problemas de saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Gerontologia]]></category>
		<category><![CDATA[Reflexão]]></category>

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		<description><![CDATA[  Recentemente foi publicado nos Estados Unidos um livro que tem tudo para se transformar em um best seller daqueles que ajudam muita gente a mudar sua forma de enxergar a vida. The top five regrets of the dying (algo como “Os cinco principais arrependimentos de pacientes terminais”) foi escrito por Bonnie Ware, uma enfermeira [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://gerovida.blog.br/wp-content/uploads/2012/04/arrependimento-paciente-terminal.jpg"><img class="alignleft  wp-image-5683" title="arrependimento paciente terminal" src="http://gerovida.blog.br/wp-content/uploads/2012/04/arrependimento-paciente-terminal.jpg" alt="" width="139" height="129" /></a>  Recentemente foi publicado nos Estados Unidos um livro que tem tudo para se transformar em um best seller daqueles que ajudam muita gente a mudar sua forma de enxergar a vida. The top five regrets of the dying (algo como “Os cinco principais arrependimentos de pacientes terminais”) foi escrito por Bonnie Ware, uma enfermeira especializada em cuidar de pessoas próximas da morte. Para analisar a publicação, convidamos a Dra. Ana Cláudia Arantes – geriatra e especialista em cuidados paliativos do Einstein – que comentou, de acordo com a sua experiência no hospital, cada um dos arrependimentos levantados pela enfermeira americana. Confira abaixo.<br />
<strong>1. Eu gostaria de ter tido coragem de viver uma vida fiel a mim mesmo, e não a vida que os outros esperavam de mim</strong><br />
“À medida que a pessoa se dá conta das limitações e da progressão da doença, esse sentimento provoca uma necessidade de rever os caminhos escolhidos para a sua vida, agora reavaliados com o filtro da consciência da morte mais próxima”, explica Dra. Ana Cláudia. “É um sentimento muito frequente nessa fase. É como se, agora, pudessem entender que fizeram escolhas pelas outras pessoas e não por si mesmas. Na verdade, é uma atitude comum durante a vida. No geral, acabamos fazendo isso porque queremos ser amados e aceitos. O problema é quando deixamos de fazer as nossas próprias escolhas”, explica a médica. “Muitas pessoas reclamam de que trabalharam a vida toda e que não viveram tudo o que gostariam de ter vivido, adiando para quando tiverem mais tempo depois de se aposentarem. Depois, quando envelhecem, reclamam que é quando chegam também as doenças e as dificuldades”, conta.<br />
<strong>2. Eu gostaria de não ter trabalhado tanto</strong><br />
“Não é uma sensação que acontece somente com os doentes. É um dilema da vida moderna. Todo mundo reclama disso”, diz a geriatra. “Mas o mais grave é quando se trabalha em algo que não se gosta. Quando a pessoa ganha dinheiro, mas é infeliz no dia a dia, sacrifica o que não volta mais: o tempo”, afirma. “Este sentimento fica mais grave no fim da vida porque as pessoas sentem que não têm mais esse tempo, por exemplo, pra pedir demissão e recomeçar”.<br />
<strong>3. Eu gostaria de ter tido coragem de expressar meus sentimentos</strong><br />
“Quando estão próximas da morte, as pessoas tendem a ficar mais verdadeiras. Caem as máscaras de medo e de vergonha e a vontade de agradar. O que importa, nesta fase, é a sinceridade”, conta. “À medida que uma doença vai avançando, não é raro escutar que a pessoa fica mais carinhosa, mais doce. A doença tira a sombra da defesa, da proteção de si mesmo, da vingança. No fim, as pessoas percebem que essas coisas nem sempre foram necessárias”. “A maior parte das pessoas não quer ser esquecida, quer ser lembrada por coisas boas. Nesses momentos finais querem dizer que amam, que gostam, querem pedir desculpas e, principalmente, querem sentir-se amadas. Quando se dão conta da falta de tempo, querem dizer coisas boas para as pessoas”, explica a médica.<br />
<strong>4. Eu gostaria de ter mantido contato com meus amigos</strong><br />
“Nem sempre se tem histórias felizes com a própria família, mas com os amigos, sim. Os amigos são a família escolhida”, acredita a médica. “Ao lado dos amigos nós até vivemos fases difíceis, mas geralmente em uma relação de apoio”, explica. “Não há nada de errado em ter uma família que não é legal. Quase todo mundo tem algum problema na família. Muitas vezes existe muita culpa nessa relação. Por isso, quando se tem pouco tempo de vida, muitas vezes o paciente quer preencher a cabeça e o tempo com coisas significativas e especiais, como os momentos com os amigos”. “Dependendo da doença, existe grande mudança da aparência corporal. Muitos não querem receber visitas e demonstrar fraquezas e fragilidades. Nesse momento, precisam sentir que não vão ser julgados e essa sensação remete aos amigos”, afirma.<br />
<strong>5. Eu gostaria de ter me deixado ser mais feliz</strong><br />
“Esse arrependimento é uma consequência das outras escolhas. É um resumo dos outros para alguém que abriu mão da própria felicidade”. “Não é uma questão de ser egoísta, mas é importante para as pessoas ter um compromisso com a realização do que elas são e do que elas podem ser. Precisam descobrir do que são capazes, o seu papel no mundo e nas relações. A pessoa realizada se faz feliz e faz as pessoas que estão ao seu lado felizes também”, explica. “A minha experiência mostra que esse arrependimento é muito mais dolorido entre as pessoas que tiveram chance de mudar alguma coisa. As pessoas que não tiveram tantos recursos disponíveis durante a vida e que precisaram lutar muito para viver, com pouca escolha, por exemplo, muitas vezes se desligam achando-se mais completas, mais em paz por terem realmente feito o melhor que podiam fazer. Para quem teve oportunidade de fazer diferente e não fez, geralmente é bem mais sofrido do ponto de vista existencial”, alerta.<br />
<strong>Dica da especialista</strong><br />
“O que fica bastante claro quando vejo histórias como essas é que as pessoas devem refletir sobre suas escolhas enquanto têm vida e tempo para fazê-las”. “Minha dica é a seguinte: se você pensa que, no futuro, pode se arrepender do que está fazendo agora, talvez não deva fazer. Faça o caminho que te entregue paz no fim. Para que no fim da vida, você possa dizer feliz: eu faria tudo de novo, exatamente do mesmo jeito”. De acordo com Dra. Ana Cláudia, livros como este podem ajudar as pessoas a refletirem melhor sobre suas escolhas e o modo como se relacionam com o mundo e consigo mesmas, se permitindo viver de uma forma melhor. “Ele nos mostra que as coisas importantes para nós devem ser feitas enquanto temos tempo”, conclui a médica.<br />
Publicado em janeiro/2012.</p>
<p>http://www.einstein.br/espaco-saude/bem-estar-e-qualidade-de-vida/Paginas/os-cinco-maiores-arrependimentos-dos-pacientes-terminais.aspx</p>
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		<title>Deixar os outros com fome</title>
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		<pubDate>Thu, 05 Apr 2012 19:19:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Wanda Patrocinio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Reflexão]]></category>

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		<description><![CDATA[Deixe um resto de néctar nos lábios. o desejo é a medida da estima. É bom aliviar a sede física, mas não saciá-la: o bom, se é pouco, é bom duas vezes. Perde-se muito na segunda vez. As grandes doses de agrado são perigosas porque levam a se desprezar a mais eterna superioridade. A única [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.gerovida.blog.br/wp-content/uploads/2012/04/nectar.jpg"><img class="aligncenter  wp-image-5632" title="nectar" src="http://www.gerovida.blog.br/wp-content/uploads/2012/04/nectar.jpg" alt="" width="153" height="116" /></a></p>
<p style="text-align: center;">Deixe um resto de néctar nos lábios.<br />
o desejo é a medida da estima.<br />
É bom aliviar a sede física, mas não saciá-la: o bom, se é pouco, é bom duas vezes.<br />
Perde-se muito na segunda vez.<br />
As grandes doses de agrado são perigosas porque levam a se desprezar a mais eterna superioridade.<br />
A única regra para agradar é pegar o apetite com fome.<br />
Um desejo impaciente é mais estimulante do que se fartar de prazer.<br />
Uma felicidade difícil de se conseguir é desfrutada em dobro.<br />
Do livro A Arte da Prudência, de Baltasar Gracián, 2003</p>
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		<title>Três coisas fazem um prodígio</title>
		<link>http://gerovida.blog.br/2012/01/27/tres-coisas-fazem-um-prodigio/</link>
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		<pubDate>Fri, 27 Jan 2012 20:29:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Wanda Patrocinio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Reflexão]]></category>

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		<description><![CDATA[E todas constituem dádivas da generosidade divina: rica inteligência, juízo profundo e bom gosto. A imaginação é um grande dom, mas é ainda mais notável raciocinar e ter um bom entendimento. A inteligência não deve estar no esforço, pois seria mais trabalhadora do que aguda. Pensar bem é o resultado da racionalidade. Aos vinte anos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://gerovida.blog.br/wp-content/uploads/2012/01/dadivas.jpeg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5593" title="dadivas" src="http://gerovida.blog.br/wp-content/uploads/2012/01/dadivas.jpeg" alt="" width="237" height="177" /></a></p>
<p style="text-align: center;">E todas constituem dádivas da generosidade divina: rica inteligência, juízo profundo e bom gosto.<br />
A imaginação é um grande dom, mas é ainda mais notável raciocinar e ter um bom entendimento.<br />
A inteligência não deve estar no esforço, pois seria mais trabalhadora do que aguda.<br />
Pensar bem é o resultado da racionalidade. Aos vinte anos reina a vontade, aos trinta a inteligência, aos quarenta o juízo.<br />
Algumas mentes irradiam luz como os olhos do lince e raciocinam melhor na maior escuridão.<br />
Outras reagem de acordo com a ocasião.<br />
Encontram respostas com freqência e bem: uma fecundidade felicíssima.<br />
E o bom gosto dá sinal a toda a vida.<br />
Do livro A Arte da Prudência, de Baltasar Gracián, 2003</p>
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		<title>Pessoa de grandes e majestosas qualidades</title>
		<link>http://gerovida.blog.br/2011/11/22/pessoa-de-grandes-e-majestosas-qualidades/</link>
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		<pubDate>Tue, 22 Nov 2011 21:34:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Wanda Patrocinio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Reflexão]]></category>

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		<description><![CDATA[As grandes qualidades moldam os grandes homens. Uma só delas equivale a um conjunto de atributos medíocres. Houve quem quisesse que todas as suas coisas fossem grandes, até os objetos comuns. As grandes pessoas devem fazer com que suas qualidades também o sejam! Em Deus tudo é infinito e imenso. Assim, num herói tudo também [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://gerovida.blog.br/wp-content/uploads/2011/11/majestosa1.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5560" title="majestosa" src="http://gerovida.blog.br/wp-content/uploads/2011/11/majestosa1.jpg" alt="" width="238" height="173" /></a></p>
<p style="text-align: center;">As grandes qualidades moldam os grandes homens.<br />
Uma só delas equivale a um conjunto de atributos medíocres.<br />
Houve quem quisesse que todas as suas coisas fossem grandes, até os objetos comuns.<br />
As grandes pessoas devem fazer com que suas qualidades também o sejam!<br />
Em Deus tudo é infinito e imenso.<br />
Assim, num herói tudo também deve ser grande e majestoso: suas ações e palavras serão revertidas de transcendente e grandiosa majestade.<br />
Do livro A Arte da Prudência, de Baltasar Gracián, 2003</p>
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		<title>Não fingir, mas agir</title>
		<link>http://gerovida.blog.br/2011/10/11/nao-fingir-mas-agir/</link>
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		<pubDate>Tue, 11 Oct 2011 14:45:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Wanda Patrocinio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Reflexão]]></category>

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		<description><![CDATA[Fingem-se de muito ocupados os que não têm o que fazer. Transformam tudo em mistério sem graça: são camaleões que se alimentam de aplausos, provocando o riso. A vaidade sempre foi incômoda, mas aqui é ridícula: as formiguinhas da honra vão mendingando façanhas. O sábio não deve ostentar nem sequer suas qualidades mais importantes: contente-se [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://gerovida.blog.br/wp-content/uploads/2011/10/camaleao.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5536" title="camaleao" src="http://gerovida.blog.br/wp-content/uploads/2011/10/camaleao.jpg" alt="" width="80" height="120" /></a></p>
<p style="text-align: center;">Fingem-se de muito ocupados os que não têm o que fazer.<br />
Transformam tudo em mistério sem graça: são camaleões que se alimentam de aplausos, provocando o riso.<br />
A vaidade sempre foi incômoda, mas aqui é ridícula: as formiguinhas da honra vão mendingando façanhas.<br />
O sábio não deve ostentar nem sequer suas qualidades mais importantes: contente-se em fazer, deixando o falar para os demais.<br />
Dê belas ações, mas não as venda.<br />
Não se deve alugar uma caneta de ouro para escrever sobre a lama, ofendendo o bom senso.<br />
Melhor é desejar ser um herói do que pretender ser parecido com ele.<br />
Do livro A Arte da Prudência, de Baltasar Gracián, 2003</p>
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		<title>Moderação no julgar</title>
		<link>http://gerovida.blog.br/2011/09/22/moderacao-no-julgar/</link>
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		<pubDate>Thu, 22 Sep 2011 17:41:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Wanda Patrocinio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Reflexão]]></category>

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		<description><![CDATA[Cada um pensa conforme lhe convém e apresenta razões para suas caprichosas opiniões. A maior parte dos homens põe a paixão na frente do juízo. Quando duas pessoas sustentam posições contrárias, cada uma pensa ter razão. Mas a razão é fiel e não tem duas caras. O sábio deve agir com cautela em assuntos tão [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://gerovida.blog.br/wp-content/uploads/2011/09/moderacao.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5517" title="moderacao" src="http://gerovida.blog.br/wp-content/uploads/2011/09/moderacao.jpg" alt="" width="80" height="120" /></a></p>
<p style="text-align: center;">Cada um pensa conforme lhe convém e apresenta razões para suas caprichosas opiniões.<br />
A maior parte dos homens põe a paixão na frente do juízo.<br />
Quando duas pessoas sustentam posições contrárias, cada uma pensa ter razão.<br />
Mas a razão é fiel e não tem duas caras.<br />
O sábio deve agir com cautela em assuntos tão delicados e sua própria dúvida irá corrigir o julgamento inicial sobre o comportamento alheio.<br />
Ao se colocar no lugar do outro e examinar seus motivos, não o condenará nem se justificará tão cegamente.<br />
Do livro A Arte da Prudência, de Baltasar Gracián, 2003</p>
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		<item>
		<title>O fracasso está em unir apreço e afeto</title>
		<link>http://gerovida.blog.br/2011/09/16/o-fracasso-esta-em-unir-apreco-e-afeto/</link>
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		<pubDate>Fri, 16 Sep 2011 17:39:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Wanda Patrocinio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Reflexão]]></category>

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		<description><![CDATA[Para conservar o respeito, não é preciso ser querido demais. O amor é mais atrevido que o ódio. A afeição e a veneração não se dão bem. O melhor é não ser nem muito temido nem muito amado. O amor traz a familiaridade e leva embora a estima. É melhor ser amado com respeito do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://gerovida.blog.br/wp-content/uploads/2011/09/apreco-e-afeto.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5495" title="apreco e afeto" src="http://gerovida.blog.br/wp-content/uploads/2011/09/apreco-e-afeto.jpg" alt="" width="117" height="160" /></a></p>
<p style="text-align: center;">Para conservar o respeito, não é preciso ser querido demais.<br />
O amor é mais atrevido que o ódio.<br />
A afeição e a veneração não se dão bem.<br />
O melhor é não ser nem muito temido nem muito amado.<br />
O amor traz a familiaridade e leva embora a estima.<br />
É melhor ser amado com respeito do que com ternura, pois assim se amam os grandes homens.<br />
Do livro A Arte da Prudência, de Baltasar Gracián, 2003</p>
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		<item>
		<title>Compreender o temperamento das pessoas com quem se fala</title>
		<link>http://gerovida.blog.br/2011/09/12/compreender-o-temperamento-das-pessoas-com-quem-se-fala/</link>
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		<pubDate>Mon, 12 Sep 2011 21:01:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Wanda Patrocinio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Reflexão]]></category>

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		<description><![CDATA[Para saber das suas intenções. Se as causas são conhecidas, se conhecem as consequências e delas se deduzem as intenções. O pessimista é agoureiro, e o maledicente sempre encontra culpas. Sempre imaginam o pior. Como não vêem as coisas boas do presente, anunciam o mal futuro. O apaixonado sempre vê as coisas diferentes do que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://gerovida.blog.br/wp-content/uploads/2011/09/temperamento.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5474" title="temperamento" src="http://gerovida.blog.br/wp-content/uploads/2011/09/temperamento.jpg" alt="" width="80" height="120" /></a></p>
<p style="text-align: center;">Para saber das suas intenções. Se as causas são conhecidas, se conhecem as consequências e delas se deduzem as intenções.<br />
O pessimista é agoureiro, e o maledicente sempre encontra culpas.<br />
Sempre imaginam o pior.<br />
Como não vêem as coisas boas do presente, anunciam o mal futuro.<br />
O apaixonado sempre vê as coisas diferentes do que são, porque é movido pela paixão, não pela razão.<br />
Cada um fala segundo suas preferências e seu humor, e todos estão longe da verdade.<br />
É preciso decifrar os rostos e interpretar os sinais da alma.<br />
Assim se conhecerá o tolo porque está sempre rindo e o falso porque nunca ri.<br />
Cuidado com o perguntador, seja porque é indiscreto, seja porque se fixa nos defeitos.<br />
Não espere muito dos feios, pois costumam se vingar da natureza por tê-los favorecido tão pouco.<br />
A tolice é diretamente proporcional à beleza.<br />
Do livro A Arte da Prudência, de Baltasar Gracián, 2003</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Se souber pouco na sua profissão, atenha-se ao mais seguro</title>
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		<pubDate>Mon, 05 Sep 2011 12:51:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Wanda Patrocinio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Reflexão]]></category>

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		<description><![CDATA[Desse modo, ainda que não seja considerado inteligente, passará confiança. Aquele que sabe pode se arriscar a fazer o que quer, mas saber pouco e arriscar-se é jogar-se voluntariamente no precipício. Quando se sabe pouco, é melhor seguir pela estrada principal. Deve-se manter o caminho reto e não faltará o caminho firme. Em todos os [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://gerovida.blog.br/wp-content/uploads/2011/09/seguro.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5447" title="seguro" src="http://gerovida.blog.br/wp-content/uploads/2011/09/seguro.jpg" alt="" width="120" height="84" /></a></p>
<p style="text-align: center;">Desse modo, ainda que não seja considerado inteligente, passará confiança.<br />
Aquele que sabe pode se arriscar a fazer o que quer, mas saber pouco e arriscar-se é jogar-se voluntariamente no precipício.<br />
Quando se sabe pouco, é melhor seguir pela estrada principal.<br />
Deve-se manter o caminho reto e não faltará o caminho firme.<br />
Em todos os casos, sabendo ou não sabendo, a segurança é mais prudente que a singularidade.<br />
Do livro A Arte da Prudência, de Baltasar Gracián, 2003</p>
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