Arquivo de Sugestão de leituras

Videogame, Educação e Cultura: pesquisas e análise crítica

7/09/2010 - 18:05 Por: Wanda Patrocinio

Categoria(s): Educação, Sugestão de leituras

Sugestão de leitura 132
“Videogame, Educação e Cultura: pesquisas e análise crítica”, de Silvia Rosa Silva Zanolla. Editora Alínea, 2010.
É um livro voltado tanto para pesquisadores quanto para pais e educadores. Do percurso de elaboração e experiência traçado pela autora, emerge a tentativa de traduzir na obra o sentido da teoria e da prática ancoradas pela abordagem frankfurtiana como possibilidade de elucidar o fenômeno contemporâneo da “febre do videogame”. Sendo assim, o videogame representa mais do que um objeto subserviente ao entretenimento e lazer, materializa as condições humanas e intelectuais a que se submete a escola, a família e demais instituições responsáveis pela formação das crianças e pela implementação da cultura nos variados espaços sociais.

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A educação como cultura
Estado e Políticas Públicas em Tempos de Reformas
Educação não-formal e cultura política
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Educação Não-formal e velhice
Arte e Educação: da razão instrumental à racionalidade emancipatória
Educação e Trabalho: políticas públicas e a formação para o trabalho
Educação Infantil: para quê, para quem e por quê?
Educação Consciente: situaçoes e soluções para formação educacional de seus filhos
Educação continuada / educação permanente

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Domínio do Yin – Da Fertilidade à Maternidade: A Mulher e suas Fases na Medicina Tradicional Chinesa

18/08/2010 - 9:32 Por: Wanda Patrocinio

Categoria(s): Sugestão de leituras

Sugestão de leitura 131
“Domínio do Yin – Da Fertilidade à Maternidade: A Mulher e suas Fases na Medicina Tradicional Chinesa”, de Helena Campiglia. Editora Roca, 2010.
Yin/Yang: a interação que sustenta a medicina chinesa.
O sutil equilíbrio entre essas energias e suas implicações no estado de saúde e de doença. Yin, como símbolo de suavidade, devoção, concentração, reconhecimento, profundidade, adaptabilidade. Yang representando aceleração, atividade incessante, alteração dos ciclos naturais, redução da reflexão, desvalorização da passividade. A mulher, nesse meio, vê seus atributos Yin se esvaírem ao buscar um estilo de vida diferente, competitivo, tumultuado e estressante. Um estilo yang de comportamento e de hábitos. Como consequência, surgem profundas alterações nos seus ciclos menstruais, na fertilidade, na maternidade e na menopausa, as fases da expressão do feminino.
Domínio do Yin – da Fertilidade à Maternidade: a Mulher e suas Fases na Medicina Tradicional Chinesa aborda exatamente essas questões, com particular ênfase aos benefícios da acupuntura no tratamento da infertilidade. O profundo conhecimento da autora em medicina ocidental e medicina tradicional chinesa e sua vasta experiência clínica garantem uma feliz perspectiva de atendimento e um livro instigante para os profissionais e estudantes de MTC e acupuntura e para todos os que se mantêm receptivos a novos enfoques de tratamento.

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Mar

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Assistencia Ambulatorial ao Idoso

28/07/2010 - 8:00 Por: Wanda Patrocinio

Categoria(s): Gerontologia, Sugestão de leituras

Sugestão de leitura 130
“Assistencia Ambulatorial ao Idoso”, organizado por Anita Liberalesso Neri e Maria Elena Guariento. Editora Alínea, 2010.
Este livro oferece um enfoque das manifestações clínicas típicas do paciente geriátrico, das principais formas de avaliação e alternativas de tratamento e cuidado considerando os vários níveis de atenção à saúde, sob um ponto de vista multiprofissional. Especialistas das áreas médica, fisioterápica, de enfermagem, fonoaudiológica, odontológica, psicológica e sociológica apresentam conceitos e alternativas de diagnóstico, prevenção e tratamento a profissionais e estudantes das várias áreas da Geriatria e da Gerontologia.

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Kika vai para escola

21/07/2010 - 8:00 Por: Wanda Patrocinio

Categoria(s): Educação, Sugestão de leituras

Sugestão de leitura 129
“Kika vai para escola”, de Cristina Roquete e Dário Gargaglioni. Editora Átomo, 2010
O livro Kika, adequado para crianças de 6 anos – em fase inicial de alfabetização – aborda, de maneira sutil, o tema ‘raiva’, a dificuldade de lidar com a emoção diante do contato com outros colegas dentro da escola. É na literatura que as crianças encontram a possibilidade de verem a si e ao mundo de maneira criativa e criadora, descobrindo verdades e fantasiando vivências que lhes darão instrumentos para o crescimento íntegro como cidadãos plenos e felizes, capazes de ler o mundo.

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Estado e Políticas Públicas em Tempos de Reformas

14/07/2010 - 12:23 Por: Wanda Patrocinio

Categoria(s): Educação, Sugestão de leituras

Sugestão de leitura 128
“Estado e Políticas Públicas em Tempos de Reformas”, organizado por Antonio Bosco de Lima e Gabriel Humberto Muñoz Palafox. Editora Alínea, 2010.
Os autores desta coletânea estão vinculados à docência do ensino superior. Atuam em áreas afins, passando pelo ensino em cursos de bacharelado e licenciatura: Educação Física, História, Letras, Pedagogia, Serviço Social, bem como em cursos de pós-graduação lato sensu (especialização) e stricto sensu (mestrado e doutorado).
Esta obra, pelas temáticas abordadas – qualificação do trabalhador, movimentos sociais, terceiro setor, trabalho docente, avaliação da educação, inclusão, ou seja, temáticas vinculadas ao Estado e Políticas Sociais -, destina-se a alunos de graduação e pós-graduação, vinculados a setores da Educação, Ciências Sociais e demais cursos de formação de professores.
É válido destacar que os autores têm inserção em grupos e pesquisas nacionais bem como labutam em várias Instituições de Ensino Superior, o que garante, em certa medida, um movimento de ideias e de práticas que inserem esta coletânea numa perspectiva de análise crítica da realidade social, política e educacional.

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Viva bem a velhice

7/07/2010 - 8:00 Por: Wanda Patrocinio

Categoria(s): Gerontologia, Sugestão de leituras

Sugestão de leitura 127

“Viva bem a velhice”, de B.F. Skinner e M. E. Vaughan, Summus Editorial, 1985.

Resenha escrita por Anita Liberalesso Neri em Psicol. cienc. prof. vol.7 no.2 Brasília 1987

Diversamente do que se possa pensar, Viva bem a velhice não é um livro só para velhos; nem mais uma obra que realça as glórias ou as desgraças da velhice; nem mesmo um receituário para suplantar os problemas dessa quadra da vida, muito embora tanto a edição norte-americana como a brasileira sejam em tipos grandes, de fácil leitura. Ele destina-se, sim, a leitores de todas as idades, desde que interessados em compreender melhor e/ou preparar-se para a velhice.

Neste campo, ao que parece, a prática desmente o provérbio: “A vida não começa aos 40″, a menos que se tenha a sabedoria de vivê-la. Como o “Savoir-Vivre”, entre outras coisas, não emerge de uma hora para outra, sob o efeito mágico da chegada da idade, é melhor começar a preparar-se com antecedência. O segredo consiste em aprender a construir um mundo que nos permita, quando velhos, viver uma vida tranqüila, digna e agradável. Algo como reescrever o último ato de uma peça de teatro, para nela podermos atuar tão magistralmente, a ponto de podermos ser aplaudidos tanto pelo “script” como pela nossa atuação. Se existe sabedoria na velhice, eis aí seu significado, diz Skinner.

Perspicácia? Ironia? Talvez, e nisso o autor confirma seu estilo, evidente em escritos anteriores. Confirma também o cerne de seu pensamento psicológico, embora num texto de natureza não técnica, e com pauta provavelmente sugerida pela co-autora, a gerontóloga M.E. Vaghan.

Viva bem a velhice não tem um sentido de desfrute ou fruição, mas de conquista. É um texto pequeno, bem escrito, elegante, onde o bom humor, o tom positivo, as habituais citações literárias, tão características da produção skinneriana, mesclam-se num estilo saboroso e refinado. Seu sentido básico, ao que tudo indica, é o cumprimento de um objetivo ético, um projeto pessoal de Skinner, que já passou dos 80: o de revelar a seus semelhantes, o próprio segredo sobre como viver a velhice com dignidade, a despeito de suas imperfeições. É assim que são tratados temas como a convivência com limitações sensoriais e cognitivas, as dificuldades de relacionamento com os mais jovens e com outros velhos, as ocupações, o lidar com os sentimentos e o enfrentamento do medo da morte, dentre outros.

O texto reflete uma realidade diferente daquela da grande maioria dos velhos brasileiros, e mesmo norte-americanos, quanto a bem-estar, saúde, habitação, dinheiro, independência, direitos, liberdade e dignidade.

Os valores, recursos e práticas veiculados, em muitos casos são distantes de nossa realidade, em que ninguém, nem velhos nem moços, parece cogitar dessas questões.

Nem se cogita, principalmente das ideologias e das práticas sociais que, ao vincularem trabalho, produtividade, juventude, independência e aceitabilidade social determinam não só a selvageria nas relações sociais que se vive durante o período produtivo da vida, como o insólito destino de marginalidade social reservado aos velhos.

Skinner escreve para um leitor diferenciado, talvez seus pares, e nesse sentido o livro difere de outros destinados à grande classe média norte-americana de “middle aged” ou “senior citizens”, por não ser nem superficial nem prescritivo.

Em suma, o livro é interessante e com suficiente generalidade para ser aproveitado por leitores brasileiros.

Destinado a leigos, é escrito em linguagem não técnica. No entanto, não se sabe se numa manifestação de rigor ou de humor, Skinner apresenta, ao final do livro, um glossário peculiar, em que os termos e expressões de linguagem cotidiana são cotejados com seus correspondentes do discurso científico da Análise Experimental do Comportamento. Em alguns pontos a tradutora introduziu notas de rodapé contendo informações sobre a realidade brasileira.

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Terapias Complementares e Alternativas

5/07/2010 - 14:53 Por: Wanda Patrocinio

Categoria(s): Sugestão de leituras, Terapias Alternativas

Sugestão de leitura 126
“Terapias Complementares e Alternativas”. Editora Edideco, 2002.
São muitos os que consideram os métodos de tratamento ditos naturais como uma alternativa aceitável à medicina convencional. No entanto, a verdade é que, por um lado, nem tudo o que é designado como natural o é realmente e, por outro, nem tudo o que é mesmo natural está isento de efeitos adversos. Assim sendo, em quem se pode confiar? Este guia vem esclarecer alguns aspectos relacionados com a origem e a legitimidade dos diferentes métodos, bem como as suas vantagens e riscos.

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O Guia das Terapias Alternativas
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Formação, Profissionalização e Prática Docente

16/06/2010 - 8:00 Por: Wanda Patrocinio

Categoria(s): Educação, Sugestão de leituras

Sugestão de leitura 125
“Formação, Profissionalização e Prática Docente”, organizado por Adão José Peixoto. Editora Alínea, 2010
Esta obra reúne textos que são resultados de pesquisas desenvolvidas em diversos Programas de Pós-graduação. A sua publicação representa um esforço que culmina na socialização destas reflexões. O tema norteador é a formação profissional e a prática docente. A formação profissional é analisada tanto como formação do docente quanto dos demais profissionais.

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A constituição do sujeito e a historicidade

9/06/2010 - 8:00 Por: Wanda Patrocinio

Categoria(s): Sugestão de leituras

Sugestão de leitura 124
“A constituição do sujeito e a historicidade”, organizado por Eduardo A. Tomanik, Angela Maria Pires Caniato e Marilda Gonçalves Dias Facci. Editora Alínea, 2010
Não deixa de ser surpreendente perceber que podemos viver uma vida inteira, até o seu ocaso, sem fazer esta pergunta: “quem sou eu?”. E quando a fazemos, se é que a fazemos, não deixa também de ser surpreendente perceber o quão ela é embaraçosa.
A constituição do sujeito – tema central deste livro – é, a rigor, o foco central e base da construção da própria ciência psicológica. Por outro lado, não é preciso um grande esforço de pesquisa para que se perceba que a ampla maioria dos estudos e das tentativas de atuação da Psicologia centra-se em diferentes aspectos e não na compreensão da constituição do sujeito como uma totalidade. Avançar, em busca da superação destes limites, não era e não será tarefa fácil, mas é promissora.
A adoção desta meta é uma clara tentativa de superação das formas de isolamento e de hermetismo teórico, tão características da atuação dos profissionais da área da Psicologia. Por isso, a opção pelo diálogo, materializada nos capítulos que compõem a obra. Nos textos, os autores apresentam, de forma tão clara quanto possível, em que sua opção teórica e sua trajetória de produção acadêmica contribuem ou podem contribuir para o aprofundamento da compreensão da temática. O livro é um convite ao diálogo, aceite-o e venha participar.

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A Complexidade da Aprendizagem: destaque ao ensino superior

7/06/2010 - 20:56 Por: Wanda Patrocinio

Categoria(s): Educação, Sugestão de leituras

Sugestão de leitura 123
“A Complexidade da Aprendizagem: destaque ao ensino superior”, organizado por Albertina Mitjáns Martínez e Maria Carmen Villela Rosa Tacca. Editora Alínea, 2010.
Este livro constitui uma mostra da produção científica do Grupo de Pesquisa Aprendizagem, escolarização e desenvolvimento humano, do Diretório de Grupos de Pesquisa do CNPq que, desde 2002, vem pesquisando diferentes processos e tipos de aprendizagem, a partir do reconhecimento da aprendizagem escolar como processo complexo.
Os diferentes capítulos do livro revelam uma representação da aprendizagem escolar que difere das concepções dominantes, ao considerá-la como um processo que não pode ser compreendido fora da teia de elementos subjetivos constitutivos do aprendiz, assim como dos processos históricos, sociais, culturais e institucionais que configuram os espaços sociais nos quais a aprendizagem se produz. As implicações que uma concepção de tal tipo têm para a prática pedagógica e para a formação de educadores é ilustrada nas práticas pedagógicas e nos resultados de pesquisas apresentados.
A concepção de aprendizagem fundamentada e exemplificada na obra resulta em valiosa compreensão dos processos de aprendizagem em qualquer nível e modalidade de ensino, com destaque à análise dos processos de aprendizagem no nível superior avançando na compreensão da aprendizagem escolar na idade adulta, haja vista sua importância social e a relativa escassez de produção científica nesse campo. A obra apresenta interessantes resultados e reflexões sobre os processos de aprendizagem na graduação e na pós-graduação assim como sobre a aprendizagem dos professores.
O livro será útil aos professores, em geral, aos coordenadores, supervisores e diretores pedagógicos, aos psicólogos e outros especialistas que se interessam pelas questões da aprendizagem e a todos aqueles que, de uma forma ou de outra, trabalham com a formação no nível superior, incluída a formação de mestres e doutores. Os cursos de Pedagogia, de Licenciatura, os Programas de formação continuada de professores e os Programas de Pós-graduação em Educação, especialmente, podem encontrar nos diferentes capítulos do livro uma rica fonte de ideias para reflexão e debate.

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