A última grande lição: o sentido da vida

8/04/2008 - 10:53 Por:

Categoria(s): Educação, Reflexão, Sugestão de leituras

Sugestão de leitura 12

Sensibilidade, emoção, aprendizado, evolução… encontros entre um aluno e seu professor acamado… lição de esperança sobre o sentido da existência, em que a experiência e reflexão são transmitidas de forma simples e comovente…

“A última grande lição: o sentido da vida”, de Mitch Albom, Editora Sextante (GMT Editores Ltda), Rio de Janeiro, 1998.


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Alimentação e Qualidade de Vida

7/04/2008 - 11:53 Por:

Categoria(s): Doenças e problemas de saúde, Gerontologia, Qualidade de Vida

Embora importante para a qualidade de vida, fatores como a falta de vontade de cozinhar, a dificuldade na mastigação por causa de próteses e dentaduras e pouco dinheiro contribuem para a má nutrição dos idosos. Segundo Vanderli Marchiori, diretora da Associação Paulista de Nutrição, nessa fase da vida, há redução da massa muscular, por isso, a dieta precisa ser rica em proteínas.

Além disso, muitos idosos são obesos, porque a atividade física é reduzida, a necessidade energética (em calorias) do organismo cai e o corpo ganha mais gordura ao envelhecer. Muitas vezes, a reeducação alimentar do idoso só ocorre após doenças cardíacas, diabetes etc.

A participação da família é importante. É papel dos filhos incentivar os pais a adotar uma alimentação mais saudável. Isso fica mais difícil se o idoso mora sozinho, mas, mesmo assim, a tarefa não é impossível. Ao visitá-lo, os filhos podem levar alimentos nutritivos, como bolo de cenoura ou tortas recheadas com legumes.

Se o idoso mora com algum membro da família, a tarefa é valorizar cada refeição saudável.

Segundo Vanderli Marchiori, os idosos geralmente são encarregados de fazer o almoço e o jantar da família, pois, sem tempo, os filhos deixam essa tarefa para os pais, que gostam da incumbência.

Como a maioria não vai às compras, cabe aos filhos a seleção dos ingredientes para cada refeição, o que torna mais fácil o controle dos hábitos alimentares do idoso. Os filhos também devem ficar vigilantes no caso do consumo de frutas, já que os idosos apresentam uma certa resistência a adotá-las em seu cardápio.

Publicado no Guia Idoso – Serasa


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Educação no trânsito para idosos (e para todos!!!)

7/04/2008 - 11:31 Por:

Categoria(s): Educação, Gerontologia

Entrevista WebMotors

Por Elisandra Villela Gasparetto Sé (Fonoaudióloga, Mestre em Gerontologia pela Unicamp, Doutoranda em Neurolinguística pela Unicamp)

3- Gostaria que você falasse um pouco sobre educação no trânsito para o idoso hoje.

Para um melhor controle e segurança no trânsito para o idoso, a nova resolução da Lei nº 19.503 de 23 de setembro de 1997, que instituiu o Código de Trânsito Brasileiro teve modificações significativas no âmbito dos direitos e deveres do motorista. A nova resolução (1998) dispõe sobre exames de habilidades física e mental, representando um avanço para um melhor controle, punição e educação no trânsito. Em cursos de medicina do trânsito que todos os médicos e psicólogos devem fazer ao se credenciarem para a realização de peritos, consta um capítulo próprio sobre idoso e outro sobre epidemiologia do acidente de tráfego, o que deve ter maior atenção com o aumento do envelhecimento populacional. O ponto chave desta resolução são as habilitações.

A avaliação comportamental, da personalidade e avaliação neuropsicológica para a identificação de déficits cognitivos em idosos, através de instrumentos específicos para o rastreamento de demência e testes de direção (em ambiente natural ou em simulação) deveriam ser inclusos, uma vez que é importante para analisar a capacitação do idoso para dirigir.

Os idosos não participam no trânsito apenas como motoristas, mas também como pedestres, ciclistas, motociclistas e passageiros. A educação no trânsito deve ser vista em todas as modalidades de deslocamentos.Os principais motivos de deslocamentos dos idosos sejam como motoristas ou usuários de transporte público são para compras, fazer visitas, se hospedar na casa de um parente, ir ao médico, viagens de recreação, esportes e passeios. É triste ainda constatar que faz parte da realidade de muitos idosos o desrespeito às leis, aos direitos dos idosos, o abuso e os maus tratos também no trânsito. Então a educação no trânsito deve partir da iniciativa de todos os usuários e motoristas em toda a faixa etária. É de suma importância uma mudança de paradigma e de tomada de atitude por parte da sociedade para que respeite esse segmento populacional. Muitos idosos ainda sofrem com o preconceito, a imagem cultural negativa que a sociedade tem da velhice, o descaso dentro do ônibus, em metrôs, ruas e avenidas sem faixas e placas, calçadas cheias de buracos, ciclovias, vagas em estacionamentos reservados aos idosos, mas que não são respeitados, etc… Infelizmente nossa sociedade ainda é despreparada para respeitar a diversidade, a individualidade, as características e necessidades da pessoa idosa, para ver o envelhecimento numa perspectiva de desenvolvimento, que o envelhecimento faz parte de toda uma vida e que todos iremos envelhecer.

São numerosos os obstáculos que a pessoa idosa enfrenta para viver e transitar nas cidades brasileiras e estão sujeitos a acidentes de trânsito. Um estudo realizado pela Fundação Oswaldo Cruz (2000) sobre a mortalidade por causas externas em idosos no Brasil, nas capitais de regiões metropolitanas, 29,6% das ocorrências são em acidentes de trânsito/transportes e 16,6% das ocorrências são de quedas em calçadas e travessias de ruas e vias. O erro humano é a causa mais freqüente de acidentes de tráfego.

Torna-se necessário a implantação da acessibilidade para os idosos no trânsito preparando as cidades para o perfil da população que envelhece. Em todo o mundo, o contingente de pessoas com idade igual ou superior a 60 anos tem crescido rapidamente e estima-se que esse cenário irá aumentar.

A educação no trânsito, a responsabilidade e a participação do idoso é um tema no Brasil que deve ser mais discutido a começar pelos dados estatísticos de riscos dessa população e direitos civis dos idosos.


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Dengue… como eu me curei dela!

5/04/2008 - 17:13 Por:

Categoria(s): Curiosidades, Qualidade de Vida, Terapias Complementares

No dia 19 de abril de 2007 eu acordei com dores terríveis no corpo, como se tivesse levado uma surra, estava com febre e muito mal estar, muita dor nas pálpebras, todos sintomas de dengue, mas não queria admitir que estava com esta doença. Como tinha que dar uma aula e depois uma palestra no Sesc, levei argila terapêutica para o trabalho, para fazer uso interno. Tomei água argilosa (uma colher de café do pó da argila em três dedos de água) assim que cheguei ao Teatro de Tábuas (ONG em que eu trabalhava na época) e depois, tomei de novo, após a aula do projeto, por volta de 11:30h. Com isto, consegui reunir forças para dar a palestra no Sesc, mesmo com muita febre, tremendo de frio. Sai de lá e fui para uma consulta de floral com a Mariângela (terapeuta floral e professora de eutonia), mal conseguia manter meus olhos abertos. Passei pela consulta e ela me receitou florais que pudessem auxiliar no meu restabelecimento. Ali mesmo já tomei cinco gotas. Ao chegar em casa, comi metade de um mamão, preparei uma pasta de argila, apliquei no abdômen, tomei mais cinco gotas de floral e fui dormir.

No dia seguinte seria inauguração da sede do Teatro de Tábuas e eu tinha que estar presente. As dores continuavam, mas com menos intensidade, continuava com febre e ainda dor nas pálpebras. A dor no corpo diminuiu consideravelmente. Continuei fazendo uso interno da argila durante umas duas vezes ao longo do dia. Quando cheguei em casa, não consegui comer, pois estava muito enjoada, então, tomei água argilosa, fiz uma aplicação de argila no abdômen e fui dormir. No sábado, passei o dia de cama, comendo bem pouco por causa do enjôo e aplicando argila no abdômen de tempos em tempos. De noite, a febre chegou ao seu limite, tive queda de pressão, perda do equilíbrio e dos sentidos, quedas e convulsão. Após esta crise, o Martim (meu marido) me deu um banho e fomos dormir. De madrugada acordei com fome, mas não consegui comer, consegui me alimentar a base de soro caseiro. No domingo e dias seguintes, continuei com as aplicações de argila no abdômen e tomando soro. A febre cedeu por inteiro na segunda-feira de noite, o enjôo foi diminuindo, mas ainda me sentia fraca e sem energia. Na terça, já consegui voltar a me alimentar e a caminhar e tiveram início as coceiras no corpo. Na quarta já voltei a trabalhar e as coceiras continuaram por mais dois dias, para amenizá-las, lavei os locais ora com água argilosa, ora com água de vinagre de maçã (uma colher de sopa de vinagre de maçã para 500ml de água).

De todos os casos de dengue do Teatro de Tábuas (no total cinco funcionários), o meu foi o último e mais grave, em que tive todos os sintomas desta doença. Por outro lado, a cura se deu mais rápido, acredito que pelo tratamento realizado, em que aliei o uso poderoso da argila terapêutica, o descanso do corpo e técnicas naturais, além de muita espiritualidade.

Relato real de Wanda Patrocinio

Caro leitor, nosso blog se preocupa com a saúde e o bem estar de todas as pessoas. Desenvolvemos um trabalho na área de terapias complementares, porém gostaríamos de salientar que qualquer tratamento aqui sugerido não dispensa uma orientação médica ou qualquer orientação na área que você esteja precisando. Isto significa que os tratamentos com argila terapêutica e outros devem complementar o tratamento já realizado, mantendo sempre o acompanhamento médico.
Atenciosamente,
Equipe GeroVida.

OBS. 1: Não realizamos orientações de tratamentos à distância. O ideal é procurar um terapeuta pessoalmente para receber as informações para o seu caso e depois será possível dar seguimento ao tratamento em sua residência.

OBS. 2: Damos cursos à distância sobre terapias complementares e gerontologia. Os interessados deverão acessar o link: http://www.gerovida.com.br/gerontologia/cursos-distancia.html


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Uso de remédios e velhice 2

4/04/2008 - 11:25 Por:

Categoria(s): Dicas, Gerontologia

Dicas – Em casa

Faça uma lista dos remédios, anotando o nome de cada medicamento, o médico que o receitou, a dose e o horário em que devem ser tomados, e coloque-a junto aos mesmos ou em local visível.

Guarde, também, uma cópia em sua carteira.

Leia e guarde as bulas dos remédios.

Tome o medicamento na dose exata e no horário indicado pelo médico.

Com frequência, faça uma limpeza em seus armários e jogue fora os remédios vencidos. Nunca tome medicamentos fora da validade.

Chame imediatamente seu médico, quando tiver algum problema com os medicamentos.

Não interrompa o tratamento sem a autorização do médico nem reduza a dose sem sua orientação.

Não misture álcool com remédios.

Para lembrar dos horários de tomar o remédio, associe a ingestão do medicamento à sua rotina, como, por exemplo, escovar os dentes. Coloque lembretes no espelho do banheiro, calendários na cozinha e use caixas plásticas com divisões para separar os remédios por horário e dia da semana.

Proteja os seus medicamentos da luz, da umidade e do calor. O banheiro, a cozinha e o carro não são locais adequados para guardá-los.

Coloque na geladeira os remédios que devem ser guardados em temperaturas baixas (como, por exemplo, vacinas e insulina), evitando que sejam congelados.

Evite tomar os medicamentos deitado. Tome-os com água e não com refrigerantes, café, chá ou bebidas quentes.

Dicas – No consultório

Informe sempre seu médico sobre os problemas que teve com medicamentos (irritações na pele, indigestão, falta de apetite, enjôo e tontura, por exemplo).

Antes de começar o tratamento pergunte ao médico qual a maneira correta de tomar os medicamentos.

Pergunte ao seu médico se é possível tomar o remédio junto com as refeições. Alguns medicamentos têm sua eficácia reduzida nessas condições.

Sempre pergunte ao seu médico se há alternativas terapêuticas para o tratamento.

Publicado no Guia Idoso – Serasa


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Nós e o tempo

3/04/2008 - 16:55 Por:

Categoria(s): Poesia

Necessitamos de ritmo.
Distribuímos anos.
Periodizamos a vida.
O dia é um rito.

Nossas leis são reguladas.
Dimensionamos o tempo.
Somos regidos pelos eventos.
Orientamos as horas, acertamos os minutos.
Controlamos os prazos, só não regulamos acontecimentos.
Estamos sempre em compassos, agendando sonhos.

Tempo vivido
Tempo coletivo
Tempo particular

Passado, presente e futuro.
Não existem na linha da vida.
O agora parece não acabar.
Não damos conta que ele já foi algo que acabou.
Estamos sempre pedindo: dá um tempo.
O tempo é fluído, o tempo é um curso.
Nós somos o tempo.

Elisandra Villela Gasparetto Sé – 14/11/2007


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Uso de remédios e velhice 1

2/04/2008 - 8:00 Por:

Categoria(s): Dicas, Gerontologia

Os medicamentos são parte da rotina de praticamente toda pessoa que está na terceira idade. Estudos mostram que cerca de 70% dos idosos têm ao menos uma doença crônica que requer tratamento médico e terapêutico, ou seja, uso de fármacos. No Brasil, os idosos consomem, em média, de 2 a 3,4 medicamentos por dia. Tomar vários medicamentos com horários e doses diferentes nem sempre é fácil, principalmente para as pessoas que têm problemas de memória.

Além da dificuldade que o variado número de medicamentos pode trazer ao dia a dia do idoso, também muda a forma como os remédios agem no corpo. Uma das diferenças está no fato de que, ao envelhecer, o corpo perde água e tecidos (principalmente músculos) e ganha mais gordura, o que pode fazer com que determinado medicamento fique mais tempo no organismo. Problemas nos rins e no fígado também acarretam dificuldade na eliminação de fármacos. Por isso, é preciso que o paciente converse com seu médico, atentando para todos esses fatores na hora de receber a receita de um remédio.

Dicas gerais

Não compre medicamentos em feiras livres ou camelôs.

Só recorra a remédios caseiros após falar com o seu médico.

Não compre vitaminas sem orientação médica.

Exija a nota fiscal de todo remédio que você comprar.

Não tome remédios receitados por amigos, familiares ou balconistas de farmácias e não dê ou indique medicamentos a outras pessoas.

Não acredite nos remédios milagrosos (para reduzir peso, contra calvície e outros) anunciados na TV.

Use o medicamento apenas durante o tempo recomendado e fique atento ao prazo de validade dos medicamentos.

Não repita receitas. Lembre-se de que somente o médico pode avaliar se o tratamento deve continuar ou não.

Publicado no Guia Idoso – Serasa


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Qualidade de vida na velhice

1/04/2008 - 11:04 Por:

Categoria(s): Gerontologia, Qualidade de Vida, Sugestão de leituras

Sugestão de leitura 11

Fala-se muito em qualidade de vida atualmente… recomendamos a leitura do livro “Qualidade de vida na velhice, enfoque multidisciplinar”, organizado por Anita Liberalesso Neri, Editora Alínea, Campinas, 2007.

Parte dos textos trata de temas novos, entre eles o envelhecimento de pessoas portadoras de deficiência física e mental e as relações dos idosos com a morte. Outros veiculam debates e dados atualizados sobre questões demográficas e econômicas, cuidados de longa duração, saúde bucal, fragilidade biológica, cognição, saúde mental e planejamento de ambientes construídos favoráveis aos idosos. Há, também, textos de natureza conceitual, que apresentam novos enfoques teóricos, e sobre avaliação da qualidade de vida na velhice, apropriados à compreensão e ao atendimento às questões do envelhecimento no Brasil.


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Demência no idoso x trânsito

31/03/2008 - 11:49 Por:

Categoria(s): Doenças e problemas de saúde, Educação, Gerontologia

Entrevista WebMotors

Por Elisandra Villela Gasparetto Sé (Fonoaudióloga, Mestre em Gerontologia pela Unicamp, Doutoranda em Neurolinguística pela Unicamp)

2- Como a família deve proceder nos casos de demência no idoso?

A família enfrenta um desafio em orientar e convencer o idoso que ele necessita de uma avaliação e até mesmo deixar de dirigir. Com relação à avaliação que deve ser feita para identificar os casos de idosos que apresentam declínio cognitivo ou até mesmo uma demência inicial é antes de renovar a carteira de habilitação levá-lo ao médico neurologista e explicar o que tem acontecido, as dificuldades que estão surgindo, os riscos, etc… Assim o médico juntamente com uma equipe multidisciplinar fará uma avaliação objetiva e subjetiva da cognição e fará orientações à família quanto à necessidade de outros exames e ou testes para a renovação da CNH e até mesmo quais procedimentos mais seguros a serem tomados.

Desta forma, as informações da família têm de ser precisas e são fundamentais para a tomada de decisão sobre a capacidade do idoso de participar de forma ativa no trânsito ou não para sua melhor segurança. Se o idoso apresenta dificuldades na visão e audição e isto esteja comprometendo a sua aptidão em dirigir, é importante que a família também adote estratégias alternativas para a segurança da pessoa idosa, como, por exemplo, não deixar que saia sozinho, dirigir durante a noite, ao dirigir em estradas deixar que alguém leve ou busque-o no local e até mesmo oferecer alternativas compensatórias como a escolha de um meio de transporte e de melhores horas para seu uso.

Claro que as medidas restritivas não são bem vistas pela pessoa que terá que deixar de fazer algo que sempre fez, mas a tomada de consciência das mudanças advindas com o avançar da idade, que as estratégias compensatórias que poderá utilizar é importante para a preservação da sua qualidade de vida, para eliminar os perigos de acidentes e maiores conseqüências. A família poderá ajudar nesta conscientização e explicar que aceitar a velhice não é a mesma coisa que se considerar velho.


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Vacinas para idosos 2

30/03/2008 - 16:11 Por:

Categoria(s): Doenças e problemas de saúde, Educação, Gerontologia

Contra a pneumonia – Protege o organismo contra a pneumonia causada pela bactéria pneumococo. Em pessoas com mais de 60 anos, a doença é três vezes mais freqüente, além da mortalidade ser maior, razões pelas quais a vacina se torna importante nessa faixa etária. No sistema público de saúde, ela é destinada a idosos hospitalizados ou internados em casas geriátricas e asilos. A vacina tem uma única dose, com reforço após cinco anos. Entre os sintomas da pneumonia estão febre, calafrios, dor no tórax, tosse com catarro e falta de ar.

Outras vacinas

Hepatite B – É uma doença do fígado que em algumas pessoas não apresenta sintomas. Em outras, o doente pode ter sintomas semelhantes aos da gripe: febre baixa, dores musculares e articulares, dor abdominal e diarréia. Cerca de 10% dos pacientes não desenvolvem a doença, mas correm o risco de ter cirrose ou câncer de fígado no decorrer dos anos. No caso dos idosos, o risco é que a hepatite B evolua para formas mais graves. A vacina contra a hepatite B tem indicação universal, ou seja, todos deveriam tomá-la, sendo recomendadas três doses – duas com intervalo de um mês e a terceira cinco meses após a segunda dose. A vacina não está disponível para adultos na rede pública de saúde.

Febre amarela – Deve ser tomada por todas as pessoas que moram ou viajam para regiões de risco no País, entre as quais Mato Grosso, Pará, Goiás, Amazonas e a região oeste dos Estados de São Paulo e Minas Gerais. A febre amarela é uma doença infecciosa de curta duração (no máximo dez dias). Os sintomas gerais são febre, calafrios, dores de cabeça e musculares, náuseas, vômitos e fotofobia (sensibilidade dos olhos à luz). Nos idosos, a febre amarela pode evoluir para um quadro mais grave (queda de pressão, sangramentos e icterícia). A vacinação deve ser realizada dez dias antes da data marcada para a viagem às regiões de risco. Quem já tomou a vacina, deve se imunizar, novamente, e esperar três dias para iniciar a viagem. O sistema público de saúde dispõe dessa vacina.

Publicado no Guia Idoso – Serasa


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