O que é flexibilidade?

27/07/2017 - 14:13 Por:

Categoria(s): Dicas, Gerontologia, Qualidade de Vida, Reflex√£o

O que é flexibilidade?

A flexibilidade √© a capacidade de realizar movimentos em certas articula√ß√Ķes com apropriada amplitude de movimento. Em situa√ß√Ķes pr√°ticas h√° a distin√ß√£o entre:

Flexibilidade estática: é o caso do espacato em Ginástica Artística, ou seja, uma pessoa realiza uma abertura total das pernas apenas com o apoio do solo.

Flexibilidade ativa: é onde há influências de forças externas.

A flexibilidade é considerada por muitos autores como uma capacidade física mista, ou seja, capacidade física coordenativa, na qual exige grande participação do sistema nervoso central e capacidade física condicional, que se refere à capacidade de ser treinável.

A flexibilidade também é considerada uma capacidade física do ser humano que condiciona a obtenção de grande amplitude articular, durante a execução dos movimentos. Ou seja, o quanto que a sua articulação pode movimentar.

Por exemplo, quando uma dona de casa necessita pegar algo embaixo do sof√° ela necessita utilizar toda a sua flexibilidade, alongando os m√ļsculos das costas e da parte posterior das pernas. Essa mesma flexibilidade √© utilizada quando ela vai estender a roupa em um varal, j√° que a articula√ß√£o do ombro faz com que o bra√ßo se eleve e os m√ļsculos s√£o obrigados a se estenderem.

Atenção!

O estudo da flexibilidade, como uma das capacidades f√≠sicas, √© de crucial import√Ęncia para diversos esportes bem como para o condicionamento f√≠sico de sedent√°rios. Deve-se levar em conta, em todos os casos, que a flexibilidade de uma pessoa √© vari√°vel, de acordo com seus h√°bitos e estrutura corporal e que essas diferen√ßas devem ser respeitadas para que os benef√≠cios da flexibilidade atuem de forma global no desenvolvimento do indiv√≠duo.

Agora vamos conhecer as classifica√ß√Ķes da flexibilidade.

Podemos classificar a flexibilidade quanto √† sua abrang√™ncia e articula√ß√Ķes envolvidas.

Quanto à sua abrangência temos:

  1. a) Flexibilidade geral: observada em todos os movimentos de uma pessoa englobando as suas articula√ß√Ķes (juntas);
  2. b) Flexibilidade espec√≠fica: refere-se a um ou alguns movimentos realizados em determinadas articula√ß√Ķes (juntas).

Agora conheceremos a classifica√ß√£o da flexibilidade quanto √†s articula√ß√Ķes envolvidas:

  1. a) Flexibilidade simples: a√ß√£o articular em uma √ļnica articula√ß√£o;
  2. b) Flexibilidade composta: quando o movimento envolve mais de uma articulação.

Fonte: Portal Educação

Contribuição enviada por Daliane Batista Cardoso*

* Educadora física, parceira da GeroVida no envio de artigos para o blog.

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A Secreta Viagem

25/07/2017 - 11:08 Por:

Categoria(s): Arte, Poesia, Reflex√£o

A Secreta Viagem

No barco sem ningu√©m, an√īnimo e vazio,
ficamos n√≥s os dois, parados, de m√£o dada…
Como podem só dois governar um navio?
Melhor é desistir e não fazermos nada!

Sem um gesto sequer, de s√ļbito esculpidos,
tornamo-nos reais, e de madeira, √† proa…
Que figuras de lenda! Olhos vagos, perdidos…
Por entre nossas m√£os, o verde mar se escoa…

Aparentes senhores de um barco abandonado,
n√≥s olhamos, sem ver, a long√≠nqua miragem…
Aonde iremos ter? Com frutos e pecado,
se justifica, enflora, a secreta viagem!

Agora sei que és tu quem me fora indicada.
O resto passa, passa… alheio aos meus sentidos.
Desfeitos num rochedo ou salvos na enseada,
a eternidade é nossa, em madeira esculpidos!

David Mour√£o Ferreira, in “A Secreta Viagem”.

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Acreditar

22/07/2017 - 9:47 Por:

Categoria(s): Dicas, Qualidade de Vida

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Dicas para melhorar a comunicação com o Idoso

20/07/2017 - 10:08 Por:

Categoria(s): Dicas, Gerontologia, Qualidade de Vida, Reflex√£o

Algumas vezes, por diversos motivos, o idoso perde a capacidade de falar. Mas, muitas vezes, a capacidade de entender o que falamos √© preservada. Isso acontece, por exemplo, em caso de sequela de AVC.¬†J√° em pessoas com Doen√ßas Cr√īnicas, como a Doen√ßa de Alzheimer, a perda gradativa da capacidade de comunica√ß√£o¬†envolve falar e entender.

Assim, torna-se importante falarmos um pouco sobre como se comunicar com os idosos. Principalmente, em como manter uma comunicação mais saudável e eficiente possível, independentemente das patologias associadas.

Algumas dicas de comunicação para quem cuida de idosos com algum grau de dificuldade de linguagem falada são:

  1. Usar frases curtas e objetivas;
  2. Repetir a mensagem por meio de palavras diferentes caso haja dificuldade de interpreta√ß√£o. Por exemplo: se ‚ÄúPrecisamos comprar p√£o para o lanche da tarde‚ÄĚ n√£o foi entendido, pergunte ‚ÄúVamos at√© a padaria?‚ÄĚ;
  3. Falar abertamente, em frente ao idoso, sem esconder a boca. N√£o sair da frente do idoso enquanto fala;
  4. Manter um volume de fala audível para o idoso e evitar outros barulhos e ruídos que possam atrapalhar a audição;
  5. N√£o interromper o idoso quando ele est√° falando. Principalmente, para os que est√£o enfrentando alguma dificuldade de express√£o por linguagem falada;
  6. Evitar a infantiliza√ß√£o, principalmente quando estamos falando com um idoso l√ļcido, com suas capacidades mentais preservadas (mesmo com dificuldades de se expressar);
  7. Pode-se usar a linguagem escrita quando possível e necessário;
  8. Não esqueça que toques físicos como abraços, dar as mãos, etc. fazem parte da comunicação afetiva.

http://idosos.com.br/comunicacao-com-idoso/

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Palestra Valinhos

18/07/2017 - 8:46 Por:

Categoria(s): Educa√ß√£o, Homeostase Qu√Ęntica Informacional, Palestras, Qualidade de Vida, Terapias Complementares

 

Ol√° Pessoal!

Para você que é de Valinhos e região, venha participar:

Palestra

Homeostase Qu√Ęntica Informacional (HQI)

A HQI tem como objetivo ensinar as pessoas a como adquirir o autocontrole da sa√ļde emocional, mental e f√≠sica. √Č um m√©todo que permite ao indiv√≠duo, por meio de sua consci√™ncia, acessar e eliminar (transformar) traumas que quebram a estabilidade de seu sistema (corpo + mente + emo√ß√£o). Esta terapia tem fundamentos cient√≠ficos com base na f√≠sica qu√Ęntica informacional e fundamentos emp√≠ricos (Instituto Quantum). O processo de aprendizado n√£o exige acreditar; basta querer. Se voc√™ se interessou, venha conhecer!

Programe-se: dia 22 de agosto, às 19h30.

Informa√ß√Ķes e inscri√ß√Ķes: http://www.nucleovidas.com.br/hqi-palestra-e-curso/

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Praticando HQI

12/07/2017 - 9:21 Por:

Categoria(s): Educa√ß√£o, Homeostase Qu√Ęntica Informacional, Qualidade de Vida, Terapias Complementares

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Como manter a memória saudável

11/07/2017 - 11:21 Por:

Categoria(s): Cursos, Educação, Gerontologia, Qualidade de Vida

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Artigo Mente e Matéria

8/07/2017 - 11:02 Por:

Categoria(s): Dicas, Reflex√£o

Mente e Matéria

Gostaria primeiro de colocar a questão da mente em termos físicos, materiais. A pergunta inicial é: o que é a matéria? Podemos definir matéria, em termos macroscópicos, como tudo aquilo que tem massa e ocupa lugar no espaço. Microscopicamente, matéria deixa de ocupar um lugar no espaço e passa a ser estudada como uma forma de energia. Existe um interessante experimento em que atira-se um elétron em uma parede com dois furos. O elétron passa pelos dois furos ao mesmo tempo e volta a se reunir do outro lado. Para este experimento, o elétron é modelado como uma onda. Pois bem, eis o homem, um monte de energia confinada a certos vales no espaço. Onde está a mente, onde ela fica?
Primeiro: o que se conhece sobre a mat√©ria? Muita coisa. Sabe-se que o movimento da mat√©ria √© regido por tr√™s for√ßas. For√ßas el√©tricas, gravitacionais e de coes√£o do n√ļcleo. A for√ßa de coes√£o do n√ļcleo √© uma for√ßa que faz com que os pr√≥tons, de cargas positivas, n√£o se afastem no n√ļcleo de um √°tomo. A for√ßa gravitacional √© bem conhecida de todos e as for√ßas el√©tricas s√£o as que geram maior n√ļmero de fen√īmenos f√≠sicos. Quando chuta-se uma bola, √© a for√ßa de repuls√£o el√©trica entre o p√© e a bola que n√£o deixa que o p√© entre na bola, impelindo esta para frente.
√Č bem sabido que todo ser humano √© composto de √°tomos, de mat√©ria. Se olharmos para cada pedacinho de n√≥s, somos estes fragmentos de energias preso em vales que v√£o de um lado para outro num movimento que depende das tr√™s for√ßas acima citadas. Analisando nosso corpo microscopicamente, todos os movimentos s√£o determin√≠sticos e os grandes movimentos e a√ß√Ķes nada mais s√£o que a soma destes pequenos movimentos determin√≠sticos.
Este determinismo mec√Ęnico te√≥rico, que ainda esbarra na teoria do caos e no princ√≠pio da incerteza da mat√©ria, apesar de seu valor filos√≥fico, n√£o tem valor pr√°tico nenhum. Modelar dois el√©trons em torno do n√ļcleo j√° d√° bastante trabalho, lembre que os dois el√©trons s√£o atra√≠dos pelo n√ļcleo e se repelem entre si. O que dizer de modelar uma quantidade impensavelmente grande de √°tomos e mol√©culas, um a um? Somos uma m√°quina meramente mec√Ęnica, sim, mas t√£o complicada que n√£o pode ser vista como tal. Todos n√≥s temos uma mente, este algo que cheira, v√™, sente, pensa, ama, tem medo e vive. Mesmo que ela n√£o exista de fato, no mundo f√≠sico, temos experimentado diariamente esta impress√£o de estar vivos e conscientes.
A vida surgiu e, por conseguinte, os seres conscientes surgiram na terra impulsionados por uma pequena for√ßa que vinha l√° do sol, que, enquanto se desorganizava, alguma mat√©ria aqui na terra foi, caprichosamente, se organizando. Para muitos parece paradoxal, contraria a segunda lei da termodin√Ęmica que fala em constante desorganiza√ß√£o da mat√©ria. Paradoxal que, com o passar do tempo, a vida tenha come√ßado a existir. Muitos falam que a exist√™ncia do homem e dos demais seres vivos seja um milagre. Milagre ou n√£o vemos que a vida foi se organizando de forma continua pelos milh√Ķes de anos e foram surgindo concentra√ß√Ķes nervosas que culminaram com o aparecimento da consci√™ncia.
Podemos dizer que a mente é uma ilusão e que, de fato, no mundo físico, não existe. Sim, isto que chamamos de mente, consciência, subconsciência e inconsciência, seria apenas uma ilusão adaptativa fruto de uma evolução biológica que tem por fim perpetuar as espécies.
A mente √© uma ilus√£o… E agora? O que √© esta ilus√£o?
Queria citar agora o pouco que compreendo sobre uma an√°lise dicot√īmica do Universo. Primeiramente temos o universo f√≠sico onde existe banana, vaca e demais coisas f√≠sicas. Fora este universo, existe um outro tipo de universo, onde as coisas n√£o s√£o, mas sim, significam. Uma pedra deixa de ser uma pedra e passa a ser um significado dentro de um dado universo que existe, por exemplo, dentro de uma pessoa. A pedra “n√£o √©”, a pedra “existe”. H√° uma ideia pante√≠sta de Deus que √© o ser que sustenta a uni√£o de todos os universos de significado atrav√©s de um √ļnico universo de exist√™ncia.
A mente não existe, ou não está, dentro do universo físico mas ela existe sendo um universo de significado, um universo metafísico, o universo de cada pessoa.
Podemos chamar mente de universo, universo simb√≥lico de cada ser humano. Algumas belas obras com cunho filos√≥fico ou religioso tentam alertar que o mundo f√≠sico n√£o √© o mais importante. Que existe um Deus, que existe um c√©u, que existe o bem, o mal, ou que, pelo contr√°rio, n√£o existe evid√™ncia de Deus, que o bem e o mal s√£o coisas relativas, que o ser humano vive dentro de um universo incompreens√≠vel e sem ter certezas de quase nada. Estas duas formas de se pensar, filos√≥fica e religiosa, diametralmente antag√īnicas, mas profundamente pr√≥ximas, levam o ser humano a refletir sobre quest√Ķes metaf√≠sicas. Seja a mente humana dotada de uma alma imortal que, ao final da jornada aqui na Terra vai se unir com uma alma de um ser superior, ou seja a mente finita no tempo e dependente biologicamente do corpo, quest√Ķes estas que cada um de n√≥s tem a liberdade de optar, ou, at√© mesmo de viver sem fazer uma op√ß√£o entre elas, temos que assumir que h√° um n√≠vel mais abstrato de exist√™ncia onde o ser humano existe em sua ess√™ncia e √© neste outro universo mais abstrato que podemos experimentar a exist√™ncia da mente atrav√©s de nossa pr√≥pria exist√™ncia.

Autor: Luís Augusto Angelotti Meira
Fonte: http://www.cerebromente.org.br/n13/opiniao/mente.html

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Curso B√°sico HQI

6/07/2017 - 15:55 Por:

Categoria(s): Cursos, Educa√ß√£o, Homeostase Qu√Ęntica Informacional, Qualidade de Vida, Terapias Complementares

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Indicação de leitura

4/07/2017 - 10:14 Por:

Categoria(s): Educação, Reflexão, Sugestão de leituras

Ol√° Pessoal!

Hoje vamos indicar um livro que √† primeira vista, √© para crian√ßas, mas na defini√ß√£o de Antoine Saint-Exup√©ry, seu autor, “um livro urgent√≠ssimo para adultos”.

Utilizando uma narrativa poética, o livro busca apresentar uma visão diferente de mundo, levando o leitor a mergulhar no próprio interior, reencontrando sua criança.

Apesar da presença de dois personagens e do registro de um diálogo entre o aviador e uma criança, diversos aspectos autobiográficos estão presentes nesta narrativa.

Atrav√©s de imagens simb√≥licas e as passagens na vida do autor, est√£o ali presentes: casamento/separa√ß√£o, profiss√Ķes, sonhos e decep√ß√Ķes.

Os dois personagens tornam-se representa√ß√Ķes do pr√≥prio Saint-Exup√©ry, em um mon√≥logo interior entre o “eu” e o “outro”.

Boa leitura!

O PEQUENO PRINCIPE
Autor: SAINT-EXUPERY, ANTOINE DE
Editora: AGIR

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