Atendimento em domicílio

1/05/2014 - 11:12 Por:

Categoria(s): Cursos, Gerontologia

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Memória, Aprendizagem e Esquecimento

30/04/2014 - 9:24 Por:

Categoria(s): Sugestão de leituras

Sugestão de Leitura 195

livromemoriaaprendizagemesquecimento

Autor: Antonio Carlos de Oliveira Correa
Editora: Atheneu
Ano: 2010

“Memória, aprendizagem e esquecimento – a memória através das neurociências cognitivas é livro que transmite a experiência didática de mais de 20 anos de autor na área do envelhecimento cerebral, da psicopatologia do envelhecimento, da psiquiatria geriátrica e das demências, para as quais o estudo da memória se torna essencial”.

Sumário
Introdução
Histórico
O achado que mudou o curso da história dos estudos da memória
A neuropsicologia da memória
A neurobiologia da memória
A neuroquímica da memória
Neuroimagens e memória
O trabalho integrado da memória
O esquecimento normal
Transtornos da memória
Transtornos de memória associados à idade
A avaliação da memória
Anexo A – Sinopse clínica dos transtornos da memória
Anexo B – Manual diagnóstico e estatístico de transtornos mentais
Anexo C – Diagnóstico diferencial de um déficit mnêmico
Referências bibliográficas
Agradecimentos e créditos
Índice remissivo

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Atividade física: A reciclagem do corpo humano

24/04/2014 - 9:09 Por:

Categoria(s): Qualidade de Vida

Contribuição enviada por Daliane Batista Cardoso*

 Parte 2

renovadoUm remédio que imita a atividade física

Graças ao trabalho americano, no futuro talvez a gente encontre pílulas que incitem a autofagia como uma corrida, o que ajudaria no combate a várias doenças. Porém, isso demorará para acontecer — se acontecer. Por isso, o esporte ainda é o melhor medicamento.

A inanição serve como um exercício?

Já existem evidências científicas sólidas de que ficar um bom tempo sem comer também ativa a autofagia. “Só que, nesse contexto, o processo é deflagrado com o intuito de consumir o interior das células para garantir um pouco mais de energia”, relata o educador físico Rafael Lambertucci. Ou seja, um estômago vazio por um período prolongado não preserva cada uma das partes que nos compõem, mas, sim, as queima aos poucos só para garantir a sobrevivência do indivíduo.

O reaproveitamento do lixo

 Veja como a autofagia atua dentro da célula:

Acúmulo de dejetos: Com o passar do tempo, certas moléculas de proteína que participam de inúmeras tarefas das células ou que formam sua maquinaria e seu DNA começam a apresentar defeitos. É um enorme amontoado de resíduos tóxicos que, sem tratamento, gera um caos nada saudável, capaz de repercutir na integridade celular e no tecido da qual ela faz parte.

Ameaças ensacadas: Ainda não se sabe exatamente como, mas o exercício auxilia o organismo a criar em maior quantidade autofagossomos mais eficientes e rápidos. Trata-se de membranas que englobam as sobras maléficas, impedindo que elas continuem a causar estragos.

Centro de compostagem: Os sacos de lixo — ou melhor, os autofagossomos — desembocam em lisossomos, que aproveitam o material antes perigoso para construir proteínas novas. As principais funções delas você conhece abaixo:

 1. Mitocôndrias: Juntas, as moléculas recicladas podem formar a organela com o nome acima. E é ela que, ao se valer de glicose e oxigênio, fabrica energia para as atividades do organismo, de uma contração muscular até o armazenamento de memórias.

 2. Energia extra: Se a célula necessitar de um gás a mais urgentemente, aquelas proteínas são quebradas em componentes menores, parecidos com carboidratos e gorduras. Ou seja, com potencial para se tornarem substratos energéticos.

 3. DNA: Nosso código genético é formado por uma grande sequência de aminoácidos. Quando um deles falha, outro pode ser obtido por meio daquelas partículas reaproveitadas, deixando nossos genes intactos.

Corpo renovado

A conversão do lixo celular em material aproveitável traz ganhos dos pés à cabeça:

Coração: Além de oferecer gás extra para aqueles momentos mais desgastantes, a autofagia mantém as células do peito com saúde para dar e vender, o que aplaca o risco de complicações.

Pâncreas: As células beta desse órgão produzem insulina, hormônio que controla a glicemia. Elas desempenham melhor seu papel quando não há resíduos tóxicos por ali e toda a maquinaria está em ordem.

Câncer: Os substratos reciclados substituem pedaços falhos do DNA que poderiam transformar uma célula sadia em uma potencialmente cancerosa.

Músculos: Suas fibras conquistam resistência por conseguirem aproveitar com eficácia a glicose. Assim, as caminhadas ficam mais longas – ou até viram corridas com o passar do tempo.

Metabolismo: Em tese, ele se tornaria acelerado quando somos ativos porque, entre outras coisas, células imaculadas simplesmente trabalham em dobro e, dessa forma, gastam mais calorias.

Fonte: Revista Saúde

 * Educadora física, parceira da GeroVida no envio de artigos para o blog.

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Capacitação para Estímulos à Memória de Idosos

17/04/2014 - 9:02 Por:

Categoria(s): Cursos, Gerontologia

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Osteoporose

15/04/2014 - 11:45 Por:

Categoria(s): Doenças e problemas de saúde, Gerontologia

osteoporoseA osteoporose é uma doença caracterizada pela alteração da qualidade do osso e por sua baixa massa, podendo levar ao desenvolvimento de dor, de fraturas, de deformidades e de incapacidade física devido à resistência óssea.

Por ser uma doença assintomática, as pessoas tomam o conhecimento da doença quando ocorre uma fratura. Os locais de maior ocorrência são vértebras (tórax e lombar), punhos e região proximal do fêmur.

De origem multifatorial, a osteoporose é uma alteração crônica e progressiva que afeta o esqueleto. Geralmente, a nutrição inadequada, com deficiência em cálcio e vitamina D, pode ocasionar a osteoporose.

A prevenção da osteoporose e a prevenção das fraturas quando a doença já está instalada são preditas por três fatores que devem ser realizados em conjunto: adequação nutricional; hábito de vida saudável, com exercício físico e evitar o álcool e o tabaco; e adequação do ambiente para evitar quedas.

Para realizar o diagnóstico utiliza-se a densitometria óssea que é um método não invasivo e de rápida execução, trata-se de um exame de grande exatidão e precisão. Mas não há diagnóstico clínico significativo para a osteoporose em fase inicial, porém exame físico e anamnese completos deverão ser realizados. Além disso, podem ser realizados exames laboratoriais, biomarcadores ósseos e radiografias convencionais para diagnosticar a osteoporose.

O tratamento da osteoporose é feito tanto com medidas preventivas para diminuir o risco de fraturas, como aumentar a massa óssea e controlar a doença. Para isso, há medicamentos específicos e recomenda-se a execução de atividades físicas de modo regular, podem ser realizados outras terapias e tratamentos que complementem e atuem no alívio das dores.

 Referência:

Silvia Regina Mendes Pereira e Laura Maria Carvalho de Mendonça. Osteoporose e Osteomalacia. In: FREITAS, E. V. Tratado de Geriatria e Gerontologia, 3 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, cap.73, pp.839 – 856, 2011.

 Por: Roberta dos Santos Tarallo.

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Workshop РDoen̤a de Alzheimer

28/03/2014 - 9:47 Por:

Categoria(s): Cursos, Doenças e problemas de saúde, Educação, Gerontologia

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Atendimento em domicílio

14/03/2014 - 10:20 Por:

Categoria(s): Cursos

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Tireoide no Idoso

6/03/2014 - 13:24 Por:

Categoria(s): Gerontologia

tireoideDe difícil diagnóstico, as alterações tireoidianas no idoso podem não ser distinguidas do processo fisiológico relacionado ao envelhecimento.

Em geral, o peso da glândula tireoidiana pode aumentar, diminuir ou se manter. A taxa de captação de iodo pela tireoide e pelo rim diminui após os 60 anos e a eliminação de iodo na urina diminui significativamente após os 80 anos.

Na maioria das vezes o tamanho aumenta e outras alterações microscópicas podem aparecer, porém não necessariamente implica no fato de que o idoso será portador de disfunção de tireoide.

 Hipotireoidismo

Os hormônios tireoidianos estão em baixa quantidade e essa taxa diminuída faz com que a velocidade dos processos metabólicos do organismo também diminua. Os sinais e sintomas mais frequentes em idosos são as sensações de fraqueza e de fadiga.

Os hormônios tireoidianos exercem uma ação importante sobre o músculo cardíaco. Quando esses se apresentam em taxas baixas ocorre à diminuição da frequência cardíaca.

 Hipertireoidismo

O diagnóstico clínico apresenta maior grau de dificuldade no idoso, pois os sinais e sintomas clássicos estão ausentes. No geral, pode ser observado maior sudorese, excesso de sede, intolerância ao calor, tremor, nervosismo e aumento de apetite.

Idosos com histórico de bócio podem apresentar com mais frequência o hipertireoidismo.

Nódulos e neoplasia de tireoide

Com o envelhecimento, o aparecimento de nódulos de tireoide é maior, por isso, o primeiro passo é a avaliação funcional do nódulo tireoidiano.

Referência:

Fábio Nasri. Alterações de Tireoide e Paratireoide. In: FREITAS, E. V. Tratado de Geriatria e Gerontologia, 3 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, cap.71, pp.823 – 830, 2011.

Por: Roberta dos Santos Tarallo.

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Workshop РDoen̤a de Alzheimer

21/02/2014 - 8:30 Por:

Categoria(s): Cursos

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Workshop РDoen̤a de Alzheimer

7/02/2014 - 10:22 Por:

Categoria(s): Cursos, Doenças e problemas de saúde, Educação, Gerontologia, Palestras, Qualidade de Vida, Reflexão

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