Vaidade na Velhice

15/06/2017 - 17:53 Por:

Categoria(s): Dicas, Gerontologia, Qualidade de Vida, Reflex√£o

A vaidade √© muito bem vinda, uma vez que trabalha com a autoestima. Fazer as unhas, passar batom, pintar os cabelos, fazer massagem, entre outros mimos, est√° longe de ser uma futilidade. A vaidade √© fundamental para a sa√ļde dos idosos, pois significa amor-pr√≥prio e quem se ama se cuida no todo.
Quem pensa que apenas os jovens, no auge da idade, estão preocupados com a aparência, se engana. As mulheres de 60, 70, 80, 90 anos e mais querem ficar bonitas também.
Nesta fase manter uma rotina de higiene, cuidados com os cabelos e barba é mais do que estético, é terapia. Estimular, inclusive os homens, aos cuidados com a própria aparência se torna importante nesse momento de vida.
Sugerimos algumas dicas de cuidados: usar protetor solar todos os dias para evitar manchas e c√Ęncer de pele; manter a pele hidratada; manter-se hidratado com consumo de √°gua e l√≠quidos para ajudar no metabolismo; com poss√≠vel redu√ß√£o do volume do cabelo, sugere-se ter um corte mais curto; investir na hidrata√ß√£o do cabelo; para cabelos grisalhos ou brancos h√° xampus que tiram o amarelado.

Fonte: http://www.residencecare.com.br/‚Ķ/vaidade-na–terceira–‚Ķ/64

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Envelhecendo com sa√ļde emocional, mental e f√≠sica por meio da Homeostase Qu√Ęntica Informacional

8/06/2017 - 10:35 Por:

Categoria(s): Gerontologia, Homeostase Qu√Ęntica Informacional, Terapias Complementares

Este artigo tem como objetivo apresentar uma nova vis√£o do conceito de sa√ļde por meio da elimina√ß√£o das causas da quebra da homeostasia no n√≠vel informacional. Inicialmente o estudo se baseou na observa√ß√£o do tratamento de 2.500 casos e, atualmente, atingimos o n√ļmero de 7.320 pessoas atendidas. Esperamos que este artigo contribua com a mudan√ßa de paradigmas na busca da simplifica√ß√£o dos processos de tratamento, e, tamb√©m, para o campo da Gerontologia Aplicada, por meio do cuidado aos idosos para que possam envelhecer com sa√ļde emocional, mental e f√≠sica.

O artigo est√° dividido da seguinte forma: na primeira parte, discorreremos sobre as teorias da f√≠sica qu√Ęntica informacional e a Teoria Holoinformacional da consci√™ncia. Na segunda parte, apresentaremos o m√©todo de quantiza√ß√£o da informa√ß√£o que permitiu com que essa teoria fosse colocada em pr√°tica para, em seguida, tratarmos dos diversos tratamentos ou medicinas na vis√£o informacional. Demonstraremos a aplica√ß√£o da metodologia da Homeostase Qu√Ęntica Informacional no processo de envelhecimento saud√°vel. Por fim, apresentaremos alguns depoimentos de pessoas, com 60 anos ou mais, que obtiveram resultados positivos com a pr√°tica dessa t√©cnica.

Abaixo o link para acessar o artigo completo

http://revistas.pucsp.br/index.php/kairos/article/view/26629/19047

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Brasil 2050: desafios de uma nação que envelhece

3/03/2017 - 10:44 Por:

Categoria(s): Gerontologia, Sugest√£o de leituras

Sugest√£o 224
Brasil 2050: desafios de uma nação que envelhece

Autores: Centro de Estudos e Debates Estratégicos
Ano: 2017
Editora: C√Ęmara dos Deputados

Link para baixar o livro gratuitamente: http://bd.camara.gov.br/bd/handle/bdcamara/31619

 

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Diagnóstico e Tratamento dos Transtornos de Humor em Idosos

15/02/2017 - 15:01 Por:

Categoria(s): Gerontologia, Sugest√£o de leituras

Sugest√£o de Leitura 223
Diagnóstico e Tratamento dos Transtornos de Humor em Idosos
Autores: Cássio M. C. Bottino, Sergio Luís Blay e Jerson Laks.
Ano: 2012
Editora: Atheneu

A obra aborda os principais aspectos da epidemiologia, psicopatologia, etiologia e neurobiologia, diagn√≥stico diferencial, tratamento farmacol√≥gico e psicossocial dos transtornos do humor (transtornos depressivos e transtorno afetivo bipolar). S√£o abordados em profundidade tamb√©m as condi√ß√Ķes cl√≠nicas com√≥rbidas que interferem com o tratamento e as estrat√©gias de preven√ß√£o desses transtornos em pacientes idosos.

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Revolução das 7 mulheres

24/10/2016 - 8:49 Por:

Categoria(s): Gerontologia, Reflex√£o, Sugest√£o de leituras

Sugest√£o de leitura 219

revolucaodas7mulheresAutora: Marcia Neder
Ano: 2015
Editora: Senac S√£o Paulo
Sinopse: Há uma revolução da longevidade acontecendo no mundo. E no Brasil também. O Brasil passou de um país jovem para um país maduro. Atualmente existem mais pessoas idosas do que há cinco décadas. Será necessário criar na sociedade uma nova visão sobre o envelhecimento e novos valores culturais que abracem essa população sem preconceitos, de uma forma como nunca foi feita antes.
O ponto de partida para essa incontorn√°vel transforma√ß√£o √© entender que a Terceira Idade n√£o √© um borr√£o sem nuances. H√° v√°rios nichos com diferentes necessidades, aspira√ß√Ķes e estilos de vida. √Č imprescind√≠vel enxergar o detalhe. As mulheres t√™m um papel crucial nessa nova sociedade que precisamos construir, especialmente um grupo de mulheres ativ√≠ssimas que j√° provou o seu valor na revolu√ß√£o feminina da segunda metade do s√©culo passado e est√° outra vez abrindo novos caminhos para as gera√ß√Ķes futuras.
Este livro, da jornalista Marcia Neder, traz uma pesquisa qualitativa que retrata os sete perfis que representam as mulheres dessa geração revolucionária e mais uma série de dados que mostram em detalhes quem são, o que pensam, como fazem as escolhas, como enxergam o futuro ainda longo que têm pela frente e a responsabilidade do próprio papel nessa nova sociedade.

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Livro: Pessoa Idosa Dependente

23/09/2016 - 10:20 Por:

Categoria(s): Gerontologia, Sugest√£o de leituras

Sugest√£o de leitura 2018

pessoaidosadependentePESSOA IDOSA DEPENDENTE: Pol√≠ticas P√ļblicas de Cuidados Intermedi√°rios ao Idoso no Brasil e a Atua√ß√£o do Minist√©rio P√ļblico

Autora: Iadya Gama Maio
Ano: 2016
Editora: Juru√°
Sinopse: Esta publica√ß√£o traz uma abordagem investigativa acerca do envelhecimento populacional nas sociedades contempor√Ęneas e sobre a responsabilidade pelo cuidado em diferentes pa√≠ses. Apresenta uma an√°lise das op√ß√Ķes de pol√≠ticas assist√™nciais voltadas √† pessoa idosa, existentes no Brasil e, ainda, o papel institucional do Minist√©rio P√ļblico (MP) como fomentador de pol√≠ticas p√ļblicas e garantidor dos direitos sociais dessa parcela da popula√ß√£o.

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Palestras | GeroVida

21/09/2016 - 8:44 Por:

Categoria(s): Dicas, Doen√ßas e problemas de sa√ļde, Educa√ß√£o, Ervas Medicinais, Fita Funcional, Gerontologia, Homeostase Qu√Ęntica Informacional, Jogos, Palestras, Qualidade de Vida, Reflex√£o, Sem categoria, Terapias Complementares, Tratamento de Doen√ßas

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Fragilidade na Velhice

19/09/2016 - 10:24 Por:

Categoria(s): Gerontologia

fragilidade-idoso‚ÄúCaracteriza-se por diminui√ß√£o das reservas de energia, desregula√ß√£o neuroend√≥crina, decl√≠nio da fun√ß√£o imune e redu√ß√£o da resist√™ncia aos estressores. Relaciona-se de forma robusta com risco para morte em prazo relativamente curto, doen√ßas cr√īnicas, incapacidades, quedas e necessidade de institucionaliza√ß√£o.‚ÄĚ
Com vistas a explicar as condu√ß√Ķes relacionadas ao envelhecimento n√£o saud√°vel, muitos estudos v√™m sendo realizados desde os anos de 1990.
Nos Estados Unidos, um grupo liderado por Linda M. Fried definiu cinco crit√©rios referenciados √† fragilidade: 1) perda de peso n√£o intencional no √ļltimo ano; 2) fadiga; 3)baixa for√ßa de preens√£o; 4) lentid√£o ao caminhar; 5) baixa taxa de gasto energ√©tico semanal em exerc√≠cios f√≠sicos e atividades dom√©sticas.
A presença de um ou dois critérios indica que a pessoa é pré-frágil e três ou mais características do fenótipo significam fragilidade.
A fragilidade tem origem em varia√ß√Ķes g√™nicas expressas em oxidativo, encurtamento dos tel√īmeros, danos ao DNA, e sofre efeitos acumulados ao longo da vida. Inatividade, sarcopenia, anorexia, osteopenia, decl√≠nio cognitivo, incapacidade e doen√ßas (inflamat√≥rias) cr√īnicas s√£o indicadores de vulnerabilidade.
Sendo assim, a fragilização é um processo acumulativo, multifatorial e multideterminado que se expressa no tempo, ao longo dos anos. As oportunidades sociais, o estilo de vida, as atitudes e hábitos culturais, a personalidade e o nível de escolaridade.
O Estudo Fibra (Fragilidade em Idosos Brasileiros) evidenciou que entre os fr√°geis, havia mais vi√ļvos, analfabetos, com menos instru√ß√£o formal e com baixa renda; sugerindo que as vari√°veis socioecon√īmicas podem tornar mais prov√°vel a emerg√™ncia de fragilidade. Al√©m disso, a pesquisa mostrou que as maiores freq√ľ√™ncias de indiv√≠duos com perda ponderal, fadiga, baixa for√ßa de preens√£o, lentid√£o de marcha e inatividade f√≠sica ocorreram entre idosos vi√ļvos.
Ressalta-se que entender sobre o assunto visando √†s possibilidades de adapta√ß√£o e a diminui√ß√£o dos riscos em desenvolver a fragilidade √© imprescind√≠vel. Evitar ou adiar a transi√ß√£o da condi√ß√£o de pr√©-fragilidade para a de fragilidade se faz necess√°rio tanto para a pessoa e a fam√≠lia, quanto para a comunidade e na√ß√Ķes a pouparem recursos materiais e humanos, bem como a promoverem o bem-estar e a qualidade de vida.

Referência:
Anita Liberalesso Neri. Fragilidade. Palavras-chave em Gerontologia. Editora Alínea, Ed.4, pp.166-176, 2014.

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Espaço GeroVida

26/08/2016 - 9:27 Por:

Categoria(s): Arte, Curiosidades, Cursos, Dicas, Doen√ßas e problemas de sa√ļde, Educa√ß√£o, Ervas Medicinais, Fita Funcional, Gerontologia, Homeostase Qu√Ęntica Informacional, Jogos, Palestras, Poesia, Qualidade de Vida, Reflex√£o, Sem categoria, Sugest√£o de leituras, Terapias Complementares, Tratamento de Doen√ßas

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O envelhecimento e a sexualidade

24/08/2016 - 13:52 Por:

Categoria(s): Gerontologia

essenciaO envelhecimento √© um processo heterog√™neo e, por isso, dever ser compreendido a partir das diferen√ßas biol√≥gicas, culturais, hist√≥ricas, psicol√≥gicas e, at√© mesmo sexuais do indiv√≠duo em cada sociedade. A velhice, tal qual as demais fases da vida (inf√Ęncia, juventude, idade adulta) √© circunscrita por transforma√ß√Ķes corporais, emocionais, sociais e econ√īmicas. Enquanto categoria, a velhice n√£o a pessoa em si, ou seja, a idade cronol√≥gica n√£o determina as experi√™ncias vividas, pois a forma como cada pessoa envelhece √© um somat√≥rio de diversas condi√ß√Ķes percorridas ao longo da vida.
A sexualidade √© um tema que deve ser refletido em todas as etapas do envelhecimento. Durante esse processo h√° ressignifica√ß√Ķes imagin√°rias e simb√≥licas, em que as manifesta√ß√Ķes, fantasias, sonhos e desejos est√£o sempre abertos para as possibilidades de realiza√ß√£o sexual. Nesse sentido, a sexualidade vai al√©m da constituinte biol√≥gica do ser humano, √© determinada por elementos psicossexuais.
A sexualidade está nas experiências amorosas que permitirão a cada um, em sua singularidade, construir formas preferenciais de satisfação. Para além do biológico, a sexualidade pode se transformar em outros meios de expressão sublimatória, vias atividades criativas, artísticas ou na convivência com grupos de amigos e familiares, em que a ternura, o toque e as fantasias dão vazão ao prazer, ao simbólico, ao significativo.
Quando, por ventura, as fun√ß√Ķes org√Ęnicas alteram o desempenho sexual, decorrente de mudan√ßas hormonais ou alguma doen√ßa espec√≠fica, a libido, ou seja, a energia sexual que privilegia o aparelho genital para sua realiza√ß√£o, retorna seu investimento a outras zonas do corpo, ressignificando o prazer, encontrado em outras formas er√≥genas, como o toque, a delicadeza de toda sensibilidade.
Desse modo, resgatar o direito da pessoa a uma vida sexual é essencial e implica pensar o amor em suas formas de transformação libidinal, ou seja, outras formas de amor, que passam pela ternura, pelos contatos físicos que erogenizam o corpo, ou seja, despertam o erótico no corpo como o olhar, o cheiro, o toque, a voz.
O idoso n√£o deixa de amar, mas reinventa formas amorosas, re-engendrando a vida em suas infinitas possibilidades. Uma vez que o amor pode ser compreendido em suas manifesta√ß√Ķes er√≥ticas, podendo ser ligado ao afeto ou outras express√Ķes. As fun√ß√Ķes org√Ęnicas e vitais, por vezes perdidas encontram formas compensat√≥rias e sublimat√≥rias de realiza√ß√£o, o que implica a rela√ß√£o com um outro.
O que interfere na vida sexual do idoso est√° al√©m das limita√ß√Ķes org√Ęnicas; √© de ordem psicol√≥gica e social. As cren√ßas, os condicionamentos, os preconceitos existentes sobre a sexualidade, como a chamada andropausa no homem e a menopausa na mulher, tamb√©m s√£o respons√°veis pelas dificuldades existentes que podem aparecer.
Lembre-se de que a sexualidade está para além da relação sexual e o amor não têm limite de idade.

Referência:
Sueli Souza dos Santos. Sexualidade e Velhice. In: FREITAS, E. V. Tratado de Geriatria e Gerontologia, 3 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, cap.138, pp.1542-1546, 2011.

Por: Roberta dos Santos Tarallo.

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