Diagnóstico e Tratamento dos Transtornos de Humor em Idosos

15/02/2017 - 15:01 Por:

Categoria(s): Gerontologia, Sugestão de leituras

Sugestão de Leitura 223
Diagnóstico e Tratamento dos Transtornos de Humor em Idosos
Autores: Cássio M. C. Bottino, Sergio Luís Blay e Jerson Laks.
Ano: 2012
Editora: Atheneu

A obra aborda os principais aspectos da epidemiologia, psicopatologia, etiologia e neurobiologia, diagnóstico diferencial, tratamento farmacológico e psicossocial dos transtornos do humor (transtornos depressivos e transtorno afetivo bipolar). São abordados em profundidade também as condições clínicas comórbidas que interferem com o tratamento e as estratégias de prevenção desses transtornos em pacientes idosos.

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A Terapia Intensiva e o Paciente Idoso

6/02/2017 - 8:44 Por:

Categoria(s): Gerontologia, Tratamento de Doenças

A criação de áreas hospitalares especializadas no tratamento de pacientes com estado de saúde crítico foi possível devido aos avanços nas técnicas de monitoramento, ventilação mecânica e reanimação cardiorrespiratória. Diante da alta complexidade dos recursos utilizados, os custos também são elevados.
Diversos estudos mostram que o paciente idoso tem maior mortalidade em Centro de Terapia Intensiva (CTI) ou Unidade de Terapia Intensiva (UTI). No entanto, o fator determinante para a maior mortalidade é a gravidade da doença apresentada. Além da gravidade, os principais fatores de risco são a funcionalidade, a cognição e a presença de outras doenças.
A funcionalidade é importante como medida de avaliação do sucesso do tratamento. A internação intensiva não é só para manter o paciente vivo, mas também é de mantê-lo com suas capacidades para que retorne a uma condição de saúde satisfatória.
A eficiência e a rapidez do atendimento dentro da terapia intensiva aumentam a chance de alta e aperfeiçoam a terapêutica para o idoso. Deve-se fazer o todo o possível para que o paciente seja atendido fora do CTI ou da UTI , mas quase se determina a indicação do tratamento intensivo, a transferência deve ser feita com a maior precocidade e deve-se utilizar todos os recursos disponíveis.
Os critérios de admissão e de permanência variam de acordo com cada serviço. É importante que a família participe de todas as fases, discutindo o motivo da transferência, expectativa e agressividade do tratamento, sobrevida e prognóstico. A interação de toda a equipe é fundamental para o direcionamento e o sucesso do tratamento.
A equipe inter e multiprofissional é essencial para a boa evolução do paciente idoso e o menor tempo de internação. Deve ter a participação do intensivista, do médico específico do paciente, do enfermeiro, do fisioterapeuta, do fonoaudiólogo, do gerontólogo, do nutricionista, do psicólogo, do assistente social e do assistente religioso. É importante o respeito profissional, a integração, a comunicação e o envolvimento dos familiares no tratamento e nas decisões a respeito do prognóstico do paciente idoso.

Referência:
Maria do Carmo Sitta, Wilson Jacob Filho e Jos̩ Marcelo Farfel. O idoso no Centro de Terapia Intensiva. In: FREITAS, E. V.Tratado de Geriatria e Gerontologia, 3 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, cap.110, pp.1242 Р1246, 2011.
Por: Roberta dos Santos Tarallo.
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Memória | Maria Thereza Noronha

27/01/2017 - 10:05 Por:

Categoria(s): Poesia, Reflexão

Memória

Quando foi aquele tempo
em que eu me olhava, sonhando,
nas águas desta bacia
e via o rosto da moça
que, do fundo, me sorria?

Onde foi parar o sonho?
Pra onde foi a magia?
Pra onde o rosto da moça
que, do fundo, me sorria?

Em que águas refletida
sorri agora, tardia,
a face que me sorria
lá no fundo da bacia?

(Maria Thereza Noronha)

De A Face na Águ, 1990.

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Velhices: temas emergentes nos contextos psicossocial e familiar

23/01/2017 - 11:14 Por:

Categoria(s): Gerontologia, Sugestão de leituras

Organizadoras: Deusivania Vieira da Silva Falcão , Janari da Silva Pedroso e Ludgleydson Fernandes de Araujo.
Editora: Alínea
Ano: 2016

O livro apresenta temas novos na pesquisa gerontológica brasileira − idosos centenários, LGBT, uso abusivo de álcool e drogas, suicídio e envelhecimento, e HIV/Aids −, traz literatura recente e análises sobre assuntos importantes a qualquer tempo − preconceitos baseados na idade, suporte social e funcionalidade familiar, regulação emocional, treino cognitivo, aposentadoria, e bem-estar psicológico de cuidadores familiares de idosos com doença de Alzheimer –, bem como dedica quatro de seus capítulos ao tratamento científico da questão da violência contra pessoas idosas.
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Cursos à distância

16/01/2017 - 8:23 Por:

Categoria(s): Cursos, Gerontologia, Qualidade de Vida, Sem categoria, Terapias Complementares, Tratamento de Doenças

Cursos disponíveis:
– Curso Como montar uma Casa de Repouso para idosos;
– Curso Como montar um Centro-Dia para idosos;
– Curso básico de Argila Terapêutica;
– Curso básico de Gerontologia e Cuidado de idosos;
– Curso Como estimular a memória de idosos.
E muito mais!
Acesse www.gerovida.com.br

 

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Atividades entre diferentes gerações

13/01/2017 - 12:47 Por:

Categoria(s): Dicas, Gerontologia

Com o intuito de aproximar as pessoas de diferentes faixas etárias, ações específicas podem ser desenvolvidas de várias formas: a geração mais nova pode ensinar para a mais velha, a mais nova aprender com a mais velha, ou ambas as gerações podem ensinar e aprender algo (histórias, habilidades, etc.).

Com a família é possível estimular as relações entre diferentes gerações por meio de conversas e relatos de experiências, passeios, jogos, assistir filmes e programas na televisão, fazer juntos atividades domésticas como cozinhar, plantar e organizar. Considere atividades que todos gostam de fazer ou querem aprender. Assim, os momentos serão mais prazerosos e profícuos.

Fora do ambiente familiar, as relações intergeracionais também podem ser incentivadas: por meio de programas intergeracionais, implementados em escolas, comunidades, empresas, igrejas, centros de convivência e outros locais. As atividades são planejadas e executadas para atingirem metas previamente definidas, como aprender um instrumento, atuarem em uma peça teatral, entre outras.

Nas atividades intergeracionais, considera-se sempre as diferentes faixas etárias, as limitações e necessidades de cada um, bem como o objetivo, o contexto e o local, o tempo e a duração das ações.

 

Por: Roberta dos Santos Tarallo.

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Fim da Vida e Cuidados Paliativos

7/12/2016 - 10:57 Por:

Categoria(s): Gerontologia

paliativoA morte, apesar de inevitável, pode provocar angústia, medo e outros sentimentos ao ser cogitada, dependendo de cada pessoa ou cultura é vista como um tabu.

Quando a terapêutica curativa se torna fútil, a morte deve ser considerada. Nesse momento, a equipe deve se atentar ao alívio do sofrimento, minimização da angústia da família e, sobretudo, asseguração de uma morte digna.
Os cuidados paliativos são centrados na valorização da dignidade da pessoa que, mesmo doente, vulnerável e limitada, tem o direito de viver sua vida até o final com o máximo de conforto e qualidade.
A Organização Mundial da Saúde (OMS) considera os cuidados paliativos como ativos prestados a pacientes com doença incurável, progressiva e irreversível, que não respondem aos tratamentos, se tornando imprescindível o controle da dor e outros sintomas, bem como os problemas psicológicos, sociais e espirituais.
Os cuidados paliativos não interferem no curso natural da doença e as suas ações não visam apressar ou retardar a morte. Sendo assim, a equipe deve ter conhecimento profundo. A medicina paliativa é a especialidade médica cuja atuação consiste em propiciar a melhor qualidade de vida possível àqueles pacientes com doença avançada.
Aos pacientes com doença em fase terminal, há um instrumento legal, as ‘diretivas antecipadas de vontade’, que tem por finalidade assegurar o protagonismo do paciente no seu processo de morrer, uma vez que informa aos médicos, às equipes e familiares as suas próprias decisões referente à instalação e, ou, supressão de tratamento quando da aproximação da sua morte. Ou seja, se o paciente decide e declara em documento a ordem de não reanimar, em comum acordo, o procedimento não será realizado.

Referência:
Claudia Burlá e Daniel Lima Azevedo. Paliação: Cuidados ao Fim da Vida. In: FREITAS, E. V. Tratado de Geriatria e Gerontologia, 3 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, cap.109, pp.1227-1241 2011.

Por: Roberta dos Santos Tarallo.

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A menina e suas 3 avós

21/11/2016 - 9:44 Por:

Categoria(s): Gerontologia, Sugestão de leituras

Sugestão de leitura 220

ameninaesuas3avos

A menina e suas 3 avós

Autora: Mônica De Ávila Todaro
Ano: 2016
Editora: Scortecci

A autora se torna avó e conta como as mais diferentes famílias podem nos nutrir de amor.

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Revolução das 7 mulheres

24/10/2016 - 8:49 Por:

Categoria(s): Gerontologia, Reflexão, Sugestão de leituras

Sugestão de leitura 219

revolucaodas7mulheresAutora: Marcia Neder
Ano: 2015
Editora: Senac São Paulo
Sinopse: Há uma revolução da longevidade acontecendo no mundo. E no Brasil também. O Brasil passou de um país jovem para um país maduro. Atualmente existem mais pessoas idosas do que há cinco décadas. Será necessário criar na sociedade uma nova visão sobre o envelhecimento e novos valores culturais que abracem essa população sem preconceitos, de uma forma como nunca foi feita antes.
O ponto de partida para essa incontornável transformação é entender que a Terceira Idade não é um borrão sem nuances. Há vários nichos com diferentes necessidades, aspirações e estilos de vida. É imprescindível enxergar o detalhe. As mulheres têm um papel crucial nessa nova sociedade que precisamos construir, especialmente um grupo de mulheres ativíssimas que já provou o seu valor na revolução feminina da segunda metade do século passado e está outra vez abrindo novos caminhos para as gerações futuras.
Este livro, da jornalista Marcia Neder, traz uma pesquisa qualitativa que retrata os sete perfis que representam as mulheres dessa geração revolucionária e mais uma série de dados que mostram em detalhes quem são, o que pensam, como fazem as escolhas, como enxergam o futuro ainda longo que têm pela frente e a responsabilidade do próprio papel nessa nova sociedade.

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Acidente Vascular Cerebral e o Envelhecimento

17/10/2016 - 8:58 Por:

Categoria(s): Doenças e problemas de saúde, Gerontologia

avc-derrameO Acidente Vascular Cerebral (AVC) pode ocorrer de duas formas: hemorrágico ou isquêmico; respectivamente, quando vasos sanguíneos do cérebro rompem-se ou são bloqueados por coágulos de sangue ou substâncias gordurosas. A perda do fluxo sanguíneo para uma área do tecido cerebral priva as células de oxigênio, perdendo suas funções ou morrendo.
Frequentemente o AVC ocorre sem aviso prévio. Algumas vezes, entretanto, um ataque isquêmico transitório (AIT), ou uma série deles, leva a um princípio de AVC. Estudos observaram que AITs ocorrem em 30% das pessoas que tiveram posteriormente AVCs completos.
Os mecanismos responsáveis pelo AVC são variáveis e têm implicação direta na definição das medidas terapêuticas preventivas a serem adotadas para cada paciente. Pelo menos 85% dos casos são isquêmicos, 9% são devidos às hemorragias intracerebral e 4% são atribuídos à hemorragias subaracnoíde.
A Hipertensão Arterial Sistêmcia (HAS) isoladamente constitui o maior fator de risco conhecido para AVC na população geral. A idade, por sua vez, é o principal fator de risco não modificável para AVC. A partir dos 55 anos de idade, o risco de AVC dobra a cada década de vida. Estima-se que 75 a 89% dos casos de AVC ocorram em indivíduos com idade ≥ 65 anos.
A cada três novos casos de AVC, um resulta em morte. As sequelas potenciais do AVC em sobreviventes são de grande magnitude e levam, com frequência à perda da independência pessoal. O AVC é considerado a maior causa de incapacitação funcional em populações adultas, sobretudo nas faixas etárias mais avançadas.
A prevenção consiste na modificação do estilo de vida com medidas que contribuem para a redução do risco cardiovascular como alimentação balanceada e pática de atividade física regularmente. De modo secundário, o tratamento de da HAS, Obesidade, Diabetes e Dislipidemia se faz necessário para reduzir o risco de AVC.

Referências:
Dee Unglaub Silverthorn. Fisiologia Humana: uma abordagem integrada. Barueri: Manole, cap.9, p.259, 2003.
Roberto Dischinger Miranda e Jairo Lins Borges. Doenças Vasculares. In: FREITAS, E. V. Tratado de Geriatria e Gerontologia, 3 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, cap.47, pp.565-583, 2011.

Por: Roberta dos Santos Tarallo.

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