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12/08/2016 - 11:34 Por:

Categoria(s): Curiosidades, Dicas, Fita Funcional, Gerontologia, Jogos, Qualidade de Vida, Sem categoria, Tratamento de Doenças

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Envelhecimento e Dor

1/08/2016 - 12:33 Por:

Categoria(s): Gerontologia

doridosoAo longo do processo de envelhecer, algumas alterações podem ocorrer no sistema nervoso e mudar o processamento, a percepção e o tratamento da dor no corpo humano. Modificações neurais e bioquímicas podem acompanhar o envelhecimento e levar a transformação na anatomia e fisiologia, e, consequente, aumento do limiar de dor com a idade, dependendo do estímulo doloroso. Estudos evidenciam que idosos sentem menos estímulos dolorosos menos intensos, mas tolera poucos estímulos dolorosos mais intensos.
De modo geral, a dor é definida como ‘uma experiência sensorial e emocional desagradável’, associada a um dano real ou potencial lesão. A essência das definições é que a dor é subjetiva, apresenta múltiplas dimensões, podendo não ter clara relação entre a intensidade da sensação e a lesão associada. Dor é aquilo que se relata como sendo dor, existindo quando a pessoa disser que existe. A experiência de dor é modulada por vários aspectos pessoais, refletindo em vivências sensoriais, e respostas afetivas e cognitivas individuais.
A dor é a causa mais comum que leva a pessoa a procurar tratamento. A avaliação da dor mais detalhada e completa possível é a chave do sucesso terapêutico. A falta de conhecimento das situações clínicas que cursam com dor mais frequentes no envelhecimento acaba levando ao subdiagnóstico e tratamento inadequado da dor em idosos. O profissional deve sempre considerar a interferência de fatores cognitivos e psicossociais na precipitação e manutenção da dor, e, concomitantemente, avaliar o impacto potencial da mesma.

Referência:
Toshio Chiba e Hazen Ashmawi. Diagnóstico e Tratamento da Dor. In: FREITAS, E. V. Tratado de Geriatria e Gerontologia, 3 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, cap.108, pp.1195-1225, 2011.

Por: Roberta dos Santos Tarallo.

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A pele e o envelhecimento

20/07/2016 - 10:28 Por:

Categoria(s): Gerontologia

pele-idosaA pele é o órgão do corpo humano que, pela sua exposição, mais evidencia o envelhecimento do indivíduo.
O envelhecimento cutâneo é resultado de componentes intrínsecos, relacionados à idade e à genética, e extrínsecos, ações externas como o sol, tabagismo e outros agentes químicos.
Clinicamente, a pele ao longo do processo de envelhecimento pode se tornar mais seca, enrugada e flácida, com pigmentação irregular de tonalidade amarelada.
Histologicamente podem ocorrer diminuição da espessura da epiderme, redução do número de melanócitos (cerca de 10 a 20% por década de vida, resultando em uma menor proteção contra os raios ultravioletas).
Ultraestruturalmente, o colágeno pode diminuir 1% ao ano, sendo que as fibrilas colágenas remanescentes tornam-se desorganizadas, compactas e granulares, modificando a cicatrização da pelo do idoso.
As glândulas sudoríparas decrescem em 15% aproximadamente, provocando uma redução da capacidade de transpiração espontânea frente ao aumento da temperatura ambiente.
Os corpúsculos de Vater-Pacini e Meissner, respectivamente responsáveis pela sensibilidade da pele à pressão e ao tato, decrescem em 30% suas densidades sobre a pele, assim como a sensibilidade vibratória. Por outro lado, o limiar da sensibilidade dolorosa aumenta cerca de 20% com o avançar da idade, predispondo a lesões traumáticas cutâneas graves.
Considerando as alterações inerentes do envelhecimento, que poderão ser atenuadas com fatores externos como os raios solares, torna-se fundamental o uso do fotoprotetor com espectro para raios (protetor solar) UVA e UVB.

Referência:
Ambrósio Rodrigues Brandão e Telma Cristiane Rodrigues Brandão. Envelhecimento Cutâneo. In: FREITAS, E. V. Tratado de Geriatria e Gerontologia, 3 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, cap.106, pp.1195-1202, 2011.

Por: Roberta dos Santos Tarallo.

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Taekwondo para idosos

6/07/2016 - 11:16 Por:

Categoria(s): Curiosidades, Gerontologia, Qualidade de Vida

Contribuição enviada por Daliane Batista Cardoso*

TaekwondoTaekwondo é uma modalidade de esporte olímpico, cuja origem é uma das antigas artes marciais koreanas. Hoje taekwondo é um esporte de competição, amplamente divulgado e praticado em quase todos os países, por homens e mulheres. Por ser uma modalidade de luta sua prática é mais procurada por crianças e jovens, tanto pelos benefícios físicos como pela disciplina, concentração e respeito à hierarquia.
Porém sua prática também favorece aos jovens adultos que não necessariamente querem competir em campeonatos, mas simplesmente lutar na academia, como prática para manter-se em forma e desestressar-se dos problemas diários.
Mas as pessoas com mais idade, adulto sênior, ou idoso, com físico comprometido por longos anos de sedentarismo, também podem se beneficiar pela prática de taekwondo.

Objetivo
A prática de taekwondo para as pessoas da terceira idade (adulto sênior) e adultos sedentários visa prevenir ou restaurar gradativamente as perdas físicas decorrentes do passar dos anos ou falta de exercícios, tais como a flexibilidade, equilíbrio, reflexos cognitivos, osteoporose, etc.
Os exercícios aeróbicos, juntamente com exercícios posturais, uso intenso de pernas e braços, alongamentos, com práticas lúdicas, retornam a memória corporal, refazendo o bem estar e a alegria de viver. É uma forma de readquirir a qualidade de vida.

Público alvo
Todas as pessoas de terceira idade ou adultos sedentários saudáveis, isto é, que estejam com as doenças crônicas sob controle (artrose, doenças cardiovasculares, pressão alta, colesterol alto, diabetes ou sobrepeso, sob controle medicamentoso ou alimentar), e sendo liberado pelo seu médico para a prática esportiva.

Fonte: Academia Liberdade – SP
* Educadora física, parceira da GeroVida no envio de artigos para o blog.

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Oficinas | GeroVida

17/06/2016 - 10:09 Por:

Categoria(s): Cursos, Dicas, Educação, Gerontologia, Homeostase Quântica Informacional, Qualidade de Vida, Sem categoria, Terapias Complementares, Tratamento de Doenças

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Anemia no Idoso

15/06/2016 - 9:26 Por:

Categoria(s): Doenças e problemas de saúde, Gerontologia, Sem categoria

anemia3A anemia é uma síndrome clínica causada pela redução na massa circulante de hemácias. Na prática, as medidas mais comumente utilizadas são a concentração de homeglobina (Hb), hematócrito e contagem das hemácias por amostra de sangue.
Os critérios de anemia estabelecidos pela Organização Mundial de Saúde (OMS) é de níveis de hemoglobina < 12g/dl em mulheres e de < 13g/dl em homens.
Essa definição é questionada por alguns especialistas. Pesquisas mostraram que mesmo os idosos com valores de hemoglobina em uma faixa de variação dentro do padrão apresentaram risco mais de desfechos adversos e até mortalidade. Vários estudos constataram que a anemia, mesmo leve, pode ser considerada um fator de risco independente de doenças, além de contribuir para o declínio físico, da função cognitiva, incapacidade, síndrome de fragilidade, bem como complicações de algumas condições clínicas como a doença renal crônica e cardiovascular.
Classificam as causas das anemias de acordo com as categorias: deficiência nutricional (de ferro, vitamina B12, e fosfolato); doença renal; doença crônica; anemia inexplicada (20 a 30% dos idosos).
De origem multifatorial, a prevalência da anemia aumenta com a idade. Contudo, a autora esclarece que “o declínio da hemoglobina e a presença concomitante de anemia no idoso não devem ser considerados como ‘normais do envelhecimento’, e seu achado deve ser prontamente avaliado” e tratado visando à manutenção da saúde, autonomia e independência do idoso.

Referência:
Lívia Terezinha Devens. Anemia. In: FREITAS, E. V. Tratado de Geriatria e Gerontologia, 3 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, cap.104, pp.1179-1190, 2011.

Por: Roberta dos Santos Tarallo.

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Prática do judô auxilia idosos

6/06/2016 - 10:53 Por:

Categoria(s): Dicas, Doenças e problemas de saúde, Gerontologia, Qualidade de Vida

Prática do judô auxilia idosos a prevenir fraturas em quedas
Contribuição enviada por Daliane Batista Cardoso*

judoidosoMuitos idosos sabem dos grandes riscos que sofrer uma queda representa. Poucos, porém, conhecem uma das formas mais eficazes de evitar os problemas que cair provoca entre pessoas com mais de 65 anos. Estudo realizado por pesquisadores da Unicamp constatou que a prática de artes marciais, como judô e aikido, é o melhor remédio para evitar as perigosas quedas, responsáveis pela morte de 3,2 milhões de idosos por ano no mundo, segundo a Organização Mundial da Saúde.
Autor da pesquisa, o professor Eduardo Hebling, da Faculdade de Odontologia de Piracicaba, explica que estes exercícios geram um duplo benefício aos mais velhos. Além de aumentar o tônus muscular, que se perde progressivamente ao longo dos anos, as lutas orientais ensinam técnicas de queda. “Quando aprende a cair, o idoso reduz as consequências do acidente: já não acontecem tantas fraturas na queda”, aponta ele. Não são apenas as artes marciais que trazem ganhos à luta da terceira idade contra as quedas. Qualquer atividade física realizada diariamente produz melhora substancial de saúde e evita os acidentes, que alcançam uma em três pessoas acima dos 65 anos, de acordo com o Into. “Trinta minutos de exercícios por dia melhoram a força muscular, o equilíbrio e previnem a osteoporose. Tudo relacionado às quedas”, afirma o professor.
Fazer atividades físicas também é importante para o estado psicológico. Grupos de prática de exercícios promovem melhora na autoestima e auxiliam na socialização do idoso. Porém, as artes marciais têm sua vantagem sobre os demais esportes. “A tradição oriental, a origem das lutas, valoriza os mais velhos, sua sabedoria. Isso garante ainda mais bem-estar ao idoso”, diz.

Sedentarismo é arriscado
Se realizar exercícios físicos com frequência evita as temidas quedas entre os idosos, o sedentarismo, por outro lado, está associado a uma série de doenças graves. Segundo o professor Eduardo Hebling, não praticar atividades aeróbicas é fator de risco para hipertensão, infarto e diabetes, entre outros males. “O sedentarismo está relacionado em 12% das mortes nos Estados Unidos e esse índice pode ser projetado para o Brasil também”, diz o especialista da Unicamp. O pesquisador também lembra que a obesidade, muitas vezes decorrência da falta de exercícios, agrava efeitos adversos das quedas. “Uma fratura mais severa, por exemplo, pode conduzir a um quadro de incapacidade do idoso”, afirma.

Fonte: Site O Dia (16/10/2014)
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Agenda de Eventos

3/06/2016 - 11:17 Por:

Categoria(s): Arte, Curiosidades, Cursos, Dicas, Doenças e problemas de saúde, Educação, Gerontologia, Palestras, Qualidade de Vida, Reflexão, Sem categoria, Terapias Complementares, Tratamento de Doenças

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Palestras | GeroVida

13/05/2016 - 10:46 Por:

Categoria(s): Dicas, Gerontologia, Palestras, Qualidade de Vida, Reflexão, Sem categoria, Terapias Complementares, Tratamento de Doenças

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Os pés do idoso

11/05/2016 - 11:00 Por:

Categoria(s): Gerontologia

 pésidosoConsiderando os pés estruturas fundamentais para a deambulação e, consequente, independência no deslocamento e preservação da qualidade de vida, faz-se então necessário entendimento sobre as transformações que podem ocorrer nesta região.
Com o processo do envelhecimento, alterações nas estruturas anatômicas e fisiológicas podem afetar os pés. Os pés alargam-se e perdem o coxim plantar. O arco longitudinal modifica-se gradativamente a partir do progressivo enfraquecimento das estruturas ligamentares. Ressalta-se que o arco longitudinal é importante e possibilita uma adequada distribuição do peso corporal sobre os pés durante a marcha.
Determinadas condições podológicas podem comprometer a integridade das unhas, da pelo, dos nervos, dos vasos e das estruturas ósseas dos pés. Esses fatores podem gerar dor. A dor no pé é comum nos idosos e tem uma repercussão desfavorável sobre a mobilidade, com andar dificultado e desequilibrado, afetando o desempenho ao realizar as atividades de vida diária e a preservação da capacidade funcional.
Para identificar patologias é necessário avaliação de um profissional especializado que fará anamnese sobre presença de dor, frequência e duração, associação com temperatura e atividade realizada, etc.. O contexto clínico e a radiografia resultarão em um diagnóstico preciso. Lembre-se de que muitos problemas podem ser evitados, com prevenção associada ao diagnóstico e tratamento precoces.

“Algumas das mais frequentes alterações nos pés que ocorrem com o envelhecimento decorrem de patologias sistêmicas. Comprometimentos dermatológicos e musculoesqueléticos no pé, associados ao envelhecimento ou a fatores físicos (caminhar inadequado, obesidade) podem comprometer a qualidade de vida, e modificações na sensibilidade e na cor ou temperatura do pé podem indicar a presença de doença crônica, como o diabetes melito. Portanto, a avaliação atenta dos pés deve fazer parte de cada exame inicial do paciente. Dor, prurido, rubor e palidez são indícios que justificam maiores investigações. Já que certas patologias micóticas podem conduzir à perda da perna, infecção tais como onicomicoses devem ser tratadas adequadamente e em locais apropriados.” (Pinto, 2011, p.1177-1178)

Referência:
Maurílio José Pinto. Os Pés do Idoso e suas Repercussões na Qualidade de Vida. In: FREITAS, E. V. Tratado de Geriatria e Gerontologia, 3 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, cap.103, pp.1169-1178, 2011.

Por: Roberta dos Santos Tarallo.

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