Processo Terapêutico

15/02/2018 - 9:54 Por:

Categoria(s): Palestras, Qualidade de Vida, Reflex√£o

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Qualidade de Vida РExercício aeróbico

1/02/2018 - 9:51 Por:

Categoria(s): Dicas, Gerontologia, Qualidade de Vida

Estudo tenta mostrar como o exerc√≠cio aer√≥bico ajuda a ‚Äúlimpar a mente‚ÄĚ

Contribuição enviada por Daliane Batista Cardoso*

Uma boa corrida pode fazer voc√™ se sentir como uma pessoa totalmente nova. E, de certa forma, esse sentimento pode ser, literalmente, verdade. Pesquisas em neuroci√™ncia identificaram uma liga√ß√£o forte entre o exerc√≠cio aer√≥bico e a clareza cognitiva. Ou seja, a atividade f√≠sica nos ajuda a ‚Äúlimpar a mente‚ÄĚ. As informa√ß√Ķes s√£o do site ‚ÄúScience Of Us‚ÄĚ.

Recente estudo elaborado pelos pesquisadores da Universidade de Harvard, Emily E. Bernstein e Richard J. McNally, indicou que, após um treinamento, os corredores se sentiam mais vivos, ativos, capazes e tinham melhora da memória. O objetivo era entender o que o exercício físico realmente estava fazendo para ajudar a melhorar os problemas de humor ou ansiedade e também a regular a emoção.

Estudos anteriores apontavam que exerc√≠cios aer√≥bicos desencadeavam o nascimento de novos neur√īnios. Outras mudan√ßas atestavam que 30 a 40 minutos de atividade eram suficientes para aumentar o fluxo sangu√≠neo de uma √°rea do c√©rebro localizada atr√°s da nossa testa e que est√° associada a alguns atributos como a concentra√ß√£o, a gest√£o, o foco e o planejamento futuro.

Seguindo o papel do exerc√≠cio nessa parte do c√©rebro, os cientistas montaram um experimento cl√°ssico entre os estudos da emo√ß√£o com 80 pessoas. Todas foram convidadas a ver a cena final do filme ‚ÄúThe Champ‚ÄĚ (1979), que √© carregado de emo√ß√£o. Mas antes, metade da turma teve de correr por cerca de 30 minutos. Enquanto isso, os outros participantes apenas ficaram √† espera.

Depois que as pessoas entrevistadas assistiram ao filme, os cientistas conclu√≠ram que aqueles que correram mostraram-se emocionalmente mais fortes e n√£o cederam com tanta facilidade √†s imagens marcantes do filme. Isso evidenciou que os problemas que eles tinham ficaram menos presentes na mente depois de terem se exercitado. As emo√ß√Ķes estavam mais equilibradas.

Fonte: Matéria publicada no site do Globo Esporte.

* Educadora física, parceira da GeroVida no envio de artigos para o blog.

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Curso HQI CPS

30/01/2018 - 10:25 Por:

Categoria(s): Cursos, Homeostase Qu√Ęntica Informacional, Qualidade de Vida

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Palestra HQI

25/01/2018 - 11:44 Por:

Categoria(s): Cursos, Palestras, Qualidade de Vida, Terapias Complementares

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Reflex√£o GeroVida

23/01/2018 - 9:02 Por:

Categoria(s): Curiosidades, Dicas, Educação, Gerontologia, Qualidade de Vida, Reflexão

Ol√° Pessoal!
 
Infelizmente muitos ainda acreditam que quando passamos de uma determinada idade √© normal sentirmos dores e que, principalmente, ser velho √© sin√īnimo de sentir dor. Com o intuito de desmistificar essa cren√ßa, sugerimos a leitura e reflex√£o desse breve texto que incentiva a promo√ß√£o da sa√ļde ao longo da vida.
https://www.facebook.com/GeroTempo/photos/a.1515543348739056.1073741828.1515531625406895/1520396058253785/?type=3&theater
Pense nisto!
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Palestra HQI – GeroVida

3/01/2018 - 16:57 Por:

Categoria(s): Homeostase Qu√Ęntica Informacional, Palestras, Qualidade de Vida

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Idosos saud√°veis resistem mais ao calor

26/12/2017 - 12:41 Por:

Categoria(s): Dicas, Educação, Gerontologia, Qualidade de Vida

Os idosos s√£o mais vulner√°veis aos sucessivos recordes de temperatura registrados em diferentes partes do mundo nos √ļltimos anos, que induzem, por exemplo, a altera√ß√Ķes no mecanismo de controle da temperatura corp√≥rea, conforme apontam especialistas da √°rea de geriatria. Um estudo realizado por pesquisadores da Faculdade de Medicina e do Instituto de Astronomia, Geof√≠sica e Ci√™ncias Atmosf√©ricas (IAG), da Universidade de S√£o Paulo (USP), constatou, contudo, que idosos saud√°veis s√£o capazes de tolerar um calor de 32¬ļC, por exemplo ‚Äď temperatura que representa um dia quente de ver√£o em S√£o Paulo ‚Äď, mantendo um bom desempenho cognitivo. Resultado de um projeto realizado no √Ęmbito do Instituto Nacional de An√°lise Integrada de Risco Ambiental ‚Äď um dos INCTs apoiados pela FAPESP e pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Cient√≠fico e Tecnol√≥gico (CNPq) no Estado de S√£o Paulo ‚Äď, o estudo foi descrito em um artigo publicado na revista Age, da Associa√ß√£o Americana de Envelhecimento. ‚ÄúObservamos que o desempenho cognitivo de idosos com boa funcionalidade n√£o sofreu efeitos nocivos da exposi√ß√£o ao calor‚ÄĚ, disse Beatriz Maria Trezza, geriatra do Hospital das Cl√≠nicas (HC) da Faculdade de Medicina da USP e primeira autora do estudo, √† Ag√™ncia FAPESP.

Os pesquisadores avaliaram os efeitos do estresse t√©rmico sobre o desempenho cognitivo de 68 idosos com idade m√©dia de 73,3 anos, com bom desempenho f√≠sico e cognitivo ‚Äď caracterizado pela boa sa√ļde mental e caminhar de modo independente, entre outros aspectos. Os idosos s√£o pacientes do servi√ßo de geriatria do HC-FMUSP ou participantes do programa ‚ÄúUniversidade aberta √† terceira idade‚ÄĚ, da USP. Para realizar o estudo, os pesquisadores fizeram um ensaio cl√≠nico em que submeteram os idosos a uma bateria de cinco testes neuropsicol√≥gicos computadorizados realizados sucessivamente em salas com temperatura controlada de 24¬ļC ‚Äď considerada confort√°vel para atividade leve ‚Äď e de 32 ¬ļC. Selecionados da Bateria Neuropsicol√≥gica Automatizada de Testes de Cambridge (Cantab, em ingl√™s) ‚Äď um software desenvolvido pela Cambridge University, do Reino Unido ‚Äď, os cinco testes avaliaram diferentes aspectos do desempenho cognitivo dos idosos, como mem√≥ria, aten√ß√£o, tempo de rea√ß√£o a um est√≠mulo visual e aprendizado. Os resultados dos testes indicaram que n√£o houve diferen√ßas significativas no desempenho cognitivo dos idosos no ambiente com temperatura de 32¬ļC em compara√ß√£o com o de 24¬ļC.

‚ÄúAs an√°lises dos testes, como um todo, mostraram que o desempenho cognitivo dos idosos foi mantido no ambiente com 32¬ļC‚ÄĚ, afirmou Trezza. ‚ÄúA popula√ß√£o de idosos que avaliamos, entretanto, √© bastante espec√≠fica e talvez por isso seja menos vulner√°vel ao estresse t√©rmico‚ÄĚ, avaliou.

 Estudo pioneiro

De acordo com a pesquisadora, o estudo sobre o efeito do calor no desempenho cognitivo de idosos √© pioneiro. Isso porque j√° t√™m sido realizados estudos nessa linha com militares, trabalhadores expostos a ambientes extremos e jovens. Mas, at√© ent√£o, ainda n√£o tinha sido feito nenhum estudo espec√≠fico com idosos. ‚ÄúParalelamente √†s mudan√ßas clim√°ticas globais, tamb√©m est√° ocorrendo um processo de envelhecimento populacional. Um dos objetivos do estudo foi tentar entender como uma popula√ß√£o que est√° envelhecendo e que sofrer√° mudan√ßas no controle da temperatura corp√≥rea ir√° conviver com um clima que est√° esquentando‚ÄĚ, disse Trezza. ‚ÄúA sensibilidade dos idosos ao calor √© menor e eles t√™m menor percep√ß√£o da varia√ß√£o da temperatura, desencadeando uma resposta comportamental mais tardiamente‚ÄĚ, disse Trezza.

Ao perguntar aos idosos participantes do estudo se estavam confort√°veis ou desconfort√°veis sob a temperatura de 32¬ļC, aproximadamente um ter√ßo respondeu que estava confort√°vel.

Fonte: Matéria publicada no site Exame

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Melhorando a Função Cerebral

6/12/2017 - 18:01 Por:

Categoria(s): Doen√ßas e problemas de sa√ļde, Educa√ß√£o, Qualidade de Vida, Reflex√£o

A medida que envelhecemos muitos de n√≥s percebemos uma perda de capacidade mental e achamos que isso √© devido em parte a estar ficando velhos, mas o envelhecimento n√£o pode explicar a atual epidemia de severa deteriora√ß√£o mental. O fato √© que o c√©rebro humano √© altamente suscet√≠vel em viver em uma sociedade moderna desenvolvida. Um estilo de vida deficiente, bem como dieta, estresse, fuma√ßa e poluentes ambientais, tudo isso danifica as c√©lulas fr√°geis do c√©rebro. O consumo de √°lcool e muitos medicamentos podem causar severa perda de mem√≥ria. Cada vez mais crian√ßas est√£o mostrando dificuldades comportamentais e de aprendizagem relacionadas √†s exposi√ß√Ķes por poluentes e tais dificuldades persistem na vida adulta.
Pessoas que abusam dos seus corpos através de uma dieta e de estilo de vida inadequados podem experimentar uma deterioração mental já na década dos trinta, e por muitos outros problemas, se tornam realmente notáveis durante a década dos quarenta. Essas pessoas que fazem coisas inadequadas com o corpo em determinados períodos da vida, estão em risco aumentado de severa deterioração cognitiva no futuro, a menos que elas assumam o compromisso de reconstruir a função cerebral.
O cérebro usa 20% da energia do corpo e requer constante oxigênio que recebe da corrente sanguínea, e usa aproximadamente 25% do oxigênio inalado. A fisiologia cerebral é altamente complexa e tem o poder de influenciar tudo que nós fazemos.
As unidades celulares fundamentais do c√©rebro s√£o chamadas neur√īnios. Neur√īnios possuem receptores que captam mensagens dos neurotransmissores, qu√≠micos no c√©rebro que viajam entre as c√©lulas. Esses neurotransmissores s√£o capazes de se ligarem a neur√īnios receptores e criarem atividades cerebrais espec√≠ficas. O processo √© complexo e a boa condi√ß√£o da prote√≠na e membranas celulares baseadas em lip√≠dios no c√©rebro √© essencial para seu sucesso.
Mudan√ßas nas membranas celulares ocorrem de momento a momento e s√£o unicamente afetadas pelos fatores tais como emo√ß√Ķes, dieta e o sistema imune. Mesmo as menores altera√ß√Ķes nesta membrana celular especializada podem ter consequ√™ncias nas habilidades dos neurotransmissores e produzir os efeitos desejados e podem causar doen√ßa. Serotonina, dopamina e norepinefrina s√£o os neurotransmissores conhecidos mais comuns.
O excesso ou a falta de neurotransmissores pode resultar em condi√ß√Ķes tais como depress√£o, ansiedade ou hiperatividade e podem contribuir para doen√ßas do c√©rebro tais como ou Alzheimer ou doen√ßa de Parkinson.
Uma dieta saud√°vel que atende as necessidades especifica do c√©rebro pode ajudar neur√īnios alcan√ßar um equil√≠brio qu√≠mico satisfat√≥rio.
O cérebro depende do fígado e trato gastrointestinal saudável para usar bem o alimento, para absorver nutrientes apropriadamente e liberá-los ao cérebro, para remover toxinas e manter a atividade apropriada do sistema imune.
Todos nos queremos um cérebro que seja saudável quando nós estivermos mais velhos, mas nos queremos também um cérebro que funcione em alta velocidade e eficientemente hoje.
O caf√© da manh√£ √© a mais importante refei√ß√£o do dia. Comece o dia com uma refei√ß√£o que √© baixa em gordura, alta em prote√≠na e baixa em carboidratos e a√ß√ļcar. Isso ajudar√° voc√™ a alcan√ßar o desempenho do pico mental durante o dia. Um estilo de vida que inclui amplo tempo de relaxamento, medita√ß√£o, exerc√≠cio apropriado e bom sono, tudo isso ajuda a regenerar e revigorar nosso estado mental, em suma a forma que n√≥s comemos pode n√£o somente nos ajudar a sermos mais inteligentes, alertas e com sucesso em nossas atividades mentais, mas tamb√©m mais equilibrados em nossas emo√ß√Ķes e comportamento.

Autor – Chuck Homuth
Fonte – http://www.cerebromente.org.br/n14/opinion/improving_p.htm

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Verão e Alimentação para Idosos

1/12/2017 - 19:48 Por:

Categoria(s): Dicas, Gerontologia, Qualidade de Vida, Reflex√£o

Com os term√īmetros nas alturas e um sol de rachar, o ver√£o tem castigado os brasileiros, principalmente na faixa et√°ria entre 60 e 90 anos. Os idosos reagem de maneira diferente ao calor e √† baixa umidade. Pessoas idosas apresentam uma tend√™ncia a consumir menos calorias. E √© por isso que, especialmente no calor do ver√£o, devem se preocupar em seguir uma dieta equilibrada.

Na velhice há uma propensão a comer menos porque, de forma geral, é menos ativa fisicamente, diferencia menos os sabores, além de salivar menos e ter uma capacidade de mastigação inferior. O apetite diminui ainda mais no verão por causa do calor. As necessidades proteicas, calóricas e de lipídeos dos idosos não são muito menores que as necessidades de pessoas mais jovens. A nutrição no verão também não muda: alimentação leve, composta por frutas e verduras, e hidratação contínua, vale tanto para idosos, quanto para pessoas mais novas.

O que muda para os idosos √© a preocupa√ß√£o em estabelecer uma dieta compat√≠vel com as dificuldades de mastiga√ß√£o e degluti√ß√£o, ou de doen√ßas como a diabetes ou osteoporose. A ideia √© sempre buscar alimentos frescos e fugir dos processados, al√©m de consumir em m√©dia dois litros de l√≠quido ao dia e comer a cada tr√™s horas. Mesmo que n√£o esteja faminto, o idoso pode fazer uma refei√ß√£o leve, tendo em mente qualquer tipo de restri√ß√£o alimentar que possa ter, para n√£o agravar outras doen√ßas. √Č recomend√°vel ainda atentar para a perda de vitamina D ou B12, comuns √† faixa et√°ria.

Com o avan√ßo da idade sofrem altera√ß√Ķes naturais nos mecanismos de controle t√©rmico do organismo e de envio de est√≠mulos cerebrais relacionados √† sede, o que propicia quadros de desidrata√ß√£o. Na velhice, o organismo humano reduz a sua capacidade de regular sua pr√≥pria temperatura, por isso, as trocas de calor, que normalmente levam o sangue para todas as partes do corpo e aquecem os tecidos, ficam prejudicadas fazendo com que os idosos sintam mais frio do que os jovens. A percep√ß√£o de calor fica alterada, fazendo com que sintam frio mesmo expostos √† altas temperaturas. Para esquentar o corpo, os idosos optam por usar roupas mais pesadas e grossas que comprometem a hidrata√ß√£o do organismo.

Com o passar dos anos, nosso sistema nervoso central diminui ou deixa de enviar para o corpo os estímulos nervosos responsáveis pela sensação de sede e pelo controle da urina. Isso faz com que os idosos bebam pouca água, mesmo no verão, e urinem com bastante frequência. O problema é que bebendo pouca água e perdendo nutrientes e sais minerais através da urina e do suor, os idosos ficam desidratados. A consequência disso é mal-estar e cansaço.

Fonte: https://pbnutricaoblog.wordpress.com/

Contribuição enviada por Daliane Batista Cardoso*

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O impacto da alimentação na velhice

28/11/2017 - 13:55 Por:

Categoria(s): Arte, Dicas, Gerontologia, Qualidade de Vida

Para garantir um¬†envelhecimento¬†bem-sucedido, as escolhas devem come√ßar durante toda a vida, pois assim n√£o resumiremos nossa passagem em ver o tempo passar. Com certeza, quando jovem, voc√™ ouviu conselhos como ‚Äúevite bebidas alco√≥licas‚ÄĚ, ‚Äúpratique atividade f√≠sica‚ÄĚ, ‚Äúfa√ßa um check up‚ÄĚ, ‚Äún√£o fume‚ÄĚ. Todos esses conselhos n√£o eram √† toa.

Com o aumento no ritmo de envelhecimento da popula√ß√£o brasileira, torna-se fundamental planejar e desenvolver a√ß√Ķes de sa√ļde que possam contribuir com a melhoria da¬†qualidade de vida dos idosos¬†brasileiros. Dentre essas a√ß√Ķes, est√£o as medidas relacionadas a uma¬†alimenta√ß√£o saud√°vel, que devem fazer parte das orienta√ß√Ķes trabalhadas pelos profissionais de sa√ļde √† pessoa idosa e sua fam√≠lia.¬†

Altera√ß√Ķes corporais associadas ao envelhecimento

√Č importante estar atento ao contexto das¬†mudan√ßas que ocorrem no corpo com o avan√ßo da idade¬†e no ambiente em que os idosos vivem, seja ele dom√©stico ou institucional. Essas altera√ß√Ķes podem ter implica√ß√Ķes no processo de compra, preparo, consumo e aproveitamento dos alimentos pelo organismo desse grupo de pessoas.

As mudan√ßas que ocorrem no corpo est√£o relacionadas a altera√ß√Ķes na fun√ß√£o hormonal, no metabolismo energ√©tico, o que afeta a necessidade de nutrientes e na perda de massa muscular (sarcopenia) e for√ßa, levando a problemas de equil√≠brio, queda e fraturas. A¬†sarcopenia¬†atinge 40% da popula√ß√£o acima de 65 anos e 60% dos indiv√≠duos com mais de 80 anos.

Estrat√©gias para reduzir essas altera√ß√Ķes

Algumas¬†estrat√©gias¬†como a pr√°tica de¬†exerc√≠cios f√≠sicos, abordagem nutricional e, quando necess√°ria, suplementa√ß√£o, podem diminuir os efeitos da perda muscular. A utiliza√ß√£o da suplementa√ß√£o de vitamina D e √īmega-3, vem se destacando e mostrando benef√≠cios para a sa√ļde do idoso. Outro ponto dito √© a alimenta√ß√£o. Nessa fase, os idosos t√™m maior resist√™ncia em consumir prote√≠nas, que auxiliaria na constru√ß√£o muscular.

O comprometimento progressivo do olfato e paladar, levam os idosos a se desinteressar por doces e salgados. A produ√ß√£o de saliva tamb√©m √© reduzida e aparecem as dificuldades no processo de mastiga√ß√£o e degluti√ß√£o, que causam impacto significativo na quantidade e qualidade da ingest√£o do alimento. Al√©m disso, a presen√ßa de doen√ßas cr√īnicas pode levar a restri√ß√Ķes diet√©ticas, que associadas ao uso de diversos medicamentos, reduzem o apetite ou interferem na absor√ß√£o de vitaminas e minerais.

Deficiência de nutrientes

Segundo dados do Inquérito Nacional de Alimentação como parte da POF, em 2008-2009, há uma prevalência de ingestão inadequada de nutrientes na população idosa. Os resultados mostraram prevalências de inadequação das vitaminas E, D, A, piridoxina e dos minerais cálcio e magnésio em ambos os gêneros.

A defici√™ncia de zinco, por exemplo, prejudica o sistema imunol√≥gico e facilita o aparecimento de infec√ß√Ķes. A perda de paladar tamb√©m √© um sintoma da defici√™ncia, o que dificulta ainda mais a ingest√£o de alimentos fonte de zinco. De acordo com o Guia Alimentar para a Popula√ß√£o Brasileira, uma alimenta√ß√£o saud√°vel deve ser acess√≠vel do ponto de vista f√≠sico e financeiro, variada, referenciada pela cultura alimentar, harm√īnica em quantidade e qualidade, naturalmente colorida e segura sanitariamente.

Por Daniel Magnoni

Fonte: http://veja.abril.com.br/blog/letra-de-medico/o-impacto-da-alimentacao-na-terceira-idade/

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