Melhorando a Função Cerebral

6/12/2017 - 18:01 Por:

Categoria(s): Doen√ßas e problemas de sa√ļde, Educa√ß√£o, Qualidade de Vida, Reflex√£o

A medida que envelhecemos muitos de n√≥s percebemos uma perda de capacidade mental e achamos que isso √© devido em parte a estar ficando velhos, mas o envelhecimento n√£o pode explicar a atual epidemia de severa deteriora√ß√£o mental. O fato √© que o c√©rebro humano √© altamente suscet√≠vel em viver em uma sociedade moderna desenvolvida. Um estilo de vida deficiente, bem como dieta, estresse, fuma√ßa e poluentes ambientais, tudo isso danifica as c√©lulas fr√°geis do c√©rebro. O consumo de √°lcool e muitos medicamentos podem causar severa perda de mem√≥ria. Cada vez mais crian√ßas est√£o mostrando dificuldades comportamentais e de aprendizagem relacionadas √†s exposi√ß√Ķes por poluentes e tais dificuldades persistem na vida adulta.
Pessoas que abusam dos seus corpos através de uma dieta e de estilo de vida inadequados podem experimentar uma deterioração mental já na década dos trinta, e por muitos outros problemas, se tornam realmente notáveis durante a década dos quarenta. Essas pessoas que fazem coisas inadequadas com o corpo em determinados períodos da vida, estão em risco aumentado de severa deterioração cognitiva no futuro, a menos que elas assumam o compromisso de reconstruir a função cerebral.
O cérebro usa 20% da energia do corpo e requer constante oxigênio que recebe da corrente sanguínea, e usa aproximadamente 25% do oxigênio inalado. A fisiologia cerebral é altamente complexa e tem o poder de influenciar tudo que nós fazemos.
As unidades celulares fundamentais do c√©rebro s√£o chamadas neur√īnios. Neur√īnios possuem receptores que captam mensagens dos neurotransmissores, qu√≠micos no c√©rebro que viajam entre as c√©lulas. Esses neurotransmissores s√£o capazes de se ligarem a neur√īnios receptores e criarem atividades cerebrais espec√≠ficas. O processo √© complexo e a boa condi√ß√£o da prote√≠na e membranas celulares baseadas em lip√≠dios no c√©rebro √© essencial para seu sucesso.
Mudan√ßas nas membranas celulares ocorrem de momento a momento e s√£o unicamente afetadas pelos fatores tais como emo√ß√Ķes, dieta e o sistema imune. Mesmo as menores altera√ß√Ķes nesta membrana celular especializada podem ter consequ√™ncias nas habilidades dos neurotransmissores e produzir os efeitos desejados e podem causar doen√ßa. Serotonina, dopamina e norepinefrina s√£o os neurotransmissores conhecidos mais comuns.
O excesso ou a falta de neurotransmissores pode resultar em condi√ß√Ķes tais como depress√£o, ansiedade ou hiperatividade e podem contribuir para doen√ßas do c√©rebro tais como ou Alzheimer ou doen√ßa de Parkinson.
Uma dieta saud√°vel que atende as necessidades especifica do c√©rebro pode ajudar neur√īnios alcan√ßar um equil√≠brio qu√≠mico satisfat√≥rio.
O cérebro depende do fígado e trato gastrointestinal saudável para usar bem o alimento, para absorver nutrientes apropriadamente e liberá-los ao cérebro, para remover toxinas e manter a atividade apropriada do sistema imune.
Todos nos queremos um cérebro que seja saudável quando nós estivermos mais velhos, mas nos queremos também um cérebro que funcione em alta velocidade e eficientemente hoje.
O caf√© da manh√£ √© a mais importante refei√ß√£o do dia. Comece o dia com uma refei√ß√£o que √© baixa em gordura, alta em prote√≠na e baixa em carboidratos e a√ß√ļcar. Isso ajudar√° voc√™ a alcan√ßar o desempenho do pico mental durante o dia. Um estilo de vida que inclui amplo tempo de relaxamento, medita√ß√£o, exerc√≠cio apropriado e bom sono, tudo isso ajuda a regenerar e revigorar nosso estado mental, em suma a forma que n√≥s comemos pode n√£o somente nos ajudar a sermos mais inteligentes, alertas e com sucesso em nossas atividades mentais, mas tamb√©m mais equilibrados em nossas emo√ß√Ķes e comportamento.

Autor – Chuck Homuth
Fonte – http://www.cerebromente.org.br/n14/opinion/improving_p.htm

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Verão e Alimentação para Idosos

1/12/2017 - 19:48 Por:

Categoria(s): Dicas, Gerontologia, Qualidade de Vida, Reflex√£o

Com os term√īmetros nas alturas e um sol de rachar, o ver√£o tem castigado os brasileiros, principalmente na faixa et√°ria entre 60 e 90 anos. Os idosos reagem de maneira diferente ao calor e √† baixa umidade. Pessoas idosas apresentam uma tend√™ncia a consumir menos calorias. E √© por isso que, especialmente no calor do ver√£o, devem se preocupar em seguir uma dieta equilibrada.

Na velhice há uma propensão a comer menos porque, de forma geral, é menos ativa fisicamente, diferencia menos os sabores, além de salivar menos e ter uma capacidade de mastigação inferior. O apetite diminui ainda mais no verão por causa do calor. As necessidades proteicas, calóricas e de lipídeos dos idosos não são muito menores que as necessidades de pessoas mais jovens. A nutrição no verão também não muda: alimentação leve, composta por frutas e verduras, e hidratação contínua, vale tanto para idosos, quanto para pessoas mais novas.

O que muda para os idosos √© a preocupa√ß√£o em estabelecer uma dieta compat√≠vel com as dificuldades de mastiga√ß√£o e degluti√ß√£o, ou de doen√ßas como a diabetes ou osteoporose. A ideia √© sempre buscar alimentos frescos e fugir dos processados, al√©m de consumir em m√©dia dois litros de l√≠quido ao dia e comer a cada tr√™s horas. Mesmo que n√£o esteja faminto, o idoso pode fazer uma refei√ß√£o leve, tendo em mente qualquer tipo de restri√ß√£o alimentar que possa ter, para n√£o agravar outras doen√ßas. √Č recomend√°vel ainda atentar para a perda de vitamina D ou B12, comuns √† faixa et√°ria.

Com o avan√ßo da idade sofrem altera√ß√Ķes naturais nos mecanismos de controle t√©rmico do organismo e de envio de est√≠mulos cerebrais relacionados √† sede, o que propicia quadros de desidrata√ß√£o. Na velhice, o organismo humano reduz a sua capacidade de regular sua pr√≥pria temperatura, por isso, as trocas de calor, que normalmente levam o sangue para todas as partes do corpo e aquecem os tecidos, ficam prejudicadas fazendo com que os idosos sintam mais frio do que os jovens. A percep√ß√£o de calor fica alterada, fazendo com que sintam frio mesmo expostos √† altas temperaturas. Para esquentar o corpo, os idosos optam por usar roupas mais pesadas e grossas que comprometem a hidrata√ß√£o do organismo.

Com o passar dos anos, nosso sistema nervoso central diminui ou deixa de enviar para o corpo os estímulos nervosos responsáveis pela sensação de sede e pelo controle da urina. Isso faz com que os idosos bebam pouca água, mesmo no verão, e urinem com bastante frequência. O problema é que bebendo pouca água e perdendo nutrientes e sais minerais através da urina e do suor, os idosos ficam desidratados. A consequência disso é mal-estar e cansaço.

Fonte: https://pbnutricaoblog.wordpress.com/

Contribuição enviada por Daliane Batista Cardoso*

*Educadora física, parceira da GeroVida no envio de artigos para o blog

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O impacto da alimentação na velhice

28/11/2017 - 13:55 Por:

Categoria(s): Arte, Dicas, Gerontologia, Qualidade de Vida

Para garantir um¬†envelhecimento¬†bem-sucedido, as escolhas devem come√ßar durante toda a vida, pois assim n√£o resumiremos nossa passagem em ver o tempo passar. Com certeza, quando jovem, voc√™ ouviu conselhos como ‚Äúevite bebidas alco√≥licas‚ÄĚ, ‚Äúpratique atividade f√≠sica‚ÄĚ, ‚Äúfa√ßa um check up‚ÄĚ, ‚Äún√£o fume‚ÄĚ. Todos esses conselhos n√£o eram √† toa.

Com o aumento no ritmo de envelhecimento da popula√ß√£o brasileira, torna-se fundamental planejar e desenvolver a√ß√Ķes de sa√ļde que possam contribuir com a melhoria da¬†qualidade de vida dos idosos¬†brasileiros. Dentre essas a√ß√Ķes, est√£o as medidas relacionadas a uma¬†alimenta√ß√£o saud√°vel, que devem fazer parte das orienta√ß√Ķes trabalhadas pelos profissionais de sa√ļde √† pessoa idosa e sua fam√≠lia.¬†

Altera√ß√Ķes corporais associadas ao envelhecimento

√Č importante estar atento ao contexto das¬†mudan√ßas que ocorrem no corpo com o avan√ßo da idade¬†e no ambiente em que os idosos vivem, seja ele dom√©stico ou institucional. Essas altera√ß√Ķes podem ter implica√ß√Ķes no processo de compra, preparo, consumo e aproveitamento dos alimentos pelo organismo desse grupo de pessoas.

As mudan√ßas que ocorrem no corpo est√£o relacionadas a altera√ß√Ķes na fun√ß√£o hormonal, no metabolismo energ√©tico, o que afeta a necessidade de nutrientes e na perda de massa muscular (sarcopenia) e for√ßa, levando a problemas de equil√≠brio, queda e fraturas. A¬†sarcopenia¬†atinge 40% da popula√ß√£o acima de 65 anos e 60% dos indiv√≠duos com mais de 80 anos.

Estrat√©gias para reduzir essas altera√ß√Ķes

Algumas¬†estrat√©gias¬†como a pr√°tica de¬†exerc√≠cios f√≠sicos, abordagem nutricional e, quando necess√°ria, suplementa√ß√£o, podem diminuir os efeitos da perda muscular. A utiliza√ß√£o da suplementa√ß√£o de vitamina D e √īmega-3, vem se destacando e mostrando benef√≠cios para a sa√ļde do idoso. Outro ponto dito √© a alimenta√ß√£o. Nessa fase, os idosos t√™m maior resist√™ncia em consumir prote√≠nas, que auxiliaria na constru√ß√£o muscular.

O comprometimento progressivo do olfato e paladar, levam os idosos a se desinteressar por doces e salgados. A produ√ß√£o de saliva tamb√©m √© reduzida e aparecem as dificuldades no processo de mastiga√ß√£o e degluti√ß√£o, que causam impacto significativo na quantidade e qualidade da ingest√£o do alimento. Al√©m disso, a presen√ßa de doen√ßas cr√īnicas pode levar a restri√ß√Ķes diet√©ticas, que associadas ao uso de diversos medicamentos, reduzem o apetite ou interferem na absor√ß√£o de vitaminas e minerais.

Deficiência de nutrientes

Segundo dados do Inquérito Nacional de Alimentação como parte da POF, em 2008-2009, há uma prevalência de ingestão inadequada de nutrientes na população idosa. Os resultados mostraram prevalências de inadequação das vitaminas E, D, A, piridoxina e dos minerais cálcio e magnésio em ambos os gêneros.

A defici√™ncia de zinco, por exemplo, prejudica o sistema imunol√≥gico e facilita o aparecimento de infec√ß√Ķes. A perda de paladar tamb√©m √© um sintoma da defici√™ncia, o que dificulta ainda mais a ingest√£o de alimentos fonte de zinco. De acordo com o Guia Alimentar para a Popula√ß√£o Brasileira, uma alimenta√ß√£o saud√°vel deve ser acess√≠vel do ponto de vista f√≠sico e financeiro, variada, referenciada pela cultura alimentar, harm√īnica em quantidade e qualidade, naturalmente colorida e segura sanitariamente.

Por Daniel Magnoni

Fonte: http://veja.abril.com.br/blog/letra-de-medico/o-impacto-da-alimentacao-na-terceira-idade/

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Praticando HQI

9/11/2017 - 14:22 Por:

Categoria(s): Cursos, Educa√ß√£o, Homeostase Qu√Ęntica Informacional

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Próximos Eventos

1/11/2017 - 16:42 Por:

Categoria(s): Cursos, Gerontologia, Qualidade de Vida

Ol√° Pessoal!

Segue agenda dos próximos eventos.

Participe conosco. Convide amigos, familiares, vizinhos e venha fazer parte de nossas atividades!

11 e 12 de novembro, 9h às 18h, Curso: Como adequar e melhorar a gestão e os cuidados na sua Casa de Repouso, organizadores: Rosane Quadros, Wanda Patrocinio e Henrique Salmazo, Local: GeroVida, Campinas, SP.

18 de novembro, 9h às 12h, Oficina: Como trabalhar a atividade física para o idoso frágil, prof. Kleber Ferreira (Grupo GeroTempo), Local: GeroVida, Campinas, SP.

22 de novembro, 14h às 17h, Oficina: Sexualidade e Envelhecimento, profa. Dra. Wanda Patrocinio, Local: GeroVida, Campinas, SP.

02 de dezembro,¬†14h √†s 17h, Encontro Praticando HQI*, profs. Wanda Patrocinio e Ant√īnio Carlos Martim, Local: GeroVida, Campinas, SP. Pr√©-requisito j√° ter feito curso de HQI (*Homeostase Qu√Ęntica Informacional).

Informa√ß√Ķes e inscri√ß√Ķes: GeroVida

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10 cuidados com idosos no ver√£o

30/10/2017 - 11:39 Por:

Categoria(s): Dicas, Gerontologia, Qualidade de Vida

O Brasil √© um pa√≠s tropical que alcan√ßa temperaturas acima dos 40¬į C em algumas cidades. Esse calor excessivo pode causar problemas de sa√ļde em todos n√≥s, mas especialmente nas pessoas mais sens√≠veis, como idosos e crian√ßas. Por isso, √© preciso redobrar a aten√ß√£o para os cuidados com idosos no ver√£o.

Para que eles n√£o sofram complica√ß√Ķes como hipertermia (aumento da temperatura corporal) ou desidrata√ß√£o, familiares e cuidadores devem tomar medidas preventivas que possam garantir ao idoso mais sa√ļde e conforto nos dias quentes.

Confira nesse artigo alguns cuidados indispens√°veis com os idosos durante o ver√£o.

Segundo Maria Alice Toledo, geriatra e vice-presidente da SBGG (Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia), com a chegada da idade o organismo passa por algumas altera√ß√Ķes, como a redu√ß√£o da percep√ß√£o do calor, a redu√ß√£o da sensa√ß√£o de sede e a redu√ß√£o da capacidade de term√≥lise (elimina√ß√£o do calor do organismo).

Assim, os idosos têm maior dificuldade em adaptar-se aos dias mais quentes e temperaturas elevadas. Além de não conseguirem perceber os sinais que o corpo envia, avisando que algo está errado. Então, os cuidados com idosos no verão devem envolver medidas que possam favorecer a hidratação do organismo e reduzir o calor corporal.

Confira abaixo uma lista de cuidados com idosos no ver√£o para garantir o seu bem-estar:

1 ‚Äď √Āgua: Ofere√ßa √°gua ao idoso n√£o em grandes quantidades, mas diversas vezes ao dia, para que o corpo mantenha-se hidratado. O ideal √© no m√≠nimo 2 litros por dia.

2 ‚Äď Alimenta√ß√£o: O ideal √© alimentar o idoso de 3 em 3 horas com alimentos frescos e leves. Deve-se evitar refei√ß√Ķes quentes e de dif√≠cil digest√£o, dando prefer√™ncia para legumes, verduras e frutas. Os sucos naturais e sorvetes tamb√©m podem ser explorados. Evite a cafe√≠na e o √°lcool, pois desidratam o organismo. Uma alimenta√ß√£o balanceada garantir√° os nutrientes para manter o corpo saud√°vel no ver√£o.

3 ‚Äď Roupas: As roupas e tecidos utilizados no ver√£o devem ser leves e frescos, preferencialmente de algod√£o e em cores claras. Evite pe√ßas apertadas e desconfort√°veis. A roupa de cama tamb√©m pode ser substitu√≠da por uma com menor quantidade de fios na trama, mais fresca para essa √©poca do ano.

4 ‚Äď Exposi√ß√£o solar: Evite a exposi√ß√£o solar em hor√°rios de picos (10 e 16 horas). Prefira buscar abrigo num locar fresco, arejado e coberto, ou que possua ar condicionado.

5 ‚Äď Acess√≥rios: Os √≥culos de sol e bon√©s, ou chap√©us, ajudam a proteger o corpo contra o calor. N√£o dispense esses acess√≥rios quando o idoso estiver em locais de exposi√ß√£o ao sol.

6 ‚Äď Filtro solar: Os cuidados com idosos no ver√£o n√£o dispensam o uso de filtro solar, que deve possuir um fator alto para proteger eficazmente a pele sens√≠vel do idoso.

7 ‚Äď Ar condicionado: Adote o ar condicionado para os ambientes utilizados pelo idoso, caso sejam quentes e abafados.

8 ‚Äď Umidificador de ar: Nos dias de baixa umidade relativa do ar, fa√ßa uso do umidificador tamb√©m, para equilibrar a atmosfera do ambiente e deixar o espa√ßo mais fresco.

9 ‚Äď Banho: O banho do idoso no ver√£o deve ser mais fresco para n√£o ferir sua pele e para manter a temperatura corporal ideal (36¬į C).

10 ‚Äď Exerc√≠cios: Idosos que se exercitam devem evitar os hor√°rios mais quentes do dia e dar prefer√™ncia para atividades refrescantes, como a hidrogin√°stica, um exerc√≠cio que traz muitos benef√≠cios para eles.

Com esses cuidados com os idosos no ver√£o, voc√™ garante mais qualidade de vida para eles nessa √©poca do ano e reduz os riscos de complica√ß√Ķes.

Fonte: Site VidaLar Sa√ļde

Contribuição enviada por Daliane Batista Cardoso

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Os Idosos s√£o capazes de aprender?

27/10/2017 - 10:39 Por:

Categoria(s): Dicas, Educação, Reflexão

Muitas pessoas acreditam que os idosos n√£o conseguem mais aprender algo novo. Qual sua opini√£o sobre isto? Infelizmente, isto √© uma cren√ßa err√īnea. Os idosos conseguem e devem obter novos aprendizados.

O ser humano aprende desde o nascimento at√© a morte; desse modo, a pessoa √© constantemente educada e estimulada. Os idosos, diante das viv√™ncias de cada etapa da vida, acumularam conhecimento e experi√™ncia, por isso, predisp√Ķem de um condicionamento natural e de aprendizagens anteriormente adquiridas; por√©m esse ac√ļmulo n√£o se esgota.

Estudar algo novo, al√©m de estimular as fun√ß√Ķes cognitivas pode, direta ou indiretamente, promover rela√ß√Ķes sociais. Ao estudar e aprender algo diferente, o idoso amplia e reformula o pensamento, al√©m de redimensionar e redirecionar fatos e a√ß√Ķes. Sendo assim, a educa√ß√£o √© um dos meios para vencer os desafios impostos pela idade e pela sociedade, propiciando aprendizado de novos conhecimentos e oportunidades.

Estrat√©gias persistentes e bem postas podem provocar novas convic√ß√Ķes e mudan√ßas. A problematiza√ß√£o do cotidiano e dos estere√≥tipos que permeiam o idoso, bem como a rela√ß√£o sobre si e o outro, podem conceder novas oportunidades para mudar. Ressalta-se que o intuito da aprendizagem √© a liberdade; ao conseguir libertar dos preconceitos e reconquistar a autonomia para escolher e para questionar e para julgar ideias impostas.

As metodologias utilizadas determinam o sucesso ou fracasso de uma atividade, bem como o desempenho intelectual do idoso. A metodologia de ensino deve privilegiar o idoso como protagonista de seu pr√≥prio aprendizado, numa rela√ß√£o participativa entre professor e aluno. Sob essa perspectiva, sugere-se a pedagogia participativa problematizadora como arcabou√ßo te√≥rico para facilitar o aprendizado dos alunos-idosos. Durante o processo educacional, deve-se encorajar uma apropria√ß√£o ativa e cr√≠tica, em vez do ac√ļmulo est√°tico de conhecimento por parte dos idosos. Os conte√ļdos discutidos precisam ter significado e relev√Ęncia.

A fruição, o gosto por aprender, a realização de sonhos e projetos de vida adiados, a necessidade de se sentir vivo, ativo, atualizado e inserido na sua comunidade fazem com que as pessoas idosas procurem sempre aprender algo. Esse aluno de escolher as atividades que melhor se adéquam aos seus objetivos. Deve poder buscar seu crescimento pessoal e coletivo. Os novos conhecimentos precisam ter um valor prático e relevante para a vida do aluno idoso.

Lembre-se de que sempre é tempo de começar e aprender algo novo!

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Sexualidade e envelhecimento

26/10/2017 - 13:02 Por:

Categoria(s): Cursos, Gerontologia, Qualidade de Vida

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Como trabalhar a atividade física para o idoso frágil

24/10/2017 - 13:58 Por:

Categoria(s): Cursos, Gerontologia, Qualidade de Vida, Terapias Complementares

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Ervas Medicinais – Crajiru Pariri

20/10/2017 - 10:36 Por:

Categoria(s): Curiosidades, Dicas, Ervas Medicinais, Qualidade de Vida

 

Ol√° Pessoal!

Hoje vamos falar dos benefícios do Crajiru Pariri

Nome científico: Arrabidaea chica

√Č uma planta com poder de cura alt√≠ssimo. Pode-se usar a planta toda.

¬†Indica√ß√Ķes: √© excelente para combater c√Ęncer, toda esp√©cie de herpes e infec√ß√Ķes, colites, √ļlceras, gastrite, anemia e boa para prostatite.

Contra indicação: nenhuma

Poder curativo: é de 60%

Sua toxidez: baixa.

Fonte: Livro ‚ÄúExistem doen√ßas incur√°veis?‚ÄĚ, de Jaime Br√ľning, 2003, p.106.

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