Sinestesia e a percepção de sentimentos do outro

27/11/2012 - 9:43 Por:

Categoria(s): Qualidade de Vida

A sinestesia ajuda a entender processos emp√°ticos

Contribuição enviada por Daliane Batista Cardoso*

Todos temos, em algum grau, a capacidade de distinguir emo√ß√Ķes do outro e de experiment√°-las. √Č o que chamamos de empatia. A leitura de express√Ķes faciais tem forte participa√ß√£o nesse processo. Pesquisadores da Universidade College de Londres descobriram que pessoas com sinestesia espelho-toque ‚Äď uma condi√ß√£o rara na qual os indiv√≠duos sentem toques que v√™em os outros receberem, como car√≠cias e agress√Ķes ‚Äď t√™m maior habilidade em reconhecer emo√ß√Ķes ao olhar para fotografias de rostos.

Cientistas acreditam que esse tipo de sinestesia seja causado, em parte, pelos neur√īnios-espelho, que parecem estar associados a um sentido extremamente desenvolvido de empatia emocional. Observar algu√©m recebendo um toque no rosto, por exemplo, ativaria circuitos neurais similares, que produziriam uma sensa√ß√£o t√°til. ‚ÄúAlgo que todos sentimos de certa forma, mas de forma muito menos pronunciada‚ÄĚ, explica o neurocientista Michael Banissy, um dos autores do estudo, que identificou essa condi√ß√£o em 2005, com base em relatos de alunos da Universidade College. Mais de 20 volunt√°rios participaram da pesquisa, publicada em fevereiro no Journal of Neuroscience. Todos tinham alguma forma de sinestesia ‚Äď dez deles do tipo espelho-toque. Eles foram convidados a tentar reconhecer emo√ß√Ķes como raiva, cansa√ßo e t√©dio em fotografias de rostos. Resultado: aqueles com sinestesia espelho-toque identificaram corretamente 92% das express√Ķes faciais nas imagens, enquanto a m√©dia de acerto dos outros participantes foi de 81%. Entretanto, na segunda etapa do experimento, que consistia em memorizar faces, todos os participantes tiveram desempenho semelhante.

Para Banissy, os resultados apontam que os circuitos neurais envolvidos no reconhecimento de emo√ß√Ķes s√£o diferentes dos que atuam na percep√ß√£o de identidade facial. ‚ÄúIsso indica que a capacidade de simula√ß√£o somatossensorial √© uma engrenagem importante na percep√ß√£o de sentimentos do outro e no processo de empatia‚ÄĚ, diz. A inten√ß√£o dos pesquisadores √© avaliar se esse ‚Äúsistema de espelhamento‚ÄĚ pode estar envolvido na aquisi√ß√£o de comportamentos aprendidos por imita√ß√£o, como a linguagem, e se ele pode ser identificado em autistas.

Fonte: Mente e Cérebro

* Educadora física, parceira da GeroVida no envio de artigos para o blog.

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CONHECIMENTO: uma estratégia para o envelhecimento saudável

30/10/2012 - 15:06 Por:

Categoria(s): Educação, Gerontologia

O envelhecimento √© entendido como um processo cont√≠nuo, universal, natural e engloba todas as fases da vida, desde a concep√ß√£o at√© a finitude, levando em considera√ß√£o os aspectos biol√≥gicos, psicol√≥gicos e socioambientais. Com isso, envelhecer √© a rela√ß√£o entre o que a pessoa √©, o que ela possui e o que a circunda, pois est√£o envolvidos fatores comportamentais, como h√°bitos de vida, ajustes e adapta√ß√Ķes f√≠sicas e ps√≠quicas; fatores sociais, como acesso e participa√ß√£o ativa, bom atendimento e amparo dos servi√ßos em gerais; entre outros determinantes que exercem certa, ou total, influ√™ncia na pessoa (MOSQUERA & STOB√ĄUS, 2012).

O envelhecimento saud√°vel enfatiza a otimiza√ß√£o das viv√™ncias humana, onde cada pessoa ter√° um ritmo e uma dire√ß√£o ao longo da vida; essas mudan√ßas tendem a ter ganhos e perdas bem equilibradas (MOSQUERA & STOB√ĄUS, 2012). Desse modo, o envelhecimento saud√°vel est√° diretamente relacionado com uma educa√ß√£o continuada, interativa, informativa, din√Ęmica, flex√≠vel e, acima de tudo, significativa, que vise √† sa√ļde do indiv√≠duo e √† preserva√ß√£o do seu meio (MOSQUERA& STOB√ĄUS, 2012). Assim, o conhecimento proporcionar√° uma reformula√ß√£o de todo o universo pessoal do sujeito, que almeja o aprender, seja no plano interno (consigo), seja nas suas rela√ß√Ķes (FERREIRA&SILVA, 2012).

Essa busca por conhecimento se inicia com um est√≠mulo, muitas vezes, atribu√≠do √†s demandas, internas e, ou, externas, da pessoa que o deseja. A motiva√ß√£o, pelo aprender, dar-se-√° por diversas raz√Ķes, por vezes, voltadas mais pelas quest√Ķes psicol√≥gicas, mas tamb√©m socioculturais, como o prazer, o desafio, o sucesso, a raiva, a ang√ļstia, a ansiedade ou, mesmo, o abandono perante o insucesso, a desvaloriza√ß√£o (FERREIRA&SILVA, 2012). As atividades cotidianas, sociais e de lazer tamb√©m t√™m um efeito assertivo na manuten√ß√£o da cogni√ß√£o e, consequentemente, do envelhecimento, pois o apoio e o suporte social favorecem, intimamente, de modo positivo a sa√ļde e a promo√ß√£o do autocuidado (MOSQUERA & STOB√ĄUS, 2012).

REFERÊNCIAS

FERREIRA, A. J. e SILVA, R. F. D. Uma Leitura da Educa√ß√£o e do Ensino. In: FERREIRA, A. J. et al. Educa√ß√£o & envelhecimento. Dados eletr√īnicos ‚Äď Porto Alegre: EdiPUCRS, 2012, cap.3, pp.31-37.
MOSQUERA, J. J. M. e STOB√ĄUS, C. D. Envelhecimento Saud√°vel: Educa√ß√£o, Sa√ļde e Psicologia Positiva. In: FERREIRA, A. J. et al. Educa√ß√£o & envelhecimento. Dados eletr√īnicos ‚Äď Porto Alegre: EdiPUCRS, 2012, cap.10, pp.14-22.

Por: Roberta dos Santos Tarallo.

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Dores nas costas podem ser sinal de outras doenças

25/10/2012 - 23:14 Por:

Categoria(s): Doen√ßas e problemas de sa√ļde, Qualidade de Vida

Contribuição enviada por Daliane Batista Cardoso*

Quem pensa que √© normal sentir dor nas costas est√° enganado. Apesar do inc√īmodo afetar cerca de 80% das pessoas pelo menos uma vez na vida, o sintoma pode sinalizar problemas como estresse, postura inadequada e at√© contamina√ß√Ķes por v√≠rus, como o da varicela.

Segundo o fisioterapeuta Bruno Andrade Costa, problemas de postura são os principais causadores do transtorno, mas ansiedade em excesso também pode desencadear o problema.

‚ÄúO h√°bito postural inadequado associado √† falta de atividade f√≠sica prejudica a coluna. Estresse f√≠sico e emocional, envelhecimento e crescimento acelerado tamb√©m podem provocar dores‚ÄĚ, aponta o especialista.

Formas erradas de andar e de se sentar levam também a desvios de postura, como a escoliose. Além de dores nas costas, estes desvios normalmente geram reflexos em outras partes do corpo.

‚ÄúAo tentar fazer um movimento normal, a pessoa com escoliose acaba sobrecarregando outras partes do corpo, como os joelhos‚ÄĚ, explica o fisioterapeuta.

Dependendo da região, as dores podem ser indicativos de outros problemas, como crises renais, pedras na vesícula e hérnias de disco. Até o coração corre riscos.

‚ÄúDores musculares s√£o localizadas na parte baixa das costas. Se ela estiver mais acima e acompanhada de outros sintomas, como formigamento e dorm√™ncia, podem indicar problemas no cora√ß√£o, por exemplo‚ÄĚ, afirmou.

Dez dicas para n√£o sofrer com o incomodo

  1. Faça alongamentos diariamente
  2. Evite o excesso de peso
  3. Sente-se corretamente
  4. Nunca durma de bruços
  5. N√£o durma em colch√Ķes moles
  6. Ao abaixar,flexione sempre os joelhos
  7. Ao dirigir,aproxime o banco do volante
  8. Evite permanecer na mesma posição por muito tempo
  9. Faça atividade física regularmente
  10. Fortale√ßa os m√ļsculos do abd√īmen e da coluna

Atenção para os horários

De acordo com o fisioterapeuta Bruno Andrade Costa, também é preciso estar atento aos horários em que a dor aparece para relatar ao médico. Dores acentuadas no fim do dia, por exemplo, podem ser indicativos de hérnia de disco.

Para aliviar as dores, o ideal é praticar exercícios físicos com acompanhamento de especialistas. Segundo Andrade, escolher a atividade errada pode não resolver o problema e, sim, piorá-lo. Isso tornará a dor ainda mais intensa.Fonte: Portal Terra

* Educadora física, parceira da GeroVida no envio de artigos para o blog.

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Workshop sobre a Doença de Alzheimer

25/10/2012 - 0:36 Por:

Categoria(s): Doen√ßas e problemas de sa√ļde, Gerontologia, Qualidade de Vida

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01 de outubro – Dia internacional do idoso

1/10/2012 - 18:57 Por:

Categoria(s): Gerontologia

Ao olhar esta linda cachoeira, chamada Po√ßo Cora√ß√£o, de uma cidadezinha de Minas Gerais, logo imagino um rio e como alguns autores j√° relataram a alus√£o do rio com a vida, em que alguns momentos temos √°guas tranquilas e serenas, mas tamb√©m corredeiras e turbul√™ncias… as √°guas e elementos do rio deixam marcas em suas margens, como a vida que deixa marcas em cada um de n√≥s, √†s vezes alegria, mas tamb√©m dores e tristezas, n√£o importa… pois o rio da vida continua correndo…

E é por isto que no dia de hoje, nós da GeroVida, queremos agradecer a todos aqueles que já viveram mais de seis décadas de vida. A você idoso de qualquer parte, o nosso muito obrigada pela sua existência. Com vocês aprendemos e crescemos e, assim, reforçarmos nossa meta de auxiliar cada vez mais a que nossos idosos possam viver com qualidade e dignidade.

Muito obrigada!

Equipe GeroVida.

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Doença de Alzheimer, qualidade de vida e terapias expressivas

22/08/2008 - 21:50 Por:

Categoria(s): Arte, Gerontologia, Qualidade de Vida, Sugest√£o de leituras

Sugest√£o de leitura 31

‚ÄúDoen√ßa de Alzheimer, qualidade de vida e terapias expressivas‚ÄĚ, de S√īnia Maria Castelo Branco Fortuna, Al√≠nea Editora, 2005.

Este livro relata uma experi√™ncia cl√≠nica de atendimento a uma paciente com diagn√≥stico de Doen√ßa de Alzheimer. Foram usadas terapias expressivas e t√©cnicas de arteterapia. Ajustadas √† evolu√ß√£o da mol√©stia e √†s caracter√≠sticas da paciente, elas contribu√≠ram para melhorar e manter a sua qualidade de vida e das rela√ß√Ķes familiares e, possivelmente, para retardar o curso da mol√©stia.

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Respiração, memória e qualidade de vida do idoso

27/06/2008 - 10:00 Por:

Categoria(s): Dicas, Gerontologia, Qualidade de Vida

Contribuição enviada por Daliane Batista Cardoso

(Continuação do artigo postado no dia 20/06/2008)

Plasticidade

O grupo que assistiu √† exibi√ß√£o depois do treinamento conseguiu lembrar n√£o apenas da hist√≥ria, mas de detalhes visuais, como a presen√ßa de uma √°rvore em cena, ou a cor do sapato de um personagem. “Esse tipo de exerc√≠cio produz v√°rios benef√≠cios para o c√©rebro, e pode desenvolver mudan√ßas na plasticidade cerebral”, analisa Marisa.

Plasticidade cerebral √© a capacidade de o organismo alterar estrutural e funcionalmente suas sinapses (conex√Ķes entre os neur√īnios). √Č um processo de adapta√ß√£o para suprir √°reas danificadas do sistema nervoso. Uma das sugest√Ķes de Marisa √© que os programas de treinamento muscular respirat√≥rio talvez possam ser √ļteis, tamb√©m, no tratamento de doen√ßas cerebrais que causam dem√™ncia, como o mal de Alzheimer. Isso porque uma boa respira√ß√£o favorece a oxigena√ß√£o do c√©rebro.

Os idosos que participaram da pesquisa eram “sedent√°rios, normotensos (sem problemas de press√£o arterial) e saud√°veis. N√£o tinham nenhuma defici√™ncia cognitiva, patologias pulmonares ou cardiovasculares pr√©vias e estavam aptos √† pr√°tica de atividade f√≠sica”, descreve a pesquisadora na tese. Os participantes, de ambos os sexos, tinham idades entre 60 e 78 anos.

Al√©m de beneficiar a mem√≥ria, os exerc√≠cios diminu√≠ram os sinais de depress√£o e ansiedade, aumentaram a vitalidade e a sa√ļde mental, e melhoraram aspectos sociais e emocionais dos idosos.

M√ļsculos

Uma avalia√ß√£o pr√©via do grupo tinha mostrado √† pesquisadora que a for√ßa muscular respirat√≥ria dos idosos estava diminu√≠da. “A maioria das pessoas respira superficialmente”, comenta Marisa. “N√£o utilizam a musculatura de forma adequada, e a mesma vai enfraquecendo, diminuindo a performance”, explica. Segundo Marisa, √© errado encolher a barriga durante a inspira√ß√£o (respira√ß√£o denominada “paradoxal”). Ela comenta, ainda, que √© muito saud√°vel preocupar-se em realizar respira√ß√Ķes profundas de forma rotineira, al√©m de praticar atividades f√≠sicas, colaborando para a melhora da pr√≥pria condi√ß√£o respirat√≥ria.

Como a maioria das pessoas não têm o costume de cuidar da respiração, é comum chegar à terceira idade com a musculatura respiratória debilitada. Somando-se a isso, Marisa diz que os próprios declínios fisiológicos que acometem o sistema respiratório, decorrentes do envelhecimento e de hábitos de vida dos idosos (como o fumo), colaboram para tal debilidade.

Texto: Apoena Pinheiro (Fonte: UnB Agência) Р19/08/2007

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Quando me amei de verdade…

19/06/2008 - 8:05 Por:

Categoria(s): Dicas, Qualidade de Vida

quanto_me_amei_de_verdade.pps

Imagens bel√≠ssimas! Texto profundo e sens√≠vel de Chaplin! Permita-se a leitura deste arquivo e d√™ um novo √Ęnimo em sua vida!

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CBN РEnvelhecer com qualidade de vida é possível

17/06/2008 - 19:13 Por:

Categoria(s): Dicas, Educação, Gerontologia, Qualidade de Vida

Ol√° caros internautas!

Amanhã, às 14:30h, darei um entrevista ao vivo na Rádio CBN (FM 99,10) sobre o tema Envelhecer com qualidade de vida é possível.

Reeducar o olhar e priorizar a vida plena é um caminho para envelhecer com confiança e bem-estar.

Abraços,

Wanda.

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Promo√ß√£o de sa√ļde do idoso ‚Äď benef√≠cios da atividade f√≠sica e qualidade de vida

13/06/2008 - 9:56 Por:

Categoria(s): Doen√ßas e problemas de sa√ļde, Gerontologia, Qualidade de Vida

Por Daliane Batista Cardoso*

A promo√ß√£o da sa√ļde √© um tema em evid√™ncia. A atividade f√≠sica √© um importante meio de preven√ß√£o e promo√ß√£o de sa√ļde dos idosos atrav√©s de in√ļmeros benef√≠cios. Atualmente est√° provado que quanto mais ativa √© a pessoa menos limita√ß√Ķes ela tem.

A participa√ß√£o em um programa de promo√ß√£o da sa√ļde para idosos √© uma modalidade de interven√ß√£o efetiva para reduzir e prevenir o n√ļmero de decl√≠nios funcionais do organismo associados ao envelhecimento.

O que o exercício físico regular pode fazer para o idoso:

– Melhora da velocidade de andar;

РMelhora do equilíbrio;

– Aumento do n√≠vel de atividade f√≠sica espont√Ęnea;

– Melhora da autoefic√°cia;

РContribuição na manutenção e/ou aumento da densidade óssea;

РAjuda no controle do diabetes, artrite, doença cardíaca;

– Melhora da ingest√£o alimentar;

РDiminuição da depressão.

Uma das principais causas de acidentes e de incapacidade na terceira idade é a queda que geralmente acontece por anormalidades do equilíbrio, fraqueza muscular, desordens visuais, anormalidades do passo, doença cardiovascular, alteração cognitiva e consumo de alguns medicamentos. O exercício contribui na prevenção das quedas através de diferentes mecanismos:

– Fortalece os m√ļsculos das pernas e costas;

– Melhora os reflexos;

– Melhora a sinergia motora das rea√ß√Ķes posturais;

– Melhora a velocidade de andar;

– Aumenta a flexibilidade;

РMantém o peso corporal;

– Melhora a mobilidade;

РDiminui o risco de doença cardiovascular.

Os benefícios do exercício regular e da atividade física contribuem para um estilo de vida independente e saudável, melhorando a capacidade funcional e a qualidade de vida do individuo. Para resultados satisfatórios e seguros, o idoso deve realizar, antes, uma avaliação médica e também observar os diferentes componentes da aptidão física Рincluindo exercícios aeróbicos, de força muscular, de flexibilidade e equilíbrio.

* Graduada em Educa√ß√£o F√≠sica; P√≥s Graduada em Atividade F√≠sica e Qualidade de Vida, Qualidade de Vida na Empresa pela UNICAMP; Participa de grupos de viv√™ncia da 3¬ļ idade como promotora de sa√ļde e qualidade de vida.

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