Alecrim-do-jardim

17/04/2013 - 21:29 Por:

Categoria(s): Dicas, Doen√ßas e problemas de sa√ļde, Ervas Medicinais

alecrim

Alecrim-do-jardim

Nome científico: Rosmarinus officinalis

Indica√ß√Ķes: √© t√īnico card√≠aco, combate gases intestinais, indigest√£o, nervosismo, menstrua√ß√Ķes irregulares e dif√≠ceis e √© indicada para f√≠gado e intestinos.

Cuidados: deve ser evitada por quem tem press√£o baixa.

Sua toxidez é mínima e seu poder curativo é de 28%.

Fonte: Livro ‚ÄúExistem doen√ßas incur√°veis?‚ÄĚ, de Jaime Br√ľning, 2003, p. 98.

Tags: ,


Veja Também:

Coment√°rios     Indique esse artigo Indique esse artigo

Você não está sozinho

5/04/2013 - 10:47 Por:

Categoria(s): Dicas, Doen√ßas e problemas de sa√ļde, Gerontologia, Qualidade de Vida, Reflex√£o, Sugest√£o de leituras, Tratamento de Doen√ßas

abrazlivroSugest√£o de leitura 186

Você não está sozinho. Autores (coordenadores): Vera Pedrosa Caovilla e Pedro Renato Canineu. Editora: ABRAZ, 1ª edição, 2005.

Elaborado por profissionais da Associa√ß√£o Brasileira de Alzheimer, o objetivo √© preparar o leitor para a responsabilidade e sobrecarga que √© cuidar de uma pessoa com a Doen√ßa de Alzheimer. O livro traz o impacto do diagn√≥stico para a fam√≠lia, principalmente, sobre as quest√Ķes do desconhecimento da doen√ßa, do que fazer, como agir, como entender a pessoa e como compreender seu pr√≥prio sentimento. O livro tamb√©m informa sobre os v√°rios aspectos da Doen√ßa de Alzheimer, de maneira que mesmo ainda n√£o existindo cura, existem formas de aliviar a carga tanto da pessoa como da fam√≠lia. As orienta√ß√Ķes do dia-a-dia abordam os seguintes aspectos: medicina, psicologia, enfermagem, nutri√ß√£o, terapia ocupacional, fisioterapia, fonoaudiologia, odontologia e sociais.

Tags: , , , , , , ,


Veja Também:

Coment√°rios     Indique esse artigo Indique esse artigo

Envelhecimento Cognitivo

26/03/2013 - 21:16 Por:

Categoria(s): Gerontologia

memoriaO envelhecimento cognitivo √© um fen√īmeno complexo, que ocorre de modo diferente, por envolver m√ļltiplas causas e diversificados fatores, como a hist√≥ria de vida, com destaque para as condi√ß√Ķes de sa√ļde, educacionais e de socializa√ß√£o, sendo, assim, retratado como um processo concorrente de perdas e ganhos.

O processo de envelhecimento cognitivo pode conduzir ao decl√≠nio de alguns dom√≠nios da cogni√ß√£o e do ritmo, influenciado, portanto, por processos de natureza gen√©tico-biol√≥gica (funcionamento sensorial e diminui√ß√£o na velocidade de processamento da informa√ß√£o, associados a altera√ß√Ķes neurol√≥gicas esperadas) e de natureza sociocultural (desenvolvimento e manuten√ß√£o das capacidades dependentes da experi√™ncia, que podem ter uma a√ß√£o compensat√≥ria sob as perdas).

Algumas capacidades cognitivas tendem a manter-se na velhice, entre elas a aten√ß√£o sustentada, as habilidades comunicativas e de linguagem, o conhecimento sem√Ęntico (vocabul√°rio e leitura), as habilidades de percep√ß√£o visual, as informa√ß√Ķes autobiogr√°ficas e as habilidades de recordar informa√ß√Ķes por pr√©-ativa√ß√£o.

Geralmente as fun√ß√Ķes que declinam e sofrem maior impacto conforme o passar dos anos s√£o as relacionadas √† aten√ß√£o seletiva, √† flu√™ncia verbal, √† nomea√ß√£o de objetos, a habilidades visuo-espaciais, √† mem√≥ria epis√≥dica e operacional, ao racioc√≠nio abstrato, a aprendizagem de novas informa√ß√Ķes e √† velocidade no processamento das informa√ß√Ķes.

Entre os 25 e os 80 anos, o que declina menos e mais devagar são a capacidade verbal e o raciocínio indutivo. A capacidade numérica e em seguida a velocidade perceptual atingem níveis mais baixos e de modo mais rápido após os 80 anos de idade. Porém, a maioria dos idosos mantem intacto o nível de funcionamento intelectual para atividades cotidianas até os 70 anos de idade, bem como o potencial para novas aprendizagens, especialmente em áreas como a linguagem e atividades mentais que envolvem mais produtos da cultura e da experiência do que produtos da competência básica do cérebro.

Estudos mostram que um n√≠vel cognitivo mais alto na inf√Ęncia tem efeito protetor contra o decl√≠nio cognitivo na meia-idade. Al√©m disso, indiv√≠duos com altos n√≠veis de capacidade mental na inf√Ęncia e na juventude apresentam decl√≠nio cognitivo mais lento na velhice e que, ao contr√°rio, indiv√≠duos expostos a pobreza, a d√©ficits educacionais e a adversidades na inf√Ęncia s√£o mais sens√≠veis ao decl√≠nio cognitivo na velhice. Logo, as pessoas que tiveram um ambiente favor√°vel at√© a meia-idade, mantiveram n√≠veis mais altos de compet√™ncia na idade avan√ßada, n√≠veis esses que se manifestam em maior capacidade de resolver problemas de autocuidado, no dia-a-dia.

Diante disso, o treino cognitivo e a reabilitação cognitiva têm demonstrado seus potenciais para melhorar ou manter o funcionamento cognitivo na velhice. Os domínios mais treinados são a memória, a velocidade do processamento da informação, o raciocínio, orientação espacial e temporal e a comunicação que, quando submetidos a estímulos, mostram melhoras significativas, mas deve-se considerar o funcionamento neurológico, a idade, as influências educacionais e o estilo de vida.

NERI, A. L.; NERI, M. L. Envelhecimento Cognitivo. In: Freitas, E. V. et al.(orgs.). Tratado de Geriatria e Gerontologia. Editora Koogan: Rio de Janeiro, 3 ed., cap. 131.

Por: Roberta dos Santos Tarallo

Tags: , , , , , , ,


Veja Também:

Coment√°rios     Indique esse artigo Indique esse artigo

Prisão de ventre ou constipação

19/03/2013 - 10:42 Por:

Categoria(s): Doen√ßas e problemas de sa√ļde, Terapias Complementares, Tratamento de Doen√ßas

Prisão de ventre ou constipação

constipacao√Č a doen√ßa do intestino, que consiste na dificuldade e atraso em evacuar (eliminar as fezes). Esta doen√ßa √© talvez a mais grave que existe, porque √© a causa de quase todas as outras. Diz o doutor David Reuben, no seu Livro Dieta para salvar a vida, p√°gina 91 ‚ÄúNos pa√≠ses ocidentais, quase 100% da popula√ß√£o padece desse mal, num ou noutro per√≠odo da vida‚ÄĚ.

E diz mais: ‚ÄúO c√≥lon humano n√£o √© um tanque de dep√≥sito de a√ßo inoxid√°vel, √© uma parte viva de um organismo e que est√° continuamente absorvendo uma grande variedade de poderosos agentes qu√≠micos das fezes que cont√©m. Quanto mais tempo as fezes permanecerem apodrecendo no c√≥lon, maior a probabilidade de ocorrerem graves consequ√™ncias‚ÄĚ.

M. Lezaeta Acharan diz que evacuar apenas uma vez por dia já é início de prisão de ventre e o normal seria evacuar, no mínimo, a cada 12 horas, portanto, duas vezes ao dia.

Causas:

– alimentos processados e refinados industrialmente, sem farelo, sem fibra, que o intestino precisa para funcionar bem;

Рfalta de exercícios físicos, vida muito parada;

– falta de √°gua no organismo, n√£o se bebe dela o suficiente e o intestino se resseca com o calor interno;

Рfalta de vitamina B1 e B2 na alimentação;

– √ļlcera ou outra infec√ß√£o s√©ria no tubo digestivo;

Рo mau costume de resistir ao desejo de evacuar o ventre, conduz à sua inatividade;

– as drogas, inje√ß√Ķes e medicamentos calmantes para tirar dores, hoje t√£o em moda, debilitam e ainda paralisam a fun√ß√£o intestinal (M. Lezaeta Acharan, p√°gina 399 de seu livro);

– tens√£o nervosa, etc.

Do livro ‚ÄúExistem doen√ßas incur√°veis?‚ÄĚ, de Jaime Br√ľning, 2003, p. 252-253.

Caro leitor, nosso blog se preocupa com a sa√ļde e o bem estar de todas as pessoas. Desenvolvemos um trabalho na √°rea de terapias complementares, por√©m gostar√≠amos de salientar que qualquer tratamento aqui sugerido n√£o dispensa uma orienta√ß√£o m√©dica ou qualquer orienta√ß√£o na √°rea que voc√™ esteja precisando. Isto significa que os tratamentos com argila terap√™utica e outros devem complementar o tratamento j√° realizado, mantendo sempre o acompanhamento m√©dico. Al√©m disto, sugerimos que aquelas pessoas que j√° est√£o em tratamento e que resolvam usar algum tratamento complementar, que comuniquem o profissional que acompanha seu caso.

Atenciosamente,
Equipe GeroVida

OBS. 1: N√£o realizamos orienta√ß√Ķes de tratamentos √† dist√Ęncia. O ideal √© procurar um terapeuta pessoalmente para receber as informa√ß√Ķes para o seu caso e depois ser√° poss√≠vel dar seguimento ao tratamento em sua resid√™ncia.

OBS. 2: Damos cursos √† dist√Ęncia sobre terapias complementares e gerontologia. Os interessados dever√£o acessar o link: http://www.gerovida.com.br/gerontologia/produto/cursos/curso-argila-terapeutica.htm

Tags: , ,


Veja Também:

Coment√°rios     Indique esse artigo Indique esse artigo

Novos h√°bitos e comportamentos

7/03/2013 - 15:28 Por:

Categoria(s): Qualidade de Vida

Quantos meses s√£o necess√°rios para formar um h√°bito?

Contribuição enviada por Daliane Batista Cardoso*

caminhosdavidaEstudo sugere que os hábitos precisam de muito mais tempo para se instalar do que pensavam inicialmente os pesquisadores: em média três meses, mas esse tempo pode ser bem maior.

Hábitos consolidados demandam pouco esforço consciente: agimos sem nem mesmo nos dar conta de grande parte das coisas que fazemos. Mas criar um comportamento novo não é assim tão fácil. Cientistas e mesmo a maioria das pessoas sabem que introjetar condicionamentos requer tempo e insistência. O que ninguém sabia era quanto tempo esse condicionamento exigia.

Em busca dessa resposta, a psicóloga Phillippa Lally, da Universidade College, de Londres, pediu a 96 alunos de graduação que adquirissem um hábito em 12 semanas repetindo diariamente um comportamento saudável, como beber uma garrafa de água durante determinado período.

Os resultados, publicados em European Journal of Social Psychology, sugerem que os hábitos precisam de muito mais tempo para se instalar do que pensavam inicialmente os pesquisadores: em média três meses, mas esse tempo pode ser bem maior, dependendo da pessoa e do hábito que se deseja adquirir.

Outra constatação do estudo ajuda a diminuir o desconforto daqueles que querem adquirir comportamentos, mas eventualmente interrompem o processo de condicionamento: deixar de repetir a tarefa por um ou dois dias não invalida o processo, desde que em seguida a prática seja retomada com regularidade.

Fonte: Mente e Cérebro

* Educadora física, parceira da GeroVida no envio de artigos para o blog.

 

Tags: , , ,


Veja Também:

Coment√°rios     Indique esse artigo Indique esse artigo

Alfavaca

4/02/2013 - 12:57 Por:

Categoria(s): Ervas Medicinais

Alfavaca

alfavacaNome científico: Occimum canum

Indica√ß√Ķes: √© diur√©tica, estimulante, serve para gargarejos nas aftas, combate anginas, areia dos rins, aumenta a press√£o, combate tontura, melhora as digest√Ķes.

Cuidados: deve ser evitada por quem tem urina solta.

Seu poder curativo é de 23%.

Fonte: Livro ‚ÄúExistem doen√ßas incur√°veis?‚ÄĚ, de Jaime Br√ľning, 2003, p. 98.

Tags: ,


Veja Também:

Coment√°rios     Indique esse artigo Indique esse artigo

As 8 Premissas da Fisioterapia Gerontológica

28/01/2013 - 9:08 Por:

Categoria(s): Dicas, Gerontologia, Sugest√£o de leituras

Sugest√£o de leitura 185

As 8 Premissas da Fisioterapia Gerontológica. De Cristina Ribeiro. Editora Andrei, 2012.

Sinopse: Fisioterapia Gerontol√≥gica √© a √°rea da fisioterapia especializada no atendimento da pessoa idosa e, por estar pautada na Gerontologia, envolve al√©m do tratamento das doen√ßas do envelhecimento e do modo de preveni-las, uma abordagem em que o paciente √© visto de modo integral, considerando seus aspectos biol√≥gicos, psicol√≥gicos e sociais. Na obra a autora prop√Ķe ‚Äú As 8 Premissas da Fisioterapia Gerontol√≥gica‚ÄĚ, que auxiliar√£o o leitor ‚Äď estudante, profissional fisioterapeuta e interessado pela gerontologia – a qualificar os seus atendimentos e ampliar sua abordagem junto ao paciente, tornando-a mais sens√≠vel e humanizada. A autora tamb√©m discute aspectos relevantes da rela√ß√£o fisioterapeuta-paciente e fornece otimiza√ß√Ķes para o atendimento cl√≠nico, convidando o profissional a experiment√°-los.

Tags: , , , ,


Veja Também:

Coment√°rios     Indique esse artigo Indique esse artigo

Exercício físico: defesas e limites

9/01/2013 - 17:00 Por:

Categoria(s): Dicas, Doen√ßas e problemas de sa√ļde, Qualidade de Vida

Quando o exercício derruba nossas defesas

Contribuição enviada por Daliane Batista Cardoso*

O porte e, acima de tudo, a capacidade para superar prova√ß√Ķes f√≠sicas d√£o a impress√£o de que um atleta n√£o teria problema para sobrepujar v√≠rus e bact√©rias que o desafiem. Esse senso comum ganha mais for√ßa com as claras evid√™ncias cient√≠ficas de que a pr√°tica regular de atividade f√≠sica fortalece o ex√©rcito que combate microorganismos oportunistas. “Por√©m, dados epidemiol√≥gicos mostram que esportistas profissionais s√£o tr√™s vezes mais suscet√≠veis a doen√ßas infecciosas, principalmente as do trato respirat√≥rio”, revela T√Ęnia Pithon-Curi, educadora f√≠sica da Universidade Cruzeira do Sul, em S√£o Paulo.

Em busca de respostas ao enigma acima, T√Ęnia fez ratinhos correrem em uma esteira at√© a exaust√£o. Depois, analisou os chamados neutr√≥filos, c√©lulas brancas com a habilidade de englobar e, assim, neutralizar invasores mal√©ficos. A descoberta √© surpreendente: uma √ļnica sess√£o de treino intenso foi capaz de estimular a apoptose, uma esp√©cie de suic√≠dio, desses pequenos soldados. “Normalmente, esse mecanismo serve para reciclar as defesas. S√≥ que, quando ele √© acelerado, o organismo fica em d√©ficit por n√£o conseguir produzir novas c√©lulas na mesma velocidade”, explica a pesquisadora. Resumindo, esfor√ßo f√≠sico demasiado diminui a resist√™ncia contra gripes, resfriados e companhia. Quando falamos em exagero, n√£o abordamos apenas quem v√™ a atividade f√≠sica como profiss√£o. Indiv√≠duos que acabaram de trocar o sof√° pela academia podem causar danos a si pr√≥prios com cargas que n√£o fariam mal a outros mais condicionados. “O limite depende de fatores como o preparo f√≠sico, a idade, o sexo e at√© a alimenta√ß√£o do dia. Por isso o acompanhamento de especialistas √© t√£o importante”, relata o fisiologista Orlando Laitano, da Universidade Federal do Vale do S√£o Francisco, em Pernambuco.

Cruzar a linha individual entre uma pr√°tica f√≠sica moderada e outra extenuante tamb√©m eleva a concentra√ß√£o dos radicais livres, mol√©culas que, em altas doses, s√£o nefastas ao sistema imune. “Al√©m disso, eles aumentam as inflama√ß√Ķes e o risco cardiovascular”, afirma Cl√°udia Cavaglieri, fisiologista da Universidade Estadual de Campinas, no interior paulista. Isso sem contar que contribuem para o aparecimento de tumores. J√° est√° claro que n√£o faltam motivos para evitar um abuso. As quest√Ķes que ficam, no entanto, s√£o se cada estrutura do corpo teria limites diferentes e se alguns deles poderiam ser extrapolados sem percebermos. Em outras palavras, nossa defesa contra v√≠rus e bact√©rias pode se cansar antes do cora√ß√£o e, a partir da√≠, come√ßar a sofrer silenciosamente? “O tema √© controverso, mas h√° uma nova teoria de que, quando uma parte espec√≠fica do organismo apresenta sobrecarga intensa, o sistema nervoso central sinaliza com fadiga generalizada”, informa Laitano. Acreditando ou n√£o nessa hip√≥tese inusitada, os especialistas s√£o un√Ęnimes em afirmar que dificilmente a exaust√£o e os problemas decorrentes dela afetem qualquer √°rea ou fun√ß√£o corporal antes do surgimento de sinais como dificuldade para respirar e cansa√ßo da musculatura.

Avance no treinamento sem correr riscos. Por um lado, o limiar da modera√ß√£o precisa ser respeitado. Por outro, ele deve ser, aos poucos e com orienta√ß√£o, empurrado para frente. “Se a intensidade ou a dura√ß√£o do exerc√≠cio n√£o s√£o modificadas ao longo dos meses, ocorre uma adapta√ß√£o do organismo. O que antes era adequado pode se tornar leve demais e, com isso, menos ben√©fico ao corpo”, esclarece a educadora f√≠sica T√Ęnia Pithon-Curi.

Logo ap√≥s deixar o sedentarismo, o correto √© investir em pr√°ticas brandas. “Nessa etapa, √© prefer√≠vel focar no tempo de exerc√≠cio a sua intensidade”, complementa P√°blius Braga, m√©dico do esporte do Hospital Nove de Julho, em S√£o Paulo. Em vez de correr por 15 minutos, tente caminhar por meia hora, por exemplo. Isso, al√©m de promover melhoras expressivas, ainda diminui a incid√™ncia de les√Ķes. √Č essencial que o ajuste do treino seja constante nos primeiros 60 dias de rala√ß√£o ‚ÄĒ de prefer√™ncia, o educador f√≠sico precisa verificar o progresso da pessoa quinzenalmente. Durante esse per√≠odo inicial, o ganho de for√ßa e de resist√™ncia √© r√°pido gra√ßas a adapta√ß√Ķes dos pr√≥prios nervos que se localizam nos m√ļsculos, inclusive no card√≠aco. Depois disso, vale consultar quem est√° prescrevendo a malha√ß√£o pelo menos a cada quatro meses. O m√©dico tamb√©m faz parte dessa hist√≥ria: o ideal √© realizar um check-up completo anualmente para verificar eventuais anomalias. Com supervis√£o profissional e um pouco de calma, voc√™ chega l√° ‚ÄĒ sem trope√ßos, tosses e espirros pelo caminho.

Na medida certa

Só os experts podem prescrever o exercício ideal para cada um. Contudo, há sinais que indicam quando o esforço está aquém ou além do desejado.

Nem de menos: se durante uma atividade física o corpo não mostra nenhum sinal de cansaço, talvez seja bom apertar ligeiramente o passo. Ausência de suor ou da sensação de relaxamento após a prática também indicam uma intensidade leve demais.

Nem a mais: Fique esperto com taquicardias, dificuldades para respirar, tonturas, ins√īnia… “Incha√ßo, dores insistentes e vermelhid√£o nas articula√ß√Ķes s√£o outras mostras de que o ritmo est√° elevado”, acrescenta o ortopedista Lafayette Lage, de S√£o Paulo.

Fique de olho

Entenda por que certas condi√ß√Ķes exigem um cuidado especial com a atividade f√≠sica.
Obesidade: a uni√£o entre gordura de sobra e passadas vigorosas demais pesa nas articula√ß√Ķes e ainda gera processos inflamat√≥rios.

Diabetes: os medicamentos usados para controlar os n√≠veis de a√ß√ļcar no sangue, associados ao alto consumo de glicose de uma pr√°tica extenuante, podem culminar em hipoglicemia.

Asma: se o pulmão trabalha em excesso para garantir oxigênio, o risco de uma crise sobe. O asmático sempre deve carregar sua bombinha durante o exercício.

Problemas cardíacos: um coração fragilizado, quando exigido além da conta, pode falhar. Nesses casos se recomendam exercícios pouco intensos e prolongados.

Na dose ideal… …os esportes asseguram benesses do √ļltimo fio de cabelo at√© a ponta dos p√©s

Cabe√ßa: eles incrementam a circula√ß√£o sangu√≠nea no c√©rebro, diminuindo o risco de derrames, e ainda ajudam a criar neur√īnios, o que garante uma maior capacidade cognitiva.
Cora√ß√£o: os exerc√≠cios mant√™m todos os vasos em forma. Isso evita que o m√ļsculo card√≠aco trabalhe arduamente para conseguir bombear sangue para todo o corpo.

C√Ęncer: a modalidade esportiva favorita de um indiv√≠duo, al√©m de aplacar o estresse, fator de risco para o mal, controla horm√īnios que favorecem os tumores.

Diabetes: o próprio emagrecimento já diminui a resistência à insulina. De quebra, a atividade física regular facilita a entrada de glicose nas células.

Ossos: eles s√£o ativados pela movimenta√ß√£o muscular. Para ag√ľentar a ligeira sobrecarga, tornam-se densos e fortes, o que afasta a osteoporose.

Em excesso… …a atividade f√≠sica perde seu potencial benfeitor e vira risco a in√ļmeros transtornos

Cabe√ßa: a grande presen√ßa de horm√īnios do estresse decorrentes do exagero provoca dores e dificuldade para raciocinar. Em casos extremos, podem favorecer um acidente vascular.

Cora√ß√£o: se sua frequ√™ncia fica para l√° de alta por muito tempo, o m√ļsculo card√≠aco se desgasta de tal forma que pode se degenerar ‚ÄĒ √© o processo de um infarto.

C√Ęncer: ao consumir toda a energia do corpo, faltam for√ßas para combater a doen√ßa. Isso sem contar que um sistema imune fraco n√£o lida com o tumor adequadamente.

Diabetes: o diabético tem um risco aumentado de desenvolver transtornos cardíacos. A probabilidade sobe mais ainda quando ele extrapola no exercício.

Ossos: um esfor√ßo hom√©rico altera o equil√≠brio de horm√īnios respons√°veis pela produ√ß√£o de massa √≥ssea. Com isso, a ossatura fica fr√°gil e propensa a fraturas.

Fonte: Uol.com.br

* Educadora física, parceira da GeroVida no envio de artigos para o blog.

 

Tags: , , , ,


Veja Também:

Coment√°rios     Indique esse artigo Indique esse artigo

Alfafa

19/12/2012 - 17:20 Por:

Categoria(s): Ervas Medicinais

Alfafa

Nome científico: Mendicago sativa

Indica√ß√Ķes: combate anemia e urina solta. √Č calmante dos nervos. √Č reconstituinte. Abre o apetite e combate apendicite.

Cuidados: deve ser evitada por quem tem press√£o alta.
Seu poder curativo é de 35%.

Fonte: Livro ‚ÄúExistem doen√ßas incur√°veis?‚ÄĚ, de Jaime Br√ľning, 2003, p. 98.

Tags: ,


Veja Também:

Coment√°rios     Indique esse artigo Indique esse artigo

Benefícios do Trabalho Voluntário

12/12/2012 - 21:50 Por:

Categoria(s): Gerontologia, Qualidade de Vida

Os benefícios do trabalho voluntário para os idosos.

O trabalho volunt√°rio √© caracterizado pela participa√ß√£o em alguma atividade, n√£o remunerada, que beneficie outras pessoas, grupos e, mesmo, organiza√ß√Ķes (SOUZA e LAUTERT, 2008). Podendo ser desenvolvido em empresas, igrejas e entidades que investem em iniciativas de impacto social (LOPES, 2006). Segundo a Organiza√ß√£o Mundial da Sa√ļde (OMS), a atua√ß√£o volunt√°ria √© uma alternativa para a promo√ß√£o do envelhecimento ativo, saud√°vel, bem-sucedido, produtivo e com qualidade (LOPES, 2006; SOUZA, LAUTERT e HILLESHEIN, 2011). A a√ß√£o volunt√°ria tende a promover diversos benef√≠cios para os voluntariados idosos, como:

  • a inser√ß√£o, a participa√ß√£o e a preserva√ß√£o na sociedade;
  • o desenvolvimento de habilidades pessoais;
  • a manuten√ß√£o da sa√ļde e na melhoria da autoestima e da qualidade de vida;
  • sentir-se mais felizes, saud√°veis, ativos, √ļteis e pertencidos socialmente;
  • o aumento do bem-estar psicol√≥gico e maior satisfa√ß√£o pela vida;
  • na oportunidade de conviv√™ncia, na promo√ß√£o de relacionamentos e de formar novas amizades, bem como na manuten√ß√£o das rela√ß√Ķes significativas e;
  • a oportunidade de aprendizado e o exerc√≠cio de habilidades profissionais.

Dessa forma, o trabalho volunt√°rio √© mais do que uma oportunidade de socializa√ß√£o para os idosos, pois contribui para a melhoria da sa√ļde global (mental e f√≠sica), da capacidade funcional, da qualidade de vida e da satisfa√ß√£o com a vida (LOPES, 2006; SOUZA e LAUTERT, 2008).

Contudo, as a√ß√Ķes volunt√°rias s√£o ben√©ficas quando desempenhadas com sentido e significado pelos idosos. Logo, as motiva√ß√Ķes para as atividades volunt√°rias s√£o din√Ęmicas e circunstanciais, pois mudam ao longo do tempo na medida em que o servi√ßo √© executado e os benef√≠cios e o senso de bem-estar subjetivo s√£o atingidos (LOPES, 2006).

Com isso, o serviço prestado precisa ser supervisionado e, constantemente, treinado, para que os voluntários se tornem produtivamente desafiados em relação às suas habilidades e competências. Assim, o trabalho voluntário se transformará em oportunidades educativas e de autodesenvolvimento, além de gerar benefícios positivos para os idosos, pois os ajuda no enfrentamento de preconceitos sociais, de perdas físicas, por vezes esperadas, e promove a qualidade de vida e o aprimoramento da cidadania (LOPES, 2006).

Referências Bibliográficas:

LOPES, A. Trabalho volunt√°rio e envelhecimento: um estudo comparativo entre idosos americanos e brasileiros. Tese de doutorado ‚Äď Faculdade de Educa√ß√£o: Universidade Estadual de Campinas, 230p., 2006.

SOUZA, L. M. e LAUTERT, L. Trabalho volunt√°rio: uma alternativa para a promo√ß√£o da sa√ļde de idosos. Rev. Esc. Enferm. USP, v.42, n.2, 2008, p. 371-6.

SOUZA, L. M.; LAUTERT, L. e HILLESHEIN, E. F. Qualidade de vida e trabalho volunt√°rio em idosos. Rev. Esc. Enferm. USP, v. 45, n. 3, 2011, p. 665-71.

Por: Roberta dos Santos Tarallo

Tags: , , , ,


Veja Também:

Coment√°rios     Indique esse artigo Indique esse artigo

P√°gina 26 de 28« Primeira página...1020...2425262728