Curso Básico (HQI) Valinhos

29/08/2017 - 16:12 Por:

Categoria(s): Cursos, Doenças e problemas de saúde, Homeostase Quântica Informacional, Qualidade de Vida, Terapias Complementares

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Previdência Corporal: Como vai a sua?

22/08/2017 - 14:42 Por:

Categoria(s): Dicas, Doenças e problemas de saúde, Gerontologia, Qualidade de Vida, Reflexão, Sem categoria

Estamos todos preocupados com a situação da Previdência Social e não é por menos, nosso futuro está em jogo. Como podemos ficar sossegados e tranquilos com um futuro tão incerto e numa fase da vida onde podemos estar mais vulneráveis? Investir financeiramente no futuro é essencial para alcançarmos um longeviver mais seguro e pleno, onde possamos continuar aproveitando a vida como almejamos. Cada vez mais, os jovens se preocupam em investir na previdência social ou privada, guardar na poupança para o futuro, investir em algo que garanta alguma segurança para a velhice. Vamos pensar agora na nossa Previdência Corporal, como andam seus investimentos?
É fato que as pessoas estão mais consciente sobre a importância da prática de atividade física e da alimentação saudável. Basta acessarmos qualquer rede social que teremos dicas de como ter um estilo de vida mais saudável. Mas a questão não é essa.
Quando investimos nosso dinheiro em algum fundo, o primeiro passo é “Traçar o nosso perfil” como investidor. Podemos ser mais “conservadores ou mais arrojados”, assumindo mais riscos de perdas futuras. Traduzindo isso para nossa dimensão corporal, o ideal seria que também traçássemos nosso “perfil” para adequarmos nosso estilo de vida, que é influenciado pela nossa cultura, valores, possibilidades financeiras, nossos gostos pessoais, ambiente em que vivemos, nossas necessidades específicas etc., para aí sim, optarmos pelo investimento mais adequado. A imposição por estilos de vida pré moldados socialmente não funciona para todos. É preciso que faça sentido, que proporcione bem estar, segurança e a certeza de que estamos fazendo algo por nós mesmos, e não apenas respondendo a anseios sociais de “Corpo sarado e magro”.
Meu avô ultrapassou os 90 anos sem nunca ter entrado numa academia e como bom português, teve em sua dieta muito vinho, sardinha, pão e batatas. Nunca esteve acima do peso. Sua previdência corporal recebeu investimentos na área da agricultura, quando ele morava no sítio e com a enxada, cuidava da Horta. Subia e descia morros… cuidava dos cães. Acredito que tenha sido um belo investimento. A minha avó beirou os 90 e analisando seu perfil percebo que ela investiu muito nas amizades, nas atividade manuais (belíssimos bordados portugueses dos quais se orgulhava muito), muita bacalhoada… amava passear, caminhar. Eu precisava correr para alcançar a passada dela… Também investiu bastante em atividades religiosas, era mulher de muita Fé.
Estes são exemplos de investimentos de “Previdência Corporal” que levo comigo. Quando pensamos em “Saúde Corporal” não devemos desmembrar o Corpo e mente. Nosso corpo funciona bem se estamos mentalmente saudáveis e vice versa. Investir em saúde não pode ser apenas matricular-se numa academia e cortar o glúten. Estamos errando nesse ponto. Antes de tudo, devemos nos perguntar “onde queremos investir?”. O que realmente pode nos fazer bem? Como contribuir com o presente e colher no futuro? Essa reflexão deve ser individualizada e sofrer a menor influência possível da “mídia ou da moda”. Deve respeitar quem realmente somos e, assim, conquistar resultados eficazes e duradouros. Cuidar da nossa saúde hoje, preparando a reserva de amanhã significa ter um corpo forte, com músculos e articulações saudáveis.
Cuidar da alimentação significa ter uma boa relação com o que se come. Cuidar da mente significa equilibrar as emoções, as vontades, as angústias… e devemos buscar a resposta do “como fazer” em nós mesmos. Vamos lembrar sempre que “Nós envelhecemos da maneira que vivemos” e a melhor maneira de cuidar da nossa longevidade é cuidar do nosso presente.

Gabriela C. de A. Goldstein
Fisioterapeuta da Unidade de Refer̻ncia em Sa̼de do Idoso PMSP РOS ACSC. Mestre em Ci̻ncias pela USP, especialista em Fisiologia e Biomec̢nica do Aparelho Locomotor pelo IOT- FMUSP e especialista em Gerontologia Social pela PUC-SP.

Fonte: http://www.portaldoenvelhecimento.com.br/previdencia-corporal-como-vai-a-sua/

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PRATICANDO a Homeostase Quântica Informacional (HQI)

15/08/2017 - 8:56 Por:

Categoria(s): Homeostase Quântica Informacional, Palestras, Qualidade de Vida, Reflexão

Olá, bom dia!

Venha participar de mais um evento conosco.

PRATICANDO a Homeostase Quântica Informacional (HQI)

“Caminhando juntos em busca da mudança da nossa realidade”

Data: 12/09/2017 Horário: 19h30

Público-alvo: Pessoas que desejam melhorar a vida atual; pessoas que já praticam a HQI e queiram compartilhar suas experiências; e pessoas que queiram reavivar a prática da HQI em suas vidas.

Facilitadores: Wanda Patrocinio e Antonio Carlos Martim (Professores e Terapeutas em Homeostase Quântica Informacional, Instituto Quantum, Campinas/SP).

Pré-requisito: já ter feito curso de HQI (Curso básico ou o curso Viver Saudável e HQI).

Local: Grupo HQI – Av. José de Souza Campos, 1.073 (Av. Norte/Sul) – Cambuí. Campinas/SP.

Investimento: 2 parcelas de R$60,00.

Informações e inscrições: Grupo HQI

Telefone: (19) 2512.6831

Até mais!

 

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Palestra HQI Valinhos

4/08/2017 - 14:48 Por:

Categoria(s): Homeostase Quântica Informacional, Palestras, Qualidade de Vida

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O que é flexibilidade?

27/07/2017 - 14:13 Por:

Categoria(s): Dicas, Gerontologia, Qualidade de Vida, Reflexão

O que é flexibilidade?

A flexibilidade é a capacidade de realizar movimentos em certas articulações com apropriada amplitude de movimento. Em situações práticas há a distinção entre:

Flexibilidade estática: é o caso do espacato em Ginástica Artística, ou seja, uma pessoa realiza uma abertura total das pernas apenas com o apoio do solo.

Flexibilidade ativa: é onde há influências de forças externas.

A flexibilidade é considerada por muitos autores como uma capacidade física mista, ou seja, capacidade física coordenativa, na qual exige grande participação do sistema nervoso central e capacidade física condicional, que se refere à capacidade de ser treinável.

A flexibilidade também é considerada uma capacidade física do ser humano que condiciona a obtenção de grande amplitude articular, durante a execução dos movimentos. Ou seja, o quanto que a sua articulação pode movimentar.

Por exemplo, quando uma dona de casa necessita pegar algo embaixo do sofá ela necessita utilizar toda a sua flexibilidade, alongando os músculos das costas e da parte posterior das pernas. Essa mesma flexibilidade é utilizada quando ela vai estender a roupa em um varal, já que a articulação do ombro faz com que o braço se eleve e os músculos são obrigados a se estenderem.

Atenção!

O estudo da flexibilidade, como uma das capacidades físicas, é de crucial importância para diversos esportes bem como para o condicionamento físico de sedentários. Deve-se levar em conta, em todos os casos, que a flexibilidade de uma pessoa é variável, de acordo com seus hábitos e estrutura corporal e que essas diferenças devem ser respeitadas para que os benefícios da flexibilidade atuem de forma global no desenvolvimento do indivíduo.

Agora vamos conhecer as classificações da flexibilidade.

Podemos classificar a flexibilidade quanto à sua abrangência e articulações envolvidas.

Quanto à sua abrangência temos:

  1. a) Flexibilidade geral: observada em todos os movimentos de uma pessoa englobando as suas articulações (juntas);
  2. b) Flexibilidade específica: refere-se a um ou alguns movimentos realizados em determinadas articulações (juntas).

Agora conheceremos a classificação da flexibilidade quanto às articulações envolvidas:

  1. a) Flexibilidade simples: ação articular em uma única articulação;
  2. b) Flexibilidade composta: quando o movimento envolve mais de uma articulação.

Fonte: Portal Educação

Contribuição enviada por Daliane Batista Cardoso*

* Educadora física, parceira da GeroVida no envio de artigos para o blog.

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Acreditar

22/07/2017 - 9:47 Por:

Categoria(s): Dicas, Qualidade de Vida

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Praticando HQI

12/07/2017 - 9:21 Por:

Categoria(s): Educação, Homeostase Quântica Informacional, Qualidade de Vida, Terapias Complementares

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Como manter a memória saudável

11/07/2017 - 11:21 Por:

Categoria(s): Cursos, Educação, Gerontologia, Qualidade de Vida

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Curso Básico HQI

6/07/2017 - 15:55 Por:

Categoria(s): Cursos, Educação, Homeostase Quântica Informacional, Qualidade de Vida, Terapias Complementares

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Andar de bicicleta ajuda no diagnóstico da doença de Parkinson

29/06/2017 - 15:13 Por:

Categoria(s): Curiosidades, Dicas, Doenças e problemas de saúde, Qualidade de Vida

Os neurologistas que examinarem um paciente com sintomas iniciais da Doença de Parkinson deveriam fazê-lo andar de bicicleta antes de concluir seu diagnóstico, afirma uma curiosa pesquisa realizada por médicos holandeses.

Distinguir entre pacientes com Parkinson e portadores de uma doença conhecida como Parkinsonismo Atípico é muito importante, porque as duas condições possuem diferentes causas e tratamentos.

As duas partilham de sintomas parecidos, incluindo o tremor dos membros, os movimentos lentos e a rigidez muscular. No entanto, às vezes até mesmo a avançada tecnologia médica é incapaz de distinguir uma doença da outra.

Mas, segundo especialistas do Centro de Parkinson de Nijmegen, na Holanda, fazer o paciente andar de bicicleta pode proporcionar um diagnóstico mais eficiente e barato.

Ciclista

De acordo com os médicos, que explicaram suas pesquisas em uma carta enviada e publicada pela revista “The Lancet” nesta sexta-feira, um portador de Parkinson comum geralmente tem uma incrível habilidade de andar de bicicleta, pois apresenta poucos problemas no equilíbrio e nos movimentos rítmicos exigidos pelo pedalar.

Esta tarefa, no entanto, exige mais esforço em pessoas portadoras do Parkinsonismo Atípico, termo que envolve uma série de síndromes como paralisia muscular supranuclear progressiva, atrofia sistêmica múltipla e degeneração córtico-basal.

A Doença de Parkinson tem origem na morte celular numa parte fundamental do cérebro chamada substância nigra, que é uma porção heterogênea do mesencéfalo responsável pela produção de um neurotransmissor, a dopamina.

O tratamento padrão neste caso é uma droga chamada levodopa, que o cérebro converte em dopamina. Mas o tratamento não é efetivo ou não funciona quando se trata de Parkinsonimo Atípico.

Os médicos holandeses testaram sua teoria em 111 pacientes com sintomas parkinsonianos e que eram capazes de andar de bicicleta no início da pesquisa.

Ao fim do estudo, 45 dos pacientes foram confirmados com a doença de Parkinson e 64 com Parkinsonismo Atípico.

Durante os 30 meses que foram pesquisados, apenas dois dos 45 pacientes com Parkinson pararam de andar de bicicleta, mas do grupo de 64 pacientes diagnosticados com o Parkinsonismo Atípico, 34 apresentaram incapacidade de continuar pedalando.

“Sugerimos que a perda de capacidade de pedalar depois do estabelecimento da doença pode servir como um novo sinal de alerta, indicando a presença de Parkinsonismo Atípico”, afirmam os pesquisadores em sua carta.

 Fonte: Da France Presse – Contribuição enviada por Daliane Batista Cardoso

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