Sexo na velhice

19/10/2017 - 12:37 Por:

Categoria(s): Curiosidades, Qualidade de Vida, Reflex√£o

Você já pensou sobre o tema sexo na velhice?

Você acha que os idosos deixam de ser sexualmente ativos?

Ao contrário de determinadas crenças, o idoso faz sexo sim!

Com o envelhecimento, altera√ß√Ķes fisiol√≥gicas podem ocorrer, mas o entendimento sobre o corpo e a sexualidade tamb√©m pode auxiliar na adapta√ß√£o das mudan√ßas corporais. Por isso, para quem ainda acha esse tema um tabu, o v√™ como vergonhoso, com inseguran√ßas e receios, faz-se necess√°rio buscar uma melhor compreens√£o sobre g√™nero, corpo, sexualidade e sociedade. Se voc√™ ainda tem este tipo de preconceito, pesquise, reflita e se abra para novas possibilidades…

Pense nisto!

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Contar Histórias

17/10/2017 - 12:38 Por:

Categoria(s): Curiosidades, Dicas, Educação, Reflexão

A dica de hoje da GeroVida faz bem tanto para quem conta, quanto para quem ouve a história!

Estimula a memória;
Instiga a criatividade;
Fomenta a imaginação;
Aguça a atenção;
Aprimora a linguagem;
Melhora a habilidade de escuta;
Promove a sociabilização;

Então vamos ler e contar histórias para todos.

Tem alguma história que marcou a sua vida? Compartilhe conosco!

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O Caminho da Vida

13/10/2017 - 10:35 Por:

Categoria(s): Arte, Poesia, Reflex√£o

O caminho da vida pode ser o da liberdade e da beleza, porém nos extraviamos.

A cobi√ßa envenenou a alma dos homens… levantou no mundo as muralhas do √≥dio… e tem-nos feito marchar a passo de ganso para a mis√©ria e mortic√≠nios.

Criamos a √©poca da velocidade, mas nos sentimos enclausurados dentro dela. A m√°quina, que produz abund√Ęncia, tem-nos deixado em pen√ļria.

Nossos conhecimentos fizeram-nos céticos; nossa inteligência, empedernidos e cruéis. Pensamos em demasia e sentimos bem pouco.

Mais do que de máquinas, precisamos de humanidade. Mais do que de inteligência, precisamos de afeição e doçura. Sem essas virtudes, a vida será de violência e tudo será perdido.

Charles Chaplin

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Corpo e Dança na Velhice

6/10/2017 - 12:41 Por:

Categoria(s): Gerontologia, Qualidade de Vida, Reflex√£o

Uma marca da sociedade contempor√Ęnea √© a dificuldade em lidar com o envelhecimento; na maioria das vezes, a discrimina√ß√£o e o preconceito fazem com que os idosos n√£o se permitam vivenciar sua velhice de forma plena, expressiva e prazerosa.
 
Os idosos, em geral, demonstram ter vergonha de seu corpo e timidez para coloc√°-lo em movimento. No primeiro contato destas pessoas com a dan√ßa √© importante fazer com que percebam que existe beleza e capacidade em seus movimentos para que possam entrar em contato com sua autoimagem, refletindo sobre o pr√≥prio corpo e valorizando sua experi√™ncia corp√≥rea. Assim, uma das possibilidades de trabalho √© a t√©cnica da dan√ßa interna. Nesta t√©cnica, os participantes come√ßam o trabalho com os olhos fechados. Coloca-se uma m√ļsica envolvente e os participantes s√£o orientados a deixar que o movimento venha de dentro, que deixem a m√ļsica tocar l√° dentro da alma e que deixem o corpo se movimentar conforme os sentimentos que vierem a emergir com a m√ļsica. N√£o existe regra, nem certo e errado. A √ļnica regra √© deixar o movimento vir exclusivamente pelo sentimento que a m√ļsica provoca em seu ser. Realizar um trabalho art√≠stico de olhos fechados permite que os idosos possam agir de forma sens√≠vel, sem se preocuparem com os julgamentos que comumente encontram na sociedade e a√≠ o corpo flui, se movimenta livremente, com beleza e gra√ßa.
 
Mar√≠a Fux, bailarina, core√≥grafa e dan√ßaterapeuta argentina que j√° passou da oitava d√©cada de vida, realiza um trabalho com a dan√ßaterapia em v√°rias faixas et√°rias. Na velhice, em sua experi√™ncia, afirma que muitos idosos chegam √† dan√ßa ap√≥s um longo caminho de esquecimento e desencontros com seu pr√≥prio corpo, com uma hist√≥ria de sedentarismo, com posturas que os distanciam cada vez mais da flexibilidade natural, com tens√Ķes ps√≠quicas, preconceitos e medos enormes de se mostrar. A maioria se questiona se dan√ßar / se expressar √© algo que vale a pena, j√° que sentem que perderam toda possibilidade de express√£o e movimento no cotidiano. Muitos perguntam: Na minha idade, ser√° que eu posso? Ser√° que eu vou conseguir?
 
Pesquisas envolvendo dan√ßa e idosos (Patrocinio, 2010; Leal e Haas, 2006; D‚ÄôAlencar, 2006; Ueno et. al., 2012) comprovam as contribui√ß√Ķes desta atividade para a sa√ļde f√≠sica e mental dos sujeitos, principalmente no que se refere aos ganhos ligados √† for√ßa, ritmo, agilidade, equil√≠brio e flexibilidade.
 
A dança é capaz de produzir mudanças nas pessoas. O que o profissional faz é estimular as potencialidades que todas as pessoas possuem. Através do movimento, a dança possibilita à pessoa a se conhecer melhor, a entrar em contato com partes profundas de si mesma, com sentimentos muitas vezes difíceis de serem expressos verbalmente, e a explorar novas formas de ser e de sentir. Desta forma inicia-se uma modificação de forma fluida no ser idoso, que passa a se escutar sem julgamentos.
 
No entanto, temos sempre o desafio: como fazer com que os idosos menos experientes em dança se respeitem, respeitem o limite do próprio corpo e, principalmente, se aceitem como são? Feldenkrais (1984) afirma que para que a pessoa possa se orientar bem com seu corpo e expressividade, é importante que encontre um jeito de fazer os movimentos de maneira fácil, confortável e satisfatória. Além disto, o profissional pesquisa o que é necessário para a aprendizagem do aluno naquele momento e, através do circuito duplo do feedback, entre o aluno e o profissional, o aluno percebe um novo padrão de possibilidade.
 
De acordo com Goldfarb (1998) as limita√ß√Ķes corporais e a consci√™ncia da temporalidade s√£o problem√°ticas fundamentais no processo de envelhecimento, aparecendo de forma reiterada no discurso dos idosos. Corpo e tempo se entrecruzam no processo de cria√ß√£o em dan√ßa, e das formas desse entrecruzamento nascer√£o as m√ļltiplas possibilidades de expressividade no corpo que envelhece.
 
O conte√ļdo da dan√ßa, o movimento corporal, a expressividade, a reflex√£o com fins de cria√ß√£o, todo este conte√ļdo √© um instrumento importante na vida dos participantes, por proporcionar-lhes bem-estar f√≠sico, social e psicol√≥gico; estas pr√°ticas podem ser ben√©ficas para a sa√ļde, sendo considerada atividades que trazem satisfa√ß√£o pessoal, supera√ß√£o de limites e desenvolvimento de potencialidades e capacidades antes enclausuradas por nossa cultura social.
 
A dança pode, assim, contribuir para a qualidade de vida e para o envelhecimento saudável de adultos e idosos.
 
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Altera√ß√Ķes neurol√≥gicas fisiol√≥gicas ao envelhecimento afetam o sistema mantenedor do equil√≠brio

21/09/2017 - 14:07 Por:

Categoria(s): Qualidade de Vida, Reflex√£o

Altera√ß√Ķes neurol√≥gicas fisiol√≥gicas ao envelhecimento afetam o sistema mantenedor do equil√≠brio

A popula√ß√£o idosa no Brasil est√° cada vez maior e a expectativa de vida tende a apresentar valores crescentes1 (Figura 1). No entanto, ao contr√°rio do que se pensa, isso n√£o significa um incremento proporcional nos √≠ndices da qualidade de vida dos sujeitos. Esta aparente ambiguidade pode ser explicada pela influ√™ncia gerada a partir das altera√ß√Ķes fisiol√≥gicas ao envelhecimento e a incapacidade do Estado em fornecer maiores cuidados e aten√ß√£o, tanto no que concerne os n√≠veis f√≠sicos quanto os ps√≠quicos. Quando associado a dist√ļrbios motores, como for√ßa e equil√≠brio, tais altera√ß√Ķes muitas vezes s√£o incapacitantes, e apresentam um maior risco de morbi-mortalidade3. As altera√ß√Ķes causadas pelo envelhecimento est√£o relacionadas aos aspectos funcionais e ps√≠quicos do corpo humano. No primeiro caso, envolvem inputs sensoriais e rea√ß√Ķes (autom√°ticas, reflexas e volunt√°rias) motoras; no segundo, as altera√ß√Ķes envolvem as diversas fun√ß√Ķes cognitivas, mas n√£o impedem o indiv√≠duo de realizar as atividades cotidianas b√°sicas e instrumentais. Com objetivo de se quantificar as altera√ß√Ķes inerentes ao envelhecimento, bem como triar os casos de ‚Äúenvelhecimento saud√°vel‚ÄĚ em rela√ß√£o aos poss√≠veis casos patol√≥gicos, foram criados testes, avalia√ß√Ķes e instrumentos espec√≠ficos. Apesar da possibilidade de se constar altera√ß√Ķes em ambos os casos, as modifica√ß√Ķes n√£o se correlacionam na mesma magnitude quando comparado o idoso saud√°vel √†quele submetido a doen√ßas. Nos casos de altera√ß√Ķes patol√≥gicas em primeira inst√Ęncia ‚Äď ou seja, sem perdas funcionais importantes ‚Äď o quadro cl√≠nico muitas vezes √© potencializado pela intera√ß√£o entre os d√©ficits fisiol√≥gicos do envelhecimento e os causados por dist√ļrbios intercorrentes. Uma das caracter√≠sticas marcantes no processo de envelhecimento √© o decl√≠nio da capacidade funcional. For√ßa, equil√≠brio, flexibilidade, agilidade e coordena√ß√£o motora constituem vari√°veis afetadas diretamente por altera√ß√Ķes neurol√≥gicas e musculares. O comprometimento no desempenho neuromuscular, evidenciado por paresia, incoordena√ß√£o motora, lentid√£o e fadiga muscular, constitui um aspecto marcante neste processo. O desbalan√ßo entre a forma√ß√£o e a reabsor√ß√£o √≥ssea, que propicia o aparecimento de osteopenia e osteoporose, potencializa o risco de incapacidade na popula√ß√£o idosa7. Ainda em rela√ß√£o ao d√©ficit do sistema musculoesquel√©tico, podem-se notar efeitos delet√©rios significantes e associativos sobre a efici√™ncia em outros sistemas, como o respirat√≥rio, o sensorial e o vestibular. Tais modifica√ß√Ķes prejudicam a performance do sujeito, mesmo nas tarefas b√°sicas ‚Äď atividades de vida di√°ria b√°sicas, como nas complexas ‚Äď atividades de vida di√°ria instrumentais8. Particularmente em rela√ß√£o ao sistema vestibular, sua altera√ß√£o pode propiciar depend√™ncia funcional e exclus√£o social. Diante do anteriormente exposto, este trabalho teve como objetivo realizar uma revis√£o da literatura sobre as altera√ß√Ķes neurol√≥gicas do envelhecimento, especificamente no que se refere ao sistema mantenedor do equil√≠brio humano.

Fonte: http://www.revistaneurociencias.com.br/edicoes/2010/RN1801/331%20revisao.pdf

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Uma pergunta por dia!

19/09/2017 - 17:27 Por:

Categoria(s): Arte, Dicas, Reflex√£o, Sugest√£o de leituras

Ol√° Pessoal!
Todos os dias criamos uma imensa quantidade de registros em celulares, redes sociais e aplicativos. No entanto, quase nunca temos o hábito de retornar a eles. Às vezes podem parecer só besteiras, mas quantos desses relatos não mostrariam nosso crescimento e nossas mudanças em todos esses anos?
O livro “Uma pergunta por dia” convida voc√™ a registrar suas respostas a uma variedade de quest√Ķes, das mais simples √†s mais complicadas, como ‚ÄúPara onde voc√™ quer fazer sua pr√≥xima viagem?‚ÄĚ ou ‚ÄúEscreva a primeira linha da sua autobiografia‚ÄĚ. Em cada p√°gina h√° espa√ßo para cinco respostas, uma por ano, ao longo de cinco anos. Com o passar do tempo, quando voltar a um dia j√° anotado, o dono do di√°rio encontrar√° seus pensamentos anteriores, num exerc√≠cio divertido e construtivo de recordar e refletir.
Depois das primeiras p√°ginas fica imposs√≠vel parar, e as possibilidades s√£o infinitas …. redescubra a cada p√°gina um novo eu.¬†Autor: Potter Style¬†Boa Leitura!!!

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Treinamento Longevidade

24/08/2017 - 11:26 Por:

Categoria(s): Cursos, Dicas, Educa√ß√£o, Gerontologia, Homeostase Qu√Ęntica Informacional, Palestras, Qualidade de Vida, Reflex√£o, Terapias Complementares

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Previdência Corporal: Como vai a sua?

22/08/2017 - 14:42 Por:

Categoria(s): Dicas, Doen√ßas e problemas de sa√ļde, Gerontologia, Qualidade de Vida, Reflex√£o, Sem categoria

Estamos todos preocupados com a situação da Previdência Social e não é por menos, nosso futuro está em jogo. Como podemos ficar sossegados e tranquilos com um futuro tão incerto e numa fase da vida onde podemos estar mais vulneráveis? Investir financeiramente no futuro é essencial para alcançarmos um longeviver mais seguro e pleno, onde possamos continuar aproveitando a vida como almejamos. Cada vez mais, os jovens se preocupam em investir na previdência social ou privada, guardar na poupança para o futuro, investir em algo que garanta alguma segurança para a velhice. Vamos pensar agora na nossa Previdência Corporal, como andam seus investimentos?
√Č fato que as pessoas est√£o mais consciente sobre a import√Ęncia da pr√°tica de atividade f√≠sica e da alimenta√ß√£o saud√°vel. Basta acessarmos qualquer rede social que teremos dicas de como ter um estilo de vida mais saud√°vel. Mas a quest√£o n√£o √© essa.
Quando investimos nosso dinheiro em algum fundo, o primeiro passo √© ‚ÄúTra√ßar o nosso perfil‚ÄĚ como investidor. Podemos ser mais ‚Äúconservadores ou mais arrojados‚ÄĚ, assumindo mais riscos de perdas futuras. Traduzindo isso para nossa dimens√£o corporal, o ideal seria que tamb√©m tra√ß√°ssemos nosso ‚Äúperfil‚ÄĚ para adequarmos nosso estilo de vida, que √© influenciado pela nossa cultura, valores, possibilidades financeiras, nossos gostos pessoais, ambiente em que vivemos, nossas necessidades espec√≠ficas etc., para a√≠ sim, optarmos pelo investimento mais adequado. A imposi√ß√£o por estilos de vida pr√© moldados socialmente n√£o funciona para todos. √Č preciso que fa√ßa sentido, que proporcione bem estar, seguran√ßa e a certeza de que estamos fazendo algo por n√≥s mesmos, e n√£o apenas respondendo a anseios sociais de ‚ÄúCorpo sarado e magro‚ÄĚ.
Meu av√ī ultrapassou os 90 anos sem nunca ter entrado numa academia e como bom portugu√™s, teve em sua dieta muito vinho, sardinha, p√£o e batatas. Nunca esteve acima do peso. Sua previd√™ncia corporal recebeu investimentos na √°rea da agricultura, quando ele morava no s√≠tio e com a enxada, cuidava da Horta. Subia e descia morros‚Ķ cuidava dos c√£es. Acredito que tenha sido um belo investimento. A minha av√≥ beirou os 90 e analisando seu perfil percebo que ela investiu muito nas amizades, nas atividade manuais (bel√≠ssimos bordados portugueses dos quais se orgulhava muito), muita bacalhoada‚Ķ amava passear, caminhar. Eu precisava correr para alcan√ßar a passada dela‚Ķ Tamb√©m investiu bastante em atividades religiosas, era mulher de muita F√©.
Estes s√£o exemplos de investimentos de ‚ÄúPrevid√™ncia Corporal‚ÄĚ que levo comigo. Quando pensamos em ‚ÄúSa√ļde Corporal‚ÄĚ n√£o devemos desmembrar o Corpo e mente. Nosso corpo funciona bem se estamos mentalmente saud√°veis e vice versa. Investir em sa√ļde n√£o pode ser apenas matricular-se numa academia e cortar o gl√ļten. Estamos errando nesse ponto. Antes de tudo, devemos nos perguntar ‚Äúonde queremos investir?‚ÄĚ. O que realmente pode nos fazer bem? Como contribuir com o presente e colher no futuro? Essa reflex√£o deve ser individualizada e sofrer a menor influ√™ncia poss√≠vel da ‚Äúm√≠dia ou da moda‚ÄĚ. Deve respeitar quem realmente somos e, assim, conquistar resultados eficazes e duradouros. Cuidar da nossa sa√ļde hoje, preparando a reserva de amanh√£ significa ter um corpo forte, com m√ļsculos e articula√ß√Ķes saud√°veis.
Cuidar da alimenta√ß√£o significa ter uma boa rela√ß√£o com o que se come. Cuidar da mente significa equilibrar as emo√ß√Ķes, as vontades, as ang√ļstias‚Ķ e devemos buscar a resposta do ‚Äúcomo fazer‚ÄĚ em n√≥s mesmos. Vamos lembrar sempre que ‚ÄúN√≥s envelhecemos da maneira que vivemos‚ÄĚ e a melhor maneira de cuidar da nossa longevidade √© cuidar do nosso presente.

Gabriela C. de A. Goldstein
Fisioterapeuta da Unidade de Refer√™ncia em Sa√ļde do Idoso PMSP – OS ACSC. Mestre em Ci√™ncias pela USP, especialista em Fisiologia e Biomec√Ęnica do Aparelho Locomotor pelo IOT- FMUSP e especialista em Gerontologia Social pela PUC-SP.

Fonte: http://www.portaldoenvelhecimento.com.br/previdencia-corporal-como-vai-a-sua/

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A Verdadeira Filosofia de Vida

7/08/2017 - 9:13 Por:

Categoria(s): Arte, Poesia, Reflex√£o

A Verdadeira Filosofia de Vida

Trabalhar com nobreza, esperar com sinceridade, sentir as pessoas com ternura, esta é a verdadeira filosofia.
1 – N√£o tenhas opini√Ķes firmes, nem creias demasiadamente no valor das tuas opini√Ķes.
2 РSê tolerante, porque não tens certeza de nada.
3 РNão julgues ninguém, porque não vês os motivos, mas sim os actos.
4 – Espera o melhor e prepara-te para o pior.
5 РNão mates nem estragues, porque não sabes o que é a vida, excepto que é um mistério.
6 – N√£o queiras reformar nada, porque n√£o sabes a que leis as coisas obedecem.
7 – Faz por agir como os outros e pensar diferentemente deles.

Fernando Pessoa, ‘Anota√ß√Ķes de Fernando Pessoa (sem data)’¬†

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O que é flexibilidade?

27/07/2017 - 14:13 Por:

Categoria(s): Dicas, Gerontologia, Qualidade de Vida, Reflex√£o

O que é flexibilidade?

A flexibilidade √© a capacidade de realizar movimentos em certas articula√ß√Ķes com apropriada amplitude de movimento. Em situa√ß√Ķes pr√°ticas h√° a distin√ß√£o entre:

Flexibilidade estática: é o caso do espacato em Ginástica Artística, ou seja, uma pessoa realiza uma abertura total das pernas apenas com o apoio do solo.

Flexibilidade ativa: é onde há influências de forças externas.

A flexibilidade é considerada por muitos autores como uma capacidade física mista, ou seja, capacidade física coordenativa, na qual exige grande participação do sistema nervoso central e capacidade física condicional, que se refere à capacidade de ser treinável.

A flexibilidade também é considerada uma capacidade física do ser humano que condiciona a obtenção de grande amplitude articular, durante a execução dos movimentos. Ou seja, o quanto que a sua articulação pode movimentar.

Por exemplo, quando uma dona de casa necessita pegar algo embaixo do sof√° ela necessita utilizar toda a sua flexibilidade, alongando os m√ļsculos das costas e da parte posterior das pernas. Essa mesma flexibilidade √© utilizada quando ela vai estender a roupa em um varal, j√° que a articula√ß√£o do ombro faz com que o bra√ßo se eleve e os m√ļsculos s√£o obrigados a se estenderem.

Atenção!

O estudo da flexibilidade, como uma das capacidades f√≠sicas, √© de crucial import√Ęncia para diversos esportes bem como para o condicionamento f√≠sico de sedent√°rios. Deve-se levar em conta, em todos os casos, que a flexibilidade de uma pessoa √© vari√°vel, de acordo com seus h√°bitos e estrutura corporal e que essas diferen√ßas devem ser respeitadas para que os benef√≠cios da flexibilidade atuem de forma global no desenvolvimento do indiv√≠duo.

Agora vamos conhecer as classifica√ß√Ķes da flexibilidade.

Podemos classificar a flexibilidade quanto √† sua abrang√™ncia e articula√ß√Ķes envolvidas.

Quanto à sua abrangência temos:

  1. a) Flexibilidade geral: observada em todos os movimentos de uma pessoa englobando as suas articula√ß√Ķes (juntas);
  2. b) Flexibilidade espec√≠fica: refere-se a um ou alguns movimentos realizados em determinadas articula√ß√Ķes (juntas).

Agora conheceremos a classifica√ß√£o da flexibilidade quanto √†s articula√ß√Ķes envolvidas:

  1. a) Flexibilidade simples: a√ß√£o articular em uma √ļnica articula√ß√£o;
  2. b) Flexibilidade composta: quando o movimento envolve mais de uma articulação.

Fonte: Portal Educação

Contribuição enviada por Daliane Batista Cardoso*

* Educadora física, parceira da GeroVida no envio de artigos para o blog.

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