Palestra Aracaju

23/04/2018 - 11:16 Por:

Categoria(s): Cursos, Homeostase Quântica Informacional, Qualidade de Vida, Terapias Complementares

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Reflexão GeroVida

22/03/2018 - 18:33 Por:

Categoria(s): Dicas, Qualidade de Vida, Reflexão

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Reflexão GeroVida

15/03/2018 - 10:19 Por:

Categoria(s): Dicas, Gerontologia, Reflexão

Muitos adultos e idosos não gostam de falar sobre o tema Envelhecimento.

De onde vem está repulsa? Até pouco tempo atrás a velhice era sinônimo de doença, de só ter aspectos negativos nesta fase da vida. Porém, este mito caiu por terra… os estudos e a realidade mostram que podemos viver uma velhice saudável, de muito vai depender como cada pessoa viveu a própria vida e dos aspectos de saúde, psicológicos e sociais que permearam sua caminhada.

Daí a importância de se desmistificar o termo envelhecimento. Temos uma teoria na Gerontologia chamada de Curso de Vida e nela compreendemos o envelhecimento caminhando junto com o desenvolvimento ao longo da vida.

Para termos um envelhecimento saudável precisamos cuidar da vida que levamos independente da idade que temos.

Pense nisto!

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Oficina de dança e Expressão Corporal

13/03/2018 - 17:05 Por:

Categoria(s): Arte, Educação, Qualidade de Vida, Reflexão, Terapias Complementares

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Processo Terapêutico

15/02/2018 - 9:54 Por:

Categoria(s): Palestras, Qualidade de Vida, Reflexão

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Soneto da Felicidade

7/02/2018 - 13:00 Por:

Categoria(s): Arte, Poesia, Reflexão

 

De tudo, ao meu amor serei atento
Antes, e com tal zelo, e sempre, e tanto
Que mesmo em face do maior encanto
Dele se encante mais meu pensamento.
Quero vivê-lo em cada vão momento
E em louvor hei de espalhar meu canto
E rir meu riso e derramar meu pranto
Ao seu pesar ou seu contentamento.
E assim, quando mais tarde me procure
Quem sabe a morte, angústia de quem vive
Quem sabe a solidão, fim de quem ama
Eu possa me dizer do amor (que tive):
Que não seja imortal, posto que é chama
Mas que seja infinito enquanto dure.

Autor: Vinicius de Moraes

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Reflexão GeroVida

23/01/2018 - 9:02 Por:

Categoria(s): Curiosidades, Dicas, Educação, Gerontologia, Qualidade de Vida, Reflexão

Olá Pessoal!
 
Infelizmente muitos ainda acreditam que quando passamos de uma determinada idade é normal sentirmos dores e que, principalmente, ser velho é sinônimo de sentir dor. Com o intuito de desmistificar essa crença, sugerimos a leitura e reflexão desse breve texto que incentiva a promoção da saúde ao longo da vida.
https://www.facebook.com/GeroTempo/photos/a.1515543348739056.1073741828.1515531625406895/1520396058253785/?type=3&theater
Pense nisto!
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Os Velhos

9/01/2018 - 18:52 Por:

Categoria(s): Arte, Poesia, Reflexão

 

Todos nasceram velhos — desconfio.
Em casas mais velhas que a velhice,
em ruas que existiram sempre — sempre
assim como estão hoje
e não deixarão nunca de estar:
soturnas e paradas e indeléveis
mesmo no desmoronar do Juízo Final.
Os mais velhos têm 100, 200 anos
e lá se perde a conta.
Os mais novos dos novos,
não menos de 50 — enorm’idade.
Nenhum olha para mim.
A velhice o proíbe. Quem autorizou
existirem meninos neste largo municipal?
Quem infringiu a lei da eternidade
que não permite recomeçar a vida?
Ignoram-me. Não sou. Tenho vontade
de ser também um velho desde sempre.
Assim conversarão
comigo sobre coisas
seladas em cofre de subentendidos
a conversa infindável de monossílabos, resmungos,
tosse conclusiva.
Nem me veem passar. Não me dão confiança.
Confiança! Confiança!
Dádiva impensável
nos semblantes fechados,
nos felpudos redingotes,
nos chapéus autoritários,
nas barbas de milénios.
Sigo, seco e só, atravessando
a floresta de velhos.

Carlos Drummond de Andrade, in ‘Boitempo’

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Galileu Galilei

28/12/2017 - 11:02 Por:

Categoria(s): Arte, Curiosidades, Dicas, Reflexão

Perguntaram, certa vez, ao velho Galileu Galilei (1564-1642), importantíssimo homem de ciências italiano:

“Quantos anos você tem?”
Ele respondeu: “Oito ou talvez dez”, em evidente contradição com a barba branca que trazia no rosto. Logo em seguida, ele explicou sua resposta:
– Tenho, na verdade, apenas os anos que me restam de vida, porque os já vividos não os tenho mais, do mesmo modo que também não tenho as moedas que já gastei.
Devemos, como Galileu, valorizar o tempo que nos resta e não ficarmos lamentando o tempo que já passou.
E, se formos inteligentes, “o tempo que nos resta” pode ser, ainda, muito bem aproveitado.
Pense nisto e seja feliz!

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Idosos saudáveis resistem mais ao calor

26/12/2017 - 12:41 Por:

Categoria(s): Dicas, Educação, Gerontologia, Qualidade de Vida

Os idosos são mais vulneráveis aos sucessivos recordes de temperatura registrados em diferentes partes do mundo nos últimos anos, que induzem, por exemplo, a alterações no mecanismo de controle da temperatura corpórea, conforme apontam especialistas da área de geriatria. Um estudo realizado por pesquisadores da Faculdade de Medicina e do Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosféricas (IAG), da Universidade de São Paulo (USP), constatou, contudo, que idosos saudáveis são capazes de tolerar um calor de 32ºC, por exemplo – temperatura que representa um dia quente de verão em São Paulo –, mantendo um bom desempenho cognitivo. Resultado de um projeto realizado no âmbito do Instituto Nacional de Análise Integrada de Risco Ambiental – um dos INCTs apoiados pela FAPESP e pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) no Estado de São Paulo –, o estudo foi descrito em um artigo publicado na revista Age, da Associação Americana de Envelhecimento. “Observamos que o desempenho cognitivo de idosos com boa funcionalidade não sofreu efeitos nocivos da exposição ao calor”, disse Beatriz Maria Trezza, geriatra do Hospital das Clínicas (HC) da Faculdade de Medicina da USP e primeira autora do estudo, à Agência FAPESP.

Os pesquisadores avaliaram os efeitos do estresse térmico sobre o desempenho cognitivo de 68 idosos com idade média de 73,3 anos, com bom desempenho físico e cognitivo – caracterizado pela boa saúde mental e caminhar de modo independente, entre outros aspectos. Os idosos são pacientes do serviço de geriatria do HC-FMUSP ou participantes do programa “Universidade aberta à terceira idade”, da USP. Para realizar o estudo, os pesquisadores fizeram um ensaio clínico em que submeteram os idosos a uma bateria de cinco testes neuropsicológicos computadorizados realizados sucessivamente em salas com temperatura controlada de 24ºC – considerada confortável para atividade leve – e de 32 ºC. Selecionados da Bateria Neuropsicológica Automatizada de Testes de Cambridge (Cantab, em inglês) – um software desenvolvido pela Cambridge University, do Reino Unido –, os cinco testes avaliaram diferentes aspectos do desempenho cognitivo dos idosos, como memória, atenção, tempo de reação a um estímulo visual e aprendizado. Os resultados dos testes indicaram que não houve diferenças significativas no desempenho cognitivo dos idosos no ambiente com temperatura de 32ºC em comparação com o de 24ºC.

“As análises dos testes, como um todo, mostraram que o desempenho cognitivo dos idosos foi mantido no ambiente com 32ºC”, afirmou Trezza. “A população de idosos que avaliamos, entretanto, é bastante específica e talvez por isso seja menos vulnerável ao estresse térmico”, avaliou.

 Estudo pioneiro

De acordo com a pesquisadora, o estudo sobre o efeito do calor no desempenho cognitivo de idosos é pioneiro. Isso porque já têm sido realizados estudos nessa linha com militares, trabalhadores expostos a ambientes extremos e jovens. Mas, até então, ainda não tinha sido feito nenhum estudo específico com idosos. “Paralelamente às mudanças climáticas globais, também está ocorrendo um processo de envelhecimento populacional. Um dos objetivos do estudo foi tentar entender como uma população que está envelhecendo e que sofrerá mudanças no controle da temperatura corpórea irá conviver com um clima que está esquentando”, disse Trezza. “A sensibilidade dos idosos ao calor é menor e eles têm menor percepção da variação da temperatura, desencadeando uma resposta comportamental mais tardiamente”, disse Trezza.

Ao perguntar aos idosos participantes do estudo se estavam confortáveis ou desconfortáveis sob a temperatura de 32ºC, aproximadamente um terço respondeu que estava confortável.

Fonte: Matéria publicada no site Exame

Contribuição enviada por Daliane Batista Cardoso*

 

* Educadora física, parceira da GeroVida no envio de artigos.

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