Benefícios de andar de bicicleta para o corpo

6/06/2017 - 15:10 Por:

Categoria(s): Dicas, Qualidade de Vida

Contribuição enviada por Daliane Batista Cardoso*

Andar de bicicleta √© uma atividade f√≠sica prazerosa tanto individualmente quanto em grupo com os amigos ou familiares. √Č um exerc√≠cio t√£o especial que pode ser praticado com seguran√ßa por pessoas de qualquer idade, com bom condicionamento f√≠sico ou n√£o. Quem √© adepto desse exerc√≠cio f√≠sico e costuma pedalar regularmente j√° conhece os benef√≠cios de andar de bicicleta para o corpo. J√° desfrutam de boa sa√ļde, com mais energia e disposi√ß√£o e s√£o pessoas mais resistentes. Pedalar estimula o sistema imunol√≥gico ajudando o organismo a defender-se de v√≠rus e bact√©rias. Previne doen√ßas cr√īnicas como a obesidade, colesterol alto, reduz os n√≠veis de triglic√©rides. Praticada com bom senso ainda trabalha o equil√≠brio, a confian√ßa, relaxa e combate o estresse.

Benef√≠cios de andar de bicicleta para a sa√ļde e o meio ambiente
Andar de bicicleta seja como meio de transporte ou atividade f√≠sica s√≥ tr√°s vantagens tanto f√≠sicas quanto emocionais e tamb√©m para o meio ambiente. Muitos brasileiros t√™m deixado o carro na garagem para se deslocarem de bicicleta. √Č um meio de transporte n√£o poluente e uma alternativa mais barata do que o transporte p√ļblico. Andar de bicicleta encanta e seduz quem est√° iniciando nessa atividade pela sensa√ß√£o de liberdade, relaxamento e bem-estar que ela proporciona. A qualidade de vida melhora bastante com a redu√ß√£o dos n√≠veis de estresse. Melhora a aptid√£o cardiovascular, ajuda a evitar doen√ßas atreladas ao estilo de vida como a hipertens√£o arterial, a diabetes, doen√ßas card√≠acas entre outras.

Fonte: Sa√ļde e Esporte
* Educadora física, parceira da GeroVida no envio de artigos para o blog

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Sociabilidade em Idosos

24/05/2017 - 11:04 Por:

Categoria(s): Dicas, Educação, Gerontologia, Qualidade de Vida, Reflexão

Sociabilidade em Idosos

Entre os idosos, o envolvimento social √© um indicador de bons n√≠veis de sa√ļde e funcionalidade expressas em habilidades f√≠sicas, cognitivas, emocionais e sociais, prevenindo perdas.

Os idosos saudáveis podem manter o nível de atividade e de envolvimento social para garantir suporte e apoio e aumentar o seu bem-estar subjetivo. Porém, podem afastar-se de atividades sociais para preservar os recursos físicos e emocionais ou por causa de mudanças em suas prioridades.

Na velhice, as atividades e o envolvimento social podem diminuir em frequ√™ncia e amplitude caso haja diminui√ß√£o da sa√ļde f√≠sica, cognitiva e capacidade funcional.

Em decorrência desta possível diminuição, é necessário estimular a convivência e o desenvolvimento de atividades.

Há seis níveis de atividades:

  • Atividades em casa em que a pessoa realiza sozinha preparando para interagir com outras;
  • Estar sozinha, mas com um grupo de pessoas fora de casa;
  • Interagir com outras pessoas, mas sem realizar atividade espec√≠fica e de v√≠nculo com elas (pedir informa√ß√£o na rua ou por telefone, conversar rapidamente no elevador, cumprimentar algu√©m brevemente);
  • Realizar uma atividade junto com outras pessoas, colaborando para alcan√ßar um objetivo em comum;
  • Ajudar outras pessoas voluntariamente com determinado v√≠nculo ou necessidade;
  • Contribuir para a sociedade de forma c√≠vica.

Referência:

Anita Liberalesso Neri. Palavras-chave em Gerontologia. Campinas: Editora Alínea, 2014, pp.328-334.

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Andar de Bicicleta

12/05/2017 - 11:05 Por:

Categoria(s): Qualidade de Vida

Andar de bicicleta regularmente poupa visitas ao médico

Contribuição enviada por Daliane Batista Cardoso*

Pedalar ajuda a reduzir o colesterol e a press√£o arterial, fortalece os m√ļsculos e aumenta a capacidade cardiorrespirat√≥ria.

J√° reparou que cada vez mais pessoas est√£o utilizando a bicicleta, seja como meio de transporte ou para a pr√°tica e atividade f√≠sica? Pedalar √© saud√°vel, relaxante e ajuda a queimar muitas calorias. Sem falar que √© um excelente substituto para quem n√£o gosta de se exercitar em academias. Al√©m de emagrecer e melhorar o f√īlego, o exerc√≠cio enrijece pernas e bumbum. E o abd√īmen tamb√©m se fortalece para sustentar o corpo na postura correta.

Especialistas afirmam que as pessoas que andam de bicicleta regularmente poupam muitas visitas ao médico, sem falar que o exercício auxilia pessoas que sofrem de dores nas costas, excesso de peso ou doenças cardiovasculares.

Pedalar tamb√©m ajuda a reduzir o colesterol e a press√£o arterial; a controlar o diabetes; fortalece e define os m√ļsculos dos membros inferiores; aumenta a capacidade cardiorrespirat√≥ria, fortalecendo pulm√Ķes e cora√ß√£o; alivia o estresse e as tens√Ķes.

O meio ambiente também sai fortalecido já que a bicicleta é um veiculo ecologicamente correto.

Fonte: Portal R7

* Educadora física, parceira da GeroVida no envio de artigos para o blog. 

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A import√Ęncia do Sono

10/05/2017 - 16:48 Por:

Categoria(s): Dicas, Educação, Qualidade de Vida

√Ȭ†um total contrassenso o fato de que, num mundo em que cerca de 16 a 40% das pessoas em geral sofrem de ins√īnia, haja aquelas que, iludidas pelos valores da sociedade industrial, esfor√ßam-se por reduzir o n√ļmero de horas de sono di√°rio. Com isso acreditam, provavelmente, que um corpo “treinado” para dormir menos nos permita ampliar o n√ļmero de “horas √ļteis” do dia, mantendo o mesmo desempenho.

Pura ilus√£o ou, mais provavelmente, uma boa dose de ignor√Ęncia sobre a import√Ęncia que o sono tem no funcionamento de nosso corpo e da nossa mente.

Dormir n√£o √© apenas uma necessidade de descanso mental e f√≠sico: durante o sono ocorrem v√°rios processos metab√≥licos que, se alterados,¬† podem afetar o equil√≠brio de todo o organismo a curto, m√©dio e, mesmo, em longo prazo. Estudos provam que quem dorme menos do que o necess√°rio tem menor vigor f√≠sico, envelhece mais precocemente, est√° mais propenso a infec√ß√Ķes, √† obesidade, √† hipertens√£o e ao diabetes.

Alguns fatos comprovados por pesquisas podem nos dar uma ideia da import√Ęncia que tem o sono no nosso desempenho f√≠sico e mental. Por exemplo, num estudo realizado pela Universidade de Stanford, EUA, indiv√≠duos que n√£o dormiam h√° 19 horas foram submetidos a testes de aten√ß√£o. Constatou-se que eles cometeram mais erros do que pessoas com 0,8 g de √°lcool no sangue – quantidade equivalente a tr√™s doses de u√≠sque. Igualmente, tomografias computadorizadas do c√©rebro de jovens privados de sono mostram redu√ß√£o do metabolismo nas regi√Ķes frontais (respons√°veis pela capacidade de planejar e de executar tarefas) e no cerebelo (respons√°vel pela coordena√ß√£o motora). Esse processo leva a dificuldades na capacidade de acumular conhecimento e altera√ß√Ķes do humor, comprometendo a criatividade, a aten√ß√£o, a mem√≥ria e o equil√≠brio.

Dicas para dormir melhor

  • √Ä noite, procure comer somente alimentos de f√°cil digest√£o e n√£o exagerar nas quantidades. Evite tomar caf√©, ch√°s com cafe√≠na (como ch√°-preto e ch√°-mate) e refrigerantes derivados da cola, pois todos s√£o estimulantes (“despertam”);
  • Evite dormir com a TV ligada, uma vez que isso impede que voc√™ chegue √† fase de sono profundo.
  • Apague todas as luzes, inclusive a do abajur, do corredor e do banheiro (Dica GeroVida: se necess√°rio, no caso de idosos, mantenha apenas a luz de emerg√™ncia);
  • N√£o leve livro estimulante nem trabalho para a cama;
  • Procure usar colch√Ķes confort√°veis e silenciosos;
  • Tire da cabeceira o telefone celular e rel√≥gios;
  • Tome um banho quente, de prefer√™ncia na banheira, para ajudar a relaxar, antes de ir dormir.

Procure seguir uma rotina à hora de dormir, isso ajuda a induzir o sono.

Autora: Dra. Regeane Trabulsi Cronfli, médica formada pela Faculdade de Medicina da USP, especialista em Endocrinologia e Metabologia.

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A Terapia Intensiva e o Paciente Idoso

6/02/2017 - 8:44 Por:

Categoria(s): Gerontologia, Tratamento de Doenças

A cria√ß√£o de √°reas hospitalares especializadas no tratamento de pacientes com estado de sa√ļde cr√≠tico foi poss√≠vel devido aos avan√ßos nas t√©cnicas de monitoramento, ventila√ß√£o mec√Ęnica e reanima√ß√£o cardiorrespirat√≥ria. Diante da alta complexidade dos recursos utilizados, os custos tamb√©m s√£o elevados.
Diversos estudos mostram que o paciente idoso tem maior mortalidade em Centro de Terapia Intensiva (CTI) ou Unidade de Terapia Intensiva (UTI). No entanto, o fator determinante para a maior mortalidade é a gravidade da doença apresentada. Além da gravidade, os principais fatores de risco são a funcionalidade, a cognição e a presença de outras doenças.
A funcionalidade √© importante como medida de avalia√ß√£o do sucesso do tratamento. A interna√ß√£o intensiva n√£o √© s√≥ para manter o paciente vivo, mas tamb√©m √© de mant√™-lo com suas capacidades para que retorne a uma condi√ß√£o de sa√ļde satisfat√≥ria.
A eficiência e a rapidez do atendimento dentro da terapia intensiva aumentam a chance de alta e aperfeiçoam a terapêutica para o idoso. Deve-se fazer o todo o possível para que o paciente seja atendido fora do CTI ou da UTI , mas quase se determina a indicação do tratamento intensivo, a transferência deve ser feita com a maior precocidade e deve-se utilizar todos os recursos disponíveis.
Os crit√©rios de admiss√£o e de perman√™ncia variam de acordo com cada servi√ßo. √Č importante que a fam√≠lia participe de todas as fases, discutindo o motivo da transfer√™ncia, expectativa e agressividade do tratamento, sobrevida e progn√≥stico. A intera√ß√£o de toda a equipe √© fundamental para o direcionamento e o sucesso do tratamento.
A equipe inter e multiprofissional √© essencial para a boa evolu√ß√£o do paciente idoso e o menor tempo de interna√ß√£o. Deve ter a participa√ß√£o do intensivista, do m√©dico espec√≠fico do paciente, do enfermeiro, do fisioterapeuta, do fonoaudi√≥logo, do geront√≥logo, do nutricionista, do psic√≥logo, do assistente social e do assistente religioso. √Č importante o respeito profissional, a integra√ß√£o, a comunica√ß√£o e o envolvimento dos familiares no tratamento e nas decis√Ķes a respeito do progn√≥stico do paciente idoso.

Referência:
Maria do Carmo Sitta, Wilson Jacob Filho e José Marcelo Farfel. O idoso no Centro de Terapia Intensiva. In: FREITAS, E. V.Tratado de Geriatria e Gerontologia, 3 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, cap.110, pp.1242 Р1246, 2011.
Por: Roberta dos Santos Tarallo.
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Educa√ß√£o em Sa√ļde

15/04/2015 - 9:09 Por:

Categoria(s): Sugest√£o de leituras

Sugest√£o de leitura 203

educacaoemsaudeEDUCAÇÃO EM SAÚDE

Organizadores: Sonia Maria Reznde Camargo de Miranda e William Malagutti.
Ano: 2010
Editora: PHORTE EDITORA

O livro aborda os seguintes temas:
1. Diagn√≥stico e planejamento educativo em sa√ļde;
2. A promo√ß√£o da sa√ļde e a educa√ß√£o em sa√ļde como campo de conhecimentos e pr√°ticas;
3. O olhar holístico na educação superior;
4. Educa√ß√£o permanente em sa√ļde;
5. Interven√ß√Ķes educativas para pacientes fumantes;
6. A√ß√Ķes educativas em sa√ļde do trabalhador;
7. Controle da tuberculose no Brasil – estrat√©gias, educa√ß√£o em sa√ļde e participa√ß√£o social;
8. Educa√ß√£o em sa√ļde no cuidado ao idoso;
9. Educa√ß√£o em sa√ļde para pessoas com les√£o medular;
10. Terapia Familiar Sist√™mica Breve – uma nova abordagem em institui√ß√Ķes;
11. Participação popular Рrealidade ou utopia?;
12. Educação ambiental em resíduos sólidos Рuma prática pedagógica possível.

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Sa√ļde do Idoso

9/03/2015 - 12:18 Por:

Categoria(s): Gerontologia, Sugest√£o de leituras

Sugest√£o de leitura 202

saudedoidosoSa√ļde do Idoso: processo de envelhecimento sob m√ļltiplos aspectos

Organizador: José Vitor de Silva

Ano: 2009

Editora: Erica

Especialistas da √°rea apresentam nesta publica√ß√£o um conte√ļdo sobre envelhecimento com destaque √† prote√ß√£o e √† promo√ß√£o √† sa√ļde do idoso. Com foco multidisciplinar, abordam capacidade funcional, avalia√ß√£o do idoso, sa√ļde mental e afetividade, dem√™ncias, comunica√ß√£o, influ√™ncia da fam√≠lia no ser idoso, significados do envelhecimento ao ser idoso, nutri√ß√£o, diagn√≥stico e prescri√ß√Ķes de enfermagem, depress√£o, instrumentos de coleta de dados e √ļlceras de press√£o. Destacam a import√Ęncia do cuidar e do cuidador, bio√©tica, sentimentos da enfermagem frente ao cuidar, altera√ß√Ķes sociais do idoso, principais s√≠ndromes geri√°tricas e cuidados com o paciente internado e em domic√≠lio.

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Déficits Sensoriais

25/06/2013 - 11:05 Por:

Categoria(s): Doen√ßas e problemas de sa√ļde, Gerontologia

sentidosCom o envelhecimento podem ocorrer mudanças no sistema sensorial que interferem na capacidade funcional, na independência e, consequentemente, na qualidade de vida da pessoa.

Ap√≥s os 40 anos, a queda gradativa da vis√£o √© comum. Essa perda pode desencadear ou acentuar outros preju√≠zos, como a redu√ß√£o da sensibilidade aos contrates, a diminui√ß√£o da adapta√ß√£o √† luz e ao escuro, a queda na no√ß√£o de profundidade, na percep√ß√£o de cores, no campo visual perif√©rico e na acomoda√ß√£o e a perda de detalhes visuais. As manifesta√ß√Ķes mais prevalentes s√£o Presbiopia, Catarata, Retinopatia Diab√©tica, Doen√ßa Macular Relacionada √† Idade e Glaucoma. A Hipertens√£o e o Diabetes s√£o fatores de risco para as doen√ßas oculares.

Com rela√ß√£o √† audi√ß√£o, a perda relacionada √† idade √© chamada de presbiacusia. A degenera√ß√£o auditiva ainda √© pouco diagnosticada e tratada, pois muitos evitam admitir ou n√£o percebem o d√©ficit at√© outra pessoa, do conv√≠vio, identificar e relatar. Essa perda √© caracterizada pelo decl√≠nio da sensibilidade em sons agudos e de alta frequ√™ncia. N√£o compreender o que os outros falam limita a comunica√ß√£o e, por consequ√™ncia, o envolvimento em atividades sociais, pois a pessoa tende a evitar lugares com muito ru√≠dos. Os aparelhos auditivos s√£o √ļteis para minimizar os sintomas, prevenir a piora e restabelecer a comunica√ß√£o.

Quanto ao olfato e ao paladar, o uso de alguns medicamentos, determinadas interven√ß√Ķes cir√ļrgicas e fatores ambientais est√£o relacionados com a perda desses sentidos. Ambos os d√©ficits levam √† diminui√ß√£o do apetite. No envelhecimento, as mudan√ßas no paladar s√£o menos prevalentes que as do olfato. D√©ficit no olfato pode estar associado ao tabagismo, com o acidente vascular encef√°lico (conhecimento como derrame), √† epilepsia, √† congest√£o nasal, √† infec√ß√£o respirat√≥ria e √† dem√™ncia.

Diante das perdas sensoriais, decorrentes do processo de envelhecer, n√£o devem ser menosprezadas como sendo algo normal, mas precisam de aten√ß√£o, pois o diagn√≥stico precoce favorece a implanta√ß√£o de medidas para minimizar os d√©ficits e prevenir outros agravos, garantindo, assim, a qualidade de vida daqueles que vivenciam essas altera√ß√Ķes.

COUTO, F. B. D. D√©ficits Sencoriais. In: GUARIENTO, M. E.; NERI, A. L. (orgs.). Assist√™ncia ambulatorial ao idoso. Campinas ‚Äď SP: Editora Al√≠nea, cap.5, 2010, p.69 ‚Äď 76.

Por: Roberta dos Santos Tarallo

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