Palestra HQI

15/05/2018 - 17:46 Por:

Categoria(s): Educação, Homeostase Quântica Informacional, Palestras, Terapias Complementares

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Palestra – Sensibilização para os sinais de suicídio

9/05/2018 - 14:24 Por:

Categoria(s): Palestras, Qualidade de Vida, Reflexão

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Reflexão

6/04/2018 - 11:50 Por:

Categoria(s): Dicas, Gerontologia, Qualidade de Vida

Muitos adultos e idosos não gostam de falar sobre o tema Envelhecimento.

De onde vem está repulsa? Até pouco tempo atrás a velhice era sinônimo de doença, de só ter aspectos negativos nesta fase da vida. Porém, este mito caiu por terra… os estudos e a realidade mostram que podemos viver uma velhice saudável, de muito vai depender como cada pessoa viveu a própria vida e dos aspectos de saúde, psicológicos e sociais que permearam sua caminhada.

Daí a importância de se desmistificar o termo envelhecimento. Temos uma teoria na Gerontologia chamada de Curso de Vida e nela compreendemos o envelhecimento caminhando junto com o desenvolvimento ao longo da vida.

Para termos um envelhecimento saudável precisamos cuidar da vida que levamos independente da idade que temos.

Pense nisto!

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Palestra HQI – Itapira

6/03/2018 - 10:37 Por:

Categoria(s): Dicas, Educação, Homeostase Quântica Informacional, Palestras, Qualidade de Vida, Terapias Complementares

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Dica GeroVida

22/02/2018 - 11:51 Por:

Categoria(s): Dicas, Gerontologia, Qualidade de Vida

Olá Pessoal!

Hoje nossa dica é para facilitar os casos de denúncias.

DISQUE 100 – Modulo Idoso

As denúncias poderão ser anônimas ou, quando solicitado pelo denunciante, é garantido o sigilo da fonte das informações.

O fluxo padrão para os encaminhamento das denúncias registradas no Disque Direitos Humanos é o seguinte:

  • Assistência Social (CREAS- Centro de Referência Especializado da Assistência Social e CRAS – Centro de Referência da Assistência Social);
  • Segurança Pública (Delegacias de Polícia, preferencialmente as especializadas de defesa do idoso);
  • Ministério Público (Promotoria de Justiça de Defesa da Pessoa Idosa, preferencialmente);
  • Conselhos Estaduais dos Direitos do Idoso (para fins de acompanhamento e monitoramento da rede de atendimento).

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Fonte: https://www.facebook.com/pg/Longevida-129576770558920/posts/?ref=page_internal

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Qualidade de Vida – Exercício aeróbico

1/02/2018 - 9:51 Por:

Categoria(s): Dicas, Gerontologia, Qualidade de Vida

Estudo tenta mostrar como o exercício aeróbico ajuda a “limpar a mente”

Contribuição enviada por Daliane Batista Cardoso*

Uma boa corrida pode fazer você se sentir como uma pessoa totalmente nova. E, de certa forma, esse sentimento pode ser, literalmente, verdade. Pesquisas em neurociência identificaram uma ligação forte entre o exercício aeróbico e a clareza cognitiva. Ou seja, a atividade física nos ajuda a “limpar a mente”. As informações são do site “Science Of Us”.

Recente estudo elaborado pelos pesquisadores da Universidade de Harvard, Emily E. Bernstein e Richard J. McNally, indicou que, após um treinamento, os corredores se sentiam mais vivos, ativos, capazes e tinham melhora da memória. O objetivo era entender o que o exercício físico realmente estava fazendo para ajudar a melhorar os problemas de humor ou ansiedade e também a regular a emoção.

Estudos anteriores apontavam que exercícios aeróbicos desencadeavam o nascimento de novos neurônios. Outras mudanças atestavam que 30 a 40 minutos de atividade eram suficientes para aumentar o fluxo sanguíneo de uma área do cérebro localizada atrás da nossa testa e que está associada a alguns atributos como a concentração, a gestão, o foco e o planejamento futuro.

Seguindo o papel do exercício nessa parte do cérebro, os cientistas montaram um experimento clássico entre os estudos da emoção com 80 pessoas. Todas foram convidadas a ver a cena final do filme “The Champ” (1979), que é carregado de emoção. Mas antes, metade da turma teve de correr por cerca de 30 minutos. Enquanto isso, os outros participantes apenas ficaram à espera.

Depois que as pessoas entrevistadas assistiram ao filme, os cientistas concluíram que aqueles que correram mostraram-se emocionalmente mais fortes e não cederam com tanta facilidade às imagens marcantes do filme. Isso evidenciou que os problemas que eles tinham ficaram menos presentes na mente depois de terem se exercitado. As emoções estavam mais equilibradas.

Fonte: Matéria publicada no site do Globo Esporte.

* Educadora física, parceira da GeroVida no envio de artigos para o blog.

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INFECÇÃO URINÁRIA: O QUE DEVEMOS SABER PARA PREVENIR?

17/01/2018 - 15:38 Por:

Categoria(s): Dicas, Doenças e problemas de saúde, Gerontologia, Qualidade de Vida

A pedido de uma leitora, vamos falar sobre infecção urinária. A infecção urinária atinge 10% nos homens e 20% nas mulheres a partir de 65 anos de idade, de acordo com a Sociedade Brasileira de Urologia e, após os 80 anos esse número duplica.

A incidência é maior em mulher do que nos homens por causa do tamanho da uretra. A uretra das mulheres mede cerca de 5 cm e, dos homens 22 cm, porém após os 50 anos, a próstata aumenta e pode acontecer de ter dificuldades para eliminar a urina e com isso, aparece as infecções.

A cistite é a infecção mais frequente, mas, pode evoluir para uma pielonefrite (infecção dos rins), por sua vez, é a forma mais grave, pois a bactéria chega até os rins, causando febre e mal-estar. O tratamento é mais prolongado e pode exigir internação.

Quais são os sintomas da infecção urinária?

Dificuldade para urinar, ardência, queimação, urgência para urinar, aumento da frequência, urina em pequena quantidade, sensação de não esvaziamento da bexiga, febre, incontinência urinária (perda involuntária de urina), dor na região abdominal inferior (supra púbica) e sangramento.
A pessoa idosa pode apresentar outros sintomas que não são observados com frequência em jovens como: mal-estar indefinido, falta de apetite, fraqueza, calafrios, confusão mental.

A confusão mental repentina, seguida por esquecimento, troca de nomes e mudança de comportamento, pode ser um dos sinais de infecção urinária em idosos. Esse quadro é bastante comum, mas, como a infecção urinária nem sempre tem sintomas em idosos, muitas vezes podem confundir. Geralmente o idoso não apresenta febre.

Fique atento a isso!

Como diagnosticar?

O diagnóstico da Infecção do Trato Urinário (ITU) é feito pela história clínica, exame físico e por exames laboratoriais que são solicitados pelo médico, dentre eles: exame de urina, hemograma completo e cultura da urina para identificar a bactéria e direcionar o melhor tratamento. Outros exames as vezes são necessários para complementar a avaliação médica como, por exemplo, o ultrassom. Como as pessoas idosas podem apresentar sintomas pouco característicos, a urocultura pode ter grande importância nestes pacientes.

As bactérias que causam ITU no idoso são em geral mais resistentes que na população mais jovem, porque, comumente, o idoso repetiu ciclos de antibióticos que leva a seleção dessas bactérias mais resistentes.

Fatores de risco:

Existem alguns fatores de risco como incontinência urinária, uso de sonda para esvaziar a bexiga, hipertrofia prostática benigna, prostatite, obesidade (devido à dificuldade na higienização), vaginite atrófica, enfraquecimento do assoalho pélvico e deficiência de estrogênio em mulheres, diabetes, ficar segurando o xixi (péssimo hábito, urina que fica parada por muito tempo cria um ambiente que favorece a proliferação das bactérias), bexiga neurogênica, demência, imobilidade, imunodeficiência relacionada à idade, desidratação, comprometimento funcional e contaminação com as fezes e Diabetes.

Alguns cuidados são necessários para evitar a infecção urinária como:

– Orientar o idoso a beber bastante líquido (média de 2 litros por dia), caso não haja nenhuma contraindicação;

-Não segurar o xixi, urinar sempre que tiver vontade;

-Manter o idoso sempre com uma higiene pessoal adequada;

-Lavar com água e sabão neutro a região perianal após as evacuações;

-Evitar o uso indiscriminado de antibióticos, sem indicação médica;

-O banho, sempre que possível, deve ser dado no chuveiro;

-Atenção para a técnica de sondagem, caso seja necessário;

-Manter controle da diabetes, isso ajuda o controle das infecções de repetição;

-Procurar especialista para realizar a avaliação e tratamento mais adequado. Em homens que tem a próstata aumentada é necessário usar medicação para melhorar o esvaziamento bexiga ou partir para tratamentos cirúrgicos que reduz o volume da próstata;

-Banho: lavar bem a região genital e ao redor com água e sabonete neutro ou infantil (não usar sabonetes antissépticos, nem coloridos e nem com muito cheiro) e, não lavar em excesso porque remove a flora natural da pele. Em homens puxar a pele do pênis (prepúcio) para fazer uma higiene mais adequada, retirando os “sebos” (esmegma) e, nas mulheres, abrir os grandes lábios;

-Uso de fralda: nesse caso a atenção deve ser redobrada, deve ter uma rotina de trocas e verificação da fralda. Não deixar muito tempo sem trocar, a urina é ácida e pode provocar assaduras, realizar a troca de 3 em 3 horas. Se possível, colocar a fralda somente no período noturno e, durante o dia estimular o idoso a chamar e/ ou encaminhar ao banheiro e/ ou oferecer o “papagaio”.

Tratamento:

O tratamento é simples, mas é necessária avaliação médica.

-Antibiótico preventivo: tratamento médico que dura em torno de 6 meses e são baixas doses de antibióticos; quem convive com a infecção urinária várias vezes ao ano pode recorrer a esse tratamento;

-Cranberry: recomendam sucos, cápsulas ou a fruta, indicados para o tratamento com a bactéria Escherichia Coli;

-Ingestão de água: mínimo de 2 litros por dia;

-Ingestão de probióticos/ fibras: para auxiliar no bom funcionamento do intestino.

Fonte: https://scaelife.com.br/…/infeccao-urinaria-o-que-devemos-s…

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Andar de bicicleta ajuda no diagnóstico da doença de Parkinson

29/06/2017 - 15:13 Por:

Categoria(s): Curiosidades, Dicas, Doenças e problemas de saúde, Qualidade de Vida

Os neurologistas que examinarem um paciente com sintomas iniciais da Doença de Parkinson deveriam fazê-lo andar de bicicleta antes de concluir seu diagnóstico, afirma uma curiosa pesquisa realizada por médicos holandeses.

Distinguir entre pacientes com Parkinson e portadores de uma doença conhecida como Parkinsonismo Atípico é muito importante, porque as duas condições possuem diferentes causas e tratamentos.

As duas partilham de sintomas parecidos, incluindo o tremor dos membros, os movimentos lentos e a rigidez muscular. No entanto, às vezes até mesmo a avançada tecnologia médica é incapaz de distinguir uma doença da outra.

Mas, segundo especialistas do Centro de Parkinson de Nijmegen, na Holanda, fazer o paciente andar de bicicleta pode proporcionar um diagnóstico mais eficiente e barato.

Ciclista

De acordo com os médicos, que explicaram suas pesquisas em uma carta enviada e publicada pela revista “The Lancet” nesta sexta-feira, um portador de Parkinson comum geralmente tem uma incrível habilidade de andar de bicicleta, pois apresenta poucos problemas no equilíbrio e nos movimentos rítmicos exigidos pelo pedalar.

Esta tarefa, no entanto, exige mais esforço em pessoas portadoras do Parkinsonismo Atípico, termo que envolve uma série de síndromes como paralisia muscular supranuclear progressiva, atrofia sistêmica múltipla e degeneração córtico-basal.

A Doença de Parkinson tem origem na morte celular numa parte fundamental do cérebro chamada substância nigra, que é uma porção heterogênea do mesencéfalo responsável pela produção de um neurotransmissor, a dopamina.

O tratamento padrão neste caso é uma droga chamada levodopa, que o cérebro converte em dopamina. Mas o tratamento não é efetivo ou não funciona quando se trata de Parkinsonimo Atípico.

Os médicos holandeses testaram sua teoria em 111 pacientes com sintomas parkinsonianos e que eram capazes de andar de bicicleta no início da pesquisa.

Ao fim do estudo, 45 dos pacientes foram confirmados com a doença de Parkinson e 64 com Parkinsonismo Atípico.

Durante os 30 meses que foram pesquisados, apenas dois dos 45 pacientes com Parkinson pararam de andar de bicicleta, mas do grupo de 64 pacientes diagnosticados com o Parkinsonismo Atípico, 34 apresentaram incapacidade de continuar pedalando.

“Sugerimos que a perda de capacidade de pedalar depois do estabelecimento da doença pode servir como um novo sinal de alerta, indicando a presença de Parkinsonismo Atípico”, afirmam os pesquisadores em sua carta.

 Fonte: Da France Presse – Contribuição enviada por Daliane Batista Cardoso

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Benefícios de andar de bicicleta para o corpo

6/06/2017 - 15:10 Por:

Categoria(s): Dicas, Qualidade de Vida

Contribuição enviada por Daliane Batista Cardoso*

Andar de bicicleta é uma atividade física prazerosa tanto individualmente quanto em grupo com os amigos ou familiares. É um exercício tão especial que pode ser praticado com segurança por pessoas de qualquer idade, com bom condicionamento físico ou não. Quem é adepto desse exercício físico e costuma pedalar regularmente já conhece os benefícios de andar de bicicleta para o corpo. Já desfrutam de boa saúde, com mais energia e disposição e são pessoas mais resistentes. Pedalar estimula o sistema imunológico ajudando o organismo a defender-se de vírus e bactérias. Previne doenças crônicas como a obesidade, colesterol alto, reduz os níveis de triglicérides. Praticada com bom senso ainda trabalha o equilíbrio, a confiança, relaxa e combate o estresse.

Benefícios de andar de bicicleta para a saúde e o meio ambiente
Andar de bicicleta seja como meio de transporte ou atividade física só trás vantagens tanto físicas quanto emocionais e também para o meio ambiente. Muitos brasileiros têm deixado o carro na garagem para se deslocarem de bicicleta. É um meio de transporte não poluente e uma alternativa mais barata do que o transporte público. Andar de bicicleta encanta e seduz quem está iniciando nessa atividade pela sensação de liberdade, relaxamento e bem-estar que ela proporciona. A qualidade de vida melhora bastante com a redução dos níveis de estresse. Melhora a aptidão cardiovascular, ajuda a evitar doenças atreladas ao estilo de vida como a hipertensão arterial, a diabetes, doenças cardíacas entre outras.

Fonte: Saúde e Esporte
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Sociabilidade em Idosos

24/05/2017 - 11:04 Por:

Categoria(s): Dicas, Educação, Gerontologia, Qualidade de Vida, Reflexão

Sociabilidade em Idosos

Entre os idosos, o envolvimento social é um indicador de bons níveis de saúde e funcionalidade expressas em habilidades físicas, cognitivas, emocionais e sociais, prevenindo perdas.

Os idosos saudáveis podem manter o nível de atividade e de envolvimento social para garantir suporte e apoio e aumentar o seu bem-estar subjetivo. Porém, podem afastar-se de atividades sociais para preservar os recursos físicos e emocionais ou por causa de mudanças em suas prioridades.

Na velhice, as atividades e o envolvimento social podem diminuir em frequência e amplitude caso haja diminuição da saúde física, cognitiva e capacidade funcional.

Em decorrência desta possível diminuição, é necessário estimular a convivência e o desenvolvimento de atividades.

Há seis níveis de atividades:

  • Atividades em casa em que a pessoa realiza sozinha preparando para interagir com outras;
  • Estar sozinha, mas com um grupo de pessoas fora de casa;
  • Interagir com outras pessoas, mas sem realizar atividade específica e de vínculo com elas (pedir informação na rua ou por telefone, conversar rapidamente no elevador, cumprimentar alguém brevemente);
  • Realizar uma atividade junto com outras pessoas, colaborando para alcançar um objetivo em comum;
  • Ajudar outras pessoas voluntariamente com determinado vínculo ou necessidade;
  • Contribuir para a sociedade de forma cívica.

Referência:

Anita Liberalesso Neri. Palavras-chave em Gerontologia. Campinas: Editora Alínea, 2014, pp.328-334.

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