Brasil 2050: desafios de uma nação que envelhece

3/03/2017 - 10:44 Por:

Categoria(s): Gerontologia, Sugestão de leituras

Sugestão 224
Brasil 2050: desafios de uma nação que envelhece

Autores: Centro de Estudos e Debates Estratégicos
Ano: 2017
Editora: Câmara dos Deputados

Link para baixar o livro gratuitamente: http://bd.camara.gov.br/bd/handle/bdcamara/31619

 

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Diagnóstico e Tratamento dos Transtornos de Humor em Idosos

15/02/2017 - 15:01 Por:

Categoria(s): Gerontologia, Sugestão de leituras

Sugestão de Leitura 223
Diagnóstico e Tratamento dos Transtornos de Humor em Idosos
Autores: Cássio M. C. Bottino, Sergio Luís Blay e Jerson Laks.
Ano: 2012
Editora: Atheneu

A obra aborda os principais aspectos da epidemiologia, psicopatologia, etiologia e neurobiologia, diagnóstico diferencial, tratamento farmacológico e psicossocial dos transtornos do humor (transtornos depressivos e transtorno afetivo bipolar). São abordados em profundidade também as condições clínicas comórbidas que interferem com o tratamento e as estratégias de prevenção desses transtornos em pacientes idosos.

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Memória | Maria Thereza Noronha

27/01/2017 - 10:05 Por:

Categoria(s): Poesia, Reflexão

Memória

Quando foi aquele tempo
em que eu me olhava, sonhando,
nas águas desta bacia
e via o rosto da moça
que, do fundo, me sorria?

Onde foi parar o sonho?
Pra onde foi a magia?
Pra onde o rosto da moça
que, do fundo, me sorria?

Em que águas refletida
sorri agora, tardia,
a face que me sorria
lá no fundo da bacia?

(Maria Thereza Noronha)

De A Face na Águ, 1990.

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Revolução das 7 mulheres

24/10/2016 - 8:49 Por:

Categoria(s): Gerontologia, Reflexão, Sugestão de leituras

Sugestão de leitura 219

revolucaodas7mulheresAutora: Marcia Neder
Ano: 2015
Editora: Senac São Paulo
Sinopse: Há uma revolução da longevidade acontecendo no mundo. E no Brasil também. O Brasil passou de um país jovem para um país maduro. Atualmente existem mais pessoas idosas do que há cinco décadas. Será necessário criar na sociedade uma nova visão sobre o envelhecimento e novos valores culturais que abracem essa população sem preconceitos, de uma forma como nunca foi feita antes.
O ponto de partida para essa incontornável transformação é entender que a Terceira Idade não é um borrão sem nuances. Há vários nichos com diferentes necessidades, aspirações e estilos de vida. É imprescindível enxergar o detalhe. As mulheres têm um papel crucial nessa nova sociedade que precisamos construir, especialmente um grupo de mulheres ativíssimas que já provou o seu valor na revolução feminina da segunda metade do século passado e está outra vez abrindo novos caminhos para as gerações futuras.
Este livro, da jornalista Marcia Neder, traz uma pesquisa qualitativa que retrata os sete perfis que representam as mulheres dessa geração revolucionária e mais uma série de dados que mostram em detalhes quem são, o que pensam, como fazem as escolhas, como enxergam o futuro ainda longo que têm pela frente e a responsabilidade do próprio papel nessa nova sociedade.

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Livro: Pessoa Idosa Dependente

23/09/2016 - 10:20 Por:

Categoria(s): Gerontologia, Sugestão de leituras

Sugestão de leitura 2018

pessoaidosadependentePESSOA IDOSA DEPENDENTE: Políticas Públicas de Cuidados Intermediários ao Idoso no Brasil e a Atuação do Ministério Público

Autora: Iadya Gama Maio
Ano: 2016
Editora: Juruá
Sinopse: Esta publicação traz uma abordagem investigativa acerca do envelhecimento populacional nas sociedades contemporâneas e sobre a responsabilidade pelo cuidado em diferentes países. Apresenta uma análise das opções de políticas assistênciais voltadas à pessoa idosa, existentes no Brasil e, ainda, o papel institucional do Ministério Público (MP) como fomentador de políticas públicas e garantidor dos direitos sociais dessa parcela da população.

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Fragilidade na Velhice

19/09/2016 - 10:24 Por:

Categoria(s): Gerontologia

fragilidade-idoso“Caracteriza-se por diminuição das reservas de energia, desregulação neuroendócrina, declínio da função imune e redução da resistência aos estressores. Relaciona-se de forma robusta com risco para morte em prazo relativamente curto, doenças crônicas, incapacidades, quedas e necessidade de institucionalização.”
Com vistas a explicar as conduções relacionadas ao envelhecimento não saudável, muitos estudos vêm sendo realizados desde os anos de 1990.
Nos Estados Unidos, um grupo liderado por Linda M. Fried definiu cinco critérios referenciados à fragilidade: 1) perda de peso não intencional no último ano; 2) fadiga; 3)baixa força de preensão; 4) lentidão ao caminhar; 5) baixa taxa de gasto energético semanal em exercícios físicos e atividades domésticas.
A presença de um ou dois critérios indica que a pessoa é pré-frágil e três ou mais características do fenótipo significam fragilidade.
A fragilidade tem origem em variações gênicas expressas em oxidativo, encurtamento dos telômeros, danos ao DNA, e sofre efeitos acumulados ao longo da vida. Inatividade, sarcopenia, anorexia, osteopenia, declínio cognitivo, incapacidade e doenças (inflamatórias) crônicas são indicadores de vulnerabilidade.
Sendo assim, a fragilização é um processo acumulativo, multifatorial e multideterminado que se expressa no tempo, ao longo dos anos. As oportunidades sociais, o estilo de vida, as atitudes e hábitos culturais, a personalidade e o nível de escolaridade.
O Estudo Fibra (Fragilidade em Idosos Brasileiros) evidenciou que entre os frágeis, havia mais viúvos, analfabetos, com menos instrução formal e com baixa renda; sugerindo que as variáveis socioeconômicas podem tornar mais provável a emergência de fragilidade. Além disso, a pesquisa mostrou que as maiores freqüências de indivíduos com perda ponderal, fadiga, baixa força de preensão, lentidão de marcha e inatividade física ocorreram entre idosos viúvos.
Ressalta-se que entender sobre o assunto visando às possibilidades de adaptação e a diminuição dos riscos em desenvolver a fragilidade é imprescindível. Evitar ou adiar a transição da condição de pré-fragilidade para a de fragilidade se faz necessário tanto para a pessoa e a família, quanto para a comunidade e nações a pouparem recursos materiais e humanos, bem como a promoverem o bem-estar e a qualidade de vida.

Referência:
Anita Liberalesso Neri. Fragilidade. Palavras-chave em Gerontologia. Editora Alínea, Ed.4, pp.166-176, 2014.

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O Envelhecimento e o Bem-estar Subjetivo

18/11/2015 - 11:34 Por:

Categoria(s): Gerontologia

mistersp   Bem-estar subjetivo é o senso pessoal, individual ou particular de realização e adaptação que a pessoa tem ao comparar as suas capacidades levando em conta suas expectativas e seus valores, utilizando critérios únicos e específicos.
A satisfação e os aspectos positivos e negativos da vida são componentes do bem-estar subjetivo, bem como a personalidade e os eventos momentâneos ou situações que marcam mudanças no curso de vida. Os domínios avaliados pelas pessoas geralmente são: a saúde, a memória, as relações sociais e familiares, as finanças e o ambiente.
O bem-estar sujetivo é influenciado por mecanismos de autorregulação do self, que são estratégias aprendidas de natureza afetivo-cognitiva, mediante as quais os indivíduos avaliam, julgam e monitoram a si mesmos e ao ambiente, administram reforços e punições a si mesmos, fazem previsões, planos e ações.
Estudos evidenciam que a extroversão, o otimismo e os afetos positivos estão associados a maior longevidade, a respostas mais adaptativas do sistema cardiovascular e imunológico, a mais recursos cognitivos, incluindo melhor senso de autoeficácia, a maior capacidade de solicitar apoio e suporte social e mais comportamentos de autocuidado em saúde. Por outro lado, emoções negativas como a hostilidade, a raiva e a ansiedade afetam o bem-estar subjetivo por meio de respostas fisiológicas e comportamentais.
Com o passar do tempo ocorrem variações nas avaliações de satisfação e no equilíbrio entre afetos positivos e negativos. As avaliações positivas de satisfação tendem a manter-se na velhice. Os idosos tendem a apresentar melhores avaliações de satisfação do que os jovens, possivelmente devido aos efeitos moderadores da capacidade de ajustar aspirações, anseios e metas frente aos recursos disponíveis.
Na velhice, uma adequada adaptação está ligada ao equilíbrio entre afetos positivos e negativos, à seleção e investimento afetivo e cognitivo em alvos positivos, à diminuição da intensidade e da vulnerabilidade de experiências emocionais e a melhor capacidade de vivenciar emoções mais complexas, de nomear e compreender as próprias emoções e as alheias, além de melhor selecionar parceiros sociais que representem oportunidade de conforto emocional.

Por Roberta dos Santos Tarallo

Fonte: Anita Liberalesso Neri (organizadora). Palavras-Chave em Gerontologia. Editora Alínea, 4ªed., 2014, pp. 104-110.

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A Moda e a Velhice

13/07/2015 - 11:43 Por:

Categoria(s): Gerontologia

modaidosasAs pessoas envelhecem de diferentes formas. De modo distinto, algumas pessoas podem apresentar mudanças corporais, alteração na postura, presença de rugas e modificação da cor da pele e do cabelo. Porém, durante a velhice, assim como em outras fases da vida, a preocupação com a aparência ainda permanece latente.

Tendo em vista esta premissa, o comportamento dos idosos é sensível às suas necessidades e ao estilo de vida estabelecido ao longo da vida. No âmbito da moda, é preciso reconhece as diferenças existentes entre os idosos, seus diferentes corpos, necessidades, preferências, valores, aspirações e recursos.

A moda é uma forma de expressão e de linguagem visual, que fornece identidade social, cultural, econômico, etário, profissional, posição social e personalidade. O entendimento do consumo da moda se faz necessário diante dos diversos significados e valores associados a ela, tanto socialmente como psicologicamente. Estão envolvidos no complexo da moda não somente o vestuário, mais comumente lembrado, mas também os acessórios, os perfumes, as maquiagens e os diversos itens que constroem a identidade das pessoas.

Muitas vezes, as mudanças nas medidas são ignoradas, pois as tabelas de tamanhos são construídas com base em uma ou duas medidas e partindo do princípio que o corpo é proporcional, o que não corresponde à maioria da população, principalmente a idosa, que é tão heterogênea.

Diante disso, para a criação da moda voltada à população idosa, deve-se considerar além do desenho e da modelagem, o conforto, a qualidade e a funcionalidade visando favorecer os tons e cores de pele e de cabelo e realçar os tipos de corpos que se modificaram ao longo dos anos vividos.

No geral, os consumidores idosos, quando pensam em moda, têm preferências por produtos de fácil manutenção e dão atenção à usabilidade das peças no que diz respeito ao tipo de aberturas de fácil manuseamento. Por isso, compreender melhor as necessidades, as limitações e as preferências do público idoso é importante.

Fonte:

Ana Rita Fernandes Rosa. OUD, uma contribuição do design de moda para a usabilidade do vestuário na mulher sênior. [Dissertação de mestrado]. Unversidade da Beira Interior. Covilhã, Portugal. 2013.

Luiz Antônio Slongo, Christian Freire Albrecht, Daniel Fonseca Lavouras, Priscila Silva Esteves, Renato Hübner Barcelos. A Moda para a Consumidora da Terceira Idade. São Paulo, 2009.

Por: Roberta dos Santos Tarallo.

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